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Foram encontradas 1.737 questões.

3466490 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Baseados em ipês, cientistas criam tratamento contra o câncer; eficaz e menos efeitos colaterais

(Texto adaptado para fins didáticos.)
Cientistas brasileiros desenvolvem um tratamento contra o câncer com base nessa árvore nativa brasileira. Os novos compostos quimioterápicos prometem ser mais eficazes contra a doença e causar menos efeitos colaterais.
Essas moléculas são projetadas para atacar as células cancerígenas e preservar as células saudáveis do organismo. Algo totalmente inédito porque até então, os projetos existentes atacavam células doentes mas atingiam as sadias também.
O estudo é uma parceria da UFC, Universidade Federal do Ceará, com as universidades federais de Minas Gerais e Santa Catarina e da Universidade do Texas, nos Estados Unidos. Os estudos avançam e o foco agora é "criar novas estratégias para o combate ao câncer de próstata, ovário e mama", disse Bruno Coêlho Cavalcanti, um dos pesquisadores.
A pesquisadora Cláudia Pessoa e a equipe, do Laboratório de Oncologia Experimenta, utilizaram as propriedades características das moléculas do ipê para criar novas versões sintetizadas.
Professora do Departamento de Fisiologia e Farmacologia da UFC, ela disse que os cientistas trabalham para criar um remédio para combater a doença.
"Os testes realizados até o momento foram in vitro. Ainda precisamos partir para os testes em modelos animais e em pessoas. Se os resultados forem promissores, será possível desenvolver um novo protótipo de fármaco para tratamento contra o câncer com menos efeitos colaterais para os pacientes."
A ideia é avaliar a eficácia e segurança do tratamento. Depois, será a vez dos estudos clínicos em humanos.
https://www.sonoticiaboa.com.br/2024/09/06/baseados-ipes-cientistas-tratamento-contra-cancer-eficacia-menos-efeitos-colaterais
"Os estudos avançam e o foco agora é "criar novas estratégias para o combate ao câncer de próstata, ovário e mama", disse Bruno Coêlho Cavalcanti, um dos pesquisadores."
Nos termos da Norma Culta da Língua Portuguesa, é correto separar o recorte "disse Bruno Côelho Cavalcanti" do restante do período por vírgulas.
 

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3466489 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Nomofobia: o medo de ficar sem celular atinge mais de 60% dos brasileiros
(Texto adaptado para fins didáticos.)
Apesar de ser ainda pouco conhecido, o termo nomofobia remete à ansiedade gerada pela falta do celular. Em outras palavras, também pode ser definido como um sintoma da ausência dos smartphones.
Um estudo recente da nomophobia.com, portal dedicado ao tema, revela que 60% dos brasileiros reportam ansiedade quando não estão com seus celulares. O levantamento mostra ainda que 87% se consideram dependentes de seus smartphones para suas atividades diárias, o que mostra o papel central dos celulares no estilo de vida da população.
"Os dados mostram que os latino-americanos, estão cada vez mais dependentes dos seus celulares, o que é preocupante dada as implicações psicológicas e físicas que isto tem nas populações", disse Patrick O'Neill, criador do nomophobia.com e do termo que foi cunhado em 2008.
O uso de smartphones tem aumentado constantemente no Brasil, com 71% dos entrevistados relatando possuir um smartphone, enquanto 27% afirmam ter dois. Para 79%, o celular não era utilizado para os mesmos fins há cinco anos, refletindo a constante evolução da tecnologia que trouxe inúmeras possibilidades de uso.
Para 85% dos brasileiros, os telefones celulares facilitam as transações financeiras por meio de pagamentos móveis. Além disso, 70% utilizam o aparelho para entretenimento, como ouvir música, assistir filmes e jogar, enquanto 57% relatam que ele contribui para a educação ao proporcionar ensino à distância. Por fim, 30% relataram ter conhecido o parceiro através de redes sociais ou aplicativos de namoro.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/09/mais-de-60-dos-brasileiros-estao-com-nomofobia-entenda-o-medo-de-ficar-sem-celular/
Nos termos da Norma Culta da Língua Portuguesa, pode-se afirmar que é correto substituir a letra f da palavra "nomofobia" pelas letras ph.
 

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3466488 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Nomofobia: o medo de ficar sem celular atinge mais de 60% dos brasileiros
(Texto adaptado para fins didáticos.)
Apesar de ser ainda pouco conhecido, o termo nomofobia remete à ansiedade gerada pela falta do celular. Em outras palavras, também pode ser definido como um sintoma da ausência dos smartphones.
Um estudo recente da nomophobia.com, portal dedicado ao tema, revela que 60% dos brasileiros reportam ansiedade quando não estão com seus celulares. O levantamento mostra ainda que 87% se consideram dependentes de seus smartphones para suas atividades diárias, o que mostra o papel central dos celulares no estilo de vida da população.
"Os dados mostram que os latino-americanos, estão cada vez mais dependentes dos seus celulares, o que é preocupante dada as implicações psicológicas e físicas que isto tem nas populações", disse Patrick O'Neill, criador do nomophobia.com e do termo que foi cunhado em 2008.
O uso de smartphones tem aumentado constantemente no Brasil, com 71% dos entrevistados relatando possuir um smartphone, enquanto 27% afirmam ter dois. Para 79%, o celular não era utilizado para os mesmos fins há cinco anos, refletindo a constante evolução da tecnologia que trouxe inúmeras possibilidades de uso.
Para 85% dos brasileiros, os telefones celulares facilitam as transações financeiras por meio de pagamentos móveis. Além disso, 70% utilizam o aparelho para entretenimento, como ouvir música, assistir filmes e jogar, enquanto 57% relatam que ele contribui para a educação ao proporcionar ensino à distância. Por fim, 30% relataram ter conhecido o parceiro através de redes sociais ou aplicativos de namoro.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/09/mais-de-60-dos-brasileiros-estao-com-nomofobia-entenda-o-medo-de-ficar-sem-celular/
Infere-se do texto que a nomofobia é um termo recente, cunhado em 2022.
 

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3466487 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Nomofobia: o medo de ficar sem celular atinge mais de 60% dos brasileiros
(Texto adaptado para fins didáticos.)
Apesar de ser ainda pouco conhecido, o termo nomofobia remete à ansiedade gerada pela falta do celular. Em outras palavras, também pode ser definido como um sintoma da ausência dos smartphones.
Um estudo recente da nomophobia.com, portal dedicado ao tema, revela que 60% dos brasileiros reportam ansiedade quando não estão com seus celulares. O levantamento mostra ainda que 87% se consideram dependentes de seus smartphones para suas atividades diárias, o que mostra o papel central dos celulares no estilo de vida da população.
"Os dados mostram que os latino-americanos, estão cada vez mais dependentes dos seus celulares, o que é preocupante dada as implicações psicológicas e físicas que isto tem nas populações", disse Patrick O'Neill, criador do nomophobia.com e do termo que foi cunhado em 2008.
O uso de smartphones tem aumentado constantemente no Brasil, com 71% dos entrevistados relatando possuir um smartphone, enquanto 27% afirmam ter dois. Para 79%, o celular não era utilizado para os mesmos fins há cinco anos, refletindo a constante evolução da tecnologia que trouxe inúmeras possibilidades de uso.
Para 85% dos brasileiros, os telefones celulares facilitam as transações financeiras por meio de pagamentos móveis. Além disso, 70% utilizam o aparelho para entretenimento, como ouvir música, assistir filmes e jogar, enquanto 57% relatam que ele contribui para a educação ao proporcionar ensino à distância. Por fim, 30% relataram ter conhecido o parceiro através de redes sociais ou aplicativos de namoro.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/09/mais-de-60-dos-brasileiros-estao-com-nomofobia-entenda-o-medo-de-ficar-sem-celular/
De acordo com o texto, a maioria dos brasileiros se considera dependente de seus smartphones para atividades diárias.
 

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3466486 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Nomofobia: o medo de ficar sem celular atinge mais de 60% dos brasileiros
(Texto adaptado para fins didáticos.)
Apesar de ser ainda pouco conhecido, o termo nomofobia remete à ansiedade gerada pela falta do celular. Em outras palavras, também pode ser definido como um sintoma da ausência dos smartphones.
Um estudo recente da nomophobia.com, portal dedicado ao tema, revela que 60% dos brasileiros reportam ansiedade quando não estão com seus celulares. O levantamento mostra ainda que 87% se consideram dependentes de seus smartphones para suas atividades diárias, o que mostra o papel central dos celulares no estilo de vida da população.
"Os dados mostram que os latino-americanos, estão cada vez mais dependentes dos seus celulares, o que é preocupante dada as implicações psicológicas e físicas que isto tem nas populações", disse Patrick O'Neill, criador do nomophobia.com e do termo que foi cunhado em 2008.
O uso de smartphones tem aumentado constantemente no Brasil, com 71% dos entrevistados relatando possuir um smartphone, enquanto 27% afirmam ter dois. Para 79%, o celular não era utilizado para os mesmos fins há cinco anos, refletindo a constante evolução da tecnologia que trouxe inúmeras possibilidades de uso.
Para 85% dos brasileiros, os telefones celulares facilitam as transações financeiras por meio de pagamentos móveis. Além disso, 70% utilizam o aparelho para entretenimento, como ouvir música, assistir filmes e jogar, enquanto 57% relatam que ele contribui para a educação ao proporcionar ensino à distância. Por fim, 30% relataram ter conhecido o parceiro através de redes sociais ou aplicativos de namoro.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/09/mais-de-60-dos-brasileiros-estao-com-nomofobia-entenda-o-medo-de-ficar-sem-celular/
"Os dados mostram que os latino-americanos, estão cada vez mais dependentes dos seus celulares, o que é preocupante dada as implicações psicológicas e físicas que isto tem nas populações."
Nos termos da Norma Culta da Língua Portuguesa, pode-se afirmar que o emprego do termo "dada" no singular no trecho do texto lido acima implica em erro de concordância nominal.
 

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3466485 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Nomofobia: o medo de ficar sem celular atinge mais de 60% dos brasileiros
(Texto adaptado para fins didáticos.)
Apesar de ser ainda pouco conhecido, o termo nomofobia remete à ansiedade gerada pela falta do celular. Em outras palavras, também pode ser definido como um sintoma da ausência dos smartphones.
Um estudo recente da nomophobia.com, portal dedicado ao tema, revela que 60% dos brasileiros reportam ansiedade quando não estão com seus celulares. O levantamento mostra ainda que 87% se consideram dependentes de seus smartphones para suas atividades diárias, o que mostra o papel central dos celulares no estilo de vida da população.
"Os dados mostram que os latino-americanos, estão cada vez mais dependentes dos seus celulares, o que é preocupante dada as implicações psicológicas e físicas que isto tem nas populações", disse Patrick O'Neill, criador do nomophobia.com e do termo que foi cunhado em 2008.
O uso de smartphones tem aumentado constantemente no Brasil, com 71% dos entrevistados relatando possuir um smartphone, enquanto 27% afirmam ter dois. Para 79%, o celular não era utilizado para os mesmos fins há cinco anos, refletindo a constante evolução da tecnologia que trouxe inúmeras possibilidades de uso.
Para 85% dos brasileiros, os telefones celulares facilitam as transações financeiras por meio de pagamentos móveis. Além disso, 70% utilizam o aparelho para entretenimento, como ouvir música, assistir filmes e jogar, enquanto 57% relatam que ele contribui para a educação ao proporcionar ensino à distância. Por fim, 30% relataram ter conhecido o parceiro através de redes sociais ou aplicativos de namoro.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/09/mais-de-60-dos-brasileiros-estao-com-nomofobia-entenda-o-medo-de-ficar-sem-celular/
Depreende-se do texto que apenas 30% dos brasileiros utilizam o smartphone para atividades de entretenimento.
 

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3466484 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Nomofobia: o medo de ficar sem celular atinge mais de 60% dos brasileiros
(Texto adaptado para fins didáticos.)
Apesar de ser ainda pouco conhecido, o termo nomofobia remete à ansiedade gerada pela falta do celular. Em outras palavras, também pode ser definido como um sintoma da ausência dos smartphones.
Um estudo recente da nomophobia.com, portal dedicado ao tema, revela que 60% dos brasileiros reportam ansiedade quando não estão com seus celulares. O levantamento mostra ainda que 87% se consideram dependentes de seus smartphones para suas atividades diárias, o que mostra o papel central dos celulares no estilo de vida da população.
"Os dados mostram que os latino-americanos, estão cada vez mais dependentes dos seus celulares, o que é preocupante dada as implicações psicológicas e físicas que isto tem nas populações", disse Patrick O'Neill, criador do nomophobia.com e do termo que foi cunhado em 2008.
O uso de smartphones tem aumentado constantemente no Brasil, com 71% dos entrevistados relatando possuir um smartphone, enquanto 27% afirmam ter dois. Para 79%, o celular não era utilizado para os mesmos fins há cinco anos, refletindo a constante evolução da tecnologia que trouxe inúmeras possibilidades de uso.
Para 85% dos brasileiros, os telefones celulares facilitam as transações financeiras por meio de pagamentos móveis. Além disso, 70% utilizam o aparelho para entretenimento, como ouvir música, assistir filmes e jogar, enquanto 57% relatam que ele contribui para a educação ao proporcionar ensino à distância. Por fim, 30% relataram ter conhecido o parceiro através de redes sociais ou aplicativos de namoro.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/09/mais-de-60-dos-brasileiros-estao-com-nomofobia-entenda-o-medo-de-ficar-sem-celular/
"Além disso, 70% utilizam o aparelho para entretenimento, como ouvir música, assistir filmes e jogar, enquanto 57% relatam que ele contribui para a educação ao proporcionar ensino à distância."
Nos termos da Norma Culta da Língua Portuguesa, a crase empregada no trecho acima está correta.
 

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3466483 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
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A expressão artística e a criatividade são fundamentais para o desenvolvimento integral dos alunos, pois permitem a exploração de novas formas de pensar e interagir com o mundo. Atividades como pintura, música, poesia, jogos, dança e brincadeiras contribuem para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social dos estudantes, além de promoverem a inovação e a resolução de problemas de maneira lúdica. O uso dessas expressões no contexto educacional estimula a criatividade e a colaboração, ao mesmo tempo em que fortalece a relação dos alunos com o processo de aprendizagem.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir:

A inclusão de pintura, música e poesia no ambiente escolar é recomendada apenas em contextos específicos de educação artística, não tendo impacto relevante no aprendizado de outras disciplinas ou no desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais ou emocionais.
 

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3466482 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
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A expressão artística e a criatividade são fundamentais para o desenvolvimento integral dos alunos, pois permitem a exploração de novas formas de pensar e interagir com o mundo. Atividades como pintura, música, poesia, jogos, dança e brincadeiras contribuem para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social dos estudantes, além de promoverem a inovação e a resolução de problemas de maneira lúdica. O uso dessas expressões no contexto educacional estimula a criatividade e a colaboração, ao mesmo tempo em que fortalece a relação dos alunos com o processo de aprendizagem.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir:

Atividades como pintura, música e poesia, embora sejam interessantes para momentos de recreação, não possuem grande relevância no desenvolvimento das habilidades cognitivas dos alunos. Essas práticas artísticas são mais voltadas para o lazer e não influenciam diretamente o aprendizado ou a capacidade de resolução de problemas.
 

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3466481 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
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A expressão artística e a criatividade são fundamentais para o desenvolvimento integral dos alunos, pois permitem a exploração de novas formas de pensar e interagir com o mundo. Atividades como pintura, música, poesia, jogos, dança e brincadeiras contribuem para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social dos estudantes, além de promoverem a inovação e a resolução de problemas de maneira lúdica. O uso dessas expressões no contexto educacional estimula a criatividade e a colaboração, ao mesmo tempo em que fortalece a relação dos alunos com o processo de aprendizagem.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir:

Jogos, dança e brincadeiras são atividades recomendadas apenas para a educação infantil, sendo inadequadas para promover o desenvolvimento cognitivo e social em faixas etárias mais avançadas. À medida que os alunos avançam na escolaridade, essas atividades devem ser substituídas por práticas mais formais e teóricas, adequadas ao desenvolvimento acadêmico.
 

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