Foram encontradas 189 questões.
“Meu pai, um brilhante ceramista de Cunha, queria que eu fosse como ele”.
O adjetivo presente nesta frase é...
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Assinale a alternativa que apresenta uma frase exclamativa:
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Complete com mal ou mau. Em seguida marque a alternativa correta:
I- Eu danço o samba, mas estou aprendendo.
II- O menino jogou , porque não treinou muito.
III- O adolescente não era , ele só era mal compreendido.
IV- Com esse tempo, será impossível ir para a cachoeira em Cunha.
I- Eu danço o samba, mas estou aprendendo.
II- O menino jogou , porque não treinou muito.
III- O adolescente não era , ele só era mal compreendido.
IV- Com esse tempo, será impossível ir para a cachoeira em Cunha.
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Complete as lacunas com, mas ou mais. Em seguida marque a alternativa
correta:
Quero doce, não quero cobertura.
Estou agitada, você está que eu.
Gabriel foi dormir cedo, mesmo assim perdeu a hora.
Fábio também faz torta, o recheio que ele prepara é ainda gostoso do que o meu.
Quero doce, não quero cobertura.
Estou agitada, você está que eu.
Gabriel foi dormir cedo, mesmo assim perdeu a hora.
Fábio também faz torta, o recheio que ele prepara é ainda gostoso do que o meu.
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Complete corretamente as lacunas da frase:
tarde estava fria e os amigos foram cachoeira ver o retorno dos jovens que voltavam terra firme.
tarde estava fria e os amigos foram cachoeira ver o retorno dos jovens que voltavam terra firme.
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Assinale a alternativa correta sobre uso da virgula:
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Assinale a alternativa em que a grafia do numeral estiver incorreta:
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Falsos brilhantes querem calar Elis Regina
Tem muita gente influente disposta a convencer os brasileiros que o comercial da
Kombi é uma mera publicidade predatória que não respeita nem a memória de quem
partiu, nem o patrimônio musical. Há quem aposte num debate ideológico tendo como
base argumentativa uma visão elitista ou única da história recente, do País ou das
pessoas.
Nos últimos dias, a cantora Elis Regina voltou a esquentar a opinião pública por
conta da sua aparição por meio de recursos de inteligência artificial em comercial da
Volkswagen. Não se tratou de uma aparição qualquer. A artista surge ao lado da filha,
Maria Rita, que a perdeu quando tinha apenas quatro anos. Qualquer encontro assim
causa emoção, marca. E era isso que pretendiam os diretores da campanha.
É claro que cultura, publicidade e sentimentos imbricados tornam complicado um
debate. Mas vale nesse caso da Kombi observar nuances, ter empatia, enxergar
memórias encobertas. Não há apenas uma História, mas várias memórias. A Kombi
pode não ser somente o passado de uma empresa e sua diretoria. Trabalhadores da
fábrica de São Bernardo do Campo talvez não aceitem que os personagens mais
importantes da História sejam os patrões - ainda que em papéis incômodos -, que
eles, os peões, não sejam a Volks. A memória afetiva trabalha com a mistura de fatos
e situações muito antes do debate necessário, sem dúvida, sobre inteligência artificial.
Uma família irá recordar da Kombi que o pai usava para transportar verduras até a
feira e, nos domingos, levar os filhos à praia.
Um homem buscará na estante o fusquinha vermelho com sirene de bombeiros que
pertenceu ao menino. Os roteiros das lembranças atendem o gosto do freguês.
Mas na academia e nas redes teve quem enxergou no comercial uma profanação da
memória de Elis. Um colega na imprensa reclamou que a “alma do negócio” não
respeita as demais. Eles não conseguiram ver a emoção de Maria Rita por cantar
junto com a mãe, e que a Kombi torna-se um detalhe.
Jornal o Estado de São Paulo-Leonencio Nossa, 15 de julho de 2023
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Falsos brilhantes querem calar Elis Regina
Tem muita gente influente disposta a convencer os brasileiros que o comercial da
Kombi é uma mera publicidade predatória que não respeita nem a memória de quem
partiu, nem o patrimônio musical. Há quem aposte num debate ideológico tendo como
base argumentativa uma visão elitista ou única da história recente, do País ou das
pessoas.
Nos últimos dias, a cantora Elis Regina voltou a esquentar a opinião pública por
conta da sua aparição por meio de recursos de inteligência artificial em comercial da
Volkswagen. Não se tratou de uma aparição qualquer. A artista surge ao lado da filha,
Maria Rita, que a perdeu quando tinha apenas quatro anos. Qualquer encontro assim
causa emoção, marca. E era isso que pretendiam os diretores da campanha.
É claro que cultura, publicidade e sentimentos imbricados tornam complicado um
debate. Mas vale nesse caso da Kombi observar nuances, ter empatia, enxergar
memórias encobertas. Não há apenas uma História, mas várias memórias. A Kombi
pode não ser somente o passado de uma empresa e sua diretoria. Trabalhadores da
fábrica de São Bernardo do Campo talvez não aceitem que os personagens mais
importantes da História sejam os patrões - ainda que em papéis incômodos -, que
eles, os peões, não sejam a Volks. A memória afetiva trabalha com a mistura de fatos
e situações muito antes do debate necessário, sem dúvida, sobre inteligência artificial.
Uma família irá recordar da Kombi que o pai usava para transportar verduras até a
feira e, nos domingos, levar os filhos à praia.
Um homem buscará na estante o fusquinha vermelho com sirene de bombeiros que
pertenceu ao menino. Os roteiros das lembranças atendem o gosto do freguês.
Mas na academia e nas redes teve quem enxergou no comercial uma profanação da
memória de Elis. Um colega na imprensa reclamou que a “alma do negócio” não
respeita as demais. Eles não conseguiram ver a emoção de Maria Rita por cantar
junto com a mãe, e que a Kombi torna-se um detalhe.
Jornal o Estado de São Paulo-Leonencio Nossa, 15 de julho de 2023
I- Refere-se a um comercial da Kombi realizado por meio de inteligência artificial
II- No comercial aparece Elis Regina, já falecida com sua filha Maria Rita.
III-A Volks tinha intenção de associar as emoções do encontro, da mãe com a filha com a marca de seu carro.
IV- Algumas pessoas consideraram o anuncio uma profanação da memória de Elis, um desrespeito.
V- O autor considera que as memórias afetivas são prioritárias sobre a discussão do uso da inteligência artificial
Está correto em:
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Julgue as seguintes afirmativas sobre a atuação do fonoaudiólogo em casos
de câncer de boca e orofaringe:
I. Cabe ao fonoaudiólogo identificar quais são as possibilidades terapêuticas e proporcionar intervenções realísticas, sem superestimar técnicas ou métodos que não são aplicáveis para determinados casos. II. O fonoaudiólogo deverá sempre ajudar a manter o paciente motivado, encorajá-lo a buscar novas adaptações e compensações nas funções de fonoarticulação, mastigação e deglutição, mas sempre entre as possibilidades individuais. III. O fonoaudiólogo, junto com a equipe multidisciplinar, deve discutir e determinar melhores meios de reabilitação funcional, disponibilizando todos os recursos possíveis, a fim de proporcionar uma reintegração social mais efetiva e digna para alguém que teve tantas perdas com o tratamento. IV. A melhora da qualidade de vida dos pacientes, abordando diretamente as questões funcionais, constitui o grande objetivo do fonoaudiólogo.
São corretas as afirmativas:
I. Cabe ao fonoaudiólogo identificar quais são as possibilidades terapêuticas e proporcionar intervenções realísticas, sem superestimar técnicas ou métodos que não são aplicáveis para determinados casos. II. O fonoaudiólogo deverá sempre ajudar a manter o paciente motivado, encorajá-lo a buscar novas adaptações e compensações nas funções de fonoarticulação, mastigação e deglutição, mas sempre entre as possibilidades individuais. III. O fonoaudiólogo, junto com a equipe multidisciplinar, deve discutir e determinar melhores meios de reabilitação funcional, disponibilizando todos os recursos possíveis, a fim de proporcionar uma reintegração social mais efetiva e digna para alguém que teve tantas perdas com o tratamento. IV. A melhora da qualidade de vida dos pacientes, abordando diretamente as questões funcionais, constitui o grande objetivo do fonoaudiólogo.
São corretas as afirmativas:
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