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Em “Estudar a própria cultura é uma postura política afirmativa”, o trecho destacado está corretamente substituído por um pronome em:
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Com base no trecho a seguir, responda à questão.
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“Se ensinamos nossos jovens a gostar da nossa história, refleti-la e a produzir textos sobre ela, estaremos formatando cidadãos comprometidos com a cidade” |
No trecho, a palavra “se” expressa o sentido de:
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Com base no trecho a seguir, responda à questão.
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“Se ensinamos nossos jovens a gostar da nossa história, refleti-la e a produzir textos sobre ela, estaremos formatando cidadãos comprometidos com a cidade” |
No trecho, o uso de verbos na primeira pessoa do plural provoca um efeito de:
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Texto I
Projeto de lei inclui ensino de história,
geografia e literatura regional em Cuiabá
No ano em que a capital mato-grossense completa 300 anos, tramita na Câmara de Vereadores um projeto de lei que prevê a obrigatoriedade do ensino de história, geografia e literatura regional nas escolas de ensino médio em Cuiabá. A proposta se justifica na valorização cultural do Estado e na “correção de uma distorção secular na educação pública”.
Se a proposta for aprovada em plenário e sancionada pelo prefeito, a Secretaria Municipal de Educação (SME) ficará responsável por criar normas e programas básicos para a inclusão das três disciplinas no currículo escolar já a partir de 2020.
A novidade do projeto de lei é a inclusão de conteúdo produzido por artistas e profissionais matogrossenses, que vão complementar o que já é aplicado em sala de aula – no caso da literatura –, como suporte para interpretação e produção de texto.
“Essa é uma demanda antiga dos intelectuais mato-grossenses. Estudar a própria cultura é uma postura política afirmativa, que busca a identidade e resistência à descaracterização de nossos patrimônios”, avaliou o escritor Eduardo Mahon, membro da Academia Mato-grossense de Letras (AML) e do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso (IHGMT).
Autor de 10 livros, Mahon também defende a regionalização do ensino como ferramenta de cidadania. “Se ensinamos nossos jovens a gostar da nossa história, refleti-la e a produzir textos sobre ela, estaremos formatando cidadãos comprometidos com a cidade”, concluiu.
Adaptado de: https://olivre.com.br/
Acesso em:15/10/2019.
Em “Estudar a própria cultura é uma postura política afirmativa”, a palavra “política” obedece ao mesmo critério de acentuação de:
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Texto I
Projeto de lei inclui ensino de história,
geografia e literatura regional em Cuiabá
No ano em que a capital mato-grossense completa 300 anos, tramita na Câmara de Vereadores um projeto de lei que prevê a obrigatoriedade do ensino de história, geografia e literatura regional nas escolas de ensino médio em Cuiabá. A proposta se justifica na valorização cultural do Estado e na “correção de uma distorção secular na educação pública”.
Se a proposta for aprovada em plenário e sancionada pelo prefeito, a Secretaria Municipal de Educação (SME) ficará responsável por criar normas e programas básicos para a inclusão das três disciplinas no currículo escolar já a partir de 2020.
A novidade do projeto de lei é a inclusão de conteúdo produzido por artistas e profissionais matogrossenses, que vão complementar o que já é aplicado em sala de aula – no caso da literatura –, como suporte para interpretação e produção de texto.
“Essa é uma demanda antiga dos intelectuais mato-grossenses. Estudar a própria cultura é uma postura política afirmativa, que busca a identidade e resistência à descaracterização de nossos patrimônios”, avaliou o escritor Eduardo Mahon, membro da Academia Mato-grossense de Letras (AML) e do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso (IHGMT).
Autor de 10 livros, Mahon também defende a regionalização do ensino como ferramenta de cidadania. “Se ensinamos nossos jovens a gostar da nossa história, refleti-la e a produzir textos sobre ela, estaremos formatando cidadãos comprometidos com a cidade”, concluiu.
Adaptado de: https://olivre.com.br/
Acesso em:15/10/2019.
A palavra “mato-grossense” é formada pelo seguinte processo:
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Texto I
Projeto de lei inclui ensino de história,
geografia e literatura regional em Cuiabá
No ano em que a capital mato-grossense completa 300 anos, tramita na Câmara de Vereadores um projeto de lei que prevê a obrigatoriedade do ensino de história, geografia e literatura regional nas escolas de ensino médio em Cuiabá. A proposta se justifica na valorização cultural do Estado e na “correção de uma distorção secular na educação pública”.
Se a proposta for aprovada em plenário e sancionada pelo prefeito, a Secretaria Municipal de Educação (SME) ficará responsável por criar normas e programas básicos para a inclusão das três disciplinas no currículo escolar já a partir de 2020.
A novidade do projeto de lei é a inclusão de conteúdo produzido por artistas e profissionais matogrossenses, que vão complementar o que já é aplicado em sala de aula – no caso da literatura –, como suporte para interpretação e produção de texto.
“Essa é uma demanda antiga dos intelectuais mato-grossenses. Estudar a própria cultura é uma postura política afirmativa, que busca a identidade e resistência à descaracterização de nossos patrimônios”, avaliou o escritor Eduardo Mahon, membro da Academia Mato-grossense de Letras (AML) e do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso (IHGMT).
Autor de 10 livros, Mahon também defende a regionalização do ensino como ferramenta de cidadania. “Se ensinamos nossos jovens a gostar da nossa história, refleti-la e a produzir textos sobre ela, estaremos formatando cidadãos comprometidos com a cidade”, concluiu.
Adaptado de: https://olivre.com.br/
Acesso em:15/10/2019.
Reescrevendo o trecho “ resistência à descaracterização” (4º parágrafo), o emprego da crase se mantém em:
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Texto I
Projeto de lei inclui ensino de história,
geografia e literatura regional em Cuiabá
No ano em que a capital mato-grossense completa 300 anos, tramita na Câmara de Vereadores um projeto de lei que prevê a obrigatoriedade do ensino de história, geografia e literatura regional nas escolas de ensino médio em Cuiabá. A proposta se justifica na valorização cultural do Estado e na “correção de uma distorção secular na educação pública”.
Se a proposta for aprovada em plenário e sancionada pelo prefeito, a Secretaria Municipal de Educação (SME) ficará responsável por criar normas e programas básicos para a inclusão das três disciplinas no currículo escolar já a partir de 2020.
A novidade do projeto de lei é a inclusão de conteúdo produzido por artistas e profissionais matogrossenses, que vão complementar o que já é aplicado em sala de aula – no caso da literatura –, como suporte para interpretação e produção de texto.
“Essa é uma demanda antiga dos intelectuais mato-grossenses. Estudar a própria cultura é uma postura política afirmativa, que busca a identidade e resistência à descaracterização de nossos patrimônios”, avaliou o escritor Eduardo Mahon, membro da Academia Mato-grossense de Letras (AML) e do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso (IHGMT).
Autor de 10 livros, Mahon também defende a regionalização do ensino como ferramenta de cidadania. “Se ensinamos nossos jovens a gostar da nossa história, refleti-la e a produzir textos sobre ela, estaremos formatando cidadãos comprometidos com a cidade”, concluiu.
Adaptado de: https://olivre.com.br/
Acesso em:15/10/2019.
“(...) a Secretaria Municipal de Educação (SME) ficará responsável por criar normas e programas básicos para a inclusão das três disciplinas no currículo escolar já a partir de 2020.”
A relação entre “a inclusão das três disciplinas” e “currículo escolar” é estabelecida pelo termo em destaque, que expressa noção de:
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Texto I
Projeto de lei inclui ensino de história,
geografia e literatura regional em Cuiabá
No ano em que a capital mato-grossense completa 300 anos, tramita na Câmara de Vereadores um projeto de lei que prevê a obrigatoriedade do ensino de história, geografia e literatura regional nas escolas de ensino médio em Cuiabá. A proposta se justifica na valorização cultural do Estado e na “correção de uma distorção secular na educação pública”.
Se a proposta for aprovada em plenário e sancionada pelo prefeito, a Secretaria Municipal de Educação (SME) ficará responsável por criar normas e programas básicos para a inclusão das três disciplinas no currículo escolar já a partir de 2020.
A novidade do projeto de lei é a inclusão de conteúdo produzido por artistas e profissionais matogrossenses, que vão complementar o que já é aplicado em sala de aula – no caso da literatura –, como suporte para interpretação e produção de texto.
“Essa é uma demanda antiga dos intelectuais mato-grossenses. Estudar a própria cultura é uma postura política afirmativa, que busca a identidade e resistência à descaracterização de nossos patrimônios”, avaliou o escritor Eduardo Mahon, membro da Academia Mato-grossense de Letras (AML) e do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso (IHGMT).
Autor de 10 livros, Mahon também defende a regionalização do ensino como ferramenta de cidadania. “Se ensinamos nossos jovens a gostar da nossa história, refleti-la e a produzir textos sobre ela, estaremos formatando cidadãos comprometidos com a cidade”, concluiu.
Adaptado de: https://olivre.com.br/
Acesso em:15/10/2019.
No primeiro parágrafo, o trecho “que prevê a obrigatoriedade do ensino de história, geografia e literatura regional nas escolas de ensino médio em Cuiabá” estabelece com o termo que antecede uma relação de:
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Texto I
Projeto de lei inclui ensino de história,
geografia e literatura regional em Cuiabá
No ano em que a capital mato-grossense completa 300 anos, tramita na Câmara de Vereadores um projeto de lei que prevê a obrigatoriedade do ensino de história, geografia e literatura regional nas escolas de ensino médio em Cuiabá. A proposta se justifica na valorização cultural do Estado e na “correção de uma distorção secular na educação pública”.
Se a proposta for aprovada em plenário e sancionada pelo prefeito, a Secretaria Municipal de Educação (SME) ficará responsável por criar normas e programas básicos para a inclusão das três disciplinas no currículo escolar já a partir de 2020.
A novidade do projeto de lei é a inclusão de conteúdo produzido por artistas e profissionais matogrossenses, que vão complementar o que já é aplicado em sala de aula – no caso da literatura –, como suporte para interpretação e produção de texto.
“Essa é uma demanda antiga dos intelectuais mato-grossenses. Estudar a própria cultura é uma postura política afirmativa, que busca a identidade e resistência à descaracterização de nossos patrimônios”, avaliou o escritor Eduardo Mahon, membro da Academia Mato-grossense de Letras (AML) e do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso (IHGMT).
Autor de 10 livros, Mahon também defende a regionalização do ensino como ferramenta de cidadania. “Se ensinamos nossos jovens a gostar da nossa história, refleti-la e a produzir textos sobre ela, estaremos formatando cidadãos comprometidos com a cidade”, concluiu.
Adaptado de: https://olivre.com.br/
Acesso em:15/10/2019.
De acordo com o ponto de vista do entrevistado, a proposta de abordagem da cultura sugerida provoca:
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Texto I
Projeto de lei inclui ensino de história,
geografia e literatura regional em Cuiabá
No ano em que a capital mato-grossense completa 300 anos, tramita na Câmara de Vereadores um projeto de lei que prevê a obrigatoriedade do ensino de história, geografia e literatura regional nas escolas de ensino médio em Cuiabá. A proposta se justifica na valorização cultural do Estado e na “correção de uma distorção secular na educação pública”.
Se a proposta for aprovada em plenário e sancionada pelo prefeito, a Secretaria Municipal de Educação (SME) ficará responsável por criar normas e programas básicos para a inclusão das três disciplinas no currículo escolar já a partir de 2020.
A novidade do projeto de lei é a inclusão de conteúdo produzido por artistas e profissionais matogrossenses, que vão complementar o que já é aplicado em sala de aula – no caso da literatura –, como suporte para interpretação e produção de texto.
“Essa é uma demanda antiga dos intelectuais mato-grossenses. Estudar a própria cultura é uma postura política afirmativa, que busca a identidade e resistência à descaracterização de nossos patrimônios”, avaliou o escritor Eduardo Mahon, membro da Academia Mato-grossense de Letras (AML) e do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso (IHGMT).
Autor de 10 livros, Mahon também defende a regionalização do ensino como ferramenta de cidadania. “Se ensinamos nossos jovens a gostar da nossa história, refleti-la e a produzir textos sobre ela, estaremos formatando cidadãos comprometidos com a cidade”, concluiu.
Adaptado de: https://olivre.com.br/
Acesso em:15/10/2019.
De acordo com a ideia apresentada no terceiro parágrafo, a proposta em discussão pode ser compreendida como:
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