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Foram encontradas 45 questões.

701896 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP

Leia o conto a seguir para responder à questão.

Tentando alcançar a Lua


Uma noite, o Rei dos Macacos reparou numa gloriosa Lua dourada que repousava no fundo de uma lagoa. Não se apercebendo de que se tratava apenas de um reflexo, o rei chamou os seus súditos para que lhe fossem buscar aquele tesouro não reclamado.
– O nosso macaco mais forte agarra-se a esta árvore – ordenou o rei. – E o nosso segundo macaco mais forte agarra-se à mão dele, tenta alcançar a água e pega na Lua dourada.
Assim fizeram. Mas o segundo macaco não conseguia alcançar a Lua.
– Quem é o nosso terceiro macaco mais forte? Agarra-te à mão do teu irmão e vai buscar a Lua.
Mas a Lua continuava fora do alcance deles.
– Tragam o quarto macaco mais forte. Que desça até junto da lagoa e tente a sua sorte.
Os macacos formavam agora uma cadeia, cada um pendurado no braço do outro. O quarto macaco usou os braços deles como escada e ficou pendurado na mão do terceiro macaco… mas a Lua continuava fora do seu alcance. E assim continuaram… cinco… seis… sete… oito… macaco após macaco, até que o último conseguia tocar já na superfície da água.
– Estamos quase conseguindo! – gritaram os macacos.
– Deixem-me ser o primeiro a agarrá-la! – gritou o rei, que se lançou cadeia abaixo.
Mas o peso de toda esta loucura tinha-se tornado demasiado para as forças do macaco mais forte, que continuava agarrado ao topo da árvore. Quando o rei ia tocar a água para alcançar a Lua, o macaco mais forte largou o tronco. Um a um,caíram todos na lagoa e afogaram-se, juntamente com o rei.
(Conto tradicional tibetano, com tradução disponível em: https://contadoresdestorias.wordpress.com. Adaptado)
Atendendo à norma-padrão da língua, no que se refere à regência verbal, a expressão que deve substituir a destacada em – Não se apercebendo de que se tratava apenas de um reflexo... (1° parágrafo) – é:
 

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Quanto à concordância, a frase escrita em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:
 

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701884 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Leia o conto a seguir para responder à questão .

Tentando alcançar a Lua
Uma noite, o Rei dos Macacos reparou numa gloriosaLua dourada que repousava no fundo de uma lagoa. Não seapercebendo de que se tratava apenas de um reflexo, o reichamou os seus súditos para que lhe fossem buscar aqueletesouro não reclamado.
– O nosso macaco mais forte agarra-se a esta árvore – ordenou o rei. – E o nosso segundo macaco mais forteagarra-se à mão dele, tenta alcançar a água e pega na Luadourada.
Assim fizeram. Mas o segundo macaco não conseguiaalcançar a Lua.
– Quem é o nosso terceiro macaco mais forte? Agarra-teà mão do teu irmão e vai buscar a Lua.
Mas a Lua continuava fora do alcance deles.
– Tragam o quarto macaco mais forte. Que desça até junto da lagoa e tente a sua sorte.
Os macacos formavam agora uma cadeia, cada um pendurado no braço do outro. O quarto macaco usou os braçosdeles como escada e ficou pendurado na mão do terceiromacaco… mas a Lua continuava fora do seu alcance. E assim continuaram… cinco… seis… sete… oito… macaco apósmacaco, até que o último conseguia tocar já na superfície daágua.
– Estamos quase conseguindo! – gritaram os macacos.
– Deixem-me ser o primeiro a agarrá-la! – gritou o rei, quese lançou cadeia abaixo.
Mas o peso de toda esta loucura tinha-se tornado demasiado para as forças do macaco mais forte, que continuavaagarrado ao topo da árvore. Quando o rei ia tocar a água paraalcançar a Lua, o macaco mais forte largou o tronco. Um a um,caíram todos na lagoa e afogaram-se, juntamente com o rei.
(Conto tradicional tibetano, com tradução disponível em:
https://contadoresdestorias.wordpress.com. Adaptado)
O vocábulo mas, destacado ao longo do texto, sinaliza uma oposição entre
 

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701877 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Leia o conto a seguir para responder à questão .

Tentando alcançar a Lua
Uma noite, o Rei dos Macacos reparou numa gloriosa Lua dourada que repousava no fundo de uma lagoa. Não se apercebendo de que se tratava apenas de um reflexo, o rei chamou os seus súditos para que lhe fossem buscar aquele tesouro não reclamado.
– O nosso macaco mais forte agarra-se a esta árvore – ordenou o rei. – E o nosso segundo macaco mais forte agarra-se à mão dele, tenta alcançar a água e pega na Lua dourada.
Assim fizeram. Mas o segundo macaco não conseguia alcançar a Lua.
– Quem é o nosso terceiro macaco mais forte? Agarra-te à mão do teu irmão e vai buscar a Lua.
Mas a Lua continuava fora do alcance deles.
– Tragam o quarto macaco mais forte. Que desça até junto da lagoa e tente a sua sorte.
Os macacos formavam agora uma cadeia, cada um pendurado no braço do outro. O quarto macaco usou os braços deles como escada e ficou pendurado na mão do terceiro macaco… mas a Lua continuava fora do seu alcance. E assim continuaram… cinco… seis… sete… oito… macaco após macaco, até que o último conseguia tocar já na superfície da água.
– Estamos quase conseguindo! – gritaram os macacos.
– Deixem-me ser o primeiro a agarrá-la! – gritou o rei, que se lançou cadeia abaixo.
Mas o peso de toda esta loucura tinha-se tornado demasiado para as forças do macaco mais forte, que continuava agarrado ao topo da árvore. Quando o rei ia tocar a água para alcançar a Lua, o macaco mais forte largou o tronco. Um a um, caíram todos na lagoa e afogaram-se, juntamente com o rei.
(Conto tradicional tibetano, com tradução disponível em:
https://contadoresdestorias.wordpress.com. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão da língua, o trecho equivalente ao destacado em – ... o segundo macaco não conseguia alcançar a Lua. –, com a expressão a Lua substituída pelo pronome correspondente, é:
 

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Leia o texto para responder à questão.

O ambicioso plano de quase 400 anos para

ir à Lua em uma carroça voadora


Quando Galileu olhou pela primeira vez para a Lua através de seu telescópio em janeiro de 1610, ficou surpreso ao descobrir que parecia ser um “mundo”. Em um contexto de grandes invenções, como os relógios mecânicos, a pólvora e a bússola magnética, além dos telescópios, a imaginação dos pensadores europeus fervilhava, e muitos se perguntavam se a Lua seria um mundo como a Terra. Haveria vida inteligente ali? Se assim fosse, poderíamos nos comunicar com esses seres?
Essa possibilidade tentadora está no centro do programa espacial do reverendo John Wilkins, um jovem clérigo inglês e amante da nova ciência. Ele propôs o desenvolvimento de um veículo notável, uma espécie de carruagem voadora, que seria como um pequeno navio, no meio do qual haveria um poderoso motor de relógio acionado por uma mola. A força da pólvora poderia ser usada para movimentar essa máquina, de modo que, quando seu mecanismo fosse acionado, movimentaria um grande par de asas, semelhantes às de um pássaro.
Não é necessário dizer que a carruagem voadora de Wilkins nunca se tornou realidade. A ciência avançava tão rápido que, logo após sua proposta, Wilkins conseguiu perceber sua impossibilidade.
(Allan Chapman. 22.06.2019. www.bbc.com/portuguese. Adaptado)
No trecho – ... movimentaria um grande par de asas, semelhantes às de um pássaro. (2° parágrafo) –, a vírgula introduz uma expressão que
 

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