Foram encontradas 40 questões.
A estilística diz respeito às escolhas expressivas que o
falante ou escritor realiza para produzir determinados
efeitos de sentido, envolvendo seleção lexical,
combinação sintática, construção imagética e recursos
sonoros que singularizam o uso da língua. No campo
dos estudos do texto, a estilística destaca a relação entre
forma e efeito, evidenciando como determinadas
escolhas linguísticas orientam a interpretação e revelam
posicionamentos discursivos do sujeito enunciador
(FIORIN, 2014. Adaptado.).
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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O comportamento escritor envolve processos cognitivos
e discursivos mobilizados na produção textual,
demandando do sujeito estratégias de planejamento,
acompanhamento e revisão que permitam construir
sentidos adequados às diferentes situações
comunicativas. No contexto pedagógico, pesquisas
destacam que o desenvolvimento desse comportamento
relaciona-se à capacidade de o escritor tomar decisões
conscientes sobre a escrita, articulando aspectos
linguísticos, discursivos e pragmáticos de forma
integrada (MARCUSCHI, 2010. Adaptado.)
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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Os níveis de linguagem refletem modos de uso da língua
ajustados às condições de comunicação, considerando
fatores como contexto, finalidade, relação entre os
interlocutores e grau de formalidade. A variação entre
registros formais e informais não implica hierarquia, mas
adequação às situações de uso, envolvendo escolhas
lexicais, sintáticas e discursivas que constroem sentidos
socialmente situados (ANTUNES, 2009. Adaptado.).
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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A linguagem oral compreende práticas interativas que
envolvem escuta, fala e produção de sentidos em
situações comunicativas diversas. A oralização diz
respeito à leitura em voz alta de textos escritos, exigindo
controle prosódico e compreensão. A oralidade, por sua
vez, relaciona-se aos usos socioculturais da fala,
incluindo variação linguística e construção coletiva de
significados (ANTUNES, 2009. Adaptado.).
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Estratégias didáticas para o ensino de leitura
O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o
desafio de articular práticas tradicionais de formação do
leitor com as exigências impostas pelos ambientes
digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens,
suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não
apenas decodificar palavras, mas interpretar textos
híbridos, que combinam escrita, imagens, sons,
hiperlinks e diferentes formas de organização da
informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas
assumem papel central na construção de competências
leitoras compatíveis com a complexidade das práticas
sociais de leitura.
Antes da leitura, a mediação docente deve promover a
ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de
sentidos e a análise dos elementos que compõem a
materialidade do texto, como título, imagens,
organização gráfica e recursos visuais. Essas ações
contribuem para que o leitor formule hipóteses,
estabeleça expectativas e compreenda, desde o início,
as condições de produção e circulação do texto. Trata-se
de um momento essencial para situar a leitura em seu
contexto sociocomunicativo.
Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o
acompanhamento da progressão temática, a
identificação das ideias centrais, a análise dos
mecanismos de coesão e a interpretação das relações
estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é
levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar
trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular
informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o
professor atua como mediador, orientando percursos
interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do
aluno.
Após a leitura, as práticas devem favorecer a
sistematização dos sentidos construídos, por meio de
sínteses, debates, comparações entre textos, produção
de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a
compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o
conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido
produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes,
o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante
compreenda a leitura como prática social situada,
vinculada a finalidades específicas.
No contexto dos multiletramentos, as estratégias
didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as
transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A
leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades
de navegação, seleção de informações, avaliação da
confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos
dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores
competentes implica prepará-los para lidar com a
sobrecarga informacional e com a diversidade de
discursos que circulam na sociedade contemporânea.
s estratégias didáticas, portanto, não se configuram
como procedimentos isolados, mas como práticas
integradas a uma concepção de leitura como atividade
cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o
ensino da leitura de forma intencional, progressiva e
articulada às demandas dos novos contextos
comunicativos, o professor contribui para a formação de
sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar,
avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida
social
(COSCARELLI, 2021).
COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez
mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Estratégias didáticas para o ensino de leitura
O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o
desafio de articular práticas tradicionais de formação do
leitor com as exigências impostas pelos ambientes
digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens,
suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não
apenas decodificar palavras, mas interpretar textos
híbridos, que combinam escrita, imagens, sons,
hiperlinks e diferentes formas de organização da
informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas
assumem papel central na construção de competências
leitoras compatíveis com a complexidade das práticas
sociais de leitura.
Antes da leitura, a mediação docente deve promover a
ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de
sentidos e a análise dos elementos que compõem a
materialidade do texto, como título, imagens,
organização gráfica e recursos visuais. Essas ações
contribuem para que o leitor formule hipóteses,
estabeleça expectativas e compreenda, desde o início,
as condições de produção e circulação do texto. Trata-se
de um momento essencial para situar a leitura em seu
contexto sociocomunicativo.
Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o
acompanhamento da progressão temática, a
identificação das ideias centrais, a análise dos
mecanismos de coesão e a interpretação das relações
estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é
levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar
trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular
informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o
professor atua como mediador, orientando percursos
interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do
aluno.
Após a leitura, as práticas devem favorecer a
sistematização dos sentidos construídos, por meio de
sínteses, debates, comparações entre textos, produção
de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a
compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o
conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido
produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes,
o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante
compreenda a leitura como prática social situada,
vinculada a finalidades específicas.
No contexto dos multiletramentos, as estratégias
didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as
transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A
leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades
de navegação, seleção de informações, avaliação da
confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos
dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores
competentes implica prepará-los para lidar com a
sobrecarga informacional e com a diversidade de
discursos que circulam na sociedade contemporânea.
s estratégias didáticas, portanto, não se configuram
como procedimentos isolados, mas como práticas
integradas a uma concepção de leitura como atividade
cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o
ensino da leitura de forma intencional, progressiva e
articulada às demandas dos novos contextos
comunicativos, o professor contribui para a formação de
sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar,
avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida
social
(COSCARELLI, 2021).
COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez
mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Estratégias didáticas para o ensino de leitura
O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o
desafio de articular práticas tradicionais de formação do
leitor com as exigências impostas pelos ambientes
digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens,
suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não
apenas decodificar palavras, mas interpretar textos
híbridos, que combinam escrita, imagens, sons,
hiperlinks e diferentes formas de organização da
informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas
assumem papel central na construção de competências
leitoras compatíveis com a complexidade das práticas
sociais de leitura.
Antes da leitura, a mediação docente deve promover a
ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de
sentidos e a análise dos elementos que compõem a
materialidade do texto, como título, imagens,
organização gráfica e recursos visuais. Essas ações
contribuem para que o leitor formule hipóteses,
estabeleça expectativas e compreenda, desde o início,
as condições de produção e circulação do texto. Trata-se
de um momento essencial para situar a leitura em seu
contexto sociocomunicativo.
Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o
acompanhamento da progressão temática, a
identificação das ideias centrais, a análise dos
mecanismos de coesão e a interpretação das relações
estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é
levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar
trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular
informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o
professor atua como mediador, orientando percursos
interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do
aluno.
Após a leitura, as práticas devem favorecer a
sistematização dos sentidos construídos, por meio de
sínteses, debates, comparações entre textos, produção
de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a
compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o
conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido
produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes,
o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante
compreenda a leitura como prática social situada,
vinculada a finalidades específicas.
No contexto dos multiletramentos, as estratégias
didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as
transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A
leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades
de navegação, seleção de informações, avaliação da
confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos
dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores
competentes implica prepará-los para lidar com a
sobrecarga informacional e com a diversidade de
discursos que circulam na sociedade contemporânea.
s estratégias didáticas, portanto, não se configuram
como procedimentos isolados, mas como práticas
integradas a uma concepção de leitura como atividade
cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o
ensino da leitura de forma intencional, progressiva e
articulada às demandas dos novos contextos
comunicativos, o professor contribui para a formação de
sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar,
avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida
social
(COSCARELLI, 2021).
COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez
mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Estratégias didáticas para o ensino de leitura
O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o
desafio de articular práticas tradicionais de formação do
leitor com as exigências impostas pelos ambientes
digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens,
suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não
apenas decodificar palavras, mas interpretar textos
híbridos, que combinam escrita, imagens, sons,
hiperlinks e diferentes formas de organização da
informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas
assumem papel central na construção de competências
leitoras compatíveis com a complexidade das práticas
sociais de leitura.
Antes da leitura, a mediação docente deve promover a
ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de
sentidos e a análise dos elementos que compõem a
materialidade do texto, como título, imagens,
organização gráfica e recursos visuais. Essas ações
contribuem para que o leitor formule hipóteses,
estabeleça expectativas e compreenda, desde o início,
as condições de produção e circulação do texto. Trata-se
de um momento essencial para situar a leitura em seu
contexto sociocomunicativo.
Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o
acompanhamento da progressão temática, a
identificação das ideias centrais, a análise dos
mecanismos de coesão e a interpretação das relações
estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é
levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar
trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular
informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o
professor atua como mediador, orientando percursos
interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do
aluno.
Após a leitura, as práticas devem favorecer a
sistematização dos sentidos construídos, por meio de
sínteses, debates, comparações entre textos, produção
de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a
compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o
conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido
produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes,
o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante
compreenda a leitura como prática social situada,
vinculada a finalidades específicas.
No contexto dos multiletramentos, as estratégias
didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as
transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A
leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades
de navegação, seleção de informações, avaliação da
confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos
dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores
competentes implica prepará-los para lidar com a
sobrecarga informacional e com a diversidade de
discursos que circulam na sociedade contemporânea.
s estratégias didáticas, portanto, não se configuram
como procedimentos isolados, mas como práticas
integradas a uma concepção de leitura como atividade
cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o
ensino da leitura de forma intencional, progressiva e
articulada às demandas dos novos contextos
comunicativos, o professor contribui para a formação de
sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar,
avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida
social
(COSCARELLI, 2021).
COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez
mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.
Em relação à tipologia textual e ao gênero textual do texto-base, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Estratégias didáticas para o ensino de leitura
O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o
desafio de articular práticas tradicionais de formação do
leitor com as exigências impostas pelos ambientes
digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens,
suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não
apenas decodificar palavras, mas interpretar textos
híbridos, que combinam escrita, imagens, sons,
hiperlinks e diferentes formas de organização da
informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas
assumem papel central na construção de competências
leitoras compatíveis com a complexidade das práticas
sociais de leitura.
Antes da leitura, a mediação docente deve promover a
ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de
sentidos e a análise dos elementos que compõem a
materialidade do texto, como título, imagens,
organização gráfica e recursos visuais. Essas ações
contribuem para que o leitor formule hipóteses,
estabeleça expectativas e compreenda, desde o início,
as condições de produção e circulação do texto. Trata-se
de um momento essencial para situar a leitura em seu
contexto sociocomunicativo.
Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o
acompanhamento da progressão temática, a
identificação das ideias centrais, a análise dos
mecanismos de coesão e a interpretação das relações
estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é
levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar
trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular
informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o
professor atua como mediador, orientando percursos
interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do
aluno.
Após a leitura, as práticas devem favorecer a
sistematização dos sentidos construídos, por meio de
sínteses, debates, comparações entre textos, produção
de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a
compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o
conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido
produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes,
o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante
compreenda a leitura como prática social situada,
vinculada a finalidades específicas.
No contexto dos multiletramentos, as estratégias
didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as
transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A
leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades
de navegação, seleção de informações, avaliação da
confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos
dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores
competentes implica prepará-los para lidar com a
sobrecarga informacional e com a diversidade de
discursos que circulam na sociedade contemporânea.
s estratégias didáticas, portanto, não se configuram
como procedimentos isolados, mas como práticas
integradas a uma concepção de leitura como atividade
cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o
ensino da leitura de forma intencional, progressiva e
articulada às demandas dos novos contextos
comunicativos, o professor contribui para a formação de
sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar,
avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida
social
(COSCARELLI, 2021).
COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez
mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Estratégias didáticas para o ensino de leitura
O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o
desafio de articular práticas tradicionais de formação do
leitor com as exigências impostas pelos ambientes
digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens,
suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não
apenas decodificar palavras, mas interpretar textos
híbridos, que combinam escrita, imagens, sons,
hiperlinks e diferentes formas de organização da
informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas
assumem papel central na construção de competências
leitoras compatíveis com a complexidade das práticas
sociais de leitura.
Antes da leitura, a mediação docente deve promover a
ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de
sentidos e a análise dos elementos que compõem a
materialidade do texto, como título, imagens,
organização gráfica e recursos visuais. Essas ações
contribuem para que o leitor formule hipóteses,
estabeleça expectativas e compreenda, desde o início,
as condições de produção e circulação do texto. Trata-se
de um momento essencial para situar a leitura em seu
contexto sociocomunicativo.
Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o
acompanhamento da progressão temática, a
identificação das ideias centrais, a análise dos
mecanismos de coesão e a interpretação das relações
estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é
levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar
trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular
informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o
professor atua como mediador, orientando percursos
interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do
aluno.
Após a leitura, as práticas devem favorecer a
sistematização dos sentidos construídos, por meio de
sínteses, debates, comparações entre textos, produção
de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a
compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o
conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido
produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes,
o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante
compreenda a leitura como prática social situada,
vinculada a finalidades específicas.
No contexto dos multiletramentos, as estratégias
didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as
transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A
leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades
de navegação, seleção de informações, avaliação da
confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos
dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores
competentes implica prepará-los para lidar com a
sobrecarga informacional e com a diversidade de
discursos que circulam na sociedade contemporânea.
s estratégias didáticas, portanto, não se configuram
como procedimentos isolados, mas como práticas
integradas a uma concepção de leitura como atividade
cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o
ensino da leitura de forma intencional, progressiva e
articulada às demandas dos novos contextos
comunicativos, o professor contribui para a formação de
sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar,
avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida
social
(COSCARELLI, 2021).
COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez
mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.
Em relação às orações, é CORRETO afirmar que, no período, a oração destacada exerce a função de:
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