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Considerando o desenvolvimento da mastigação, qual é o período em que a língua começa a lateralizar o alimento?
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Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Chapecó-SC
O fonoaudiólogo deve manter sigilo sobre fatos de que tenha conhecimento em decorrência de sua atuação com o cliente, exceto por justo motivo. Compreende-se como justo motivo, principalmente:
I - Situações em que o seu silêncio ponha em risco a integridade do profissional, do cliente e da comunidade.
II - Cumprimento de determinação judicial.
III - O beneficiamento em termos financeiros de sua atividade profissional.
Estão CORRETOS:
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Segundo as alterações da fala ou da linguagem, analisar os itens abaixo:
I - Os desvios fonéticos correspondem a dificuldades que dizem respeito ao domínio do padrão fonêmico da língua, na ausência de alterações orgânicas detectáveis como deficiências auditivas e anormalidades anatômicas ou neurofisiológicas.
II - A substituição é uma das alterações mais comuns, é a pronúncia aproximada de um fonema, permitido sua identificação com o fonema padrão.
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Analisar a sentença abaixo:
O músculo supra-hióideo é um dos músculos mastigatórios (1ª parte). A pulverização é a transformação do alimento em partículas cada vez menores (2ª parte).
A sentença está:
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Sobre a ausculta e seus termos acústicos, frequentemente usados para descrever os sons da respiração, analisar a sentença abaixo:
A ausculta vesicular representa sons da respiração normal (1ª parte). Sibilos estão associados à obstrução brônquica (2ª parte). Estestores crepitantes finos correspondem à secreção nos alvéolos (3ª parte).
A sentença está:
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Em relação a teste com diapasão - teste de Bing, assinalar a alternativa CORRETA:
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Depressão, vício, compulsão
Duas pesquisas recentes reavivam a memória sobre temas relativos aos chamados transtornos afetivos, felizmente cada vez mais debatidos, mas nem por isso suficientemente esclarecidos.
Menos mal que compulsão, ansiedade, depressão, assim como outras particularidades da mente humana, tenham deixado, há bom tempo, de ser classificadas como psicoses, loucura. Muito embora tomar remédio de "tarja preta" siga sendo um estigma alimentado por indivíduos preconceituosos e/ou mal informados.
Mas o fato é que duas pesquisas nos remetem ao universo das compulsões e da depressão. Começando por esta última, um estudo realizado pelo Medical Research Council, em Londres, demonstrou que casais que concebem filhos possuem maiores riscos de desenvolver depressão, principalmente no primeiro ano de vida da criança.
Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio, sem dúvida nenhuma, traumático (seja qual for o grau do trauma) de dar à luz uma criança, com toda a dor, a angústia, o medo e também a euforia e a felicidade que isso propicia. Não é difícil entender, assim, que uma mulher possa mergulhar em estado depressivo, chegando, em muitos casos, a rejeitar o filho, quando não colocando a vida deste em risco.
Mas a "novidade" aqui é a constatação segundo a qual o pai também se deprime. Menos, claro, que a mulher (1/3 das mães, contra 1/5 dos pais), mas também pode enfrentar sintomas como choro e tristeza sem motivo, irritabilidade, intolerância em relação ao parceiro, insônia e agressividade.
O estudo relaciona, como justificativa para o advento do transtorno, a mudança da rotina do casal, a inexperiência em lidar com um recém-nascido, a diminuição do período de sono e das relações íntimas com a parceira, ansiedade (medo) em relação ao futuro. Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão, servindo a chegada do filho apenas de gatilho para que os problemas se desencadeassem de vez.
Esta pesquisa é útil, sem dúvida, para ampliar o conhecimento sobre este mal, contribuindo para que as barreiras do entendimento sejam ampliadas e do preconceito, derrubadas.
Não é possível que a depressão ainda esteja, para muita gente, em um dos extremos: frescura ou loucura. Ela está arraigada na sociedade contemporânea como uma alteração de comportamento e, assim, precisa ser compreendida e tratada em nome da qualidade de vida.
(...)
Luiz Caversan, Folha.com. 25-9-2010.
Assinalar a alternativa CORRETA quanto ao uso da crase:
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Quanto à concordância, assinalar a alternativa CORRETA:
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Depressão, vício, compulsão
Duas pesquisas recentes reavivam a memória sobre temas relativos aos chamados transtornos afetivos, felizmente cada vez mais debatidos, mas nem por isso suficientemente esclarecidos.
Menos mal que compulsão, ansiedade, depressão, assim como outras particularidades da mente humana, tenham deixado, há bom tempo, de ser classificadas como psicoses, loucura. Muito embora tomar remédio de "tarja preta" siga sendo um estigma alimentado por indivíduos preconceituosos e/ou mal informados.
Mas o fato é que duas pesquisas nos remetem ao universo das compulsões e da depressão. Começando por esta última, um estudo realizado pelo Medical Research Council, em Londres, demonstrou que casais que concebem filhos possuem maiores riscos de desenvolver depressão, principalmente no primeiro ano de vida da criança.
Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio(I), sem dúvida nenhuma, traumático (seja qual for o grau do trauma) de dar à luz uma criança, com toda a dor, a angústia, o medo e também a euforia e a felicidade que isso propicia. Não é difícil entender, assim, que uma mulher possa mergulhar em estado depressivo, chegando, em muitos casos, a rejeitar o filho, quando não colocando a vida deste em risco.
Mas a "novidade" aqui é a constatação segundo a qual o pai também se deprime. Menos, claro, que a mulher (1/3 das mães, contra 1/5 dos pais), mas também pode enfrentar sintomas como choro e tristeza sem motivo, irritabilidade, intolerância em relação ao parceiro, insônia e agressividade.
O estudo relaciona, como justificativa para o advento do transtorno, a mudança da rotina do casal, a inexperiência em lidar com um recém-nascido, a diminuição do período de sono e das relações íntimas com a parceira, ansiedade (medo) em relação ao futuro. Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão(II), servindo a chegada do filho apenas de gatilho para que os problemas se desencadeassem de vez.
Esta pesquisa é útil, sem dúvida, para ampliar o conhecimento sobre este mal, contribuindo para que as barreiras do entendimento sejam ampliadas e do preconceito, derrubadas.
Não é possível que a depressão ainda esteja, para muita gente, em um dos extremos: frescura ou loucura. Ela está arraigada na sociedade contemporânea como uma alteração de comportamento e, assim, precisa ser compreendida e tratada em nome da qualidade de vida.
(...)
Luiz Caversan, Folha.com. 25-9-2010.
Analisar os itens abaixo:
I - "Note bem: casais. Não é o caso, portanto, da conhecida depressão pós-parto que acomete as mulheres recém-saídas do episódio...”
II - “Mas não leva em consideração, o que não nos impede de especular a respeito, se este homem aqui já tinha algum tipo de propensão à depressão...”
Os termos sublinhados, chamados conjunções, podem ser substituídos, sem alteração semântica, por:
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdeArts. 8º ao 14-B: Organização, Direção e Gestão
Analisar os itens abaixo:
I - Os cargos e funções de chefia, direção e assessoramento, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), só poderão ser exercidos em regime de tempo integral.
II - Os servidores que legalmente acumulam dois cargos ou empregos poderão exercer suas atividades em mais de um estabelecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) inclusive nos casos de ocupantes de cargos ou função de chefia, direção ou assessoramento.
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