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Foram encontradas 30 questões.

3925322 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
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Assinale a alternativa em que a forma proposta entre parênteses substitui corretamente o verbo destacado na frase, de acordo com a normapadrão.
 

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3925321 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
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Assinale a alternativa em que o emprego da palavra destacada está de acordo com a normapadrão da Língua Portuguesa.
 

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3925320 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
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Assinale a alternativa que apresenta uma frase contendo uma interjeição que expressa o sentido de desejo.
 

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3925319 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
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Estabeleça a relação entre os enunciados abaixo, de acordo com a função exercida pela palavra destacada. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a correspondência correta obtida.
(I) Função adjetiva, qualificando um nome.
(II) Função adverbial, indicando uma circunstância da ação.
( ) Foi feita uma proposta de solução amigável para o caso.
( ) O caramujo é um animal muito lento.
( ) Considero o acordo muito justo para aquelas circunstâncias.
( ) O processo no tribunal transcorreu muito lento.
( ) Minha colega reagiu rápido ao chamado do seu patrão.
 

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3925318 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
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Analise o emprego das palavras identificadas nas frases abaixo e assinale a afirmativa correta.
- Não sabemos ao certo o motivo por que(1) tantas pessoas se desentendem na atualidade.
- Será que as pessoas se desentendem porque(2) falta mais humanidade?
 

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3925317 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
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Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente as lacunas do trecho abaixo, na mesma ordem em que se encontram:
“Foi feita uma _______ ao pedido da comunidade, sem que tenha sido um _______ para os brasileiros e para os _______.”
 

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3925316 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
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Assinale a alternativa que apresenta corretamente, entre parênteses, um sinônimo para a palavra destacada na frase.
 

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3925315 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Dois amigos e um chato
        Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro (...) era o Flaudemíglio.
        Acabado o café o Zé perguntou:
        – Vais pra cidade? 
        - Vou – respondeu Flaudemíglio, acrescentando: – Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.
        Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.
        – Vens comigo? – quis saber Flaudemíglio.
        – Não – disse o Zé: – Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.
        – Então tá – concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa: – Chi! Lá vem o meu… – e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.
        Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.
        O motorista (...) já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo:
        – Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.
        O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático (...) apanhou a carteira de Flaudemíglio.
        – Por favor, cavalheiro, essa carteira é de um amigo meu – disse o Zé estendendo a mão.
        Mas (...) não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou: – Como é o nome do seu amigo?
        – Flaudemíglio – respondeu o Zé.
        – Flaudemíglio de quê? – insistiu o chato.
        Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: – Ora, seu cretino, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!
PONTE PRETA, Stanislaw. Dois amigos e um chato. Disponível em https://contobrasileiro.com.br/dois-amigos-e-um-chato-cronica-de-stanislaw-ponte-preta/
Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.”
A repetição da expressão destacada no trecho acima, transcrito do texto, indica que o autor:
 

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3925314 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Dois amigos e um chato
        Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro (...) era o Flaudemíglio.
        Acabado o café o Zé perguntou:
        – Vais pra cidade? 
        - Vou – respondeu Flaudemíglio, acrescentando: – Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.
        Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.
        – Vens comigo? – quis saber Flaudemíglio.
        – Não – disse o Zé: – Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.
        – Então tá – concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa: – Chi! Lá vem o meu… – e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.
        Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.
        O motorista (...) já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo:
        – Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.
        O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático (...) apanhou a carteira de Flaudemíglio.
        – Por favor, cavalheiro, essa carteira é de um amigo meu – disse o Zé estendendo a mão.
        Mas (...) não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou: – Como é o nome do seu amigo?
        – Flaudemíglio – respondeu o Zé.
        – Flaudemíglio de quê? – insistiu o chato.
        Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: – Ora, seu cretino, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!
PONTE PRETA, Stanislaw. Dois amigos e um chato. Disponível em https://contobrasileiro.com.br/dois-amigos-e-um-chato-cronica-de-stanislaw-ponte-preta/
Os últimos parágrafos do texto “Dois amigos e um chato”, que formam o seu desfecho, indicam que:
 

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3925313 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Dois amigos e um chato
        Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro (...) era o Flaudemíglio.
        Acabado o café o Zé perguntou:
        – Vais pra cidade? 
        - Vou – respondeu Flaudemíglio, acrescentando: – Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.
        Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.
        – Vens comigo? – quis saber Flaudemíglio.
        – Não – disse o Zé: – Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.
        – Então tá – concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa: – Chi! Lá vem o meu… – e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.
        Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.
        O motorista (...) já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo:
        – Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.
        O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático (...) apanhou a carteira de Flaudemíglio.
        – Por favor, cavalheiro, essa carteira é de um amigo meu – disse o Zé estendendo a mão.
        Mas (...) não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou: – Como é o nome do seu amigo?
        – Flaudemíglio – respondeu o Zé.
        – Flaudemíglio de quê? – insistiu o chato.
        Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: – Ora, seu cretino, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!
PONTE PRETA, Stanislaw. Dois amigos e um chato. Disponível em https://contobrasileiro.com.br/dois-amigos-e-um-chato-cronica-de-stanislaw-ponte-preta/
Em relação ao texto “Dois amigos e um chato”, é correto afirmar que ele é predominantemente:
 

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