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Foram encontradas 30 questões.

Texto para a questão.
Uma conversa inicial
Todos nós somos pesquisadores desde pequenininhos. Na língua nativa, por exemplo, intuitivamente reproduzimos palavras que nos são apresentadas por nossa família, primeiro, e vamos conpreendendo que, ao pronunciar aquilo, temos um resultado e que, ao dizermos outra palavra, temos outra reação dos nossos próximos. E começamos a (re)produzir nossas primeiras frases, testando o resultado do que dizemos no lugar em que dizemos e para quem o dizemos. Presenciando esses atos de fala, vamos construindo o nosso repertório de palavras e de frases as quais vão passando a serem característicos de nós mesmos. Com isso, vamos formando uma consciência linguística por meio de hipóteses que se dão normalmente entre 0 e 3 anos e vão se firmando de 4 a 6 anos. Nessas fases, somos aprendizes da língua, autênticos pesquisadores da linguagem e do próprio mundo. Mas, vamos sair da área da Linguagem...; afinal, não é esse o propósito deste texto.
Ainda pequenos, vemos cores, formas, coisas estranhas que não compreendemos e pomo-nos a tentar compreender aquilo que vemos, comparando, testando, concluindo. Por exemplo, quantos entre vocês não pegaram uma descarga elétrica ao pôr o dedo na tomada? Quantos entre nós não descobrimos que temos sexos diferentes quando tivemos a oportunidade de ver o sexo oposto ao nosso?
Viu como somos pesquisadores?!! Não? Observe como em tudo o que foi dito acima há um pouco de testagem, de levantamento de dados, de reflexão sobre o resultado da pesquisa, de conclusões mais evidentes e palpáveis dos resultados de suas observações. Assim é que se faz pesquisa e é-se pesquisador.
Se pensarmos, então, por esse caminho, veremos que nossas mães são perfeitas pesquisadoras, pois sabem muito bem onde comprar com qualidade sem gastar muito; nossos pais também, pois sabem que, às vezes, mesmo você estudando numa escola mais cara, há uma série de variáveis que contribuem para sair mais barato. Eles comparam, avaliam, testam, ponderam, chegam a resultados os quais você fica sabendo logo, logo. Às vezes não concorda com a tomada de decisão deles, mas acredita que seja para o seu bem. E assim vai passando a vida. Eles praticamente fazem isso o tempo todo, mas você normalmente acha que seu pai ou sua mãe é um avarento, não é mesmo? Não são não! São excelentes pesquisadores, sim.
(...)
Na escola, a pesquisa nos é jogada nos peitos por muitos professores. Quase nenhum professor nos ensina como fazer a pesquisa que ele/ela acabou de passar. Os pais de vocês que o digam! Coitados! Quantas e quantas vezes não se veem obrigados a deixar seus afazeres para ajudá-lo(a) a pesquisar? Do contrário, vão amargar junto com você uma nota, uma média, um conceito não muito agradável. Aliás, existem situações em que a tal pesquisa vale a nota total da prova, ou a maior parte na avaliação sumativa. E aí? Como garantir uma boa nota na pesquisa? Não tem jeito: você tem que aprender a pesquisar, e isso só é possível fazendo. Quanto mais o seu professor for um estudioso daquilo que ele ensina, mais ele sabe sobre o ato de pesquisar e o papel que a pesquisa tem no processo de ensino e aprendizagem. E mais ainda ele será exigente nas pesquisas solicitadas a você e/ou à sua turma. Se não, qualquer “coisa” que você produzir vai satisfazê-lo.
Gostaria ainda de dizer que bem mais como uma nota a mais ou a única, a pesquisa deve ser encarada como um ato de estudo, de reflexão, de doação. E este material que ora chega às suas mãos quer promover isso. A pesquisa constitui – ainda que nem todos os professores tenham vislumbrado isto – a base de todo o conhecimento humano; afinal, o homem aprende quando ele próprio constrói o seu saber mediatizado pelo professor que passa a ser um direcionador, um encaminhador de suas leituras, um orientador de suas produções. Quando isso acontece, ambos saem ganhando, porque o ato educacional só se efetiva quando ele é coparticipativo, coprodutivo, coconstrutivo. E a pesquisa contribui para isso se ambos compreenderem os propósitos dela.
Boa leitura e excelentes pesquisas!
LISBÔA, Wandré G de C. O que é PESQUISAR? – Material didático produzido para o Ensino Fundamental. Belém/PA, 2009.
O sentido operado pelo morfema –inhos em: “Todos nós somos pesquisadores desde pequenininhos”, é o de:
 

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O dobro de três centenas e quatro dezenas corresponde a:
 

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Um livro tem 85 páginas. Sabendo que já foram lidas 58, o número de páginas que ainda serão lidas é:
 

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O Município de Cristiano Otoni, do Estado de Minas Gerais, integra a República Federativa do Brasil, comprometendo-se, de acordo com a sua Lei Orgânica, a valorizar e promover seus fundamentos básicos:

 

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A figura mostra uma parede com alguns azulejos, onde os espaços em branco representam os azulejos que caíram.
Enunciado 1621230-1
Sabendo que todos os azulejos são quadrados e de mesmo tamanho, então a fração irredutível que representa o número de azulejos que já caíram é dada por:
 

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Qual a definição de Servidor Público presente no Capitulo Único – Disposições Preliminares do Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos do Município de Cristiano Otoni, Estado de Minas Gerais?
 

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De acordo com o Capítulo IV – Das Férias-Prêmio, presente no Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos do Município de Cristiano Otoni, Estado de Minas Gerais, qual o tempo de efetivo exercício no serviço público, será concedido ao servidor, 03 (três) meses de férias-prêmio?
 

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Um reservatório que comporta !$ 2,37m^3 !$ tem capacidade correspondente a:
 

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De acordo com a Lei Complementar 004/2000. Após quanto tempo um servidor nomeado adquire estabilidade:
 

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Uma conversa inicial
Todos nós somos pesquisadores desde pequenininhos. Na língua nativa, por exemplo, intuitivamente reproduzimos palavras que nos são apresentadas por nossa família, primeiro, e vamos conpreendendo que, ao pronunciar aquilo, temos um resultado e que, ao dizermos outra palavra, temos outra reação dos nossos próximos. E começamos a (re)produzir nossas primeiras frases, testando o resultado do que dizemos no lugar em que dizemos e para quem o dizemos. Presenciando esses atos de fala, vamos construindo o nosso repertório de palavras e de frases as quais vão passando a serem característicos de nós mesmos. Com isso, vamos formando uma consciência linguística por meio de hipóteses que se dão normalmente entre 0 e 3 anos e vão se firmando de 4 a 6 anos. Nessas fases, somos aprendizes da língua, autênticos pesquisadores da linguagem e do próprio mundo. Mas, vamos sair da área da Linguagem...; afinal, não é esse o propósito deste texto.
Ainda pequenos, vemos cores, formas, coisas estranhas que não compreendemos e pomo-nos a tentar compreender aquilo que vemos, comparando, testando, concluindo. Por exemplo, quantos entre vocês não pegaram uma descarga elétrica ao pôr o dedo na tomada? Quantos entre nós não descobrimos que temos sexos diferentes quando tivemos a oportunidade de ver o sexo oposto ao nosso?
Viu como somos pesquisadores?!! Não? Observe como em tudo o que foi dito acima há um pouco de testagem, de levantamento de dados, de reflexão sobre o resultado da pesquisa, de conclusões mais evidentes e palpáveis dos resultados de suas observações. Assim é que se faz pesquisa e é-se pesquisador.
Se pensarmos, então, por esse caminho, veremos que nossas mães são perfeitas pesquisadoras, pois sabem muito bem onde comprar com qualidade sem gastar muito; nossos pais também, pois sabem que, às vezes, mesmo você estudando numa escola mais cara, há uma série de variáveis que contribuem para sair mais barato. Eles comparam, avaliam, testam, ponderam, chegam a resultados os quais você fica sabendo logo, logo. Às vezes não concorda com a tomada de decisão deles, mas acredita que seja para o seu bem. E assim vai passando a vida. Eles praticamente fazem isso o tempo todo, mas você normalmente acha que seu pai ou sua mãe é um avarento, não é mesmo? Não são não! São excelentes pesquisadores, sim.
(...)
Na escola, a pesquisa nos é jogada nos peitos por muitos professores. Quase nenhum professor nos ensina como fazer a pesquisa que ele/ela acabou de passar. Os pais de vocês que o digam! Coitados! Quantas e quantas vezes não se veem obrigados a deixar seus afazeres para ajudá-lo(a) a pesquisar? Do contrário, vão amargar junto com você uma nota, uma média, um conceito não muito agradável. Aliás, existem situações em que a tal pesquisa vale a nota total da prova, ou a maior parte na avaliação sumativa. E aí? Como garantir uma boa nota na pesquisa? Não tem jeito: você tem que aprender a pesquisar, e isso só é possível fazendo. Quanto mais o seu professor for um estudioso daquilo que ele ensina, mais ele sabe sobre o ato de pesquisar e o papel que a pesquisa tem no processo de ensino e aprendizagem. E mais ainda ele será exigente nas pesquisas solicitadas a você e/ou à sua turma. Se não, qualquer “coisa” que você produzir vai satisfazê-lo.
Gostaria ainda de dizer que bem mais como uma nota a mais ou a única, a pesquisa deve ser encarada como um ato de estudo, de reflexão, de doação. E este material que ora chega às suas mãos quer promover isso. A pesquisa constitui – ainda que nem todos os professores tenham vislumbrado isto – a base de todo o conhecimento humano; afinal, o homem aprende quando ele próprio constrói o seu saber mediatizado pelo professor que passa a ser um direcionador, um encaminhador de suas leituras, um orientador de suas produções. Quando isso acontece, ambos saem ganhando, porque o ato educacional só se efetiva quando ele é coparticipativo, coprodutivo, coconstrutivo. E a pesquisa contribui para isso se ambos compreenderem os propósitos dela.
Boa leitura e excelentes pesquisas!
LISBÔA, Wandré G de C. O que é PESQUISAR? – Material didático produzido para o Ensino Fundamental. Belém/PA, 2009.
Os vocábulos e foram acentuados no texto porque:
 

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