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Foram encontradas 40 questões.

3284479 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
Provas:

O livro físico tem sido uma ferramenta

pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

O pronome “lhes” (linha 57) retoma
 

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3284478 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
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O livro físico tem sido uma ferramenta

pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

Quanto à sua tipologia predominante, o texto apresentado classifica-se como
 

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3284477 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
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O livro físico tem sido uma ferramenta

pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

Em relação ao ato de basear-se na quantidade de páginas ainda a serem lidas para saber o quanto já se leu e o quanto se falta ler de um livro, o autor, ao finalizar o sexto parágrafo com o sinal de pontuação “?!”, demonstra que
 

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3284476 Ano: 2024
Disciplina: Português
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pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

A expressão “à mão” (linha 28) exerce a função sintática de
 

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3284475 Ano: 2024
Disciplina: Português
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pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

Assinale a alternativa que apresenta uma proposta de reescrita que é gramaticalmente correta e preserva o sentido do primeiro período do texto: “O livro físico tem sido uma ferramenta pedagógica confiável ao longo da história da educação.” (linhas 1-3).
 

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3284474 Ano: 2024
Disciplina: Português
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pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

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como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

No texto, o verbo “esvair” (linha 34) é sinônimo de
 

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3284473 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
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O livro físico tem sido uma ferramenta

pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

Com base nas relações de sentido estabelecidas entre os parágrafos do texto, é correto afirmar que, sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, o início do penúltimo parágrafo (“Uma vantagem...”) poderia ser reescrito da seguinte maneira
 

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3284472 Ano: 2024
Disciplina: Português
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O livro físico tem sido uma ferramenta

pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

Acerca das relações de concordância estabelecidas no texto, assinale a alternativa correta.
 

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educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

O texto aponta como aspecto exclusivo da leitura em livros físicos
 

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3284470 Ano: 2024
Disciplina: Português
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O livro físico tem sido uma ferramenta

pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

A respeito das ideias veiculadas no texto, assinale a alternativa correta.
 

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