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Foram encontradas 40 questões.

2407500 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Qual o atalho para o recorte no Word?

 

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Sabemos que a prevenção de acidentes no trabalho procura corrigir a prática dos atos inseguros e remover as condições que são causas diretas dos acidentes. Alguns atos inseguros podem simplesmente ser prevenido com:

 

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2407498 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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O funcionário constrói sua imagem ao longo da vida profissional que está diretamente relacionada ao seu comportamento no ambiente de trabalho. São normas de comportamentos adequados, exceto:

 

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Analise as proposições e assinale a falsa.

 

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2404638 Ano: 2010
Disciplina: Estatística
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Numa lanchonete estão expostas para venda 5 empadinhas a R$1,80 cada uma, 3 coxinhas a R$1,50 cada uma e 2 tortas a R$2,50 cada uma. O preço médio por salgado é de

 

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2403457 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Observe a figura a seguir e responda:

Enunciado 3022843-1

Usamos o botão na barra de ferramentas do Excel, para:

 

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2399866 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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A Atendente não está observando normas internas de segurança quando:

 

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2399672 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Joaninha fez 135 salgadinhos para seus três filhos venderem na escola no horário do lanche. Cada salgadinho custa R$ 2,00. Os filhos de Joaninha venderam todos os salgadinhos. Ela então pegou o dinheiro e dividiu em três partes. Uma para ela, outra para comprar roupas para os filhos e o resto ela dividiu entre os três filhos. Quanto cada filho recebeu?

 

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2399572 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Se em 1 minuto tem 60 segundos, em 1hora quantos segundos temos?

 

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2398352 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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O MELHOR CAMINHO

Palavras como shopping, marketing e algumas já perfeitamente assimiladas pela população brasileira podem ficar. Mas outras, que ninguém entende, serão obrigadas a ter o correspondente em português. Essa é uma das propostas de um projeto de lei que tramita no Congresso Nacional.

O projeto propõe que essas mudanças ocorram “em qualquer placa sinalizadora, letreiro, painel, cartaz, tabuleta, cardápio e assemelhados e outros escritos em língua estrangeira, desde que destinados ao público”. A proposta será examinada pela Comissão de Constituição e Justiça e, se aprovada, seguirá para o Senado Federal, pois tramita em caráter conclusivo pelas comissões.

O autor do projeto considera absurdo o fato de um brasileiro chegar a um restaurante e encontrar, no cardápio, o nome de um peixe escrito em francês, sem a tradução. Ele reclama ainda da profusão de nomes estrangeiros para marcas de produtos nacionais. “Temos uma língua muito rica, não há necessidade de recorrer a outras”, resume. Na sua opinião, “Toda essa invasão cultural decorre de nosso espírito colonizado, como se toda mercadoria estrangeira fosse melhor e mais bonita do que as nacionais”.

Não é com leis que a situação vai mudar, diz Marisa Ribeiro, professora de Português. Para ela, muita gente se vale de “empréstimos” a línguas estrangeiras, na expectativa de obter “elegância e charme”. O uso da Internet aumentou o problema. Um exemplo está no verbo “deletar”, importado do inglês. Hoje em dia, ninguém mais fala ‘apagar’. E o que dizer de personal trainer”?

“Medidas de cima para baixo cheiram a autoritarismo”, considera a professora, indicando outras saídas, para valorizar a língua nacional. “É preciso fazer com que as pessoas se expressem da melhor forma. E desenvolvam o hábito de pensar. Essa conquista, no entanto, só é possível através da educação”.

Nos dois últimos parágrafos do texto, pode-se perceber:

 

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