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Foram encontradas 60 questões.

1540516 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Um periférico de computador do tipo entrada está representado de forma correta em qual alternativa?
 

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1540358 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Analise os textos I e II para responder à questão.
Texto I
Enunciado 1540358-1
Disponível em: https://www.espacovital.com.br/publicacao-36954-fake-news-o-mal-do-seculo-21. Acesso em: 08 dez. 2019.
Texto II
Fake News: as mentiras que viram notícias
Será que todos os que se manifestam sobre qualquer
assunto estão devidamente preparados
para utilizar devidamente os modernos canais de comunicação?
Danillo Saes
A realidade do mundo de hoje é ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em redes. Com a inserção da tecnologia no dia a dia das pessoas, é possível presenciar diversas mudanças, como o fato de um indivíduo com um perfil em uma plataforma social ser propagador de informações e não mais apenas receptor.
Este cenário de disseminação de ideias – boas ou ruins, certas ou erradas, do mesmo ponto de vista que o seu ou não – faz parte de um mundo moderno e democrático. Neste contexto, a tecnologia tem sido utilizada como ferramenta de propagação destes posicionamentos. Ao ter o poder do clique em mãos, as pessoas passam a ser mais ativas diante das informações que recebem. Os meios de comunicação mudaram as formas de divulgar suas notícias diante deste comportamento que os indivíduos passaram a adquirir com o passar do tempo(A). Há alguns anos, pesquisadores divulgaram artigos sobre a influência da “segunda tela”: o notebook ou o smartphone começavam a se infiltrar como coadjuvantes da tela da televisão. Telespectadores comentavam suas novelas, criticavam o técnico do seu time de futebol e faziam outros tipos de comentários. Hoje, os dispositivos móveis não são mais uma segunda tela, mas uma extensão real – e, muitas vezes, protagonista – para receber, digerir e disseminar as informações recebidas.
De meros mortais que até então era como éramos tratados pela grande mídia, como depósitos de informações – certas ou erradas, boas ou ruins, favoráveis ou contrárias –, passamos a ser também protagonistas através do “poder” que a tela de um dispositivo móvel nos dá. É incrível e, ao mesmo tempo, muito preocupante(B). Será que todos os que se manifestam sobre qualquer tipo de assunto estão devidamente preparados para isso? Será que têm bagagem suficiente para criticar?(C) e (D) Os ditos “influenciadores” realmente têm o espírito crítico necessário unido à sua responsabilidade de “influenciar” ao publicar seus posicionamentos? São provocações, indagações, não afirmações.
Quando nos deparamos com as famosas fake news, por sermos ativos através das plataformas sociais, assumimos uma parcela (grande) de responsabilidade ao disseminá-las. Ao receber aquela notícia através do WhatsApp, ou aquele áudio que afirmam ser de uma determinada figura pública e, com nosso “dedinho ansioso”, compartilhamos o conteúdo em grupos com o intuito de dar “furos de reportagem” que até então eram coisa apenas de jornalistas, damos nosso aval àquela informação.
As pessoas que criam as fake news não estão isentas de responsabilidades – pelo contrário. O que desejo é provocar o leitor a desenvolver seu senso crítico diante da informação que se consome e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta. O mesmo “poder” que a tecnologia nos dá para disseminar informações também nos proporciona a possibilidade de investigá-las, contestá-las, analisá-las. No entanto, investigar, contestar e analisar é trabalhoso, exige esforço de pensamento e queima de fosfato.
A diferença entre as fake news serem desmascaradas ou se transformarem em “verdade” está no pequeno intervalo de tempo entre o momento em que as consumimos e o momento em que clicamos em “encaminhar”.
Danillo Saes é coordenador de Análise e Desenvolvimento
Tendo em vistas as regras de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta uma explicação INCORRETA para o uso do acento na palavra em destaque.
 

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1539088 Ano: 2020
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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Read the following article and answer question
Dr. Dweck’s research into growth mindset
changed education forever
Over 30 years ago, Carol Dweck and her colleagues became interested in students' attitudes about failure. They noticed that some students rebounded while other students seemed devastated by even the smallest setbacks. After studying the behavior of thousands of children, Dr. Dweck coined the terms fixed mindset and growth mindset to describe the underlying beliefs people have about learning and intelligence. When students believe they can get smarter, they understand that effort makes them stronger. Therefore they put in extra time and effort, and that leads to higher achievement.
Recent advances in neuroscience have shown us that the brain is far more malleable than we ever knew(I). Research on brain plasticity has shown how connectivity between neurons can change with experience(II). With practice, neural networks grow new connections, strengthen existing ones, and build insulation that speeds transmission of impulses. These neuroscientific discoveries have shown us that we can increase our neural growth by the actions we take, such as using good strategies, asking questions, practicing, and following good nutrition and sleep habits.
[…]
So the researchers asked, “Can we change mindsets? And if so, how?” This began a series of interventions and studies that prove we can indeed change a person’s mindset from fixed to growth, and when we do, it leads to increased motivation and achievement. For example, 7th graders who were taught that intelligence is malleable and shown how the brain grows with effort showed a clear increase in math grades.
In addition to teaching kids about malleable intelligence, researchers started noticing that teacher practice has a big impact on student mindset, and the feedback that teachers give their students can either encourage a child to choose a challenge and increase achievement or look for an easy way out. For example, studies on different kinds of praise have shown that telling children they are smart encourages a fixed mindset, whereas praising hard work and effort cultivates a growth mindset. When students have a growth mindset, they take on challenges and learn from them, therefore increasing their abilities and achievement. […]
Source: https://www.mindsetworks.com/science/.Access:02/12/2019)
Observe the following sentences taken from the text:
I. Recent advances in neuroscience have shown us that the brain is far more malleable than we ever knew.
II. Research on brain plasticity has shown how connectivity between neurons can change with experience.
Mark what is CORRECT about verb tenses in the above sentences:
 

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Ubuntu, Fedora e Debian são termos que representam
 

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1526773 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Se um produto que custava R$ 120,00 sofreu dois aumentos sucessivos de 25% e 30%, então o novo preço desse produto após a aplicação desses aumentos é igual a
 

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1516523 Ano: 2020
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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Read the following article and answer question
Dr. Dweck’s research into growth mindset
changed education forever
Over 30 years ago, Carol Dweck and her colleagues became interested in students' attitudes about failure. They noticed that some students rebounded while other students seemed devastated by even the smallest setbacks. After studying the behavior of thousands of children, Dr. Dweck coined the terms fixed mindset and growth mindset to describe the underlying beliefs people have about learning and intelligence. When students believe they can get smarter, they understand that effort makes them stronger. Therefore they put in extra time and effort, and that leads to higher achievement.
Recent advances in neuroscience have shown us that the brain is far more malleable than we ever knew. Research on brain plasticity has shown how connectivity between neurons can change with experience. With practice, neural networks grow new connections, strengthen existing ones, and build insulation that speeds transmission of impulses. These neuroscientific discoveries have shown us that we can increase our neural growth by the actions we take, such as using good strategies, asking questions, practicing, and following good nutrition and sleep habits.
[…]
So the researchers asked, “Can we change mindsets? And if so, how?” This began a series of interventions and studies that prove we can indeed change a person’s mindset from fixed to growth, and when we do, it leads to increased motivation and achievement. For example, 7th graders who were taught that intelligence is malleable and shown how the brain grows with effort showed a clear increase in math grades.
In addition to teaching kids about malleable intelligence, researchers started noticing that teacher practice has a big impact on student mindset, and the feedback that teachers give their students can either encourage a child to choose a challenge and increase achievement or look for an easy way out. For example, studies on different kinds of praise have shown that telling children they are smart encourages a fixed mindset, whereas praising hard work and effort cultivates a growth mindset. When students have a growth mindset, they take on challenges and learn from them, therefore increasing their abilities and achievement. […]
Source: https://www.mindsetworks.com/science/.Access:02/12/2019)
According to studies mentioned in the article, mark what is TRUE about complimenting kids on their intelligence:
 

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1511752 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Analise os textos I e II para responder à questão.
Texto I
Enunciado 1511752-1
Disponível em: https://www.espacovital.com.br/publicacao-36954-fake-news-o-mal-do-seculo-21. Acesso em: 08 dez. 2019.
Texto II
Fake News: as mentiras que viram notícias
Será que todos os que se manifestam sobre qualquer
assunto estão devidamente preparados
para utilizar devidamente os modernos canais de comunicação?
Danillo Saes
A realidade do mundo de hoje é ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em redes. Com a inserção da tecnologia no dia a dia das pessoas, é possível presenciar diversas mudanças, como o fato de um indivíduo com um perfil em uma plataforma social ser propagador de informações e não mais apenas receptor.
Este cenário de disseminação de ideias – boas ou ruins, certas ou erradas, do mesmo ponto de vista que o seu ou não – faz parte de um mundo moderno e democrático. Neste contexto, a tecnologia tem sido utilizada como ferramenta de propagação destes posicionamentos. Ao ter o poder do clique em mãos, as pessoas passam a ser mais ativas diante das informações que recebem. Os meios de comunicação mudaram as formas de divulgar suas notícias diante deste comportamento que os indivíduos passaram a adquirir com o passar do tempo. Há alguns anos, pesquisadores divulgaram artigos sobre a influência da “segunda tela”: o notebook ou o smartphone começavam a se infiltrar como coadjuvantes da tela da televisão. Telespectadores comentavam suas novelas, criticavam o técnico do seu time de futebol e faziam outros tipos de comentários. Hoje, os dispositivos móveis não são mais uma segunda tela, mas uma extensão real – e, muitas vezes, protagonista – para receber, digerir e disseminar as informações recebidas.
De meros mortais que até então era como éramos tratados pela grande mídia, como depósitos de informações – certas ou erradas, boas ou ruins, favoráveis ou contrárias –, passamos a ser também protagonistas através do “poder” que a tela de um dispositivo móvel nos dá. É incrível e, ao mesmo tempo, muito preocupante. Será que todos os que se manifestam sobre qualquer tipo de assunto estão devidamente preparados para isso? Será que têm bagagem suficiente para criticar? Os ditos “influenciadores” realmente têm o espírito crítico necessário unido à sua responsabilidade de “influenciar” ao publicar seus posicionamentos? São provocações, indagações, não afirmações.
Quando nos deparamos com as famosas fake news, por sermos ativos através das plataformas sociais, assumimos uma parcela (grande) de responsabilidade ao disseminá-las. Ao receber aquela notícia através do WhatsApp, ou aquele áudio que afirmam ser de uma determinada figura pública e, com nosso “dedinho ansioso”, compartilhamos o conteúdo em grupos com o intuito de dar “furos de reportagem” que até então eram coisa apenas de jornalistas, damos nosso aval àquela informação.
As pessoas que criam as fake news não estão isentas de responsabilidades – pelo contrário. O que desejo é provocar o leitor a desenvolver seu senso crítico diante da informação que se consome e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta. O mesmo “poder” que a tecnologia nos dá para disseminar informações também nos proporciona a possibilidade de investigá-las, contestá-las, analisá-las. No entanto, investigar, contestar e analisar é trabalhoso, exige esforço de pensamento e queima de fosfato.
A diferença entre as fake news serem desmascaradas ou se transformarem em “verdade” está no pequeno intervalo de tempo entre o momento em que as consumimos e o momento em que clicamos em “encaminhar”.
Danillo Saes é coordenador de Análise e Desenvolvimento
de Sistemas da EAD Unicesumar. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/. Acesso em: 08 dez. 2019.
Sobre os textos I e II, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Em I, na sentença “Caí em fake news”, há uma elipse, devido à ocultação do sujeito.
II. Ainda em “Caí em fake News”, há também uma metonímia, por propor a comparação entre a situação de alguém que acredita e/ou divulga notícias falsas com a de pessoas que sofrem quedas físicas no sentido genuíno do termo.
III. No texto II, Danillo Saes deixa claro que, para ele, quem produz “fake news” é quem tem maior parcela de responsabilidade pelos efeitos negativos que tais notícias proporcionam, já que, se elas não existissem, não haveria, portanto, repasse de informações falsas.
IV. No texto II, o autor ressalta a importância de se analisar criticamente uma notícia antes de compartilhá-la, além de destacar que não devemos acreditar em tudo que lemos, sobretudo, em se tratando de notícias que causam comoção.
 

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1502106 Ano: 2020
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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Read the following comic strip and answer question.
Enunciado 1502106-1
Source: https://www.comicskingdom.com/hagar-the-horrible/. Access: 02/12/2019
The characters in the comic strip are talking about going to heaven. Mark what is TRUE about what Hagar, the character of the left, say to Eddie, the character of the right:
 

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1315665 Ano: 2020
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Considere a sequência numérica (1, 5, 4, 8, 7, 11, ...). O décimo termo dessa sequência é igual a
 

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1225404 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Sobre a avaliação diagnóstica, assinale a alternativa correta.
 

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