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Foram encontradas 40 questões.

853513 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
Juliana consome diariamente duas barras de cereal de 20 g cada. Num período de 30 dias a quantidade de sódio ingerido por Juliana proveniente das barras de cereal que consome corresponde a 1,5 g. Sendo assim no rótulo da barra a quantidade de sódio indicada para cada grama do produto é igual a:
 

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853509 Ano: 2016
Disciplina: Estatística
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
O hábito de fumar pode acarretar uma série de doenças crônicas, como as cardiovasculares, o câncer de pulmão, traqueia e brônquios e problemas respiratórios. Observe o gráfico a seguir referente ao ano de 2008.

enunciado 853509-1
De acordo com o gráfico é INCORRETO afirmar que no ano de 2008:
 

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853508 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR

A razão entre o ângulo agudo e o ângulo obtuso representado na figura a seguir é 0,44.

enunciado 853508-1

A diferença entre as medidas desses dois ângulos é igual a:
 

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853507 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
Numa estante encontram-se vários livros de duas editoras diferentes: A e B. Considere que ao se retirar um livro qualquer dessa estante a probabilidade de que ele seja da editora A é de 40% e que a diferença entre as quantidades de livros das duas editoras é igual a 48. A soma dos algarismos do número de livros que se encontram nessa estante é igual a:
 

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853505 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
Considerando alguns princípios ou critérios da textualidade tais como: situacionalidade, intencionalidade, intertextualidade e informatividade; estabeleça adequadamente a relação com os aspectos por eles apresentados.
1. Aspecto psicológico. 2. Aspecto computacional. 3. Aspecto sociodiscursivo.
( ) Situacionalidade. ( ) Intencionalidade. ( ) Intertextualidade. ( ) Informatividade.
A sequência está correta em
 

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853503 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR

Leia a tirinha a seguir.

enunciado 853503-1

De acordo com o texto apresentado, é possível afirmar que:

I. Compõe-se predominantemente da linguagem verbal, cuja unidade básica é a palavra.

II. As interações de comunicação são estabelecidas por meio do emprego da linguagem mista.

III.A linguagem é demonstrada através de um processo comunicativo pelo qual as pessoas interagem entre si.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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853500 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR

Escrevendo como passarinho canta

Em vez de uma entrevista formal, Ana Maria Machado resolveu escrever para responder às questões de “Na Ponta do Lápis”. Nada estranho para alguém que escreve tão naturalmente como um passarinho canta, como ela mesma afirma. Por e-mail, as respostas vieram em forma de depoimento. São quarenta anos de carreira, mais de cem livros publicados em vinte países e inúmeros prêmios recebidos no Brasil e no exterior. Ela é a primeira representante da literatura infanto-juvenil na Academia Brasileira de Letras.
Entrevista com Ana Maria Machado
As primeiras leituras
Aprendi a ler antes dos cinco anos. Minha família me contava histórias e me mostrava livros. Desde pequena, contos de fadas, Monteiro Lobato etc. Minha avó Ritinha era uma biblioteca viva de sabedoria popular. Foi nesse período que encontrei o livro que marcaria a minha vida para sempre: Reinações de Narizinho. Depois fui descobrindo outros, como os de Mark Twain. Na escola e em casa, estava sempre rodeada de amigos que também gostavam de curtir a vida tendo bons livros ao seu lado.
O gosto pela escrita
Meu pai era jornalista. Sempre brinquei em máquina de escrever. Faço diário. Sobre tudo e sobre nada. Vou escrevendo como passarinho canta. Mas sempre gostei de escrever. Escrevia muitas cartas, fazia parte da equipe do jornalzinho da escola, essas coisas. [Hoje] escrevo o tempo todo, não só quando estou diante do papel ou do computador – esse é só o momento final, em que as palavras saem de mim e tomam forma exterior.
É possível formar bons leitores em sala de aula?
Eu tendo a inverter a pergunta: como é que alguém que conheça bem uma língua tão linda como a nossa, goste de jovens e adore ler consegue dar aula sem transmitir essa paixão? Isso é que para mim é um mistério. Seria como um torcedor de um time ir ao estádio ver a final do campeonato, com a sua equipe na decisão, e conseguir não torcer. Não dá nem para imaginar! Só se ele não for um torcedor, não conhecer futebol, não entender o que está acontecendo no campo, nunca tiver assistido a uma partida etc. E, por causa de tudo isso, conseguir passar o jogo todo reparando em outras coisas: a marquise do estádio, a gola da camisa do vizinho à sua frente, coisas assim. Para mim, é inconcebível.
Eu costumo dizer que o maior prêmio de um escritor é um bom leitor. É para o leitor que um autor escreve. Um leitor que entende, qualquer que seja a sua idade, é um presente. Para mim, o importante é que meu leitor se aproxime do que eu escrevo. Só com um leitor é que o livro se completa. Sei muito bem que hoje em dia, com as novas tecnologias, o livro não é mais o eixo central em torno do qual gira toda a cultura. Mas acho justo que todas as pessoas possam ter acesso a tudo o que a leitura pode nos trazer. Então, sugiro que esse professor leia muito, descubra os livros de que goste e fale neles para seus alunos. Com verdade e entusiasmo.
(Luiz Henrique Gurgel, Na Ponta do Lápis, Ano VI, Número 14, Julho de 2010.)
Considerando o conteúdo apresentado para a pergunta “É possível formar bons leitores em sala de aula?” estaria coerente a resposta apresentada de forma sintetizada a seguir:
 

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853497 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR

Escrevendo como passarinho canta

Em vez de uma entrevista formal, Ana Maria Machado resolveu escrever para responder às questões de “Na Ponta do Lápis”. Nada estranho para alguém que escreve tão naturalmente como um passarinho canta, como ela mesma afirma. Por e-mail, as respostas vieram em forma de depoimento. São quarenta anos de carreira, mais de cem livros publicados em vinte países e inúmeros prêmios recebidos no Brasil e no exterior. Ela é a primeira representante da literatura infanto-juvenil na Academia Brasileira de Letras.
Entrevista com Ana Maria Machado
As primeiras leituras
Aprendi a ler antes dos cinco anos. Minha família me contava histórias e me mostrava livros. Desde pequena, contos de fadas, Monteiro Lobato etc. Minha avó Ritinha era uma biblioteca viva de sabedoria popular. Foi nesse período que encontrei o livro que marcaria a minha vida para sempre: Reinações de Narizinho. Depois fui descobrindo outros, como os de Mark Twain. Na escola e em casa, estava sempre rodeada de amigos que também gostavam de curtir a vida tendo bons livros ao seu lado.
O gosto pela escrita
Meu pai era jornalista. Sempre brinquei em máquina de escrever. Faço diário. Sobre tudo e sobre nada. Vou escrevendo como passarinho canta. Mas sempre gostei de escrever. Escrevia muitas cartas, fazia parte da equipe do jornalzinho da escola, essas coisas. [Hoje] escrevo o tempo todo, não só quando estou diante do papel ou do computador – esse é só o momento final, em que as palavras saem de mim e tomam forma exterior.
É possível formar bons leitores em sala de aula?
Eu tendo a inverter a pergunta: como é que alguém que conheça bem uma língua tão linda como a nossa, goste de jovens e adore ler consegue dar aula sem transmitir essa paixão? Isso é que para mim é um mistério. Seria como um torcedor de um time ir ao estádio ver a final do campeonato, com a sua equipe na decisão, e conseguir não torcer. Não dá nem para imaginar! Só se ele não for um torcedor, não conhecer futebol, não entender o que está acontecendo no campo, nunca tiver assistido a uma partida etc. E, por causa de tudo isso, conseguir passar o jogo todo reparando em outras coisas: a marquise do estádio, a gola da camisa do vizinho à sua frente, coisas assim. Para mim, é inconcebível.
Eu costumo dizer que o maior prêmio de um escritor é um bom leitor. É para o leitor que um autor escreve. Um leitor que entende, qualquer que seja a sua idade, é um presente. Para mim, o importante é que meu leitor se aproxime do que eu escrevo. Só com um leitor é que o livro se completa. Sei muito bem que hoje em dia, com as novas tecnologias, o livro não é mais o eixo central em torno do qual gira toda a cultura. Mas acho justo que todas as pessoas possam ter acesso a tudo o que a leitura pode nos trazer. Então, sugiro que esse professor leia muito, descubra os livros de que goste e fale neles para seus alunos. Com verdade e entusiasmo.
(Luiz Henrique Gurgel, Na Ponta do Lápis, Ano VI, Número 14, Julho de 2010.)
Leia o trecho a seguir extraído dos Parâmetros Curriculares de Língua Portuguesa:
“A leitura é o processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de compreensão e interpretação do texto, a partir de seus objetivos, de seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor, de tudo que sabe sobre a linguagem etc. Não se trata de extrair informação, decodificando letra por letra, palavra por palavra. Trata-se uma atividade que implica estratégias de seleção, antecipação, inferência e verificação, sem as quais não é possível proficiência. É o uso desses procedimentos que possibilita controlar o que vai sendo lido, permitindo tomar decisões diante de dificuldades de compreensão, avançar na busca de esclarecimento, validar no texto suposições feitas.”
(In: Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos de ensino fundamental: língua portuguesa/Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1998, pp. 69-70.)
Considerando a entrevista da escritora Ana Maria Machado, pode-se afirmar que suas ideias estão em consonância com tal trecho especialmente no que se refere ao conteúdo de:
 

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Questão presente nas seguintes provas
853495 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR

Escrevendo como passarinho canta

Em vez de uma entrevista formal, Ana Maria Machado resolveu escrever para responder às questões de “Na Ponta do Lápis”. Nada estranho para alguém que escreve tão naturalmente como um passarinho canta, como ela mesma afirma. Por e-mail, as respostas vieram em forma de depoimento. São quarenta anos de carreira, mais de cem livros publicados em vinte países e inúmeros prêmios recebidos no Brasil e no exterior. Ela é a primeira representante da literatura infanto-juvenil na Academia Brasileira de Letras.
Entrevista com Ana Maria Machado
As primeiras leituras
Aprendi a ler antes dos cinco anos. Minha família me contava histórias e me mostrava livros. Desde pequena, contos de fadas, Monteiro Lobato etc. Minha avó Ritinha era uma biblioteca viva de sabedoria popular. Foi nesse período que encontrei o livro que marcaria a minha vida para sempre: Reinações de Narizinho. Depois fui descobrindo outros, como os de Mark Twain. Na escola e em casa, estava sempre rodeada de amigos que também gostavam de curtir a vida tendo bons livros ao seu lado.
O gosto pela escrita
Meu pai era jornalista. Sempre brinquei em máquina de escrever. Faço diário. Sobre tudo e sobre nada. Vou escrevendo como passarinho canta. Mas sempre gostei de escrever. Escrevia muitas cartas, fazia parte da equipe do jornalzinho da escola, essas coisas. [Hoje] escrevo o tempo todo, não só quando estou diante do papel ou do computador – esse é só o momento final, em que as palavras saem de mim e tomam forma exterior.
É possível formar bons leitores em sala de aula?
Eu tendo a inverter a pergunta: como é que alguém que conheça bem uma língua tão linda como a nossa, goste de jovens e adore ler consegue dar aula sem transmitir essa paixão? Isso é que para mim é um mistério. Seria como um torcedor de um time ir ao estádio ver a final do campeonato, com a sua equipe na decisão, e conseguir não torcer. Não dá nem para imaginar! Só se ele não for um torcedor, não conhecer futebol, não entender o que está acontecendo no campo, nunca tiver assistido a uma partida etc. E, por causa de tudo isso, conseguir passar o jogo todo reparando em outras coisas: a marquise do estádio, a gola da camisa do vizinho à sua frente, coisas assim. Para mim, é inconcebível.
Eu costumo dizer que o maior prêmio de um escritor é um bom leitor. É para o leitor que um autor escreve. Um leitor que entende, qualquer que seja a sua idade, é um presente. Para mim, o importante é que meu leitor se aproxime do que eu escrevo. Só com um leitor é que o livro se completa. Sei muito bem que hoje em dia, com as novas tecnologias, o livro não é mais o eixo central em torno do qual gira toda a cultura. Mas acho justo que todas as pessoas possam ter acesso a tudo o que a leitura pode nos trazer. Então, sugiro que esse professor leia muito, descubra os livros de que goste e fale neles para seus alunos. Com verdade e entusiasmo.
(Luiz Henrique Gurgel, Na Ponta do Lápis, Ano VI, Número 14, Julho de 2010.)
A regência verbal pode variar ainda que se trate de um mesmo verbo. Tal fato ocorre vinculado a uma diversidade de significados que o mesmo pode conter e apresentar de acordo com o contexto em que está sendo empregado. Em “Aprendi a ler antes dos cinco anos.”, a regência do verbo em destaque tem por justificativa
 

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853970 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR

Observe a imagem.

enunciado 853970-1

A Heráldica é uma ciência que estuda escudos e brasões de armas antigos. É considerada uma importante ciência auxiliar da História. O estudo de brasões e escudos antigos é muito importante para as pesquisas históricas. Os escudos e brasões podem revelar muitas informações importantes sobre um determinado período histórico. Em relação ao escudo do município de Cascavel e a literatura relacionada a seus significados, assinale a afirmativa correta.
Questão Anulada

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