Foram encontradas 20 questões.
A Autonomia da Gestão Administrativa tem por finalidade
assegurar às Unidades Educacionais a devida faculdade de
elaborar e gerir seus planos, programas e projetos, evitando
decisões monocráticas e fortalecendo a Gestão Democrática. A
Gestão Administrativa das Unidades Educacionais será exercida
pela Equipe Gestora em consonância com Órgãos Deliberativos. É
previsto na norma que regula a gestão democrática nas unidades
educacionais da Rede Pública Municipal que:
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A carreira dos Profissionais da Educação é constituída de
8 (oito) cargos. Entre eles está o que é composto de atribuições
inerentes às atividades de assessorias: jurídica, contábil,
psicológica, engenharia, nutrição, comunicação social, economia
e outras, conforme necessidade do órgão central. O profissional
responsável por realizar as tarefas descritas é o:
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Considere a seguinte proposição composta:
Se Diogo trabalha no Japão, então Douglas não é irmão de Débora.
Uma proposição equivalente à proposição acima, está corretamente indicada na seguinte alternativa:
Se Diogo trabalha no Japão, então Douglas não é irmão de Débora.
Uma proposição equivalente à proposição acima, está corretamente indicada na seguinte alternativa:
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Em uma festa foram servidos apenas três tipos de bebidas:
vinho, água e refrigerante. Em relação ao consumo dessas
bebidas, verificou-se que:
• 51 pessoas consumiram vinho e água; • 43 pessoas consumiram vinho e refrigerante; • 35 pessoas consumiram água e refrigerante; • 19 pessoas consumiram as três bebidas.
O número de pessoas que consumiu apenas dois tipos de bebidas correspondeu a:
• 51 pessoas consumiram vinho e água; • 43 pessoas consumiram vinho e refrigerante; • 35 pessoas consumiram água e refrigerante; • 19 pessoas consumiram as três bebidas.
O número de pessoas que consumiu apenas dois tipos de bebidas correspondeu a:
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Os elementos da sequência (1, 8, 27, 64, 125, 216, ... ) foram
obtidos segundo um determinado padrão lógico. O quociente
entre o oitavo e o quarto termos dessa sequência é:
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Um retângulo foi dividido em oito quadrados congruentes,
numerados de 1 a 8, conforme mostra a figura a seguir.
Os quadrados com números ímpares devem ser pintados ou de preto ou de vermelho, e os quadrados com números pares devem ser pintados ou de verde, ou de rosa ou de amarelo. O número máximo de pinturas diferentes que podem ser feitas é igual a:
Os quadrados com números ímpares devem ser pintados ou de preto ou de vermelho, e os quadrados com números pares devem ser pintados ou de verde, ou de rosa ou de amarelo. O número máximo de pinturas diferentes que podem ser feitas é igual a:
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A quantidade total de pessoas em três salas é igual a 140.
Nenhuma das salas está vazia e uma das salas possui tantas
pessoas quanto as outras duas salas juntas. Se a quantidade de
pessoas em uma dessas salas é um número divisível por 8, a
diferença entre o número de pessoas presentes nas duas salas
mais vazias é, no mínimo, igual a:
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Considere verdadeira a seguinte afirmação:
Todo alfa é beta.
Logo, também é necessariamente verdadeira a seguinte afirmação:
Todo alfa é beta.
Logo, também é necessariamente verdadeira a seguinte afirmação:
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Leia o texto a seguir:
Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone
"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."
Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).
Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.
A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.
Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.
Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.
Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.
Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.
E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.
Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.
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Leia o texto a seguir:
Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone
"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."
Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).
Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.
A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.
Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.
Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.
Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.
Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.
E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.
Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.
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