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1558560 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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Cachorrinhos quase humanos
Clara Braga
Observei que ultimamente o termo “pais de pets” tem se popularizado e eu acho isso muito legal! Eu mesma me considero mãe de pet, tenho uma cadelinha linda, que é uma companheira da família, principalmente do meu filho.
Mas, uma coisa me preocupou em relação a algumas pessoas com quem conversei nos últimos dias. Não foi uma ou duas, foram algumas várias pessoas que compartilharam do mesmo pensamento. Todas disseram que decidiram ter um cachorro ou um gato para ver se levavam jeito para serem pais e, então, decidirem se teriam ou não filhos humanos!
Lembrei-me do dia que minha cadelinha chegou em casa: coloquei água, ração, deixei um brinquedinho à disposição e fui trabalhar. Então, lembrei-me de quando meu filho chegou: choro de 3 em 3 horas, peito rachado por causa da amamentação, pacotes e mais pacotes de fraldas e, para sair de casa, parecia que estávamos de mudança. Lembrei-me das cólicas que minha cadela nunca teve, das febres altas e viroses que ela nunca experimentou, dos quilos de roupas golfadas que nunca precisei lavar dela e dos banhos que são apenas semanais e não diários!
A gente ama os pets como se fossem filhos, eles são da família, aparecem nas fotos de natal, têm seu próprio book, dormem na nossa cama, estão sempre do nosso lado, se ficam doentes, a gente sofre, mas mesmo doentes não dão o trabalho que uma criança dá!
Comparar as situações é injusto até com o pet, já que ele também não sabe se está preparado para a chegada de um mini humano. Só o pet sabe o que é ter seu rabo puxado constantemente, ver seu pote de água sendo virado, ver brinquedos espalhados no chão e não poder brincar, enfim, aposto que eles também têm suas dúvidas!
E sabe quem mais tem dúvida? Quem já é pai e mãe, pois eles sabem que tudo que funcionou com um pode não funcionar com o segundo, então bate o pânico de novo! Ou seja, nada se compara a ter um filho, nem ter um filho!
Verdade seja dita, nós nunca estamos preparados, contudo damos um jeito. Depois de um dia difícil, segurar seu filho no colo, ganhar um beijo e um sorriso, faz você entender todo o resto. Não te faz esquecer, não te deixa menos cansado, não faz você levantar e sair cantando e dançando como se estivesse em um musical, mas faz você entender, principalmente se junto você tiver seu pet pronto para também ganhar e dar carinho para todo mundo.
Adaptado de: http//www.cronicadodia.com.br/2019/12/cachorrinhos-quase-humanos-clara-braga.html. Acesso em: 10 dez. 2019.
A frase “Lembrei-me do dia que minha cadelinha chegou em casa.” poderia ser reescrita, considerando as normas gramaticais, da seguinte maneira:
 

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1556722 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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O trabalho integrado da instituição de Educação Infantil com as famílias pode ocorrer no período de adaptação e acolhimento das crianças, principalmente os novatos. Essa prática alcançará melhores resultados nesse período se
 

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1556572 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
O cortador de piada
Por Paulo Pestana
Contar piada é uma arte. Há o contador minucioso, que entra em detalhes, sai do trilho e, quando menos se espera, volta para o arremate, normalmente rindo mais do que quem ouve a história pela primeira vez; há o conciso, que usa poucas frases e normalmente é cortante, frequentemente maldoso; o histriônico, que muda a voz, se levanta, interpreta e exagera, o pornográfico, que acha palavrão engraçado, o verborrágico, que emenda uma piada na outra, entre muitos outros.
Toda boa roda de botequim tem que ter algum contador de anedota de repertório amplo, memória prodigiosa e paciência. Ainda mais se de vez em quando aparecer na conversa um outro personagem, o cortador de piada. Sim; um conta, o outro corta, normalmente se introduzindo na história alheia, estragando o final.
Toda boa piada tem seu clímax no final. Não é como um conto, uma narrativa, um cordel ou até mesmo um ‘causo’, quando a graça, muitas vezes, está no desenvolvimento da ação. O fecho da piada tem que ser surpreendente, definitivo, deve conter toda graça em poucas palavras que muitas vezes torcem a lógica exposta anteriormente.
O cortador de piada é também conhecido como o chato. Por mais velho que seja o chiste, é preciso respeitar o contador, ainda que não seja dos mais cativantes, que não tenha o brilho e a graça de um Chico Anísio. O cortador muitas vezes interrompe a narrativa sem a menor cerimônia, com aquela inocência insuportável dos enjoados — o chato de verdade nunca é proposital; é um traço de caráter inato, o que só piora a situação.
Mas há situações piores, quando o chato se transforma no ladrão de piada. Também querendo dominar o ambiente, o ladino se apodera da história alheia e conta o final, deixando o dono da anedota com a boca aberta e sem ter o que dizer. Foi o que aconteceu, não faz muito tempo, num famoso boteco da W2 Sul — ou melhor, famoso para nós, frequentadores, já que não sai nas colunas de jornal.
A noite ainda era juvenil, mas aquela turma dava impressão de estar por ali desde o café da manhã, tamanha a animação. Cascos vazios de cerveja já tinham enchido um engradado e já eram colocados com a boca para baixo, entre os outros. Um dos rapazes começou a contar uma piada comprida e que era constantemente interrompida por comentários diversos por outro sujeito.
Havia interessados na narrativa, até porque é uma piada sobre advogados, e os causídicos são fregueses habituais do estabelecimento. O chato não sossegava, queria ser o centro das atenções e diante de tantos ‘psius’ pedindo silêncio, disparou:
— Que tatu? Não vi nenhum tatu por aqui!
E se contorcia como o Orlando Furioso, da ópera de Vivaldi. Ele havia contado o fim da piada numa cena que só pode ser explicada pelo alto nível etílico daquela mesa, quando o tempo fechou como uma final com Grenal. Até hoje tem gente querendo saber como a piada chegaria ao tatu, mas tem medo de perguntar.
Adaptado de: http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/mais-
leitor/2019/12/06/noticia-mais-leitor,162065/cronica-o-cortador-de-piada.shtml. Acesso em: 10 dez. 2019.
Em relação às ideias contidas no texto, assinale a alternativa correta.
 

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1555961 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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Cachorrinhos quase humanos
Clara Braga
Observei que ultimamente o termo “pais de pets” tem se popularizado e eu acho isso muito legal! Eu mesma me considero mãe de pet, tenho uma cadelinha linda, que é uma companheira da família, principalmente do meu filho.
Mas, uma coisa me preocupou em relação a algumas pessoas com quem conversei nos últimos dias. Não foi uma ou duas, foram algumas várias pessoas que compartilharam do mesmo pensamento. Todas disseram que decidiram ter um cachorro ou um gato para ver se levavam jeito para serem pais e, então, decidirem se teriam ou não filhos humanos!
Lembrei-me do dia que minha cadelinha chegou em casa: coloquei água, ração, deixei um brinquedinho à disposição e fui trabalhar. Então, lembrei-me de quando meu filho chegou: choro de 3 em 3 horas, peito rachado por causa da amamentação, pacotes e mais pacotes de fraldas e, para sair de casa, parecia que estávamos de mudança. Lembrei-me das cólicas que minha cadela nunca teve, das febres altas e viroses que ela nunca experimentou, dos quilos de roupas golfadas que nunca precisei lavar dela e dos banhos que são apenas semanais e não diários!
A gente ama os pets como se fossem filhos, eles são da família, aparecem nas fotos de natal, têm seu próprio book, dormem na nossa cama, estão sempre do nosso lado, se ficam doentes, a gente sofre, mas mesmo doentes não dão o trabalho que uma criança dá!
Comparar as situações é injusto até com o pet, já que ele também não sabe se está preparado para a chegada de um mini humano. Só o pet sabe o que é ter seu rabo puxado constantemente, ver seu pote de água sendo virado, ver brinquedos espalhados no chão e não poder brincar, enfim, aposto que eles também têm suas dúvidas!
E sabe quem mais tem dúvida? Quem já é pai e mãe, pois eles sabem que tudo que funcionou com um pode não funcionar com o segundo, então bate o pânico de novo! Ou seja, nada se compara a ter um filho, nem ter um filho!
Verdade seja dita, nós nunca estamos preparados, contudo damos um jeito. Depois de um dia difícil, segurar seu filho no colo, ganhar um beijo e um sorriso, faz você entender todo o resto. Não te faz esquecer, não te deixa menos cansado, não faz você levantar e sair cantando e dançando como se estivesse em um musical, mas faz você entender, principalmente se junto você tiver seu pet pronto para também ganhar e dar carinho para todo mundo.
Adaptado de: http//www.cronicadodia.com.br/2019/12/cachorrinhos-quase-humanos-clara-braga.html. Acesso em: 10 dez. 2019.
Considerando a função, a estrutura e a linguagem do texto apresentando, é correto afirmar que
 

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1555936 Ano: 2020
Disciplina: Teologia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. Os ritos potencializam o sentimento de pertencimento ao grupo. Como exemplo, é possível citar as cerimônias realizadas no Totemismo, em que:
I. seus seguidores tentam relembrar o animal de seu totem ancestral em marcas que são feitas por todo o corpo por meio de cortes profundos.
II. o objetivo da prática é marcar e lembrar a sua origem e delimitar algumas condutas sociais, entre elas o casamento, que só deve acontecer entre pessoas que sejam do mesmo animal totêmico.
III. os feiticeiros que fazem as cerimônias ou cultos são pessoas respeitadas dentro do clã, pois consolidam a cultura religiosa por meio das cerimônias e dos ritos de cura, de passagem e de iniciação.
IV. segundo sua cultura, o totem confere força mágica ao homem.
 

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1553477 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Considerando o Windows 10, versão em português, em sua instalação padrão, é correto afirmar que a funcionalidade CORTANA
 

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1547448 Ano: 2020
Disciplina: Teologia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Tendo como eixo aglutinador o princípio da finalidade do ritual, assinale a alternativa que apresenta apenas ritos expiatórios.
 

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1545185 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
No software LibreOffice Calc versão 6.3, versão em português, qual resultado a função MDC retorna?
 

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1542929 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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Uma fábrica de calçados femininos produziu durante um ano um total de 250 mil pares de calçados, sendo que as sandálias atingiram 45% da produção de todos os outros modelos. Assim, o número de sandálias produzidas por essa fábrica foi de
 

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1540516 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Um periférico de computador do tipo entrada está representado de forma correta em qual alternativa?
 

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