Foram encontradas 190 questões.
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Cidade Ocidental-GO
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Leia o diálogo a seguir.
A: What were you doing yesterday when I called you?
B: I didn’t hear the phone. I was taking a shower.
Com base no diálogo, o tempo verbal da frase “I was taking a shower” expressa o quê em relação à ligação telefônica?
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Leia o texto a seguir.

A ilustração apresentada mostra uma atividade de sala de aula que utiliza a personagem Bossy Bella para ajudar os alunos a compreenderem o uso dos verbos para:
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Leia o texto a seguir.

EXUPÉRY, Antoine de Saint-. The Little Prince. New York: Reynal & Hitchcock, 1943. (Tradução livre e adaptação do trecho original.)
No trecho apresentado, o verbo modal must é usado para expressar
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Leia o texto a seguir.

Texto inspirado em FROST, Robert. The Road Not Taken. (1916). [Adaptado].
No trecho apresentado, o uso da Passive Voice (voz passiva) contribui para mostrar que:
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Observe a imagem a seguir.

Na frase apresentada, a estrutura had done é formada por
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Leia o Texto 7 para responder à questão.
Texto 7
Aceitei vir aqui para falar um pouco da importância do ato de ler. Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto.
[...]
Algum tempo depois, como professor também de português, nos meus vinte anos, vivi intensamente a importância elo de ler e de escrever, no fundo indicotomizáveis, com os alunos das primeiras séries do então chamado curso ginasial. A regência verbal, a sintaxe de concordância, o problema da crase, o sinclitismo pronominal, nada disso era reduzido por mim a tabletes de conhecimentos que devessem ser engolidos pelos estudantes. Tudo isso, pelo contrário, era proposto à curiosidade dos alunos de maneira dinâmica e viva, no corpo mesmo de textos, ora de autores que estudávamos, ora deles próprios, como objetos a serem desvelados e não como algo parado, cujo perfil eu descrevesse. Os alunos não tinham que memorizar mecanicamente a descrição do objeto, mas apreender a sua significação profunda. Só apreendendo-a seriam capazes de saber, por isso, de memorizá-la, de fixá-la. A memorização mecânica da descrição do elo não se constitui em conhecimento do objeto. Por isso, é que a leitura de um texto, tomado como pura descrição de um objeto é feita no sentido de memorizá-la, nem é real leitura, nem dela portanto resulta o conhecimento do objeto de que o texto fala.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados: Cortez, 1989.
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