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Foram encontradas 30 questões.

2039088 Ano: 2021
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, publicou a lei que reconhece o animal como ser vivo dotado de sentimentos e que deve ser tratado de forma a garantir o seu bem-estar, qualidade de vida e dignidade. Podem ser consideradas maus-tratos aos animais todas as ações descritas a seguir, exceto:

 

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2039087 Ano: 2021
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
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A situação atual do mundo exige profundas mudanças no que diz respeito à educação ambiental. Percebe-se a necessidade de incentivar as práticas de educação ambiental na população como um todo, com o objetivo de gerar o aumento da consciência ambiental em todas as pessoas e em todas as classes sociais. Orientar a população sobre as questões ambientais é fundamental para que os indivíduos modifiquem suas atitudes e forma de pensar no que diz respeito à sustentabilidade. Esse tipo de educação ambiental informal atinge o indivíduo de forma particular. Sobre o contexto da educação ambiental informal, assinale a alternativa incorreta.

 

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2039086 Ano: 2021
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
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O licenciamento ambiental é uma importante etapa nos processos de abertura de uma empresa, especialmente as instituições que atuam em algum setor que agirá diretamente com os recursos naturais. Neste contexto, pode-se afirmar que uma das modalidades ou etapas de licenciamento ambiental expedido pela empresa que a autoriza a executar o empreendimento, após a verificação do efetivo cumprimento das medidas de controle ambiental e condicionantes determinadas nas licenças anteriores, recebe o nome de:

 

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2039085 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
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Uma área degradada é caracterizada por modificações em suas características biológicas, físicas e químicas. Na maioria dos casos de degradação, esses ecossistemas são destruídos como resultado direto e indireto das atividades humanas. Existem vários métodos que permitem a recuperação de áreas ambientalmente degradadas. Sobre o tema áreas degradadas, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

( ) A degradação pode ser fruto de desmatamento, queimadas consecutivas ou mineração.

( ) Erosões em formas de valas ou sulcos podem provocar desmoronamento de encostas e saludes.

( ) O tráfego intenso de veículos automotores não tem relação com a degradação das matas.

( ) Embora uma área degradada possa sofrer distúrbios externos intensos, ela possuirá meios de regeneração natural.

Assinale a sequência correta.

 

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2039084 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
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Com mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil é o país que mais gera resíduos sólidos cuja destinação final deveria receber tratamento com soluções economicamente viáveis, de acordo com a legislação e as tecnologias disponíveis, mas ainda acabam, em parte, sendo despejados a céu aberto, lançados na rede pública de esgotos ou até queimados. Dentre esses resíduos, estão os resíduos industriais oriundos dos diversos tipos de indústrias de processamento.

Disponível em: <https://www.ipea.gov.br/cts/pt/central-de-conteudo/artigos/artigos/217-residuos-solidos-urbanos-no-brasil-desafios-tecnologicos-politicos-e-economicos>. Acesso em: fev. 2021 (Adaptação).

Segundo a ABNT-NBR 10004, dentre os resíduos sólidos industriais, aqueles não inertes, que possuem propriedades de biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água são classificados como resíduo:

 

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2039083 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
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O emprego de fertilizantes sintéticos e defensivos agrícolas é um fato relativamente novo, cujo uso cresceu rapidamente e que se estende, atualmente, por praticamente todas as terras cultiváveis, com alguns impactos ambientais imediatos e bem conhecidos. Mesmo considerando os riscos envolvidos, é importante entender e reconhecer que o uso de fertilizantes sintéticos e defensivos é essencial para assegurar os níveis de produção, particularmente de alimentos, para que o atendimento da população mundial seja suficiente. Sobre as características dos fertilizantes sintéticos e defensivos, assinale a alternativa correta.

 

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Um terreno quadrado tem 289 m2 de área. Parte desse terreno é ocupada por um galpão quadrado, e outra por uma calçada de 3 m de largura, conforme indicado na figura a seguir.

Enunciado 2039073-1

A medida do perímetro desse galpão, em metros, é igual a:

 

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Luís e Carlos receberam R$ 10.000,00 cada um. Luís aplicou seu dinheiro e obteve um lucro de 2%. Carlos fez o mesmo, mas obteve um lucro de 3,5%. Assim, o lucro de Luís e o de Carlos foram de, respectivamente,

 

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TEXTO I

Um “aperto no peito” e a adrenalina do carnaval

contida na escola Vai-Vai, a mais antiga de São Paulo

A mais antiga escola de samba de São Paulo celebraria neste ano a volta ao grupo especial. Agremiação perdeu 30 integrantes para a Covid-19 e viu comunidade ter de se virar para sobreviver

Na manhã da sexta-feira de Carnaval, só se ouvia, lá longe, um martelo batendo num ferro em algum dos barracões da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, na zona norte da cidade. Um ano antes, o lugar estaria tomado de pessoas correndo de um lado para o outro, em uma cacofonia de sons que marcariam os últimos ajustes antes das noites de desfile. A pandemia de Covid-19 privou o Brasil de sua festa mais tradicional e mudou a vida de quem faz Carnaval o ano todo, não só em fevereiro. No caso do Grêmio Recreativo Cultural Vai-Vai, o aperto no peito é maior: a escola de samba mais antiga de São Paulo voltaria ao grupo especial em 2021, depois de levar o título no ano passado com um enredo em homenagem aos seus 90 anos de história.

“É o primeiro ano em que estou sem fazer nada no Carnaval. Aqui dentro está apertado.” Fernando Penteado, de 74 anos, diretor cultural do Vai-Vai, faz um gesto com a mão fechada sobre o peito. Neto de Frederico Penteado, um dos cinco fundadores da escola (que nasceu em 1930), Fernando começou a desfilar aos cinco anos com as cores preto e branco do bairro do Bixiga e hoje é uma espécie de entidade da escola.

No chão de um dos barracões do Vai-Vai, fantasias e adereços de anos anteriores formavam uma pequena montanha. Em uma parede, dezenas de rolos de fita de muitas cores e brilhos estavam organizadas em estante. Pedaços de tecido e moldes de gesso repousavam sobre duas grandes mesas de trabalho colocadas em cantos opostos do local fechado, onde apenas cinco pessoas trabalhavam nas alegorias. “Hoje era para ter mais de 100 pessoas aqui”, lamenta Fernando. À angústia da comunidade, soma-se a crise econômica provocada pelo coronavírus, que fez com que muitos membros da escola perdessem sua principal fonte de renda.

“Muitos dos nossos estão vendendo lanche ou fazendo artesanato para sobreviver. Tinha gente desesperada querendo fazer o desfile porque suas casas são ateliês de Carnaval, elas vivem disso e queriam trabalhar. Mas eu dizia que, se elas trabalhassem, o dinheiro seria só para comprar o caixão”, conta Fernando. Apesar de lamentar o primeiro Carnaval em mais de seis décadas sem pisar no sambódromo, ele não considera seguro ou apropriado fazer festa quando muitas pessoas estão adoecendo ou morrendo de Covid-19. A escola, conta Fernando, perdeu 30 pessoas para a doença, entre diretores, baianas, velha guarda e demais componentes. “De agosto a novembro, morriam dois ou três por mês.

É impossível brincar em fevereiro diante de uma situação dessas.”

O diretor cultural também lembra das outras mazelas causadas por essa mudança na rotina da comunidade: “Tem gente que está tomando remédio, entrando em depressão, tristeza mesmo. Este ano vamos só fazer pipoca e sentar no sofá para assistir os desfiles do ano passado na televisão” (a TV Globo vai transmitir uma seleção, os maiores desfiles da história de São Paulo e do Rio, um convite à nostalgia, mas também à festa em casa).

Em uma das grandes mesas do barracão senta Luciana Mazola, de 42 anos, aderecista e decoradora responsável pelas alegorias do Vai-Vai, que só reassumiu seu posto de trabalho nos últimos meses e trabalha com uma equipe pequena para o próximo Carnaval. Ela, que há 28 anos largou o emprego de vendedora de automóveis para viver de Carnaval, teve que deixar a quadra para costurar máscaras em uma ONG e depois fazer telemarketing em uma empresa de internet e, assim, conseguir pagar as contas. “Há 20 anos na escola minha função é organizar e garantir que a criação do carnavalesco vai sair do papel. Quando perdi isso, consegui pagar os boletos, porém foi como se tivessem tirado um órgão do meu corpo. Perdi a adrenalina que tinha na minha rotina”, diz ela.

Luciana trabalha com as mesmas pessoas na sua equipe há, no mínimo, 10 anos. Quando a escola fechou os barracões e a quadra, ela passou os dados de todos para a direção do Vai-Vai, que organizou cestas básicas, kits de higiene e fraldas de criança paras serem entregues a esses trabalhadores. “Quem era aderecista, virou faxineira. Quem era forrador foi trabalhar em hospital, todo mundo tentou se manter”, conta. A solidariedade é um traço natural da escola de samba, onde muitos dos membros convivem mais entre si do que com suas próprias famílias. “Você acaba passando mais tempo aqui do que em casa. A cozinheira vira sua mãe, o diretor de barracão é como seu pai”, acrescenta.

[...]

Disponível em: <https://bityli.com/vvBU3>. Acesso em: 19 fev. 2021 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.

“‘Este ano vamos só fazer pipoca e sentar no sofá para assistir os desfiles do ano passado na televisão’ (a TV Globo vai transmitir uma seleção, os maiores desfiles da história de São Paulo e do Rio, um convite à nostalgia, mas também à festa em casa).”

Assinale a alternativa em que o conectivo inserido no trecho, para explicitar a relação entre os períodos, está grafado corretamente.

 

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TEXTO I

Um “aperto no peito” e a adrenalina do carnaval

contida na escola Vai-Vai, a mais antiga de
São Paulo

A mais antiga escola de samba de São Paulo
celebraria neste ano a volta ao grupo especial. Agremiação perdeu 30 integrantes para a Covid-19
e viu comunidade ter de se virar para sobreviver

Na manhã da sexta-feira de Carnaval, só se ouvia, lá longe, um martelo batendo num ferro em algum dos barracões da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, na zona norte da cidade. Um ano antes, o lugar estaria tomado de pessoas correndo de um lado para o outro, em uma cacofonia de sons que marcariam os últimos ajustes antes das noites de desfile. A pandemia de Covid-19 privou o Brasil de sua festa mais tradicional e mudou a vida de quem faz Carnaval o ano todo, não só em fevereiro. No caso do Grêmio Recreativo Cultural Vai-Vai, o aperto no peito é maior: a escola de samba mais antiga de São Paulo voltaria ao grupo especial em 2021, depois de levar o título no ano passado com um enredo em homenagem aos seus 90 anos de história.

“É o primeiro ano em que estou sem fazer nada no Carnaval. Aqui dentro está apertado.” Fernando Penteado, de 74 anos, diretor cultural do Vai-Vai, faz um gesto com a mão fechada sobre o peito. Neto de Frederico Penteado, um dos cinco fundadores da escola (que nasceu em 1930), Fernando começou a desfilar aos cinco anos com as cores preto e branco do bairro do Bixiga e hoje é uma espécie de entidade da escola.

No chão de um dos barracões do Vai-Vai, fantasias e adereços de anos anteriores formavam uma pequena montanha. Em uma parede, dezenas de rolos de fita de muitas cores e brilhos estavam organizadas em estante. Pedaços de tecido e moldes de gesso repousavam sobre duas grandes mesas de trabalho colocadas em cantos opostos do local fechado, onde apenas cinco pessoas trabalhavam nas alegorias. “Hoje era para ter mais de 100 pessoas aqui”, lamenta Fernando. À angústia da comunidade, soma-se a crise econômica provocada pelo coronavírus, que fez com que muitos membros da escola perdessem sua principal fonte de renda.

“Muitos dos nossos estão vendendo lanche ou fazendo artesanato para sobreviver. Tinha gente desesperada querendo fazer o desfile porque suas casas são ateliês de Carnaval, elas vivem disso e queriam trabalhar. Mas eu dizia que, se elas trabalhassem, o dinheiro seria só para comprar o caixão”, conta Fernando. Apesar de lamentar o primeiro Carnaval em mais de seis décadas sem pisar no sambódromo, ele não considera seguro ou apropriado fazer festa quando muitas pessoas estão adoecendo ou morrendo de Covid-19. A escola, conta Fernando, perdeu 30 pessoas para a doença, entre diretores, baianas, velha guarda e demais componentes. “De agosto a novembro, morriam dois ou três por mês.

É impossível brincar em fevereiro diante de uma situação dessas.”

O diretor cultural também lembra das outras mazelas causadas por essa mudança na rotina da comunidade: “Tem gente que está tomando remédio, entrando em depressão, tristeza mesmo. Este ano vamos só fazer pipoca e sentar no sofá para assistir os desfiles do ano passado na televisão” (a TV Globo vai transmitir uma seleção, os maiores desfiles da história de São Paulo e do Rio, um convite à nostalgia, mas também à festa em casa).

Em uma das grandes mesas do barracão senta Luciana Mazola, de 42 anos, aderecista e decoradora responsável pelas alegorias do Vai-Vai, que só reassumiu seu posto de trabalho nos últimos meses e trabalha com uma equipe pequena para o próximo Carnaval. Ela, que há 28 anos largou o emprego de vendedora de automóveis para viver de Carnaval, teve que deixar a quadra para costurar máscaras em uma ONG e depois fazer telemarketing em uma empresa de internet e, assim, conseguir pagar as contas. “Há 20 anos na escola minha função é organizar e garantir que a criação do carnavalesco vai sair do papel. Quando perdi isso, consegui pagar os boletos, porém foi como se tivessem tirado um órgão do meu corpo. Perdi a adrenalina que tinha na minha rotina”, diz ela.

Luciana trabalha com as mesmas pessoas na sua equipe há, no mínimo, 10 anos. Quando a escola fechou os barracões e a quadra, ela passou os dados de todos para a direção do Vai-Vai, que organizou cestas básicas, kits de higiene e fraldas de criança paras serem entregues a esses trabalhadores. “Quem era aderecista, virou faxineira. Quem era forrador foi trabalhar em hospital, todo mundo tentou se manter”, conta. A solidariedade é um traço natural da escola de samba, onde muitos dos membros convivem mais entre si do que com suas próprias famílias. “Você acaba passando mais tempo aqui do que em casa. A cozinheira vira sua mãe, o diretor de barracão é como seu pai”, acrescenta.

[...]

Disponível em: <https://bityli.com/vvBU3>. Acesso em: 19 fev. 2021 (Adaptação).

Releia este trecho.

“[...] um martelo batendo num ferro em algum dos barracões da Liga das Escolas de Samba de São Paulo [...]”

Considere as afirmativas a seguir.

I. “Num” é palavra formada pela contração da preposição “em” com o artigo indefinido “um”.
II. “Algum” é pronome indefinido que admite variação de gênero e número.
III. “Liga das Escolas de Samba de São Paulo” é substantivo próprio.

Estão corretas as afirmativas

 

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