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INSTRUÇÃO: Leia a tirinha a seguir para responder à questão.

Disponível em: <www.menos1naestante.com/pocket-post-2-fuga-atraves-da-leitura>. Acesso em: 20 fev. 2021.
É correto afirmar que o personagem que lia o livro
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TEXTO II
Ponciá Vicêncio deitou-se na cama imunda ao lado do homem e de barriga para cima ficou com o olhar encontrando o nada. Veio-lhe a imagem de porcos no chiqueiro que comem e dormem para serem sacrificados um dia. Seria isto vida, meu Deus? Os dias passavam, estava cansada, fraca para viver, mas coragem para morrer, também não tinha ainda. O homem gostava de dizer que ela era pancada da ideia. Seria? Seria! Às vezes, se sentia, mesmo, como se a sua cabeça fosse um grande vazio, repleto de nada e de nada.
Quando Ponciá Vicêncio resolveu sair do povoado onde nascera, a decisão chegou forte e repentina. Estava cansada de tudo ali. De trabalhar o barro com a mãe, de ir e vir às terras dos brancos e voltar de mãos vazias. De ver a terra dos negros coberta de plantações, cuidadas pelas mulheres e crianças, pois os homens gastavam a vida trabalhando nas terras dos senhores, e depois a maior parte das colheitas ser entregue aos coronéis. Cansada da luta insana, sem glória, a que todos se entregavam para amanhecer cada dia mais pobres, enquanto alguns conseguiam enriquecer-se a todo o dia. Ela acreditava que poderia traçar outros caminhos, inventar uma vida nova. E avançando sobre o futuro, Ponciá partiu no trem do outro dia, pois tão cedo a máquina não voltaria ao povoado. Nem tempo de se despedir do irmão teve. E agora, ali deitada de olhos arregalados, penetrados no nada, perguntava-se se valera a pena ter deixado a sua terra. O que acontecera com os sonhos tão certos de uma vida melhor? Não eram somente sonhos, eram certezas! Certezas que haviam sido esvaziadas no momento em que perdera o contato com os seus. E agora feito morta-viva, vivia.
EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. p. 32-33.
A fim de expressar o desejo de Ponciá Vicêncio de escapar de uma realidade perversa, o texto informa que ela
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TEXTO II
Ponciá Vicêncio deitou-se na cama imunda ao lado do homem e de barriga para cima ficou com o olhar encontrando o nada. Veio-lhe a imagem de porcos no chiqueiro que comem e dormem para serem sacrificados um dia. Seria isto vida, meu Deus? Os dias passavam, estava cansada, fraca para viver, mas coragem para morrer, também não tinha ainda. O homem gostava de dizer que ela era pancada da ideia. Seria? Seria! Às vezes, se sentia, mesmo, como se a sua cabeça fosse um grande vazio, repleto de nada e de nada.
Quando Ponciá Vicêncio resolveu sair do povoado onde nascera, a decisão chegou forte e repentina. Estava cansada de tudo ali. De trabalhar o barro com a mãe, de ir e vir às terras dos brancos e voltar de mãos vazias. De ver a terra dos negros coberta de plantações, cuidadas pelas mulheres e crianças, pois os homens gastavam a vida trabalhando nas terras dos senhores, e depois a maior parte das colheitas ser entregue aos coronéis. Cansada da luta insana, sem glória, a que todos se entregavam para amanhecer cada dia mais pobres, enquanto alguns conseguiam enriquecer-se a todo o dia. Ela acreditava que poderia traçar outros caminhos, inventar uma vida nova. E avançando sobre o futuro, Ponciá partiu no trem do outro dia, pois tão cedo a máquina não voltaria ao povoado. Nem tempo de se despedir do irmão teve. E agora, ali deitada de olhos arregalados, penetrados no nada, perguntava-se se valera a pena ter deixado a sua terra. O que acontecera com os sonhos tão certos de uma vida melhor? Não eram somente sonhos, eram certezas! Certezas que haviam sido esvaziadas no momento em que perdera o contato com os seus. E agora feito morta-viva, vivia.
EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. p. 32-33.
Assinale a alternativa em que a palavra destacada é um substantivo.
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TEXTO II
Ponciá Vicêncio deitou-se na cama imunda ao lado do homem e de barriga para cima ficou com o olhar encontrando o nada. Veio-lhe a imagem de porcos no chiqueiro que comem e dormem para serem sacrificados um dia. Seria isto vida, meu Deus? Os dias passavam, estava cansada, fraca para viver, mas coragem para morrer, também não tinha ainda. O homem gostava de dizer que ela era pancada da ideia. Seria? Seria! Às vezes, se sentia, mesmo, como se a sua cabeça fosse um grande vazio, repleto de nada e de nada.
Quando Ponciá Vicêncio resolveu sair do povoado onde nascera, a decisão chegou forte e repentina. Estava cansada de tudo ali. De trabalhar o barro com a mãe, de ir e vir às terras dos brancos e voltar de mãos vazias. De ver a terra dos negros coberta de plantações, cuidadas pelas mulheres e crianças, pois os homens gastavam a vida trabalhando nas terras dos senhores, e depois a maior parte das colheitas ser entregue aos coronéis. Cansada da luta insana, sem glória, a que todos se entregavam para amanhecer cada dia mais pobres, enquanto alguns conseguiam enriquecer-se a todo o dia. Ela acreditava que poderia traçar outros caminhos, inventar uma vida nova. E avançando sobre o futuro, Ponciá partiu no trem do outro dia, pois tão cedo a máquina não voltaria ao povoado. Nem tempo de se despedir do irmão teve. E agora, ali deitada de olhos arregalados, penetrados no nada, perguntava-se se valera a pena ter deixado a sua terra. O que acontecera com os sonhos tão certos de uma vida melhor? Não eram somente sonhos, eram certezas! Certezas que haviam sido esvaziadas no momento em que perdera o contato com os seus. E agora feito morta-viva, vivia.
EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. p. 32-33.
A respeito da história apresentada, analise afirmativas a seguir.
I. Ponciá Vicêncio teve problemas psiquiátricos na infância.
II. A narrativa apresenta um cenário de desigualdade social, tanto no ambiente familiar quanto fora dele.
III. Ponciá Vicêncio não tinha força de vontade para superar a situação difícil em que vivia.
IV. Para Ponciá Vicêncio, a conquista de uma vida melhor seria favorecida pela presença de sua família.
De acordo com o texto II, estão corretas as afirmativas
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Tendo vista a norma padrão da Língua Portuguesa e o contexto de cada frase, assinale a alternativa em que todas as palavras estão empregadas corretamente.
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Eu queria dizer à juventude que seja livre. Se o homem, de uma maneira geral, tem vocação para a escravidão, o jovem tem uma vocação ainda maior. O jovem, justamente por ser mais agressivo e ter uma potencialidade mais generosa, é muito suscetível ao totalitarismo. A vocação do jovem para o totalitarismo e para a intolerância é enorme. Eu recomendo aos jovens: envelheçam depressa, deixem de ser jovens o mais depressa possível; isto é um azar, uma infelicidade. Eu já fui jovem também e não me reconheço no jovem que fui. Eu só me acho parecido comigo até os dez anos e após os trinta. Eu já era o que sou quando criança. Na adolescência eu me considero um pobre diabo, uma paródia, uma falsificação de mim mesmo. Depois, a partir dos trinta, eu me reencontro. Por isto, digo aos jovens: não permaneçam muito tempo na juventude, que isto compromete.
RODRIGUES, Nelson. Disponível em: <www.andreassibarreto.org>. Acesso em: 20 fev. 2021.
Releia o trecho a seguir.
“Eu só me acho parecido comigo até os dez anos e após os trinta. Eu já era o que sou quando criança. Na adolescência eu me considero um pobre diabo, uma paródia, uma falsificação de mim mesmo”.
Assinale a alternativa em que esse trecho foi reescrito de forma correta.
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Eu queria dizer à juventude que seja livre. Se o homem, de uma maneira geral, tem vocação para a escravidão, o jovem tem uma vocação ainda maior. O jovem, justamente por ser mais agressivo e ter uma potencialidade mais generosa, é muito suscetível ao totalitarismo. A vocação do jovem para o totalitarismo e para a intolerância é enorme. Eu recomendo aos jovens: envelheçam depressa, deixem de ser jovens o mais depressa possível; isto é um azar, uma infelicidade. Eu já fui jovem também e não me reconheço no jovem que fui. Eu só me acho parecido comigo até os dez anos e após os trinta. Eu já era o que sou quando criança. Na adolescência eu me considero um pobre diabo, uma paródia, uma falsificação de mim mesmo. Depois, a partir dos trinta, eu me reencontro. Por isto, digo aos jovens: não permaneçam muito tempo na juventude, que isto compromete.
RODRIGUES, Nelson. Disponível em: <www.andreassibarreto.org>. Acesso em: 20 fev. 2021.
Releia o trecho a seguir.
“O jovem, justamente por ser mais agressivo e ter uma potencialidade mais generosa, é muito suscetível ao totalitarismo”.
A palavra destacada poderia ser corretamente substituída por
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Eu queria dizer à juventude que seja livre. Se o homem, de uma maneira geral, tem vocação para a escravidão, o jovem tem uma vocação ainda maior. O jovem, justamente por ser mais agressivo e ter uma potencialidade mais generosa, é muito suscetível ao totalitarismo. A vocação do jovem para o totalitarismo e para a intolerância é enorme. Eu recomendo aos jovens: envelheçam depressa, deixem de ser jovens o mais depressa possível; isto é um azar, uma infelicidade. Eu já fui jovem também e não me reconheço no jovem que fui. Eu só me acho parecido comigo até os dez anos e após os trinta. Eu já era o que sou quando criança. Na adolescência eu me considero um pobre diabo, uma paródia, uma falsificação de mim mesmo. Depois, a partir dos trinta, eu me reencontro. Por isto, digo aos jovens: não permaneçam muito tempo na juventude, que isto compromete.
RODRIGUES, Nelson. Disponível em: <www.andreassibarreto.org>. Acesso em: 20 fev. 2021.
As alternativas a seguir apresentam citações de alguns escritores a respeito da juventude.
Assinale a alternativa que apresenta uma ideia que está em acordo com o pensamento defendido por Nelson Rodrigues no texto.
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Eu queria dizer à juventude que seja livre. Se o homem, de uma maneira geral, tem vocação para a escravidão, o jovem tem uma vocação ainda maior. O jovem, justamente por ser mais agressivo e ter uma potencialidade mais generosa, é muito suscetível ao totalitarismo. A vocação do jovem para o totalitarismo e para a intolerância é enorme. Eu recomendo aos jovens: envelheçam depressa, deixem de ser jovens o mais depressa possível; isto é um azar, uma infelicidade. Eu já fui jovem também e não me reconheço no jovem que fui. Eu só me acho parecido comigo até os dez anos e após os trinta. Eu já era o que sou quando criança. Na adolescência eu me considero um pobre diabo, uma paródia, uma falsificação de mim mesmo. Depois, a partir dos trinta, eu me reencontro. Por isto, digo aos jovens: não permaneçam muito tempo na juventude, que isto compromete.
RODRIGUES, Nelson. Disponível em: <www.andreassibarreto.org>. Acesso em: 20 fev. 2021.
O texto é predominantemente
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Veja, a seguir, os horários do filme “O menino curioso”, no cinema Cabral:

Se uma pessoa chegar ao shopping às 16h 45min, quanto tempo ela deverá esperar para assistir à próxima sessão?
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