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Foram encontradas 522 questões.

3797030 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Vírus é capaz de gerar eletricidade



Micróbio foi desenvolvido em laboratório - e talvez possa servir como bateria biológica um dia. 

Ele se chama M13, foi criado por cientistas da Universidade da Califórnia (Berkeley), e tem uma habilidade inédita (1): se exposto ao calor, começa a produzir uma corrente elétrica.
Esse fenômeno, que se chama piroeletricidade (e só havia sido detectado em minerais), acontece porque a parte externa do vírus foi revestida por uma proteína eletricamente carregada: metade dela tem carga positiva, e a outra metade tem carga negativa.
O calor perturba as moléculas dessa proteína, fazendo com que elas se desmanchem − e esse movimento altera as posições dos polos negativo e positivo, gerando uma "diferença de potencial elétrico", ou seja, voltagem.
Os cientistas acreditam que o M13 poderá ser usado, no futuro, como uma espécie de bateria biológica para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos − como o vírus é capaz de se autorreplicar, ele "recarregaria" essa bateria sozinho.
(Bruno Garattoni.12 de dezembro de 2023/https:super.abril.uol.com.br.)
A alternativa em que a palavra não segue a regra de acentuação semelhante à "inédita" é:
 

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3797029 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Vírus é capaz de gerar eletricidade



Micróbio foi desenvolvido em laboratório - e talvez possa servir como bateria biológica um dia. 

Ele se chama M13, foi criado por cientistas da Universidade da Califórnia (Berkeley), e tem uma habilidade inédita (1): se exposto ao calor, começa a produzir uma corrente elétrica.
Esse fenômeno, que se chama piroeletricidade (e só havia sido detectado em minerais), acontece porque a parte externa do vírus foi revestida por uma proteína eletricamente carregada: metade dela tem carga positiva, e a outra metade tem carga negativa.
O calor perturba as moléculas dessa proteína, fazendo com que elas se desmanchem − e esse movimento altera as posições dos polos negativo e positivo, gerando uma "diferença de potencial elétrico", ou seja, voltagem.
Os cientistas acreditam que o M13 poderá ser usado, no futuro, como uma espécie de bateria biológica para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos − como o vírus é capaz de se autorreplicar, ele "recarregaria" essa bateria sozinho.
(Bruno Garattoni.12 de dezembro de 2023/https:super.abril.uol.com.br.)
O plural das palavras está correto em:
 

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3797028 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
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Vírus é capaz de gerar eletricidade



Micróbio foi desenvolvido em laboratório - e talvez possa servir como bateria biológica um dia. 

Ele se chama M13, foi criado por cientistas da Universidade da Califórnia (Berkeley), e tem uma habilidade inédita (1): se exposto ao calor, começa a produzir uma corrente elétrica.
Esse fenômeno, que se chama piroeletricidade (e só havia sido detectado em minerais), acontece porque a parte externa do vírus foi revestida por uma proteína eletricamente carregada: metade dela tem carga positiva, e a outra metade tem carga negativa.
O calor perturba as moléculas dessa proteína, fazendo com que elas se desmanchem − e esse movimento altera as posições dos polos negativo e positivo, gerando uma "diferença de potencial elétrico", ou seja, voltagem.
Os cientistas acreditam que o M13 poderá ser usado, no futuro, como uma espécie de bateria biológica para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos − como o vírus é capaz de se autorreplicar, ele "recarregaria" essa bateria sozinho.
(Bruno Garattoni.12 de dezembro de 2023/https:super.abril.uol.com.br.)
A alternativa em que aparecem palavras de sentido oposto é:'
 

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3797027 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Vírus é capaz de gerar eletricidade



Micróbio foi desenvolvido em laboratório - e talvez possa servir como bateria biológica um dia. 

Ele se chama M13, foi criado por cientistas da Universidade da Califórnia (Berkeley), e tem uma habilidade inédita (1): se exposto ao calor, começa a produzir uma corrente elétrica.
Esse fenômeno, que se chama piroeletricidade (e só havia sido detectado em minerais), acontece porque a parte externa do vírus foi revestida por uma proteína eletricamente carregada: metade dela tem carga positiva, e a outra metade tem carga negativa.
O calor perturba as moléculas dessa proteína, fazendo com que elas se desmanchem − e esse movimento altera as posições dos polos negativo e positivo, gerando uma "diferença de potencial elétrico", ou seja, voltagem.
Os cientistas acreditam que o M13 poderá ser usado, no futuro, como uma espécie de bateria biológica para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos − como o vírus é capaz de se autorreplicar, ele "recarregaria" essa bateria sozinho.
(Bruno Garattoni.12 de dezembro de 2023/https:super.abril.uol.com.br.)
Em: "Vírus é capaz de gerar eletricidade", não existe(m):
 

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3797026 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Vírus é capaz de gerar eletricidade



Micróbio foi desenvolvido em laboratório - e talvez possa servir como bateria biológica um dia. 

Ele se chama M13, foi criado por cientistas da Universidade da Califórnia (Berkeley), e tem uma habilidade inédita (1): se exposto ao calor, começa a produzir uma corrente elétrica.
Esse fenômeno, que se chama piroeletricidade (e só havia sido detectado em minerais), acontece porque a parte externa do vírus foi revestida por uma proteína eletricamente carregada: metade dela tem carga positiva, e a outra metade tem carga negativa.
O calor perturba as moléculas dessa proteína, fazendo com que elas se desmanchem − e esse movimento altera as posições dos polos negativo e positivo, gerando uma "diferença de potencial elétrico", ou seja, voltagem.
Os cientistas acreditam que o M13 poderá ser usado, no futuro, como uma espécie de bateria biológica para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos − como o vírus é capaz de se autorreplicar, ele "recarregaria" essa bateria sozinho.
(Bruno Garattoni.12 de dezembro de 2023/https:super.abril.uol.com.br.)
A segunda palavra apresenta falha de grafia em:
 

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3797025 Ano: 2024
Disciplina: Português
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Vírus é capaz de gerar eletricidade



Micróbio foi desenvolvido em laboratório - e talvez possa servir como bateria biológica um dia. 

Ele se chama M13, foi criado por cientistas da Universidade da Califórnia (Berkeley), e tem uma habilidade inédita (1): se exposto ao calor, começa a produzir uma corrente elétrica.
Esse fenômeno, que se chama piroeletricidade (e só havia sido detectado em minerais), acontece porque a parte externa do vírus foi revestida por uma proteína eletricamente carregada: metade dela tem carga positiva, e a outra metade tem carga negativa.
O calor perturba as moléculas dessa proteína, fazendo com que elas se desmanchem − e esse movimento altera as posições dos polos negativo e positivo, gerando uma "diferença de potencial elétrico", ou seja, voltagem.
Os cientistas acreditam que o M13 poderá ser usado, no futuro, como uma espécie de bateria biológica para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos − como o vírus é capaz de se autorreplicar, ele "recarregaria" essa bateria sozinho.
(Bruno Garattoni.12 de dezembro de 2023/https:super.abril.uol.com.br.)
O tempo verbal de: "O calor perturba as moléculas (...)" é:
 

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3797024 Ano: 2024
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Vírus é capaz de gerar eletricidade



Micróbio foi desenvolvido em laboratório - e talvez possa servir como bateria biológica um dia. 

Ele se chama M13, foi criado por cientistas da Universidade da Califórnia (Berkeley), e tem uma habilidade inédita (1): se exposto ao calor, começa a produzir uma corrente elétrica.
Esse fenômeno, que se chama piroeletricidade (e só havia sido detectado em minerais), acontece porque a parte externa do vírus foi revestida por uma proteína eletricamente carregada: metade dela tem carga positiva, e a outra metade tem carga negativa.
O calor perturba as moléculas dessa proteína, fazendo com que elas se desmanchem − e esse movimento altera as posições dos polos negativo e positivo, gerando uma "diferença de potencial elétrico", ou seja, voltagem.
Os cientistas acreditam que o M13 poderá ser usado, no futuro, como uma espécie de bateria biológica para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos − como o vírus é capaz de se autorreplicar, ele "recarregaria" essa bateria sozinho.
(Bruno Garattoni.12 de dezembro de 2023/https:super.abril.uol.com.br.)
Marque a alternativa em que há pronome demonstrativo:
 

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3797023 Ano: 2024
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Vírus é capaz de gerar eletricidade



Micróbio foi desenvolvido em laboratório - e talvez possa servir como bateria biológica um dia. 

Ele se chama M13, foi criado por cientistas da Universidade da Califórnia (Berkeley), e tem uma habilidade inédita (1): se exposto ao calor, começa a produzir uma corrente elétrica.
Esse fenômeno, que se chama piroeletricidade (e só havia sido detectado em minerais), acontece porque a parte externa do vírus foi revestida por uma proteína eletricamente carregada: metade dela tem carga positiva, e a outra metade tem carga negativa.
O calor perturba as moléculas dessa proteína, fazendo com que elas se desmanchem − e esse movimento altera as posições dos polos negativo e positivo, gerando uma "diferença de potencial elétrico", ou seja, voltagem.
Os cientistas acreditam que o M13 poderá ser usado, no futuro, como uma espécie de bateria biológica para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos − como o vírus é capaz de se autorreplicar, ele "recarregaria" essa bateria sozinho.
(Bruno Garattoni.12 de dezembro de 2023/https:super.abril.uol.com.br.)
A afirmação que não contempla o conteúdo do texto é:
 

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3797022 Ano: 2024
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Vírus é capaz de gerar eletricidade



Micróbio foi desenvolvido em laboratório - e talvez possa servir como bateria biológica um dia. 

Ele se chama M13, foi criado por cientistas da Universidade da Califórnia (Berkeley), e tem uma habilidade inédita (1): se exposto ao calor, começa a produzir uma corrente elétrica.
Esse fenômeno, que se chama piroeletricidade (e só havia sido detectado em minerais), acontece porque a parte externa do vírus foi revestida por uma proteína eletricamente carregada: metade dela tem carga positiva, e a outra metade tem carga negativa.
O calor perturba as moléculas dessa proteína, fazendo com que elas se desmanchem − e esse movimento altera as posições dos polos negativo e positivo, gerando uma "diferença de potencial elétrico", ou seja, voltagem.
Os cientistas acreditam que o M13 poderá ser usado, no futuro, como uma espécie de bateria biológica para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos − como o vírus é capaz de se autorreplicar, ele "recarregaria" essa bateria sozinho.
(Bruno Garattoni.12 de dezembro de 2023/https:super.abril.uol.com.br.)
À capacidade de produzir corrente elétrica após exposição ao calor dá-se o nome de:
 

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Vírus é capaz de gerar eletricidade



Micróbio foi desenvolvido em laboratório - e talvez possa servir como bateria biológica um dia. 

Ele se chama M13, foi criado por cientistas da Universidade da Califórnia (Berkeley), e tem uma habilidade inédita (1): se exposto ao calor, começa a produzir uma corrente elétrica.
Esse fenômeno, que se chama piroeletricidade (e só havia sido detectado em minerais), acontece porque a parte externa do vírus foi revestida por uma proteína eletricamente carregada: metade dela tem carga positiva, e a outra metade tem carga negativa.
O calor perturba as moléculas dessa proteína, fazendo com que elas se desmanchem − e esse movimento altera as posições dos polos negativo e positivo, gerando uma "diferença de potencial elétrico", ou seja, voltagem.
Os cientistas acreditam que o M13 poderá ser usado, no futuro, como uma espécie de bateria biológica para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos − como o vírus é capaz de se autorreplicar, ele "recarregaria" essa bateria sozinho.
(Bruno Garattoni.12 de dezembro de 2023/https:super.abril.uol.com.br.)
Em: "Ele se chama M13 (...)", o pronome "Ele" se refere, no título, a:
 

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