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De acordo com (Rodrigues, Assamar, Jablonsk,
2001), em relação aos grupos sociais, numere a
coluna 2, identificando o conceito, de acordo com a
coluna 1. Embora exista nomenclatura a mais na
coluna 1, isso não invalida a segunda, pois deverá
apenas associar com seu respectivo conceito:
COLUNA 1 I. Normas II. Coesão grupal III. Status IV. Conflito V. Liderança VI. Papel
COLUNA 2 ( ) Expectativas compartilhadas sobre como determinados membros de um grupo devem se comportar. ( ) Prestígio relativo a uma posição social definida, atribuído pelas pessoas a um grupo ou membros de um grupo. ( ) Regras e esquemas de conduta seguidas por um grupo. ( ) Quantidade de pressão exercida sobre os membros de um grupo, a fim de que neles permaneçam.
Assinale a alternativa que representa a sequência CORRETA, de cima para baixo.
COLUNA 1 I. Normas II. Coesão grupal III. Status IV. Conflito V. Liderança VI. Papel
COLUNA 2 ( ) Expectativas compartilhadas sobre como determinados membros de um grupo devem se comportar. ( ) Prestígio relativo a uma posição social definida, atribuído pelas pessoas a um grupo ou membros de um grupo. ( ) Regras e esquemas de conduta seguidas por um grupo. ( ) Quantidade de pressão exercida sobre os membros de um grupo, a fim de que neles permaneçam.
Assinale a alternativa que representa a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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A clínica psicopedagógica corresponde a um de
seus campos de atuação, cujo objetivo é diagnosticar
e tratar os sintomas emergentes no processo de
aprendizagem. O diagnóstico psicopedagógico busca
investigar, pesquisar para averiguar quais são os
obstáculos que estão levando o sujeito à situação de
não aprender, aprender com lentidão e/ou com
dificuldade; esclarece uma queixa do próprio sujeito,
da família ou da escola (Coll et al, 1995). Com base
no texto analise as proposições:
I. A distinção entre o trabalho clínico e o preventivo é fundamental. O primeiro visa buscar os obstáculos e as causas para o problema de aprendizagem já instalado; e o segundo, estudar as condições evolutivas da aprendizagem apontando caminhos para um aprender mais eficiente. II. No enfoque preventivo a instituição, enquanto espaço físico e psíquico da aprendizagem - é objeto secundário de estudo da Psicopedagogia, uma vez que são avaliados os processos didático metodológicos e a dinâmica institucional que interferem no processo de aprendizagem. III. O psicopedagogo tem como função identificar a estrutura do sujeito, suas transformações no tempo, influências do seu meio nestas transformações e seu relacionamento com o aprender. Este saber exige do psicopedagogo o conhecimento do processo de aprendizagem e todas as suas inter-relações com outros fatores que podem influenciá-lo, das influências emocionais, sociais, pedagógicas e orgânicas.
I. A distinção entre o trabalho clínico e o preventivo é fundamental. O primeiro visa buscar os obstáculos e as causas para o problema de aprendizagem já instalado; e o segundo, estudar as condições evolutivas da aprendizagem apontando caminhos para um aprender mais eficiente. II. No enfoque preventivo a instituição, enquanto espaço físico e psíquico da aprendizagem - é objeto secundário de estudo da Psicopedagogia, uma vez que são avaliados os processos didático metodológicos e a dinâmica institucional que interferem no processo de aprendizagem. III. O psicopedagogo tem como função identificar a estrutura do sujeito, suas transformações no tempo, influências do seu meio nestas transformações e seu relacionamento com o aprender. Este saber exige do psicopedagogo o conhecimento do processo de aprendizagem e todas as suas inter-relações com outros fatores que podem influenciá-lo, das influências emocionais, sociais, pedagógicas e orgânicas.
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É papel do psicólogo no âmbito hospitalar,
EXCETO:
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Segundo Sawaia (2002), a finalidade da
Psicopedagogia contemporânea continua sendo a
aprendizagem e a relação do sujeito com a
aprendizagem. Isto não significa deixar de lado a
compreensão do fenômeno dificuldade de
aprendizagem. Para definir o que seja dificuldade de
aprendizagem, é preciso considerar o contexto e o
referencial teórico usado para fazer sua leitura. O
que é considerado dificuldade num contexto pode
não ser considerado em outro, podendo ser
entendido como pertinente ao processo de ensino
aprendizagem.
Os instrumentos utilizados no diagnóstico e na
intervenção dependem dos conceitos de
aprendizagem e de dificuldade de aprendizagem e, portanto, dos referenciais teóricos. Apesar dessas
dissonâncias, é possível destacar alguns pontos
comuns presentes no discurso psicopedagógico que
expressam a práxis psicopedagógica:
De acordo com o texto analise as proposições:
I. Aprendizagem como processo: implica analisar as respostas a partir da compreensão do processo de produção e na intervenção sobre ele, ao invés de considerar somente a produção; II. Aprendizagem como apropriação do conhecimento: implica não só na consideração das possibilidades cognitivas, mas também nas possibilidades psíquicas, mais especificamente nas possibilidades de simbolização daquele que aprende, III. Aprendizagem como articulação entre saberes prévios e novos conhecimentos: implica considerar as experiências de vida e os interesses daquele que aprende como fundamento para a aquisição de novos conhecimentos. IV. Aprendizagem como transmissão do conhecimento através do outro: implica considerar aquele que ensina como parte integrante da relação entre o que aprende e o conhecimento.
De acordo com o texto analise as proposições:
I. Aprendizagem como processo: implica analisar as respostas a partir da compreensão do processo de produção e na intervenção sobre ele, ao invés de considerar somente a produção; II. Aprendizagem como apropriação do conhecimento: implica não só na consideração das possibilidades cognitivas, mas também nas possibilidades psíquicas, mais especificamente nas possibilidades de simbolização daquele que aprende, III. Aprendizagem como articulação entre saberes prévios e novos conhecimentos: implica considerar as experiências de vida e os interesses daquele que aprende como fundamento para a aquisição de novos conhecimentos. IV. Aprendizagem como transmissão do conhecimento através do outro: implica considerar aquele que ensina como parte integrante da relação entre o que aprende e o conhecimento.
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No plantão psicológico, cujo objetivo é o
atendimento emergencial à demanda, tem-se uma
proposta muito semelhante, embora esta prática
tenha se desenvolvido a partir de um contexto, o de
aconselhamento psicológico, “solo para as tensões
da existência do homem em situação de vida no
mundo com os outros, ou seja, das relações
interpessoais” (Morato, 1999, p. 83) nem sempre
visto como atividade clínica. De acordo com o
plantão psicológico é CORRETO, a firmar que:
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A atuação do psicólogo no hospital geral, que
representa uma especificidade da Psicologia da
Saúde no setor terciário, iniciou-se na década de
1950 com poucos profissionais psicólogos. Havia, no
país, profissionais com formação nas áreas das
Ciências Humanas os quais eram responsáveis pela
assistência psicológica aos pacientes hospitalizados.
Entretanto, verificou-se a necessidade do surgimento
dos cursos de graduação em Psicologia para
delimitar a atuação do psicólogo nas instituições de
saúde (Angerami-Camon, 2002). De acordo com o
exposto é CORRETO, afirmar que:
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O Prontuário é um documento único constituído
de um conjunto de informações, sinais e imagens
registradas, geradas a partir de fatos,
acontecimentos e situações sobre a saúde do
paciente e a assistência a ele prestada, de caráter
legal, sigiloso e científico, que possibilita a
comunicação entre os membros da equipe
multiprofissional e a continuidade prestada ao
indivíduo.” (Resolução CFM 1.821/2007). De acordo
com a referida resolução o que o profissional não
pode fazer frente ao prontuário do paciente:
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- Psicologia da SaúdePsicologia Hospitalar
- Psicologia da SaúdeDor, Estresse e Luto
- Psicologia da SaúdeProcesso Saúde-Doença
As crianças, quando acometidas por alguma
doença, ficam, na maioria das vezes, mais irritadas e
chorosas, requerendo cuidados especiais. Se a
patologia for mais séria e a criança tiver que ser
internada, ela e seus pais mostram-se inseguros e
com medo. A família deseja conhecer mais sobre a
doença e a internação, porque assim acredita poder
ajudar a criança de forma adequada, porém também
acontece de a família negar esta nova situação, manifestando medo. O mecanismo de negação
surge sendo a doença grave ou não (Crepaldi, 1998).
Sobre esse processo analise as proposições:
I. A hospitalização infantil faz com que ocorra debilidade no quadro emocional da criança, em função do afastamento de sua casa, de seus pertences e principalmente da família. I. A criança hospitalizada requer alguém que lhe proporcione cuidados como alimentação, carinho, higiene e segurança. No momento em que a mãe está presente, ela atende às necessidades afetivas da criança e ajuda no desenvolvimento de assistência integral. III. Os profissionais da área da saúde precisam estar conscientes que a criança doente está completamente afetada e que seu desenvolvimento emocional e sua integridade estão comprometidos. IV. A equipe de saúde deve minimizar o sofrimento da criança hospitalizada, permitindo que ela seja ativa durante o processo de hospitalização, porém deve restringir o contato com familiares que fazem visitas.
Sobre esse processo analise as proposições:
I. A hospitalização infantil faz com que ocorra debilidade no quadro emocional da criança, em função do afastamento de sua casa, de seus pertences e principalmente da família. I. A criança hospitalizada requer alguém que lhe proporcione cuidados como alimentação, carinho, higiene e segurança. No momento em que a mãe está presente, ela atende às necessidades afetivas da criança e ajuda no desenvolvimento de assistência integral. III. Os profissionais da área da saúde precisam estar conscientes que a criança doente está completamente afetada e que seu desenvolvimento emocional e sua integridade estão comprometidos. IV. A equipe de saúde deve minimizar o sofrimento da criança hospitalizada, permitindo que ela seja ativa durante o processo de hospitalização, porém deve restringir o contato com familiares que fazem visitas.
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- Psicologia da SaúdeDor, Estresse e Luto
- Psicologia da SaúdeEquipes de Saúde, Multidisciplinaridade e Interdisciplinaridade
A partir do diagnóstico de uma doença
potencialmente mortal, paciente e família se
deparam com situações de rupturas, limitações e
privações, ademais, viver uma situação de luto
antecipado gera angústias e ambivalências de
sentimentos, tanto do enfermo quanto da família.
Podemos dizer que a morte lança uma sombra
assustadora sobre nós porque somos
completamente impotentes diante dela (Soavinsky,
2009).
Considerando a problemática analise as proposições:
I. Numa equipe multidisciplinar, o psicólogo poderá atuar como mediador tanto nas relações entre os profissionais da equipe, quanto nas relações da equipe com os pacientes - relações estas que nem sempre serão harmoniosas num primeiro momento, dada toda a carga emocional presente na revelação de um diagnóstico trágico. II. Certamente a pessoa encarregada de dar a notícia deverá ter muita cautela, pois dependendo da forma como a notícia chegará a este paciente, poderá ter grandes alterações no suposto tratamento. Na maioria dos hospitais essa tarefa se restringe aos psicólogos. III. A importância de uma equipe multidisciplinar apoia-se no desejo de que a pessoa tenha uma morte natural e humanizada, sem que o paciente fique sozinho ou, ainda, ligado a uma parafernália de equipamentos que atrapalhem a sua morte.
Considerando a problemática analise as proposições:
I. Numa equipe multidisciplinar, o psicólogo poderá atuar como mediador tanto nas relações entre os profissionais da equipe, quanto nas relações da equipe com os pacientes - relações estas que nem sempre serão harmoniosas num primeiro momento, dada toda a carga emocional presente na revelação de um diagnóstico trágico. II. Certamente a pessoa encarregada de dar a notícia deverá ter muita cautela, pois dependendo da forma como a notícia chegará a este paciente, poderá ter grandes alterações no suposto tratamento. Na maioria dos hospitais essa tarefa se restringe aos psicólogos. III. A importância de uma equipe multidisciplinar apoia-se no desejo de que a pessoa tenha uma morte natural e humanizada, sem que o paciente fique sozinho ou, ainda, ligado a uma parafernália de equipamentos que atrapalhem a sua morte.
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Segundo Lustosa (2000), uma aplicação
interessante do conceito de interdisciplinaridade na
saúde diz respeito à interconsulta. A interconsulta
consiste na presença de um profissional de saúde
em uma unidade ou serviço médico geral atendendo
à solicitação de um profissional da área de saúde em
relação ao atendimento de um paciente. Isto garante
um atendimento global do paciente, tendo a
psicologia um importante papel a cumprir neste
contexto. Isto posto, o psicólogo pode intervir nesse
momento:
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