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1186441 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Damianópolis-GO
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O desastre humanitário que o mundo não quer ver

Com a conivência das potências ocidentais, 1,5 milhão de crianças enfrentam a subnutrição no Iêmen.

O impulso natural quando se vê o corpinho raquítico de uma criança vítima da fome crônica é o de repulsa. Uns viram o rosto, outros fecham os olhos. Para quem se importa com algo mais além do próprio umbigo, é obrigatório assistir à reportagem da BBC, mas é impossível fazê-lo sem ficar chocado, revoltado ou emocionado — ou tudo isso junto. Mas não é esse o motivo que faz com que o mundo não queira ver a grande tragédia alimentar que está se desenrolando no Iêmen, país que já era o mais pobre do Oriente Médio quando foi tragado para uma guerra civil em março de 2015. O mundo não quer ver o que acontece no Iêmen porque é parcialmente responsável pelo que acontece lá (principalmente aquela parte do mundo que se convencionou chamar de “potências ocidentais”).

Mas, antes de buscar a razão para essa omissão, vamos esmiuçar a tragédia. Como explica o vídeo da BBC, postado na página de Facebook da rede britânica no dia 21 de setembro, há 1,5 milhão de crianças subnutridas no Iêmen. As cenas de meninos, meninas e bebês esqueléticos lembram as clássicas fotografias da fome crônica em países como Somália e Biafra no século passado.

Uma das vítimas da subnutrição mostradas na reportagem da BBC é o menino Celine, de 8 anos [...] No Iêmen, nada menos que 370.000 crianças sofrem de subnutrição com o mesmo grau de gravidade que Celine. A reportagem mostra também um menino de 18 meses que, devido ao desenvolvimento motor prejudicado pela falta de comida, ainda não consegue andar. Essa tragédia humanitária não é resultado apenas da pobreza longeva no país. Trata-se de uma das consequências da guerra iniciada em 2015, quando rebeldes huti botaram o presidente para correr. Rebeliões, insurgências e conflitos internos são recorrentes na história do país, mas esta é diferente. O Iêmen está sendo bombardeado por uma coalizão de países árabes de maioria sunita, liderados pela Arábia Saudita, para evitar que as milícias huti, que são xiitas e apoiadas pelo Irã, dominem o país. O Iêmen é um microcosmo das duas maiores fontes de instabilidade global da atualidade: a rixa entre muçulmanos sunitas e xiitas e a luta contra o terrorismo. O bloqueio econômico imposto pela Arábia Saudita ao país e os bombardeios, que obrigaram 600 hospitais a fechar suas portas, afetam tanto a disponibilidade de alimentos quanto a possibilidade de a população conseguir assistência de saúde e humanitária.

As potências ocidentais não estão envolvidas diretamente neste conflito, mas dão apoio técnico e bélico à coalizão que realiza os bombardeios, que no período de um ano foram responsáveis por metade das mortes de civis. Nem a Rússia, que é frequentemente acusada de não ligar para as mortes colaterais em seus bombardeios na Síria, provoca tanta destruição e morte. Estados Unidos, França e Inglaterra permitem que empresas de seus países vendam armas para a Arábia Saudita usar em sua campanha no Iêmen. Armas que são usadas para destruir mercados, hospitais e mesquitas. Para não deixar a informação tão impessoal: Barack Obama, François Hollande e David Cameron (recentemente substituído por Theresa May) autorizam ou autorizaram a venda das armas que estão agravando a catástrofe humanitária no Iêmen.

Um quarto da população está à beira da inanição. Como esses líderes do mundo livre conseguem pousar a cabeça no travesseiro com a consciência limpa, no fim do dia?

(SCHELP, Diogo. 23/09/2016. Disponível: http://veja.abril.com.br/blog/a-boa-e-velha-reportagem/o-desastre-humanitario-que-o-mundo-naoquer-ver/.)

Acerca do discurso argumentativo, a validade do argumento utilizado é constatada e confirmada, muitas vezes, através de uma construção lógica em que pode ser observada a consistência do raciocínio. Os argumentos apresentados no texto são necessários para que haja sustentação da tese apresentada. Acerca da tese, pode-se afirmar que
 

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1186440 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Damianópolis-GO
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O desastre humanitário que o mundo não quer ver

Com a conivência das potências ocidentais, 1,5 milhão de crianças enfrentam a subnutrição no Iêmen.

O impulso natural quando se vê o corpinho raquítico de uma criança vítima da fome crônica é o de repulsa. Uns viram o rosto, outros fecham os olhos. Para quem se importa com algo mais além do próprio umbigo, é obrigatório assistir à reportagem da BBC, mas é impossível fazê-lo sem ficar chocado, revoltado ou emocionado — ou tudo isso junto. Mas não é esse o motivo que faz com que o mundo não queira ver a grande tragédia alimentar que está se desenrolando no Iêmen, país que já era o mais pobre do Oriente Médio quando foi tragado para uma guerra civil em março de 2015. O mundo não quer ver o que acontece no Iêmen porque é parcialmente responsável pelo que acontece lá (principalmente aquela parte do mundo que se convencionou chamar de “potências ocidentais”).

Mas, antes de buscar a razão para essa omissão, vamos esmiuçar a tragédia. Como explica o vídeo da BBC, postado na página de Facebook da rede britânica no dia 21 de setembro, há 1,5 milhão de crianças subnutridas no Iêmen. As cenas de meninos, meninas e bebês esqueléticos lembram as clássicas fotografias da fome crônica em países como Somália e Biafra no século passado.

Uma das vítimas da subnutrição mostradas na reportagem da BBC é o menino Celine, de 8 anos [...] No Iêmen, nada menos que 370.000 crianças sofrem de subnutrição com o mesmo grau de gravidade que Celine. A reportagem mostra também um menino de 18 meses que, devido ao desenvolvimento motor prejudicado pela falta de comida, ainda não consegue andar. Essa tragédia humanitária não é resultado apenas da pobreza longeva no país. Trata-se de uma das consequências da guerra iniciada em 2015, quando rebeldes huti botaram o presidente para correr. Rebeliões, insurgências e conflitos internos são recorrentes na história do país, mas esta é diferente. O Iêmen está sendo bombardeado por uma coalizão de países árabes de maioria sunita, liderados pela Arábia Saudita, para evitar que as milícias huti, que são xiitas e apoiadas pelo Irã, dominem o país. O Iêmen é um microcosmo das duas maiores fontes de instabilidade global da atualidade: a rixa entre muçulmanos sunitas e xiitas e a luta contra o terrorismo. O bloqueio econômico imposto pela Arábia Saudita ao país e os bombardeios, que obrigaram 600 hospitais a fechar suas portas, afetam tanto a disponibilidade de alimentos quanto a possibilidade de a população conseguir assistência de saúde e humanitária.

As potências ocidentais não estão envolvidas diretamente neste conflito, mas dão apoio técnico e bélico à coalizão que realiza os bombardeios, que no período de um ano foram responsáveis por metade das mortes de civis. Nem a Rússia, que é frequentemente acusada de não ligar para as mortes colaterais em seus bombardeios na Síria, provoca tanta destruição e morte. Estados Unidos, França e Inglaterra permitem que empresas de seus países vendam armas para a Arábia Saudita usar em sua campanha no Iêmen. Armas que são usadas para destruir mercados, hospitais e mesquitas. Para não deixar a informação tão impessoal: Barack Obama, François Hollande e David Cameron (recentemente substituído por Theresa May) autorizam ou autorizaram a venda das armas que estão agravando a catástrofe humanitária no Iêmen.

Um quarto da população está à beira da inanição. Como esses líderes do mundo livre conseguem pousar a cabeça no travesseiro com a consciência limpa, no fim do dia?

(SCHELP, Diogo. 23/09/2016. Disponível: http://veja.abril.com.br/blog/a-boa-e-velha-reportagem/o-desastre-humanitario-que-o-mundo-naoquer-ver/.)

“Se dissermos: ‘Está chovendo’, estaremos enunciando um acontecimento constatado por nós e o juízo proferido é um juízo de fato. Se, porém, falarmos: ‘A chuva é boa para as plantas’ ou ‘A chuva é bela’, estaremos interpretando e avaliando o acontecimento. Nesse caso, proferimos um juízo de valor.”

(CHAUI, Marilena. Convite à Fiolosofia. São Paulo: Ática, 1994.)

Considerando o conceito anterior, assinale o fragmento em que o autor demonstra parcialidade textual através de uma avaliação acerca de um fato.

 

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1186439 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Damianópolis-GO
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Leia o fragmento de texto a seguir.
Já era tempo de os trabalhadores terem as coisas a seu modo...
E por um dia de trabalho receberem um dia de salário
Este é o momento para fazer greves, pelo menos assim me parece
O monopólio recebeu golpes, mas este deve ser fatal
Os trabalhadores aos milhares se queixam, seu fardo é pesado
Que a ordem marque sua conduta, que encontrem o sucesso ao final.
(PALMER, Roy. A touch on the times: songs of social change. 1770-1914. Middlesex: Peguin Education Books, 1974, p.309.)

O fragmento retrata uma situação da realidade dos trabalhadores.
Qual o melhor título para o fragmento
anterior?
 

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1186438 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Damianópolis-GO
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“O nome da operação ‘Lava Jato’ decorre do uso de uma rede de postos de combustíveis e lava a jato de automóveis para movimentar recursos ilícitos pertencentes a uma das organizações criminosas inicialmente investigadas. Embora a investigação tenha avançado para outras organizações criminosas, o nome inicial se consagrou.”

(Disponível em: http://lavajato.mpf.mp.br/entenda-o-caso.)

Várias fases compõem a “Lava Jato”, dentre as quais podemos apontar:

 

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1186437 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Damianópolis-GO
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Observe o quadro a seguir.

Enunciado 1186437-1

Ao observar o quadro e tendo em vista a realidade do ensino médio na atualidade brasileira, analise as afirmativas a seguir.

I. As mudanças em destaque sob o título de “ANTES”, referem-se à LDB, em funcionamento no Brasil há mais de 40 anos.

II. As mudanças em destaque sob o título de “DEPOIS”, referem-se à Medida Provisória, do governo Temer.

III. Os estados e os municípios que não se adequarem às novas regras, ainda este ano, sofrerão sanções econômicas graves por parte do governo.

IV. O prazo hábil oferecido às escolas para se desvincularem da LDB é até o início do próximo ano letivo.

Estão corretas apenas as afirmativas

 

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1186436 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Damianópolis-GO
Analise as afirmativas que tratam da inserção da mulher no mercado de trabalho.

I.A inserção da mulher no mercado de trabalho trouxe mudanças na sua relação com o mundo e gerou a necessidade de conciliar essa nova atividade com as demais áreas de sua vida.
II.
O papel das mulheres, que antes se restringia praticamente às relações com a família, passou a ser visto na esfera pública, regido pelos princípios do mercado capitalista.
III.A organização familiar passou, então, por modificações na divisão das tarefas domésticas e na educação dos filhos.
IV.Mesmo sendo profissional, a mulher não se desvincula das atividades da vida familiar, passando a exercer dupla jornada e buscando reconhecimento.

Acerca da realidade na inserção da mulher
no mercado de trabalho estão corretas as afirmativas
 

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1186435 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Damianópolis-GO
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“A missão brasileira no Haiti completa 10 anos em meio a incertezas. Quando os capacetes azuis brasileiros chegaram ao país da América Central a situação de vulnerabilidade era tamanha que o então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, chegou a dizer que seria uma missão de longo prazo: com data para começar, mas não para acabar. Hoje, dez anos depois da liderança do Brasil nessa missão, sua relevância é reavaliada.”

(Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/internacional/minustah-completa-10-anos-em-meio-a-incertezas-7340.html.)

A principal razão, naquela época, para a criação e execução dessa missão foi:

 

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1186434 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Damianópolis-GO
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“É uma extensa área sedimentar que vai do litoral do Espírito Santo ao de Santa Catarina. Com mais de 800 quilômetros, abrangendo as bacias do Espírito Santo, Campos e Santos, com reservas de petróleo entre 5 e 6 mil metros de profundidade. A camada recebe esse nome por estar recoberta por uma camada de sal que, em seu interior, possui petróleo e gás nos poros das rochas.” Qual o nome da camada descrita anteriormente?
 

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1186433 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Damianópolis-GO
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Acerca do envelhecimento da população, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Hoje, o número de idosos vem crescendo no Brasil.

( ) Com as pessoas vivendo mais, os benefícios sociais, como aposentadoria, são recebidos por mais tempo pelos idosos.

( ) O aumento da população da terceira idade requer mais investimentos também na área de saúde, assistência hospitalar, assistência social, entre outros.

A sequência está correta em

 

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“Na série de pinturas denominadas ‘Os retirantes’, o artista denunciou de forma categórica uma das mais trágicas realidades da sociedade brasileira: o êxodo de milhares de nordestinos que fugiam da miséria e da opressão do latifúndio.” O pintor ao qual o enunciado se refere é:
 

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