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ARMANDINHO. Disponível em https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/159500868289/tirinha-original
Na interpretação da tirinha acima, é correto afirmar que:
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Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas das frases abaixo, na mesma ordem.
- Foi realizado o _______ da máquina de lavar por um preço bem camarada.
- O produto que você procura se encontra na _______ de material de limpeza.
- Pelo último _______, somos mais de 200 milhões de pessoas.
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Analise as frases abaixo e assinale a alternativa que apresenta o número de lacunas que podem ser preenchidas corretamente com “mal”.
- Sofri um ___-estar súbito.
- Um grande ___ da humanidade é que nem sempre o bem vence; mas permanece sempre a esperança de que passe o ___ presságio.
- ___ o homem chegou ao trabalho, já vieram com um ___ negócio para ele.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Festa de aniversário
Leonora chegou-se para mim, a carinha mais limpa deste mundo:
– Engoli uma tampa de Coca-Cola.
Levantei as mãos para o céu: mais esta agora! Era uma festa de aniversário, o aniversário dela própria, que completava seis anos de idade. Convoquei imediatamente a família:
– Disse que engoliu uma tampa de CocaCola.
A mãe, os tios, os avós, todos a cercavam, nervosos e inquietos. Abre a boca, minha filha. Agora não adianta: já engoliu. Deve ter arranhado. Mas engoliu como? Quem é que engole uma tampa de cerveja? De cerveja, não: de Coca-Cola. Pode ter ficado na garganta – urgia que tomássemos uma providência, não ficássemos ali, feito idiotas. Peguei-a no colo: vem cá, minha filhinha, conta só para mim: você engoliu coisa nenhuma, não é isso mesmo?
– Engoli sim, papai – ela afirmava com decisão. (...)
Batemos para o pronto-socorro da cidade. (...)
Tirada a chapa, ficamos aguardando ansiosos a revelação. Em pouco o médico regressava:
– Não engoliu coisa alguma. O senhor pode ir descansando.
– Engoli – afirmou a menininha.
Voltei-me para ela:
– Como é que você ainda insiste, minha filha?
– Que eu engoli, engoli.
– Pensa que engoliu – emendei.
– Isso acontece – sorriu o médico. – Até com gente grande. Aqui já teve um guarda que pensou ter engolido o apito.
– Pois eu engoli mesmo – comentou ela, intransigente.
– Você não pode ter engolido – arrematei, já impaciente: – Quer saber mais do que o médico?
– Quero. Eu engoli, e depois desengoli – esclareceu ela.
Nada mais havendo a fazer, engoli em seco, despedi-me do médico e bati em retirada com toda a comitiva.
SABINO, Fernando. Festa de aniversário. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13185/festa-de-aniversario
“– Pois eu engoli mesmo – comentou ela, intransigente.”
A palavra destacada no trecho acima, transcrito do texto, é sinônima de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Festa de aniversário
Leonora chegou-se para mim, a carinha mais limpa deste mundo:
– Engoli uma tampa de Coca-Cola.
Levantei as mãos para o céu: mais esta agora! Era uma festa de aniversário, o aniversário dela própria, que completava seis anos de idade. Convoquei imediatamente a família:
– Disse que engoliu uma tampa de CocaCola.
A mãe, os tios, os avós, todos a cercavam, nervosos e inquietos. Abre a boca, minha filha. Agora não adianta: já engoliu. Deve ter arranhado. Mas engoliu como? Quem é que engole uma tampa de cerveja? De cerveja, não: de Coca-Cola. Pode ter ficado na garganta – urgia que tomássemos uma providência, não ficássemos ali, feito idiotas. Peguei-a no colo: vem cá, minha filhinha, conta só para mim: você engoliu coisa nenhuma, não é isso mesmo?
– Engoli sim, papai – ela afirmava com decisão. (...)
Batemos para o pronto-socorro da cidade. (...)
Tirada a chapa, ficamos aguardando ansiosos a revelação. Em pouco o médico regressava:
– Não engoliu coisa alguma. O senhor pode ir descansando.
– Engoli – afirmou a menininha.
Voltei-me para ela:
– Como é que você ainda insiste, minha filha?
– Que eu engoli, engoli.
– Pensa que engoliu – emendei.
– Isso acontece – sorriu o médico. – Até com gente grande. Aqui já teve um guarda que pensou ter engolido o apito.
– Pois eu engoli mesmo – comentou ela, intransigente.
– Você não pode ter engolido – arrematei, já impaciente: – Quer saber mais do que o médico?
– Quero. Eu engoli, e depois desengoli – esclareceu ela.
Nada mais havendo a fazer, engoli em seco, despedi-me do médico e bati em retirada com toda a comitiva.
SABINO, Fernando. Festa de aniversário. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13185/festa-de-aniversario
No trecho acima, transcrito do texto, ocorre:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Festa de aniversário
Leonora chegou-se para mim, a carinha mais limpa deste mundo:
– Engoli uma tampa de Coca-Cola.
Levantei as mãos para o céu: mais esta agora! Era uma festa de aniversário, o aniversário dela própria, que completava seis anos de idade. Convoquei imediatamente a família:
– Disse que engoliu uma tampa de CocaCola.
A mãe, os tios, os avós, todos a cercavam, nervosos e inquietos. Abre a boca, minha filha. Agora não adianta: já engoliu. Deve ter arranhado. Mas engoliu como? Quem é que engole uma tampa de cerveja? De cerveja, não: de Coca-Cola. Pode ter ficado na garganta – urgia que tomássemos uma providência, não ficássemos ali, feito idiotas. Peguei-a no colo: vem cá, minha filhinha, conta só para mim: você engoliu coisa nenhuma, não é isso mesmo?
– Engoli sim, papai – ela afirmava com decisão. (...)
Batemos para o pronto-socorro da cidade. (...)
Tirada a chapa, ficamos aguardando ansiosos a revelação. Em pouco o médico regressava:
– Não engoliu coisa alguma. O senhor pode ir descansando.
– Engoli – afirmou a menininha.
Voltei-me para ela:
– Como é que você ainda insiste, minha filha?
– Que eu engoli, engoli.
– Pensa que engoliu – emendei.
– Isso acontece – sorriu o médico. – Até com gente grande. Aqui já teve um guarda que pensou ter engolido o apito.
– Pois eu engoli mesmo – comentou ela, intransigente.
– Você não pode ter engolido – arrematei, já impaciente: – Quer saber mais do que o médico?
– Quero. Eu engoli, e depois desengoli – esclareceu ela.
Nada mais havendo a fazer, engoli em seco, despedi-me do médico e bati em retirada com toda a comitiva.
SABINO, Fernando. Festa de aniversário. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13185/festa-de-aniversario
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