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Foram encontradas 150 questões.

781978 Ano: 2015
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Caratinga-MG
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Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, o Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN possui sede no Distrito Federal, e em sua composição existe um representante de cada um dos seguintes Mistérios, EXCETO:
 

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770118 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Caratinga-MG
O ladrão
Quem descobriu o ladrão na garagem foi o meu irmão mais moço. Veio correndo nos contar, e a princípio não queríamos acreditar, porque, embora nossa casa ficasse num bairro distante e fosse meio isolada, era uma quinta-feira à tarde e nós não podíamos admitir que um ladrão viesse nos roubar à luz do dia. Em todo caso fomos lá.
Espiamos por uma frincha da porta, e de fato lá estava o ladrão, um velhinho magro — mas não estava roubando nada, estava olhando os trastes da garagem (que era mais um depósito, porque há tempo não tínhamos mais carro). Rindo baixinho e nos entendendo por sinais nós o trancamos ali.
À noite voltou a mãe. Chegou cansada, como sempre — desde a morte do pai trabalhava como costureira — e resmungando. Que é que vocês andaram fazendo? — perguntou, desconfiada. — Vocês estão rindo muito. Não é nada, mãe, respondemos, nós os quatro (o mais velho com doze anos). Não estamos rindo de nada.
Naquela noite não deu para fazer nada com o ladrão, porque a mãe tinha o sono leve. Mas espiávamos pela janela do quarto, víamos que a porta da garagem continuava trancada — e aquilo nos animava barbaridade. Mal podíamos esperar que amanhecesse — mas enfim amanheceu, a mãe foi trabalhar e a casa ficou só para nós.
Corremos para a garagem. Olhamos pela frincha e ali estava o velho ladrão, sentado numa poltrona quebrada, muito desanimado. Aí, seu ladrão! — gritamos. Levantou-se, assustado. — Abram, gente — pediu, quase chorando. — Abram, me deixem sair, eu prometo que não volto mais aqui.
Claro que nós não íamos abrir e dissemos a ele, nós não vamos abrir. Me deem um pouco de comida, então — ele disse —, estou com muita fome, faz três dias que não como. O que é que tu nos dás em troca, perguntou o meu irmão mais velho.
Ficou em silêncio um tempo, depois disse: eu faço uma mágica para vocês. Mágica! Nos olhamos. Que mágica, perguntamos. Ele: eu transformo coisas no que vocês quiserem.
Meu irmão mais velho, que era muito desconfiado, resolveu tirar a limpo aquela história. Enfiou uma varinha pela frincha e disse: transforma esta varinha num bicho. Esperem um pouco — disse o velho, numa voz sumida.
Esperamos. Daí a pouco, espremendo-se pela frincha, apareceu um camundongo. É meu — gritou o caçula, e se apossou do ratinho. Rindo do guri, trouxemos uma fatia de pão para o velho.
Nos dias que se seguiram ele transformou muitas coisas — tampinhas de garrafa em moedas, um prego em relógio (velho, não funcionava — e assim por diante. Mas veio o dia em que batemos à porta da garagem e ele não respondeu. Espiávamos pela frincha, não víamos ninguém. Meu irmão mais velho — esperem aqui, vocês — abriu a porta com toda a cautela. Entrou, pôs-se a procurar o ladrão entre os trastes:
— Pneu velho, não é ele... Colchão rasgado, não é ele...
Enfim, não o achou, e esquecemos a história. Eu, particularmente, fiquei com certas dúvidas: pneu velho, não era ele?
(In: Moacyr Scliar et alii. Acontece na cidade. São Paulo: Ática, 2005. p. 31-33. Col. Quero Ler.)
Meu irmão mais velho – esperem aqui, vocês – abriu a porta com toda a cautela.” (10º§). A palavra que possui o sentido oposto de “cautela” é
 

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770109 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Caratinga-MG
Texto para responder à questão.
Refletir
[...] Consumir é quase um vício atualmente. Claro que não estamos falando dos produtos indispensáveis do dia a dia, mas de objetos que compramos por simples impulso, condicionados pela vontade de consumir – os chamados produtos supérfluos.
Um dos problemas dessa atitude consumista é seu impacto ambiental, que na maioria das vezes nem percebemos. Qualquer item comprado em uma loja ou supermercado exige recursos para ser produzido – como água e energia – além de gerar resíduos que devem ser tratados e eliminados: sobras de matérias-primas, embalagens etc. Portanto, toda vez que decidimos comprar alguma coisa, é bom pensar que estaremos automaticamente aumentando a quantidade de lixo no ambiente e os problemas decorrentes de seu acúmulo.
Para muita gente, no entanto, ser consumista não parece ser um defeito. Pelo contrário, parece que se dá mais valor a quem possui a maior quantidade de bens. Mas será que isso é mesmo verdade? Só pelo fato de possuir mais bens uma pessoa deve ser mais valorizada?
A oferta de bens é muito maior atualmente do que no passado, mas isso não significa que nossas necessidades
tenham aumentado na mesma proporção. Claro que muitos desses produtos facilitam a vida, mas é preciso avaliar com
cuidado o que de fato é importante para a gente.
Outro aspecto importante é a durabilidade dos produtos. Brinquedos, eletrodomésticos, roupas, carros... Hoje tudo parece ser produzido para durar e ser rapidamente substituído. Roupas que estão na moda em uma estação já não estarão mais alguns meses depois, aparelhos eletrônicos parecem descartáveis e daí por diante.
(RIOS. Rosana; MUHRINGER, Sonia Marina; SHAYER, Michelle M. Lixo e sustentabilidade. São Paulo Ática, 2007.)
No 3º§, o texto apresenta o posicionamento de um determinado grupo de pessoas que indica
 

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767107 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Caratinga-MG
“Um dos deveres do governo é atender às necessidades essenciais da população, garantindo serviços e setores.”
(Elian Alabi Lucci e Anselmo Lázaro. Coleção Plural, Geografia.)
São consideradas necessidades essenciais da população:
 

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767067 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Caratinga-MG
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No editor de textos Word 2013, o atalho CTRL + U aciona qual função?
 

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762119 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Caratinga-MG
Para varrer dois terços de uma avenida, cinco pessoas gastam meia hora. Em quanto tempo nove pessoas podem varrer a avenida inteira?
 

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761930 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Caratinga-MG
O ladrão
Quem descobriu o ladrão na garagem foi o meu irmão mais moço. Veio correndo nos contar, e a princípio não queríamos acreditar, porque, embora nossa casa ficasse num bairro distante e fosse meio isolada, era uma quinta-feira à tarde e nós não podíamos admitir que um ladrão viesse nos roubar à luz do dia. Em todo caso fomos lá.
Espiamos por uma frincha da porta, e de fato lá estava o ladrão, um velhinho magro — mas não estava roubando nada, estava olhando os trastes da garagem (que era mais um depósito, porque há tempo não tínhamos mais carro). Rindo baixinho e nos entendendo por sinais nós o trancamos ali.
À noite voltou a mãe. Chegou cansada, como sempre — desde a morte do pai trabalhava como costureira — e resmungando. Que é que vocês andaram fazendo? — perguntou, desconfiada. — Vocês estão rindo muito. Não é nada, mãe, respondemos, nós os quatro (o mais velho com doze anos). Não estamos rindo de nada.
Naquela noite não deu para fazer nada com o ladrão, porque a mãe tinha o sono leve. Mas espiávamos pela janela do quarto, víamos que a porta da garagem continuava trancada — e aquilo nos animava barbaridade. Mal podíamos esperar que amanhecesse — mas enfim amanheceu, a mãe foi trabalhar e a casa ficou só para nós.
Corremos para a garagem. Olhamos pela frincha e ali estava o velho ladrão, sentado numa poltrona quebrada, muito desanimado. Aí, seu ladrão! — gritamos. Levantou-se, assustado. — Abram, gente — pediu, quase chorando. — Abram, me deixem sair, eu prometo que não volto mais aqui.
Claro que nós não íamos abrir e dissemos a ele, nós não vamos abrir. Me deem um pouco de comida, então — ele disse —, estou com muita fome, faz três dias que não como. O que é que tu nos dás em troca, perguntou o meu irmão mais velho.
Ficou em silêncio um tempo, depois disse: eu faço uma mágica para vocês. Mágica! Nos olhamos. Que mágica, perguntamos. Ele: eu transformo coisas no que vocês quiserem.
Meu irmão mais velho, que era muito desconfiado, resolveu tirar a limpo aquela história. Enfiou uma varinha pela frincha e disse: transforma esta varinha num bicho. Esperem um pouco — disse o velho, numa voz sumida.
Esperamos. Daí a pouco, espremendo-se pela frincha, apareceu um camundongo. É meu — gritou o caçula, e se apossou do ratinho. Rindo do guri, trouxemos uma fatia de pão para o velho.
Nos dias que se seguiram ele transformou muitas coisas — tampinhas de garrafa em moedas, um prego em relógio (velho, não funcionava) — e assim por diante. Mas veio o dia em que batemos à porta da garagem e ele não respondeu. Espiávamos pela frincha, não víamos ninguém. Meu irmão mais velho — esperem aqui, vocês — abriu a porta com toda a cautela. Entrou, pôs-se a procurar o ladrão entre os trastes:
— Pneu velho, não é ele... Colchão rasgado, não é ele...
Enfim, não o achou, e esquecemos a história. Eu, particularmente, fiquei com certas dúvidas: pneu velho, não era ele?
(In: Moacyr Scliar et alii. Acontece na cidade. São Paulo: Ática, 2005. p. 31-33. Col. Quero Ler.)
Espiamos por uma frincha da porta,...” (2º§). A palavra “frincha” significa, EXCETO:
 

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758571 Ano: 2015
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Caratinga-MG
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Nos sistemas operacionais Linux, o comando rm é utilizado para excluir arquivos e diretórios. Para excluir os arquivos sem pedir confirmação deve-se adicionar ao comando a opção
 

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758462 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Caratinga-MG
Uma revista é vendida por R$ 12,00. Se uma pessoa quiser comprar três revistas, o jornaleiro faz ao preço de R$ 30,00. Sendo assim, quem comprar quatro revistas irá pagar quanto no total?
 

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758165 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Caratinga-MG
Texto para responder à questão.
Vença a preguiça
Como dizia o inventor Thomas Edison, jogamos fora as boas oportunidades porque elas geralmente vêm vestidas com macacão de operário. Fazer mudanças dá mesmo trabalho. Precisamos olhar bem de frente para nossas dificuldades, assumi-las de vez, planejar nossas ações para ultrapassá-las, tomar atitudes, nos autocomprometer, sacudir a poeira e agir com determinação. Mas, às vezes, dá uma preguiça...
(ALVES, Liane. Vida Simples. Mudar é bom, jan. 2007.)
Em relação aos complementos verbais expressos em “assumi-las” e “ultrapassá-las” é correto afirmar que
 

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