Foram encontradas 50 questões.
Considere a seguinte sentença, com especial
atenção à lacuna:
“____ quisesse se aproximar da garota, sentia que algo estava errado.”
Para que a oração inicial exprima concessão, o item gramatical que deve preencher a lacuna é:
“____ quisesse se aproximar da garota, sentia que algo estava errado.”
Para que a oração inicial exprima concessão, o item gramatical que deve preencher a lacuna é:
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Em “Meu coração está partido ao meio”, a
palavra “partido” exprime sentido figurado. Essa
expressão é empregada também com sentido
figurado em:
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Nas sentenças a seguir, o acento indicativo de
crase deveria ocorrer obrigatoriamente apenas
em:
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Analise as relações de regência verbal nas
sentenças a seguir. Ocorre verbo transitivo
indireto apenas em:
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Analise as sentenças a seguir, considerando os
pronomes oblíquos átonos entre parênteses, ao
final de cada uma:
I. Não parece uma boa ideia? (lhe)
II. O aluno pediu ajuda para finalizar a tarefa. (me)
III. Ela contaria o que está passando se estivesse segura. (te)
IV. Inclinou na beira da janela. (se)
V. Ainda queria bem. (a)
Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, a sentença em que o pronome oblíquo átono deve ocorrer obrigatoriamente em ênclise é:
I. Não parece uma boa ideia? (lhe)
II. O aluno pediu ajuda para finalizar a tarefa. (me)
III. Ela contaria o que está passando se estivesse segura. (te)
IV. Inclinou na beira da janela. (se)
V. Ainda queria bem. (a)
Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, a sentença em que o pronome oblíquo átono deve ocorrer obrigatoriamente em ênclise é:
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Minha terra tem palmeiras
Vejo de minha janela uma nesga do mar
verde-azul de Copacabana e me penetra uma
infinita doçura. Estou de volta à minha terra... A
máquina de escrever conta-me uma antiga
história, canta-me uma antiga música no bater de
seu teclado. Estou de volta à minha terra, respiro
a brisa marinha que me afaga a pele, seu aroma
vem da infância. Retomo o diálogo com a minha
gente. Uma empregada mulata assoma ao
parapeito defronte, o busto vazando do decote, há
toalhas coloridas secando sobre o abismo vertical
dos apartamentos, dá-me uma vertigem. Que
doçura!
Sinto borboletas no estômago, deve ter
sido o tutu com torresmo de ontem misturado ao
camarão à baiana de anteontem misturado à
galinha ao molho pardo de trasanteontem
misturada aos quindins, papos de anjo, doces de
coco do primeiro dia. Digiro o Brasil. Qual
canard au sang, qual loup flambé au fenouil, qual
pâté Strasbourgeois, qual nada! A calda dourada
da baba de moça infiltra-se entre as papilas
gustativas, elas desmaiam de prazer, tudo
deságua em lentas lavas untuosas num amoroso
mar de suco gástrico…
— É a brasuca! disse-me Antonio Carlos
Jobim balançando a cabeça com ar convicto,
enquanto empinava o seu voo em direção ao
Arpoador.
MORAES, V. Minha terra tem palmeiras. In:
FERRAZ, E. (Org.) Para uma menina com uma flor.
São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 96-98.
Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19891/min
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Minha terra tem palmeiras
Vejo de minha janela uma nesga do mar
verde-azul de Copacabana e me penetra uma
infinita doçura. Estou de volta à minha terra... A
máquina de escrever conta-me uma antiga
história, canta-me uma antiga música no bater de
seu teclado. Estou de volta à minha terra, respiro
a brisa marinha que me afaga a pele, seu aroma
vem da infância. Retomo o diálogo com a minha
gente. Uma empregada mulata assoma ao
parapeito defronte, o busto vazando do decote, há
toalhas coloridas secando sobre o abismo vertical
dos apartamentos, dá-me uma vertigem. Que
doçura!
Sinto borboletas no estômago, deve ter
sido o tutu com torresmo de ontem misturado ao
camarão à baiana de anteontem misturado à
galinha ao molho pardo de trasanteontem
misturada aos quindins, papos de anjo, doces de
coco do primeiro dia. Digiro o Brasil. Qual
canard au sang, qual loup flambé au fenouil, qual
pâté Strasbourgeois, qual nada! A calda dourada
da baba de moça infiltra-se entre as papilas
gustativas, elas desmaiam de prazer, tudo
deságua em lentas lavas untuosas num amoroso
mar de suco gástrico…
— É a brasuca! disse-me Antonio Carlos
Jobim balançando a cabeça com ar convicto,
enquanto empinava o seu voo em direção ao
Arpoador.
MORAES, V. Minha terra tem palmeiras. In:
FERRAZ, E. (Org.) Para uma menina com uma flor.
São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 96-98.
Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19891/min
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Minha terra tem palmeiras
Vejo de minha janela uma nesga do mar
verde-azul de Copacabana e me penetra uma
infinita doçura. Estou de volta à minha terra... A
máquina de escrever conta-me uma antiga
história, canta-me uma antiga música no bater de
seu teclado. Estou de volta à minha terra, respiro
a brisa marinha que me afaga a pele, seu aroma
vem da infância. Retomo o diálogo com a minha
gente. Uma empregada mulata assoma ao
parapeito defronte, o busto vazando do decote, há
toalhas coloridas secando sobre o abismo vertical
dos apartamentos, dá-me uma vertigem. Que
doçura!
Sinto borboletas no estômago, deve ter
sido o tutu com torresmo de ontem misturado ao
camarão à baiana de anteontem misturado à
galinha ao molho pardo de trasanteontem
misturada aos quindins, papos de anjo, doces de
coco do primeiro dia. Digiro o Brasil. Qual
canard au sang, qual loup flambé au fenouil, qual
pâté Strasbourgeois, qual nada! A calda dourada
da baba de moça infiltra-se entre as papilas
gustativas, elas desmaiam de prazer, tudo
deságua em lentas lavas untuosas num amoroso
mar de suco gástrico…
— É a brasuca! disse-me Antonio Carlos
Jobim balançando a cabeça com ar convicto,
enquanto empinava o seu voo em direção ao
Arpoador.
MORAES, V. Minha terra tem palmeiras. In:
FERRAZ, E. (Org.) Para uma menina com uma flor.
São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 96-98.
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Vejo de minha janela uma nesga do mar
verde-azul de Copacabana e me penetra uma
infinita doçura. Estou de volta à minha terra... A
máquina de escrever conta-me uma antiga
história, canta-me uma antiga música no bater de
seu teclado. Estou de volta à minha terra, respiro
a brisa marinha que me afaga a pele, seu aroma
vem da infância. Retomo o diálogo com a minha
gente. Uma empregada mulata assoma ao
parapeito defronte, o busto vazando do decote, há
toalhas coloridas secando sobre o abismo vertical
dos apartamentos, dá-me uma vertigem. Que
doçura!
Sinto borboletas no estômago, deve ter
sido o tutu com torresmo de ontem misturado ao
camarão à baiana de anteontem misturado à
galinha ao molho pardo de trasanteontem
misturada aos quindins, papos de anjo, doces de
coco do primeiro dia. Digiro o Brasil. Qual
canard au sang, qual loup flambé au fenouil, qual
pâté Strasbourgeois, qual nada! A calda dourada
da baba de moça infiltra-se entre as papilas
gustativas, elas desmaiam de prazer, tudo
deságua em lentas lavas untuosas num amoroso
mar de suco gástrico…
— É a brasuca! disse-me Antonio Carlos
Jobim balançando a cabeça com ar convicto,
enquanto empinava o seu voo em direção ao
Arpoador.
MORAES, V. Minha terra tem palmeiras. In:
FERRAZ, E. (Org.) Para uma menina com uma flor.
São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 96-98.
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Minha terra tem palmeiras
Vejo de minha janela uma nesga do mar
verde-azul de Copacabana e me penetra uma
infinita doçura. Estou de volta à minha terra... A
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história, canta-me uma antiga música no bater de
seu teclado. Estou de volta à minha terra, respiro
a brisa marinha que me afaga a pele, seu aroma
vem da infância. Retomo o diálogo com a minha
gente. Uma empregada mulata assoma ao
parapeito defronte, o busto vazando do decote, há
toalhas coloridas secando sobre o abismo vertical
dos apartamentos, dá-me uma vertigem. Que
doçura!
Sinto borboletas no estômago, deve ter
sido o tutu com torresmo de ontem misturado ao
camarão à baiana de anteontem misturado à
galinha ao molho pardo de trasanteontem
misturada aos quindins, papos de anjo, doces de
coco do primeiro dia. Digiro o Brasil. Qual
canard au sang, qual loup flambé au fenouil, qual
pâté Strasbourgeois, qual nada! A calda dourada
da baba de moça infiltra-se entre as papilas
gustativas, elas desmaiam de prazer, tudo
deságua em lentas lavas untuosas num amoroso
mar de suco gástrico…
— É a brasuca! disse-me Antonio Carlos
Jobim balançando a cabeça com ar convicto,
enquanto empinava o seu voo em direção ao
Arpoador.
MORAES, V. Minha terra tem palmeiras. In:
FERRAZ, E. (Org.) Para uma menina com uma flor.
São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 96-98.
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