Foram encontradas 30 questões.
Assinale a alternativa em que a forma proposta
entre parênteses substitui corretamente o verbo
destacado na frase, de acordo com a normapadrão.
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Assinale a alternativa em que o emprego da
palavra destacada está de acordo com a normapadrão da Língua Portuguesa.
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Assinale a alternativa que apresenta uma frase
contendo uma interjeição que expressa o sentido
de desejo.
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Estabeleça a relação entre os enunciados abaixo,
de acordo com a função exercida pela palavra
destacada. A seguir, assinale a alternativa que
apresenta a correspondência correta obtida.
(I) Função adjetiva, qualificando um nome.
(II) Função adverbial, indicando uma circunstância da ação.
( ) Foi feita uma proposta de solução amigável para o caso.
( ) O caramujo é um animal muito lento.
( ) Considero o acordo muito justo para aquelas circunstâncias.
( ) O processo no tribunal transcorreu muito lento.
( ) Minha colega reagiu rápido ao chamado do seu patrão.
(I) Função adjetiva, qualificando um nome.
(II) Função adverbial, indicando uma circunstância da ação.
( ) Foi feita uma proposta de solução amigável para o caso.
( ) O caramujo é um animal muito lento.
( ) Considero o acordo muito justo para aquelas circunstâncias.
( ) O processo no tribunal transcorreu muito lento.
( ) Minha colega reagiu rápido ao chamado do seu patrão.
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Analise o emprego das palavras identificadas nas
frases abaixo e assinale a afirmativa correta.
- Não sabemos ao certo o motivo por que(1) tantas pessoas se desentendem na atualidade.
- Será que as pessoas se desentendem porque(2) falta mais humanidade?
- Não sabemos ao certo o motivo por que(1) tantas pessoas se desentendem na atualidade.
- Será que as pessoas se desentendem porque(2) falta mais humanidade?
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Assinale a alternativa cujas palavras preenchem
corretamente as lacunas do trecho abaixo, na
mesma ordem em que se encontram:
“Foi feita uma _______ ao pedido da comunidade, sem que tenha sido um _______ para os brasileiros e para os _______.”
“Foi feita uma _______ ao pedido da comunidade, sem que tenha sido um _______ para os brasileiros e para os _______.”
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Assinale a alternativa que apresenta
corretamente, entre parênteses, um sinônimo
para a palavra destacada na frase.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Dois amigos e um chato
Os dois estavam tomando um cafezinho
no boteco da esquina, antes de partirem para as
suas respectivas repartições. Um tinha um nome
fácil: era o Zé. O outro (...) era o Flaudemíglio.
Acabado o café o Zé perguntou:
– Vais pra cidade?
- Vou – respondeu Flaudemíglio,
acrescentando: – Mas vou pegar o 434, que vai
pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha
de minha mulher no laboratório da Associação,
que é ali na Mem de Sá.
Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila
do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a
fila mais piruada. Tinha gente às pampas.
– Vens comigo? – quis saber
Flaudemíglio.
– Não – disse o Zé: – Eu estou atrasado e
vou pegar um direto ao centro.
– Então tá – concordou Flaudemíglio,
olhando para a outra esquina e, vendo que já
vinha o que passava pela Lapa: – Chi! Lá vem o
meu… – e correu para o ponto de parada, fazendo
sinal para o ônibus parar.
Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um
embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como
ele carinhosamente chamava o material
recolhido pela mulher na véspera para o exame
de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se
atrapalhou e deixou cair algo no chão.
O motorista (...) já ia botando o carro em
movimento, não dando tempo ao passageiro para
apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo
de berrar para o amigo:
– Zé, caiu minha carteira de identidade.
Apanha e me entrega logo mais.
O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para
apanhar a carteira do outro. Já estava chegando
perto quando um cidadão magrelo e antipático
(...) apanhou a carteira de Flaudemíglio.
– Por favor, cavalheiro, essa carteira é de
um amigo meu – disse o Zé estendendo a mão.
Mas (...) não entregou. Examinou a
carteira e depois perguntou: – Como é o nome do
seu amigo?
– Flaudemíglio – respondeu o Zé.
– Flaudemíglio de quê? – insistiu o chato.
Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe
a carteira, dizendo: – Ora, seu cretino, quem
acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais
nada!
PONTE PRETA, Stanislaw. Dois amigos e um chato. Disponível
em https://contobrasileiro.com.br/dois-amigos-e-um-chato-cronica-de-stanislaw-ponte-preta/.
A repetição da expressão destacada no trecho acima, transcrito do texto, indica que o autor:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Dois amigos e um chato
Os dois estavam tomando um cafezinho
no boteco da esquina, antes de partirem para as
suas respectivas repartições. Um tinha um nome
fácil: era o Zé. O outro (...) era o Flaudemíglio.
Acabado o café o Zé perguntou:
– Vais pra cidade?
- Vou – respondeu Flaudemíglio,
acrescentando: – Mas vou pegar o 434, que vai
pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha
de minha mulher no laboratório da Associação,
que é ali na Mem de Sá.
Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila
do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a
fila mais piruada. Tinha gente às pampas.
– Vens comigo? – quis saber
Flaudemíglio.
– Não – disse o Zé: – Eu estou atrasado e
vou pegar um direto ao centro.
– Então tá – concordou Flaudemíglio,
olhando para a outra esquina e, vendo que já
vinha o que passava pela Lapa: – Chi! Lá vem o
meu… – e correu para o ponto de parada, fazendo
sinal para o ônibus parar.
Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um
embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como
ele carinhosamente chamava o material
recolhido pela mulher na véspera para o exame
de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se
atrapalhou e deixou cair algo no chão.
O motorista (...) já ia botando o carro em
movimento, não dando tempo ao passageiro para
apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo
de berrar para o amigo:
– Zé, caiu minha carteira de identidade.
Apanha e me entrega logo mais.
O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para
apanhar a carteira do outro. Já estava chegando
perto quando um cidadão magrelo e antipático
(...) apanhou a carteira de Flaudemíglio.
– Por favor, cavalheiro, essa carteira é de
um amigo meu – disse o Zé estendendo a mão.
Mas (...) não entregou. Examinou a
carteira e depois perguntou: – Como é o nome do
seu amigo?
– Flaudemíglio – respondeu o Zé.
– Flaudemíglio de quê? – insistiu o chato.
Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe
a carteira, dizendo: – Ora, seu cretino, quem
acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais
nada!
PONTE PRETA, Stanislaw. Dois amigos e um chato. Disponível
em https://contobrasileiro.com.br/dois-amigos-e-um-chato-cronica-de-stanislaw-ponte-preta/.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Dois amigos e um chato
Os dois estavam tomando um cafezinho
no boteco da esquina, antes de partirem para as
suas respectivas repartições. Um tinha um nome
fácil: era o Zé. O outro (...) era o Flaudemíglio.
Acabado o café o Zé perguntou:
– Vais pra cidade?
- Vou – respondeu Flaudemíglio,
acrescentando: – Mas vou pegar o 434, que vai
pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha
de minha mulher no laboratório da Associação,
que é ali na Mem de Sá.
Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila
do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a
fila mais piruada. Tinha gente às pampas.
– Vens comigo? – quis saber
Flaudemíglio.
– Não – disse o Zé: – Eu estou atrasado e
vou pegar um direto ao centro.
– Então tá – concordou Flaudemíglio,
olhando para a outra esquina e, vendo que já
vinha o que passava pela Lapa: – Chi! Lá vem o
meu… – e correu para o ponto de parada, fazendo
sinal para o ônibus parar.
Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um
embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como
ele carinhosamente chamava o material
recolhido pela mulher na véspera para o exame
de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se
atrapalhou e deixou cair algo no chão.
O motorista (...) já ia botando o carro em
movimento, não dando tempo ao passageiro para
apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo
de berrar para o amigo:
– Zé, caiu minha carteira de identidade.
Apanha e me entrega logo mais.
O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para
apanhar a carteira do outro. Já estava chegando
perto quando um cidadão magrelo e antipático
(...) apanhou a carteira de Flaudemíglio.
– Por favor, cavalheiro, essa carteira é de
um amigo meu – disse o Zé estendendo a mão.
Mas (...) não entregou. Examinou a
carteira e depois perguntou: – Como é o nome do
seu amigo?
– Flaudemíglio – respondeu o Zé.
– Flaudemíglio de quê? – insistiu o chato.
Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe
a carteira, dizendo: – Ora, seu cretino, quem
acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais
nada!
PONTE PRETA, Stanislaw. Dois amigos e um chato. Disponível
em https://contobrasileiro.com.br/dois-amigos-e-um-chato-cronica-de-stanislaw-ponte-preta/.
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