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Foram encontradas 142 questões.

3839177 Ano: 2024
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Dezesseis Novembro-RS
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O Pronampe oferece diversas vantagens para o fortalecimento e a manutenção das micro e pequenas empresas, contribuindo para a estabilidade e o crescimento do setor empresarial brasileiro. Atualmente, é uma política pública permanente, que se caracteriza primariamente como um(a):
 

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3839176 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Dezesseis Novembro-RS
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A respeito dos numerais, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Na frase "Neste semestre, estudarei 5 matérias na faculdade.”, o termo sublinhado corresponde ao período de 6 meses.
( ) Na frase "Morei naquela casa por um biênio.”, o termo sublinhado corresponde ao período de 3 anos.
( ) Na frase "Este saco tem duas centenas de bolas.”, os termos sublinhados correspondem a um conjunto de 300 unidades.
 

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3839175 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Dezesseis Novembro-RS
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Adjetivos são palavras que se relacionam, normalmente, a um substantivo, qualificando-o, isto é, atribuindo características. No contexto das alternativas abaixo, assinalar aquela em que os termos sublinhados pertencem a essa classe gramatical:
 

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3839174 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Dezesseis Novembro-RS
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Em relação às normas de concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA:
 

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3839173 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Dezesseis Novembro-RS
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Assinalar a alternativa que apresenta a figura de linguagem contida na tirinha abaixo:

Enunciado 4735949-1

 

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3839172 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Dezesseis Novembro-RS
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Considerando-se as regras do novo acordo ortográfico da língua portuguesa, analisar os itens abaixo:

I. Palavras que têm duas vogais juntas em sílabas diferentes continuam sendo acentuadas, como nas palavras: crêem, dêem e lêem.

II. O acento diferencial só é obrigatório no verbo “pôr” (colocar) e na forma verbal “pôde” (passado do verbo “poder”).

III. As paroxítonas com “i” e o “u” tônicos são acentuadas, como nas palavras: baiúca, bocaiúva e feiúra.

Está(ão) CORRETO(S):

 

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3839171 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Dezesseis Novembro-RS
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Da leitura do trecho abaixo, é CORRETO afirmarmos que:

“De madrugada começava pela missa da Lapa; apenas acabava ia (a/à) das 8 na Sé, e daí saindo pilhava ainda (a/à) das 9 em Santo Antônio.” (Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida).

 

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3839170 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Dezesseis Novembro-RS
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O vício no celular atrapalha as relações
            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.
            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 
            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 
            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.
            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.
            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 
            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.
            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 
            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 
            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 
            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.
            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.
(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)
Nos trechos “[...] revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento.” (2º parágrafo) e “[...] mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele.” (5º parágrafo), os elementos linguísticos destacados expressam, CORRETA e respectivamente, sentidos de:
 

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3839169 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Dezesseis Novembro-RS
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O vício no celular atrapalha as relações
            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.
            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 
            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 
            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.
            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.
            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 
            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.
            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 
            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 
            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 
            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.
            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.
(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)
Na passagem do 3º parágrafo — “Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso.” — o sinal de dois-pontos é empregado, CORRETAMENTE, com a finalidade de indicar:
 

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3839168 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Dezesseis Novembro-RS
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O vício no celular atrapalha as relações
            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.
            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 
            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 
            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.
            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.
            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 
            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.
            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 
            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 
            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 
            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.
            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.
(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)

Considerar as passagens do texto:

 “[...] e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.” (1º parágrafo) 

“Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro.” (3º parágrafo)

Tampouco deixarei o celular em cima da mesa.” (5º parágrafo)

Os termos sublinhados significam, CORRETA e respectivamente:

 

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