Foram encontradas 419 questões.
Recreio para todos
As crianças com necessidades especiais da Escola
Elementar Glen Lake, em Minnetonka, Minnesota, se
sentiam excluídas no recreio, porque os brinquedos não
eram acessíveis. Assim, os alunos se mobilizaram para
levantar os recursos necessários para tornar o recreio
inclusivo. "Não era justo algumas crianças ficarem de
fora", disse Wyatt Feucht, da quinta série.
Os alunos venderam bolos, bateram de porta em porta e
convenceram empresas a doar. No fim, levantaram
300.000 dólares para acrescentar um balanço e um
carrossel para cadeiras de rodas e um piso de borracha.
Agora todos aproveitam o recreio, e isso é bom, disse o
aluno Rhys Rilley à CBS News. Afinal de contas, "O
recreio é para a gente se divertir".
(Seleções-março 2024)
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Recreio para todos
As crianças com necessidades especiais da Escola
Elementar Glen Lake, em Minnetonka, Minnesota, se
sentiam excluídas no recreio, porque os brinquedos não
eram acessíveis. Assim, os alunos se mobilizaram para
levantar os recursos necessários para tornar o recreio
inclusivo. "Não era justo algumas crianças ficarem de
fora", disse Wyatt Feucht, da quinta série.
Os alunos venderam bolos, bateram de porta em porta e
convenceram empresas a doar. No fim, levantaram
300.000 dólares para acrescentar um balanço e um
carrossel para cadeiras de rodas e um piso de borracha.
Agora todos aproveitam o recreio, e isso é bom, disse o
aluno Rhys Rilley à CBS News. Afinal de contas, "O
recreio é para a gente se divertir".
(Seleções-março 2024)
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Recreio para todos
As crianças com necessidades especiais da Escola
Elementar Glen Lake, em Minnetonka, Minnesota, se
sentiam excluídas no recreio, porque os brinquedos não
eram acessíveis. Assim, os alunos se mobilizaram para
levantar os recursos necessários para tornar o recreio
inclusivo. "Não era justo algumas crianças ficarem de
fora", disse Wyatt Feucht, da quinta série.
Os alunos venderam bolos, bateram de porta em porta e
convenceram empresas a doar. No fim, levantaram
300.000 dólares para acrescentar um balanço e um
carrossel para cadeiras de rodas e um piso de borracha.
Agora todos aproveitam o recreio, e isso é bom, disse o
aluno Rhys Rilley à CBS News. Afinal de contas, "O
recreio é para a gente se divertir".
(Seleções-março 2024)
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Esperança para os corais.
A poluição e o aquecimento da água reduziram em 90%
os recifes de coral da Flórida. Mas um cientista
encontrou uma solução parcial: o caranguejo-real. O
esgoto e deflúvios agrícolas produzem as chamadas
macroalgas, que ocupam e sufocam os recifes e
bloqueiam a luz do sol de que os pequenos corais
precisam para crescer. Entram em cena os caranguejos
que comem as algas. O ecólogo marinho Jason Spadaro
espera criar 250.000 caranguejos-reais por ano em seu
laboratório em Florida Keys e depois soltá-los para o
banquete. De acordo com o site Vox, estudos mostram
que os recifes com população saudável de caranguejos
apresentam 85% menos algas, densidade mais alta de
corais jovens e mais peixes que os outros recifes,
Spadaro explica que os cientistas descobriram como
criar corais para repovoar os recifes. "Agora, precisamos
ajudá-los a sobreviver".
(03.2024.Seleções.Bom Saber.Histórias para melhorar o seu dia.)
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Esperança para os corais.
A poluição e o aquecimento da água reduziram em 90%
os recifes de coral da Flórida. Mas um cientista
encontrou uma solução parcial: o caranguejo-real. O
esgoto e deflúvios agrícolas produzem as chamadas
macroalgas, que ocupam e sufocam os recifes e
bloqueiam a luz do sol de que os pequenos corais
precisam para crescer. Entram em cena os caranguejos
que comem as algas. O ecólogo marinho Jason Spadaro
espera criar 250.000 caranguejos-reais por ano em seu
laboratório em Florida Keys e depois soltá-los para o
banquete. De acordo com o site Vox, estudos mostram
que os recifes com população saudável de caranguejos
apresentam 85% menos algas, densidade mais alta de
corais jovens e mais peixes que os outros recifes,
Spadaro explica que os cientistas descobriram como
criar corais para repovoar os recifes. "Agora, precisamos
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Esperança para os corais.
A poluição e o aquecimento da água reduziram em 90%
os recifes de coral da Flórida. Mas um cientista
encontrou uma solução parcial: o caranguejo-real. O
esgoto e deflúvios agrícolas produzem as chamadas
macroalgas, que ocupam e sufocam os recifes e
bloqueiam a luz do sol de que os pequenos corais
precisam para crescer. Entram em cena os caranguejos
que comem as algas. O ecólogo marinho Jason Spadaro
espera criar 250.000 caranguejos-reais por ano em seu
laboratório em Florida Keys e depois soltá-los para o
banquete. De acordo com o site Vox, estudos mostram
que os recifes com população saudável de caranguejos
apresentam 85% menos algas, densidade mais alta de
corais jovens e mais peixes que os outros recifes,
Spadaro explica que os cientistas descobriram como
criar corais para repovoar os recifes. "Agora, precisamos
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os recifes de coral da Flórida. Mas um cientista
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esgoto e deflúvios agrícolas produzem as chamadas
macroalgas, que ocupam e sufocam os recifes e
bloqueiam a luz do sol de que os pequenos corais
precisam para crescer. Entram em cena os caranguejos
que comem as algas. O ecólogo marinho Jason Spadaro
espera criar 250.000 caranguejos-reais por ano em seu
laboratório em Florida Keys e depois soltá-los para o
banquete. De acordo com o site Vox, estudos mostram
que os recifes com população saudável de caranguejos
apresentam 85% menos algas, densidade mais alta de
corais jovens e mais peixes que os outros recifes,
Spadaro explica que os cientistas descobriram como
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esgoto e deflúvios agrícolas produzem as chamadas
macroalgas, que ocupam e sufocam os recifes e
bloqueiam a luz do sol de que os pequenos corais
precisam para crescer. Entram em cena os caranguejos
que comem as algas. O ecólogo marinho Jason Spadaro
espera criar 250.000 caranguejos-reais por ano em seu
laboratório em Florida Keys e depois soltá-los para o
banquete. De acordo com o site Vox, estudos mostram
que os recifes com população saudável de caranguejos
apresentam 85% menos algas, densidade mais alta de
corais jovens e mais peixes que os outros recifes,
Spadaro explica que os cientistas descobriram como
criar corais para repovoar os recifes. "Agora, precisamos
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macroalgas, que ocupam e sufocam os recifes e
bloqueiam a luz do sol de que os pequenos corais
precisam para crescer. Entram em cena os caranguejos
que comem as algas. O ecólogo marinho Jason Spadaro
espera criar 250.000 caranguejos-reais por ano em seu
laboratório em Florida Keys e depois soltá-los para o
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que os recifes com população saudável de caranguejos
apresentam 85% menos algas, densidade mais alta de
corais jovens e mais peixes que os outros recifes,
Spadaro explica que os cientistas descobriram como
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os recifes de coral da Flórida. Mas um cientista
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esgoto e deflúvios agrícolas produzem as chamadas
macroalgas, que ocupam e sufocam os recifes e
bloqueiam a luz do sol de que os pequenos corais
precisam para crescer. Entram em cena os caranguejos
que comem as algas. O ecólogo marinho Jason Spadaro
espera criar 250.000 caranguejos-reais por ano em seu
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que os recifes com população saudável de caranguejos
apresentam 85% menos algas, densidade mais alta de
corais jovens e mais peixes que os outros recifes,
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