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Foram encontradas 30 questões.

2352862 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Coroados-SP
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Assinale a alternativa em que a palavra grifada tenha sentindo de medida

 

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2352861 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Coroados-SP
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Assinale a alternativa que apresenta a explicação sobre a construção do humor da tirinha de Mafalda.

Enunciado 3592864-1

 

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2352860 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Coroados-SP
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Analise as frases que possuem sinonímias e assinale a alternativa CORRETA:

I) A menina está muito feliz / A menina está muito contente.

II) José mora bem longe da escola / José mora bem distante da escola.

III) O corredor está largo! / o corredor está estreito!

 

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2352859 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Coroados-SP
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta a ambiguidade.

 

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2352858 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Coroados-SP
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma antítese:

 

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2352857 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Coroados-SP
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Assinale a alternativa que NÃO apresente um vício de linguagem:

 

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2352855 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Coroados-SP
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No balaio da depressão pós-parto

Síndromes e rótulos caem no gosto da mídia e do povo,

mas nem sempre explicam o que há com o paciente

Vera Iaconelli

Psicanalista, fala sobre relações entre pais e filhos, mudanças de costumes

e novas famílias do século 21

A mídia adora os rótulos de doenças que dão visibilidade aos males da humanidade e o cidadão acredita em cada nova síndrome que surge e que, agora sim, vai explicar o que se passa com ele.

Síndromes são um bom exemplo da busca por nomear coisas que não sabemos de fato por que ocorrem e que juntamos em grupos de sintomas aleatórios para depois buscar os tratamentos adequados a preços módicos. Mesmo os diagnósticos mais consagrados podem sofrer distorções para se tornarem mais palatáveis ao público, o que explicaria o fato de que hoje as crianças são grandes candidatas ao transtorno do espectro autista (TEA) e simplesmente não são mais diagnosticadas como psicóticas.

Em algum lugar da moral psiquiátrica e do senso comum, supõe-se maior dignidade no primeiro diagnóstico do que no segundo?

Um diagnóstico que também caiu nas graças da mídia e de alguns profissionais —muitos dos quais não têm formação em psicologia, psiquiatria ou psicanálise— é o da depressão pós-parto. Espécie de “balaio de gatos” dentro do qual qualquer sofrimento que surja depois do nascimento de um filho é colocado, a DPP, como se costuma chamar, consegue ser dos quadros mais mal diagnosticados.

Subdiagnosticado quando ocorre, e superdiagnosticado, quando não —um verdadeiro feito. O critério parece ser: aconteceu depois do nascimento de um filho? É DPP! Se não bastasse, ainda faz supor, com o uso do adjetivo “pós-parto”, que se trataria de outra categoria de depressão.

Somatizações graves, psicoses, fobias e outras formas de sofrimento desaparecem diante das três letrinhas mágicas e suas medicações subsequentes —o uso indiscriminado, alarmante e sabidamente nocivo de Equilid, é um exemplo.

Pensemos juntos. O que se passa depois que um bebê vem ao mundo? Basicamente os arranjos que você lutou tanto para organizar na sua vida serão remanejados num longo processo de perdas e ganhos. A palavra mais adequada para lidar com essas perdas é luto. Luto não é depressão, o que, embora pareça óbvio, nunca é demais lembrar. Ficamos tristes e não há nada de errado com isso, a não ser que tenhamos como meta levar a vida de um autômato.

E quem disse que isso só acontece com as mulheres que pariram? Os pais de bebês também se deprimem em alarmantes 10% dos casos. Mulheres que adotaram, ou seja, não passaram por processos hormonais ligados à gestação e ao parto, fazem seus lutos (o famoso “baby blues”) e, por vezes, se deprimem. Os hormônios facilitam o humor mais depressivo, mas não justificam uma depressão maior. Assim como no caso de diagnosticar psicose como sendo autismo, pois o autismo tornou-se socialmente palatável, alguns podem imaginar que o diagnóstico de DPP caia melhor do que o simples e perturbador fato de que sofremos depois de termos um bebê lindo e saudável. Que tipo de mulher ingrata ficaria inconsolável depois de ganhar um presente como este?

Medicações podem ser muito bem-vindas em casos graves de depressão em homens e mulheres, mas não nos iludamos. Sem dar a devida dignidade a essa história, usando a medicação para calar a boca do paciente, só protelamos o inevitável.

No balaio de qualquer distúrbio psíquico tem um sujeito esperando para ser considerado.

De lutos, nós brasileiros deveríamos entender mais.

Acesso em < https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vera-

iaconelli/2018/04/no-balaio-da-depressao-pos-parto.shtml> 10/03/2018.

Assinale a alternativa acerca da característica do gênero textual do texto apresentado anteriormente.

 

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2352854 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Coroados-SP
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No balaio da depressão pós-parto

Síndromes e rótulos caem no gosto da mídia e do povo,

mas nem sempre explicam o que há com o paciente

Vera Iaconelli

Psicanalista, fala sobre relações entre pais e filhos, mudanças de costumes

e novas famílias do século 21

A mídia adora os rótulos de doenças que dão visibilidade aos males da humanidade e o cidadão acredita em cada nova síndrome que surge e que, agora sim, vai explicar o que se passa com ele.

Síndromes são um bom exemplo da busca por nomear coisas que não sabemos de fato por que ocorrem e que juntamos em grupos de sintomas aleatórios para depois buscar os tratamentos adequados a preços módicos. Mesmo os diagnósticos mais consagrados podem sofrer distorções para se tornarem mais palatáveis ao público, o que explicaria o fato de que hoje as crianças são grandes candidatas ao transtorno do espectro autista (TEA) e simplesmente não são mais diagnosticadas como psicóticas.

Em algum lugar da moral psiquiátrica e do senso comum, supõe-se maior dignidade no primeiro diagnóstico do que no segundo?

Um diagnóstico que também caiu nas graças da mídia e de alguns profissionais —muitos dos quais não têm formação em psicologia, psiquiatria ou psicanálise— é o da depressão pós-parto. Espécie de “balaio de gatos” dentro do qual qualquer sofrimento que surja depois do nascimento de um filho é colocado, a DPP, como se costuma chamar, consegue ser dos quadros mais mal diagnosticados.

Subdiagnosticado quando ocorre, e superdiagnosticado, quando não —um verdadeiro feito. O critério parece ser: aconteceu depois do nascimento de um filho? É DPP! Se não bastasse, ainda faz supor, com o uso do adjetivo “pós-parto”, que se trataria de outra categoria de depressão.

Somatizações graves, psicoses, fobias e outras formas de sofrimento desaparecem diante das três letrinhas mágicas e suas medicações subsequentes —o uso indiscriminado, alarmante e sabidamente nocivo de Equilid, é um exemplo.

Pensemos juntos. O que se passa depois que um bebê vem ao mundo? Basicamente os arranjos que você lutou tanto para organizar na sua vida serão remanejados num longo processo de perdas e ganhos. A palavra mais adequada para lidar com essas perdas é luto. Luto não é depressão, o que, embora pareça óbvio, nunca é demais lembrar. Ficamos tristes e não há nada de errado com isso, a não ser que tenhamos como meta levar a vida de um autômato.

E quem disse que isso só acontece com as mulheres que pariram? Os pais de bebês também se deprimem em alarmantes 10% dos casos. Mulheres que adotaram, ou seja, não passaram por processos hormonais ligados à gestação e ao parto, fazem seus lutos (o famoso “baby blues”) e, por vezes, se deprimem. Os hormônios facilitam o humor mais depressivo, mas não justificam uma depressão maior. Assim como no caso de diagnosticar psicose como sendo autismo, pois o autismo tornou-se socialmente palatável, alguns podem imaginar que o diagnóstico de DPP caia melhor do que o simples e perturbador fato de que sofremos depois de termos um bebê lindo e saudável. Que tipo de mulher ingrata ficaria inconsolável depois de ganhar um presente como este?

Medicações podem ser muito bem-vindas em casos graves de depressão em homens e mulheres, mas não nos iludamos. Sem dar a devida dignidade a essa história, usando a medicação para calar a boca do paciente, só protelamos o inevitável.

No balaio de qualquer distúrbio psíquico tem um sujeito esperando para ser considerado.

De lutos, nós brasileiros deveríamos entender mais.

Acesso em < https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vera-

iaconelli/2018/04/no-balaio-da-depressao-pos-parto.shtml> 10/03/2018.

Analise as afirmações sobre o texto “No balaio da depressão pós-parto”

I) Há uma certa “romantização” social sobre o fato de ser mãe e muitas vezes esquecem que são pessoas que têm sentimentos, angustias, medo que deram à luz a outra.

II) No texto mostra que as classificações das síndromes são avanços que podem ajudar doenças psicológicas graves.

III) No texto mostra que vários dos sintomas que afligem as mães logo após o nascimento do primeiro filho, é a depressão pós- parto.

IV) No texto mostra que os sentimentos de perda à uma nova mãe é comum, uma vez que ao ter um filho pode causar grandes mudanças e até mesmo algumas perdas em outros campos de suas vidas, isso pode acarretar alguns sentimentos e reações ruins, não necessariamente depressão.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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2353069 Ano: 2018
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Coroados-SP
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Segundo o código de ética são deveres do Assistente social . EXCETO:

Questão Anulada e Desatualizada

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2352856 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Coroados-SP
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No balaio da depressão pós-parto

Síndromes e rótulos caem no gosto da mídia e do povo,

mas nem sempre explicam o que há com o paciente

Vera Iaconelli

Psicanalista, fala sobre relações entre pais e filhos, mudanças de costumes

e novas famílias do século 21

A mídia adora os rótulos de doenças que dão visibilidade aos males da humanidade e o cidadão acredita em cada nova síndrome que surge e que, agora sim, vai explicar o que se passa com ele.

Síndromes são um bom exemplo da busca por nomear coisas que não sabemos de fato por que ocorrem e que juntamos em grupos de sintomas aleatórios para depois buscar os tratamentos adequados a preços módicos. Mesmo os diagnósticos mais consagrados podem sofrer distorções para se tornarem mais palatáveis ao público, o que explicaria o fato de que hoje as crianças são grandes candidatas ao transtorno do espectro autista (TEA) e simplesmente não são mais diagnosticadas como psicóticas.

Em algum lugar da moral psiquiátrica e do senso comum, supõe-se maior dignidade no primeiro diagnóstico do que no segundo?

Um diagnóstico que também caiu nas graças da mídia e de alguns profissionais —muitos dos quais não têm formação em psicologia, psiquiatria ou psicanálise— é o da depressão pós-parto. Espécie de “balaio de gatos” dentro do qual qualquer sofrimento que surja depois do nascimento de um filho é colocado, a DPP, como se costuma chamar, consegue ser dos quadros mais mal diagnosticados.

Subdiagnosticado quando ocorre, e superdiagnosticado, quando não —um verdadeiro feito. O critério parece ser: aconteceu depois do nascimento de um filho? É DPP! Se não bastasse, ainda faz supor, com o uso do adjetivo “pós-parto”, que se trataria de outra categoria de depressão.

Somatizações graves, psicoses, fobias e outras formas de sofrimento desaparecem diante das três letrinhas mágicas e suas medicações subsequentes —o uso indiscriminado, alarmante e sabidamente nocivo de Equilid, é um exemplo.

Pensemos juntos. O que se passa depois que um bebê vem ao mundo? Basicamente os arranjos que você lutou tanto para organizar na sua vida serão remanejados num longo processo de perdas e ganhos. A palavra mais adequada para lidar com essas perdas é luto. Luto não é depressão, o que, embora pareça óbvio, nunca é demais lembrar. Ficamos tristes e não há nada de errado com isso, a não ser que tenhamos como meta levar a vida de um autômato.

E quem disse que isso só acontece com as mulheres que pariram? Os pais de bebês também se deprimem em alarmantes 10% dos casos. Mulheres que adotaram, ou seja, não passaram por processos hormonais ligados à gestação e ao parto, fazem seus lutos (o famoso “baby blues”) e, por vezes, se deprimem. Os hormônios facilitam o humor mais depressivo, mas não justificam uma depressão maior. Assim como no caso de diagnosticar psicose como sendo autismo, pois o autismo tornou-se socialmente palatável, alguns podem imaginar que o diagnóstico de DPP caia melhor do que o simples e perturbador fato de que sofremos depois de termos um bebê lindo e saudável. Que tipo de mulher ingrata ficaria inconsolável depois de ganhar um presente como este?

Medicações podem ser muito bem-vindas em casos graves de depressão em homens e mulheres, mas não nos iludamos. Sem dar a devida dignidade a essa história, usando a medicação para calar a boca do paciente, só protelamos o inevitável.

No balaio de qualquer distúrbio psíquico tem um sujeito esperando para ser considerado.

De lutos, nós brasileiros deveríamos entender mais.

Acesso em < https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vera-

iaconelli/2018/04/no-balaio-da-depressao-pos-parto.shtml> 10/03/2018.

Marque V para verdadeiro e F para falso sobre as informações do texto.

( ) Mais de 10% dos pais, ou seja mãe e pai, sofrem com algum tipo de tristeza ao nascer do filho.

( ) A mídia não tem influência alguma sobre a prescrição médica.

( ) No trecho “ Espécie de “balaio de gatos” dentro do qual qualquer sofrimento que surja depois do nascimento de um filho é colocado, a DPP, como se costuma chamar, consegue ser dos quadros mais mal diagnosticados.” A expressão popular entre aspas, dentro do texto refere-se a classificação falha de sentimentos que os pais carregam após terem um bebê.

Assinale a alternativa CORRETA.

Questão Anulada e Desatualizada

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