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Foram encontradas 30 questões.

2029475 Ano: 2021
Disciplina: Geografia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
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O Governador de São Paulo, _______________, participou em Dubai, de reunião com o CEO da Expo Dubai 2020, Najeeb Al-Ali. Eles discutiram a participação de São Paulo na feira organizada pelo Bureau International des Expositions. Com seis meses de duração, o evento de inovação e economia criativa acontece a partir de 20 de outubro, nos Emirados Árabes Unidos. (Disponível em: http://www.saopaulo.sp.gov.br/ultimasnoticias/comitiva-alinha-a-participacao-de-sao-paulo-na-expo-dubai2020/. Adaptado.)
Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
 

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2029474 Ano: 2021
Disciplina: Geografia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
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Após 15 anos da morte da missionária americana Dorothy Stang, no município de Anapu, sudoeste do Pará, o número de homicídios na região segue uma tendência alarmante. Segundo o Comitê Dorothy, entidade que luta pelos direitos humanos no campo, nos últimos cinco anos, 19 pessoas já foram mortas no município por conflitos agrários. (Disponível em: https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2020/02/12/ apesar-da-morte-de-dorothy-as-pessoas-ainda-morrem-no-campoalerta-ambientalista.ghtml.)
O estado do Pará pertence a qual região do Brasil?
 

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2026922 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
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Observe a sequência lógica a seguir.


enunciado 1294893-1


Assinale o elemento faltante desta sequência.

 

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2026714 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
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Gabriela deseja construir um chalé para passar os fins de semana com sua família. Para isso, ela comprou um terreno com medidas, em metros, dadas pelo polígono representado a seguir.
enunciado 1292860-1

Considerando que o terreno que Gabriela comprou possui um perímetro de 162 metros, qual é o valor de x?
 

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2026713 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
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No açougue de Frederico há 4 freezers, que são capazes de armazenar, em condições seguras, um total de 380 kg de carne. Caso Frederico adquira 3 novos freezers iguais para seu açougue, qual será o total de carne que poderá ser armazenado nas mesmas condições?
 

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2025768 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
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O que os outros vão pensar?


Quando eu era pequena, não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula sem cabeça, bruxa malvada ou o diabo a quatro. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se “os outros”.


Nada podia ser mais danoso do que os outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com os outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, os outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os outros nos apelidariam de bicho do mato. E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. “Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos.” “Eu lá quero saber dos outros? Só me interessa você!” Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos ver livres daquela perseguição.


Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os outros estavam mais fortes que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.


Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.


Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo de nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. Os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não dar bola, mas sempre que dá vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: “Não vou dar esse gostinho para os outros”.


Está para existir monstro mais funesto do que aquele que poda nossa liberdade.

(Carta Maior. Por Martha Medeiros. Agosto de 2003. Com adaptações.)

“Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar.” (5º§) Nessa frase, o termo “estigmatizar” pode ser alterado, sem perda de sentido, por:
 

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2025767 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
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O que os outros vão pensar?


Quando eu era pequena, não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula sem cabeça, bruxa malvada ou o diabo a quatro. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se “os outros”.


Nada podia ser mais danoso do que os outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com os outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, os outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os outros nos apelidariam de bicho do mato. E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. “Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos.” “Eu lá quero saber dos outros? Só me interessa você!” Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos ver livres daquela perseguição.


Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os outros estavam mais fortes que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.


Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.


Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo de nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. Os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não dar bola, mas sempre que dá vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: “Não vou dar esse gostinho para os outros”.


Está para existir monstro mais funesto do que aquele que poda nossa liberdade.

(Carta Maior. Por Martha Medeiros. Agosto de 2003. Com adaptações.)

Em Quer dizer, as crianças não: as mamães.” (2º§), a expressão destacada tem o mesmo sentido de:
 

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2025766 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
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O que os outros vão pensar?


Quando eu era pequena, não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula sem cabeça, bruxa malvada ou o diabo a quatro. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se “os outros”.


Nada podia ser mais danoso do que os outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com os outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, os outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os outros nos apelidariam de bicho do mato. E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. “Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos.” “Eu lá quero saber dos outros? Só me interessa você!” Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos ver livres daquela perseguição.


Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os outros estavam mais fortes que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.


Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.


Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo de nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. Os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não dar bola, mas sempre que dá vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: “Não vou dar esse gostinho para os outros”.


Está para existir monstro mais funesto do que aquele que poda nossa liberdade.

(Carta Maior. Por Martha Medeiros. Agosto de 2003. Com adaptações.)

“O sujeito é um termo essencial da oração sobre o qual se faz uma declaração e pode ser classificado em vários tipos, de acordo com o núcleo que apresenta.” Evidencia sujeito oculto:
 

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2025765 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
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O que os outros vão pensar?


Quando eu era pequena, não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula sem cabeça, bruxa malvada ou o diabo a quatro. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se “os outros”.


Nada podia ser mais danoso do que os outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com os outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, os outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os outros nos apelidariam de bicho do mato. E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. “Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos.” “Eu lá quero saber dos outros? Só me interessa você!” Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos ver livres daquela perseguição.


Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os outros estavam mais fortes que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.


Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.


Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo de nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. Os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não dar bola, mas sempre que dá vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: “Não vou dar esse gostinho para os outros”.


Está para existir monstro mais funesto do que aquele que poda nossa liberdade.

(Carta Maior. Por Martha Medeiros. Agosto de 2003. Com adaptações.)

Há ERRO de grafia em:
 

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2025764 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
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O que os outros vão pensar?


Quando eu era pequena, não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula sem cabeça, bruxa malvada ou o diabo a quatro. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se “os outros”.


Nada podia ser mais danoso do que os outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com os outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, os outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os outros nos apelidariam de bicho do mato. E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. “Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos.” “Eu lá quero saber dos outros? Só me interessa você!” Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos ver livres daquela perseguição.


Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os outros estavam mais fortes que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.


Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.


Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo de nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. Os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não dar bola, mas sempre que dá vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: “Não vou dar esse gostinho para os outros”.


Está para existir monstro mais funesto do que aquele que poda nossa liberdade.

(Carta Maior. Por Martha Medeiros. Agosto de 2003. Com adaptações.)

A expressão “ávidos” transcrita do texto é acentuada pela mesma razão que:
 

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