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Ano: 2020
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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O cuidador escolar, presente na vida escolar dos alunos da educação infantil, é um dos responsáveis por cuidar da frequência escolar. Em casos nos quais o aluno ultrapasse o limite de 50% de faltas injustificadas, o cuidador deve informar ao Pedagogo, que deve acionar qual instância?
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Há três etapas constituintes do projeto político pedagógico. São elas:
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Em um computador, existem tipos de memória que se perdem ao desligar ou reiniciar o computador e outras que se mantêm mesmo após o desligamento de energia. Assinale a alternativa que apresenta um dispositivo de armazenamento de memória volátil.
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Sobre a Tecnologia Assistiva, assinale a alternativa INCORRETA.
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Júlio, 8 anos, apresenta um quadro de deficiência neuromotora (paralisia cerebral com quadriplegia espástica), com comprometimento da fala. A criança tem controle voluntário apenas do movimento da cabeça. Considerando a condição motora da criança, é correto afirmar que ela se beneficiaria
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O cortador de piada
Por Paulo Pestana
Contar piada é uma arte. Há o contador minucioso, que entra em detalhes, sai do trilho e, quando menos se espera, volta para o arremate, normalmente rindo mais do que quem ouve a história pela primeira vez; há o conciso, que usa poucas frases e normalmente é cortante, frequentemente maldoso; o histriônico, que muda a voz, se levanta, interpreta e exagera, o pornográfico, que acha palavrão engraçado, o verborrágico, que emenda uma piada na outra, entre muitos outros.
Toda boa roda de botequim tem que ter algum contador de anedota de repertório amplo, memória prodigiosa e paciência. Ainda mais se de vez em quando aparecer na conversa um outro personagem, o cortador de piada. Sim; um conta, o outro corta, normalmente se introduzindo na história alheia, estragando o final.(B)
Toda boa piada tem seu clímax no final. Não é como um conto, uma narrativa, um cordel ou até mesmo um ‘causo’(D), quando a graça, muitas vezes, está no desenvolvimento da ação. O fecho da piada tem que ser surpreendente, definitivo, deve conter toda graça em poucas palavras que muitas vezes torcem a lógica exposta anteriormente.
O cortador de piada é também conhecido como o chato(A). Por mais velho que seja o chiste, é preciso respeitar o contador, ainda que não seja dos mais cativantes, que não tenha o brilho e a graça de um Chico Anísio. O cortador muitas vezes interrompe a narrativa sem a menor cerimônia, com aquela inocência insuportável dos enjoados(C) — o chato de verdade nunca é proposital; é um traço de caráter inato, o que só piora a situação.
Mas há situações piores, quando o chato se transforma no ladrão de piada. Também querendo dominar o ambiente, o ladino se apodera da história alheia e conta o final, deixando o dono da anedota com a boca aberta e sem ter o que dizer. Foi o que aconteceu, não faz muito tempo, num famoso boteco da W2 Sul — ou melhor, famoso para nós, frequentadores, já que não sai nas colunas de jornal.
A noite ainda era juvenil, mas aquela turma dava impressão de estar por ali desde o café da manhã, tamanha a animação. Cascos vazios de cerveja já tinham enchido um engradado e já eram colocados com a boca para baixo, entre os outros. Um dos rapazes começou a contar uma piada comprida e que era constantemente interrompida por comentários diversos por outro sujeito.
Havia interessados na narrativa, até porque é uma piada sobre advogados, e os causídicos são fregueses habituais do estabelecimento. O chato não sossegava, queria ser o centro das atenções e diante de tantos ‘psius’ pedindo silêncio, disparou:
— Que tatu? Não vi nenhum tatu por aqui!
E se contorcia como o Orlando Furioso, da ópera de Vivaldi. Ele havia contado o fim da piada numa cena que só pode ser explicada pelo alto nível etílico daquela mesa, quando o tempo fechou como uma final com Grenal. Até hoje tem gente querendo saber como a piada chegaria ao tatu, mas tem medo de perguntar.
Adaptado de: http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/mais-
leitor/2019/12/06/noticia-mais-leitor,162065/cronica-o-cortador-de-piada.shtml. Acesso em: 10 dez. 2019.
Assinale a alternativa em que o termo destacado na frase seja formado por prefixação e sufixação, ou seja, pelo acréscimo de um prefixo (antes do radical) e de um sufixo (depois do radical).
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O cortador de piada
Por Paulo Pestana
Contar piada é uma arte. Há o contador minucioso, que entra em detalhes, sai do trilho e, quando menos se espera, volta para o arremate, normalmente rindo mais do que quem ouve a história pela primeira vez; há o conciso, que usa poucas frases e normalmente é cortante, frequentemente maldoso; o histriônico, que muda a voz, se levanta, interpreta e exagera, o pornográfico, que acha palavrão engraçado, o verborrágico, que emenda uma piada na outra, entre muitos outros.
Toda boa roda de botequim tem que ter algum contador de anedota de repertório amplo, memória prodigiosa e paciência. Ainda mais se de vez em quando aparecer na conversa um outro personagem, o cortador de piada. Sim; um conta, o outro corta, normalmente se introduzindo na história alheia, estragando o final.
Toda boa piada tem seu clímax no final. Não é como um conto, uma narrativa, um cordel ou até mesmo um ‘causo’, quando a graça, muitas vezes, está no desenvolvimento da ação. O fecho da piada tem que ser surpreendente, definitivo, deve conter toda graça em poucas palavras que muitas vezes torcem a lógica exposta anteriormente.
O cortador de piada é também conhecido como o chato. Por mais velho que seja o chiste, é preciso respeitar o contador, ainda que não seja dos mais cativantes, que não tenha o brilho e a graça de um Chico Anísio. O cortador muitas vezes interrompe a narrativa sem a menor cerimônia, com aquela inocência insuportável dos enjoados — o chato de verdade nunca é proposital; é um traço de caráter inato, o que só piora a situação.
Mas há situações piores, quando o chato se transforma no ladrão de piada. Também querendo dominar o ambiente, o ladino se apodera da história alheia e conta o final, deixando o dono da anedota com a boca aberta e sem ter o que dizer. Foi o que aconteceu, não faz muito tempo, num famoso boteco da W2 Sul — ou melhor, famoso para nós, frequentadores, já que não sai nas colunas de jornal.
A noite ainda era juvenil, mas aquela turma dava impressão de estar por ali desde o café da manhã, tamanha a animação. Cascos vazios de cerveja já tinham enchido um engradado e já eram colocados com a boca para baixo, entre os outros. Um dos rapazes começou a contar uma piada comprida e que era constantemente interrompida por comentários diversos por outro sujeito.
Havia interessados na narrativa, até porque é uma piada sobre advogados, e os causídicos são fregueses habituais do estabelecimento. O chato não sossegava, queria ser o centro das atenções e diante de tantos ‘psius’ pedindo silêncio, disparou:
— Que tatu? Não vi nenhum tatu por aqui!
E se contorcia como o Orlando Furioso, da ópera de Vivaldi. Ele havia contado o fim da piada numa cena que só pode ser explicada pelo alto nível etílico daquela mesa, quando o tempo fechou como uma final com Grenal. Até hoje tem gente querendo saber como a piada chegaria ao tatu, mas tem medo de perguntar.
Adaptado de: http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/mais-
leitor/2019/12/06/noticia-mais-leitor,162065/cronica-o-cortador-de-piada.shtml. Acesso em: 10 dez. 2019.
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que NÃO poderia substituir coerentemente o termo destacado em “...o verborrágico, que emenda uma piada na outra...”.
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Conforme o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, para possibilitar a consolidação nacional das contas públicas nos diversos níveis de governo, foi criado, no Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP), um mecanismo para a segregação dos valores das transações que serão incluídas ou excluídas na consolidação. Esse mecanismo consiste na utilização do
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As crianças com necessidades educacionais especiais precisam de mudanças no âmbito da gestão, formação de professores e metodologias educacionais. Na escola, é preciso realizar ações e práticas que contribuam e correspondam às necessidades especiais individuais de cada sujeito. Assim, quais são as estratégias de ensino elaboradas pelo cuidador e pelo professor que contribuem para a formação e a aprendizagem de crianças com necessidades educacionais especiais?
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A Escola Municipal Jardim das Flores recebeu a matrícula de uma criança que apresenta síndrome clínica caracterizada por padrões restritivos e repetitivos de comportamentos, interesses e atividades, manifestados por comportamentos motores ou verbais estereotipados ou por comportamentos sensoriais incomuns; excessiva aderência a rotinas e padrões de comportamento ritualizados; interesses restritos e fixos. Para efeitos legais, essa criança é considerada uma pessoa com
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