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Foram encontradas 20 questões.

3546950 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Descanso-SC
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No ensino de Geografia, o uso de diferentes recursos didáticos, como livros, mapas, globos e tecnologias digitais, é essencial para promover uma aprendizagem significativa. Considerando a integração desses recursos, qual das alternativas a seguir melhor exemplifica uma prática pedagógica que maximiza o potencial didático de diferentes materiais?
 

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3546949 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Descanso-SC
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A adequação do planejamento e das práticas pedagógicas aos princípios da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é essencial para garantir uma educação de qualidade. Considerando os princípios da BNCC, qual das alternativas a seguir representa uma prática pedagógica que promove a autonomia e a participação ativa dos alunos no processo de aprendizagem?
 

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3546948 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Descanso-SC
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A Lei nº 13.005/14 aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) e estabelece diretrizes importantes para a educação no Brasil. Considerando as metas do PNE, qual das alternativas a seguir representa uma ação que contribui de forma significativa para a efetivação dessas metas, especialmente no que diz respeito à educação básica e à melhoria da qualidade do ensino?
 

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3546947 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Descanso-SC
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A integração das teorias de aprendizagem com a prática pedagógica é crucial para um ensino de Geografia efetivo. Considerando diferentes teorias de aprendizagem, qual das alternativas a seguir melhor exemplifica uma abordagem pedagógica que aplica essas teorias de forma prática e significativa?
 

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3546946 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Descanso-SC
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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece diretrizes que visam integrar os conteúdos de Geografia às competências e habilidades essenciais para a formação dos estudantes. Qual das alternativas a seguir melhor exemplifica essa integração, promovendo um aprendizado significativo e contextualizado?
 

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3546945 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Descanso-SC
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A análise de questões globais atuais é essencial para compreender as complexas interações que moldam o mundo contemporâneo. Considerando temas como mudanças climáticas, globalização, migrações e conflitos geopolíticos, qual das alternativas a seguir melhor representa uma abordagem crítica e integrada para o ensino desses assuntos?
 

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O Município pode celebrar convênios, acordos e outros termos de ajustes com a União, Estados, Distrito Federal e Municípios de acordo com a Lei Orgânica do Município de Descanso/SC, sobre esse assunto, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):

(__) Os convênios podem estabelecer prática de atos de fiscalização tributária, cujos valores sejam percentualmente transferidos ao Município.

(__) Os convênios podem visar à realização de obras ou a exploração de serviços públicos de interesse comum.

(__) Não é permitido ao Município, mediante convênios ou contratos, criar entidades intermunicipais para a realização de obras, atividades e serviços de interesse comum.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo.

 

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A geografia estuda o espaço de acordo com seus aspectos físicos e naturais. A respeito do Estado de Santa Catarina, abaixo estão algumas informações geográficas sobre o mesmo, dentre elas, marque a alternativa INCORRETA.
 

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O mistério dos pequenos pontos vermelhos no espaço que intriga os astrônomos


O poder do telescópio espacial James Webb foi colocado à prova recentemente, com resultados que intrigaram até mesmo os cientistas.


O telescópio detectou no espaço indícios de objetos que se formaram há 12 bilhões de anos — relativamente pouco depois do Big Bang, que teria ocorrido há 13,8 bilhões de anos.


Trata-se de objetos que nunca haviam sido detectados antes e que desafiam o que a ciência sabe sobre como se formam as galáxias.


Devido ao seu brilho no espectro vermelho dos instrumentos usados para observá-los, os astrônomos batizaram os objetos de "pequenos pontos vermelhos". Mas definir o que eles são está gerando um debate entre cientistas.


Eles parecem pequenas galáxias, com cerca de 3% do tamanho da Via Láctea — mas contendo bilhões de estrelas.

Também poderia se tratar de galáxias com grandes números de buracos negros, que é uma formação que nunca foi observada até hoje nas galáxias mais próximas que se tem conhecimento.

Tudo depende de como estes objetos astrofísicos estão sendo observados.

Alguns especialistas inclusive comparam a sua mudança de aparência com uma espécie de polvo que consegue mudar sua cor e forma para se camuflar.

Eles são "mestres do disfarce", diz o astrofísico Fabio Pacucci, do Instituto Smithsonian, nos Estados Unidos.

Os pequenos pontos vermelhos "vêm de distâncias tão longínquas que chegam aqui muito fracos", explica à BBC News Mundoo astrônomo Mario Hamuy, professor da Universidade de Chile.

"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem têm sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."

Diferentemente dos telescópios de uso doméstico, os grandes telescópios como o James Webb podem captar a luz de objetos muito distantes no universo. Os sinais de energia que ele recebe podem ser captados em frequências distintas, que são analisadas em espectros.

Quando o James Webb focou nos pontos mais distantes do universo, ele se deparou com sinais dos "pequenos pontos vermelhos", que tinham características diferentes de objetos astrofísicos conhecidos anteriormente.

Dependendo de como se enxerga no espectro, eles possuem características que dividem as opiniões dos cientistas.

"Todas as fontes de luz do universo mudam de aparência quando se as observa em distintas janelas do espectro eletromagnético. Da mesma forma que acontece quando se faz uma imagem com raio-X ou com luz da sua mão. No primeiro caso, você verá os ossos da mão, e no segundo verá a pele", explica Hamuy.

"Os pequenos pontos vermelhos não são uma exceção. Dependendo da janela do espectro que você usa, verá regiões internas distintas do objeto", diz.

Como outros objetos do começo do universo, estes pontos existiram há bilhões de anos. Telescópios como o James Webb detectam a luz que viajou desde então pelo espaço.

Por causa dessas diferenças de análises do espectro que os cientistas viram nesses pequenos pontos vermelhos características diferentes: às vezes como uma galáxia que abriga milhões de estrelas, às vezes como uma galáxia com um buraco negro supermassivo.

"Não vemos este tipo de galáxias no nosso universo próximo. Foi algo que surgiu nessa época do início do universo, que durou por um certo tempo e que agora não vemos mais", disse à BBC News Mundo a astrofísica Begoña Vila, engenheira de instrumentos da Nasa.

"Quando se começou a observá-los, no princípio se pensava se tratar de outro objeto. Mas agora se sabe que são galáxias e isso é superemocionante para todos."

Por serem diferentes e por serem "mestres do disfarce", os objetos estão desafiando os modelos que os cientistas construíram para explicar a origem das galáxias.

"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem tem sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g5zkqgk9go adaptado

"Mas agora se sabe que são galáxias e isso é superemocionante para todos." Em relação à ortografia do vocábulo 'superemocionante' é correto afirmar:
 

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O mistério dos pequenos pontos vermelhos no espaço que intriga os astrônomos


O poder do telescópio espacial James Webb foi colocado à prova recentemente, com resultados que intrigaram até mesmo os cientistas.


O telescópio detectou no espaço indícios de objetos que se formaram há 12 bilhões de anos — relativamente pouco depois do Big Bang, que teria ocorrido há 13,8 bilhões de anos.


Trata-se de objetos que nunca haviam sido detectados antes e que desafiam o que a ciência sabe sobre como se formam as galáxias.


Devido ao seu brilho no espectro vermelho dos instrumentos usados para observá-los, os astrônomos batizaram os objetos de "pequenos pontos vermelhos". Mas definir o que eles são está gerando um debate entre cientistas.


Eles parecem pequenas galáxias, com cerca de 3% do tamanho da Via Láctea — mas contendo bilhões de estrelas.

Também poderia se tratar de galáxias com grandes números de buracos negros, que é uma formação que nunca foi observada até hoje nas galáxias mais próximas que se tem conhecimento.

Tudo depende de como estes objetos astrofísicos estão sendo observados.

Alguns especialistas inclusive comparam a sua mudança de aparência com uma espécie de polvo que consegue mudar sua cor e forma para se camuflar.

Eles são "mestres do disfarce", diz o astrofísico Fabio Pacucci, do Instituto Smithsonian, nos Estados Unidos.

Os pequenos pontos vermelhos "vêm de distâncias tão longínquas que chegam aqui muito fracos", explica à BBC News Mundoo astrônomo Mario Hamuy, professor da Universidade de Chile.

"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem têm sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."

Diferentemente dos telescópios de uso doméstico, os grandes telescópios como o James Webb podem captar a luz de objetos muito distantes no universo. Os sinais de energia que ele recebe podem ser captados em frequências distintas, que são analisadas em espectros.

Quando o James Webb focou nos pontos mais distantes do universo, ele se deparou com sinais dos "pequenos pontos vermelhos", que tinham características diferentes de objetos astrofísicos conhecidos anteriormente.

Dependendo de como se enxerga no espectro, eles possuem características que dividem as opiniões dos cientistas.

"Todas as fontes de luz do universo mudam de aparência quando se as observa em distintas janelas do espectro eletromagnético. Da mesma forma que acontece quando se faz uma imagem com raio-X ou com luz da sua mão. No primeiro caso, você verá os ossos da mão, e no segundo verá a pele", explica Hamuy.

"Os pequenos pontos vermelhos não são uma exceção. Dependendo da janela do espectro que você usa, verá regiões internas distintas do objeto", diz.

Como outros objetos do começo do universo, estes pontos existiram há bilhões de anos. Telescópios como o James Webb detectam a luz que viajou desde então pelo espaço.

Por causa dessas diferenças de análises do espectro que os cientistas viram nesses pequenos pontos vermelhos características diferentes: às vezes como uma galáxia que abriga milhões de estrelas, às vezes como uma galáxia com um buraco negro supermassivo.

"Não vemos este tipo de galáxias no nosso universo próximo. Foi algo que surgiu nessa época do início do universo, que durou por um certo tempo e que agora não vemos mais", disse à BBC News Mundo a astrofísica Begoña Vila, engenheira de instrumentos da Nasa.

"Quando se começou a observá-los, no princípio se pensava se tratar de outro objeto. Mas agora se sabe que são galáxias e isso é superemocionante para todos."

Por serem diferentes e por serem "mestres do disfarce", os objetos estão desafiando os modelos que os cientistas construíram para explicar a origem das galáxias.

"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem tem sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g5zkqgk9go adaptado

De acordo com as normas de concordância verbal e/ou nominal, reconheça o trecho que está INCORRETO:
 

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