Foram encontradas 30 questões.
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Itame
Orgão: Pref. Colinas Sul-GO
De acordo com a Lei 14.071/20, o exame de aptidão física e mental, a ser realizado no local de residência ou domicílio do examinado, será preliminar e renovável com a seguinte periodicidade:
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Sobre a história do município de Colinas do Sul, responda: O nome Colinas foi dado em função das características do relevo, aprovado pela população local e foi uma sugestão de
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“Em 1920, após a suposta ressurreição de uma adolescente 15 anos de idade, iniciou-se no interior de Goiás, em uma pequena fazenda chamada “Monzodó”, o mais importante movimento religioso de caráter messiânico do estado. “Santa Dica”, como ficou conhecida Benedita Cipriano Gomes, dizia conferenciar com anjos, através dos quais curava, profetizava, abençoava, batizava, crismava e até mesmo casava aqueles que a procuravam em seu reduto. Todavia (...) é somente a partir de 1923, com a chegada de algumas importantes personagens no reduto, que o movimento propriamente dito teve seu início, com ritos e organização singulares. Em cerca de dois anos a pequena fazenda Monzodó se tornou um vilarejo conhecido por “Lagoa”, onde a “santa”, segundo relatos, reuniu cerca de 500 seguidores, e onde até 70 mil pessoas a teriam visitado em romaria.”
Disponível em: https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/
UFOP_faf38ff7b96d6a2e01db7d271bbf2858. Acesso em: 25 out. 2020.
Benedicta Cypriano Gomes, a Santa Dica, foi a líder de um movimento social religioso iniciado na década de 1920, em Lagolândia, Goiás, no município de
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Dois enfermeiros faz em a triagem de 24 pacientes em 1h 30min. Três enfermeiros, com a mesma eficiência, atenderão 48 pacientes em:
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FELICIDADE CLANDESTINA
Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. (...)
Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. (...) Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.
Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía “As reinações de Narizinho”, de Monteiro Lobato.
(...) Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.
No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. (...) Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. (...)
Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. (...)
E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando-me mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra. (...)
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. (...) Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!
(...) Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: “E você fica com o livro por quanto tempo quiser.” Entendem? Valia mais do que me dar o livro: “pelo tempo que eu quisesse” é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer. (...)
Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. (...) Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. (...)
Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo. Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.
Clarice Lispector. Rocco, 1998
Sobre o texto, é correto o que se afirma na opção:
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Em uma pesquisa realizada com 408 alunos de um curso pré-vestibular verificou-se que:
I - 158 possuem curso de inglês;
II - 198 possuem curso de espanhol;
III - 98 possuem cursos de inglês e espanhol;
IV - 112 são do sexo masculino e possuem curso de espanhol;
V - 70 são do sexo masculino, possuem os cursos de inglês e espanhol;
VI - 192 são do sexo masculino e;
VII - 106 são do sexo masculino e possuem o curso de inglês.
De acordo com os dados fornecidos, o quantitativo de alunos que são do sexo feminino, não possuem curso de inglês e não possuem curso de espanhol é:
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Itame
Orgão: Pref. Colinas Sul-GO
João comprou um haras pelo valor de R$210.000,00 em duas parcelas iguais, sendo a primeira a vista, no ato da compra, e a segunda, um ano após a negociação. Incidirão sobre o saldo devedor juros anuais de 20%. Determine o valor de cada parcela.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Itame
Orgão: Pref. Colinas Sul-GO
Interprete a imagem e responda à questão.

O autor da imagem critica
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FELICIDADE CLANDESTINA
Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. (...)
Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. (...) Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.
Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía “As reinações de Narizinho”, de Monteiro Lobato.
(...) Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.
No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. (...) Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. (...)
Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. (...)
E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando-me mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra. (...)
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. (...) Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!
(...) Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: “E você fica com o livro por quanto tempo quiser.” Entendem? Valia mais do que me dar o livro: “pelo tempo que eu quisesse” é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer. (...)
Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. (...) Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. (...)
Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo. Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.
Clarice Lispector. Rocco, 1998
O vocábulo “tortura” passou pelo processo de derivação:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Itame
Orgão: Pref. Colinas Sul-GO
Analise o gráfico e julgue as afirmativas abaixo.
GRÁFICO - Matrículas na Educação Básica, no município de Colinas do Sul, entre 2010 e 2018

Fonte: IBGE.Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/go/colinas-do-sul/panorama. Acesso em 24 out. 2010. (Adaptado)
I. Entre os anos de 2010 e 2018, na Educação Infantil, o número de matrículas permaneceram entre 100 e 200 por ano.
II. Entre os anos de 2010 e 2018, no Ensino Fundamental, o número de matrículas permaneceram entre 600 e 700 por ano.
III. Entre os anos de 2010 e 2018, no Ensino Médio, o número de matrículas permaneceram entre 100 e 200 por ano.
Podemos afirmar que:
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