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Determinada papelaria conta com 3 funcionários para fazer encadernações de apostilas. Em uma jornada de trabalho de 5 horas diárias, esses funcionários conseguem encadernar juntos um total de 45 apostilas. Após receber uma demanda de 600 encadernações, a papelaria contratou mais 2 funcionários e aumentou a jornada de trabalho de todos em 3 horas diárias. Nesse cenário, considerando que todos os funcionários são igualmente eficientes, quantos dias serão necessários para que eles consigam fazer todas as encadernações dessa demanda?
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No jogo denominado “stop” os jogadores devem falar ou escrever uma série de palavras iniciadas com determinada letra do alfabeto. A letra escolhida pode ser sorteada de diversas formas, sendo uma das mais comuns a que cada jogador escolhe um número natural e a soma dos números escolhidos pelos jogadores representa a letra sorteada. Cada resultado de soma é associado a uma letra correspondente à posição dela no alfabeto, sendo a letra A o número 0, a letra B o número 1 e, assim, sucessivamente. Em certa partida disputada entre dois jogadores, em que ambos decidem colocar números naturais menores ou iguais a 3, qual letra tem maior chance de ser sorteada?
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Deficit de atenção ou distração? Entenda o TDAH em adultos
Ser uma pessoa distraída é o suficiente para receber o diagnóstico de TDA (Transtorno de Deficit de Atenção) ou TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade)? Não é apenas a dificuldade para se concentrar em algumas tarefas que caracteriza a condição, explica a bióloga e neurocientista Lívia Ciacci, palestrante do Método Supera, de ginástica para o cérebro. “O transtorno do deficit de atenção é um transtorno neurobiológico que, diferentemente da distração, tem uma causa física por trás”, ressalta Ciacci.
No cérebro de uma pessoa com TDAH, diz a especialista, existe uma alteração bioquímica nas regiões pré-frontal e pré-motora. Como a região frontal é quem regula o comportamento humano por meio do autocontrole, falhas na bioquímica dessa região levam às alterações de impulsos e inquietação.
Essas alterações costumam se manifestar ainda na infância e se estendem pela vida adulta. O transtorno possui influência genética e é comum que várias pessoas da mesma família tenham a mesma doença.
“Diferentemente de alguém que se distrai porque foca a atenção na televisão, em algum barulho ou numa conversa paralela, a pessoa com TDAH se distrai porque além da sensibilidade aumentada ao ambiente, ela também tem um excesso de pensamentos na própria mente. Esse excesso de pensamentos somado à dificuldade de autocontrole gera o comportamento impulsivo e a dificuldade de focar em apenas um estímulo”, conta Ciacci.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 4% da população mundial adulta convive com o transtorno de deficit de atenção. Só no Brasil, são 3 milhões de adultos com a condição.
O TDAH tem três sintomas mais marcantes: a falta de concentração, a impulsividade e a hiperatividade (excesso de energia), afirma Ciacci.
Entre as características comportamentais de uma pessoa com deficit de atenção estão agressividade, excitabilidade, hiperatividade, impulsividade, inquietação, irritabilidade e falta de moderação. Dificuldade de concentração, esquecimento ou falta de atenção são alguns dos reflexos na cognição do paciente. Quanto ao humor, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão ou dificuldade de aprendizagem.
Os sintomas do TDAH causam confusão porque são coisas que todos nós já passamos, mesmo aqueles que não têm a alteração biológica no cérebro, mas a diferença para um diagnóstico está na frequência e na intensidade.
O risco de olhar superficialmente para essas características e se autodiagnosticar é acabar se apoiando em uma “desculpa” imaginária e deixar de se conhecer e evoluir, observa a neurocientista.
“Mesmo que a pessoa realmente tenha o transtorno, apenas se autodiagnosticar não vai garantir melhoria no desempenho ou nos relacionamentos. O tratamento deve seguir uma sequência de abordagens psicoterapêuticas, farmacológicas e principalmente de autoconhecimento e estruturação do ambiente para contornar as dificuldades naturais dessa forma de funcionamento. Tudo isso só será possível com ajuda médica e psicológica”, ressalta.
Ainda, segundo a especialista, até chegar ao diagnóstico correto é necessário resgatar a história de vida do indivíduo para entender como eram as características na infância e como foi o ambiente familiar. Por isso é importante que a pessoa procure psicólogos e psiquiatras que entendam o transtorno e que vão dar a devida atenção ao histórico do paciente.
A maior dificuldade não é apenas identificar os sintomas, mas também entender como essa pessoa passou pela infância e adolescência com o transtorno, pois o tratamento adequado depende disso. “Não basta receitar uma medicação. É preciso orientá-la quanto ao autoconhecimento, porque as crianças e adolescentes que crescem sem o diagnóstico correto tendem a ter uma baixa autoestima e um histórico de fracassos incompreendidos”, alerta Ciacci.
(Silvia Haidar. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ Acesso em: julho de 2024. Fragmento.)
Leia o trecho a seguir:
“Entre as características comportamentais de uma pessoa com deficit de atenção estão agressividade, excitabilidade, hiperatividade, impulsividade, inquietação, irritabilidade e falta de moderação. Dificuldade de concentração, esquecimento ou falta de atenção são alguns dos reflexos na cognição do paciente. Quanto ao humor, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão ou dificuldade de aprendizagem.” (7º§)
Em relação à fonologia das palavras, assinale a alternativa correta.
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Deficit de atenção ou distração? Entenda o TDAH em adultos
Ser uma pessoa distraída é o suficiente para receber o diagnóstico de TDA (Transtorno de Deficit de Atenção) ou TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade)? Não é apenas a dificuldade para se concentrar em algumas tarefas que caracteriza a condição, explica a bióloga e neurocientista Lívia Ciacci, palestrante do Método Supera, de ginástica para o cérebro. “O transtorno do deficit de atenção é um transtorno neurobiológico que, diferentemente da distração, tem uma causa física por trás”, ressalta Ciacci.
No cérebro de uma pessoa com TDAH, diz a especialista, existe uma alteração bioquímica nas regiões pré-frontal e pré-motora. Como a região frontal é quem regula o comportamento humano por meio do autocontrole, falhas na bioquímica dessa região levam às alterações de impulsos e inquietação.
Essas alterações costumam se manifestar ainda na infância e se estendem pela vida adulta. O transtorno possui influência genética e é comum que várias pessoas da mesma família tenham a mesma doença.
“Diferentemente de alguém que se distrai porque foca a atenção na televisão, em algum barulho ou numa conversa paralela, a pessoa com TDAH se distrai porque além da sensibilidade aumentada ao ambiente, ela também tem um excesso de pensamentos na própria mente. Esse excesso de pensamentos somado à dificuldade de autocontrole gera o comportamento impulsivo e a dificuldade de focar em apenas um estímulo”, conta Ciacci.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 4% da população mundial adulta convive com o transtorno de deficit de atenção. Só no Brasil, são 3 milhões de adultos com a condição.
O TDAH tem três sintomas mais marcantes: a falta de concentração, a impulsividade e a hiperatividade (excesso de energia), afirma Ciacci.
Entre as características comportamentais de uma pessoa com deficit de atenção estão agressividade, excitabilidade, hiperatividade, impulsividade, inquietação, irritabilidade e falta de moderação. Dificuldade de concentração, esquecimento ou falta de atenção são alguns dos reflexos na cognição do paciente. Quanto ao humor, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão ou dificuldade de aprendizagem.
Os sintomas do TDAH causam confusão porque são coisas que todos nós já passamos, mesmo aqueles que não têm a alteração biológica no cérebro, mas a diferença para um diagnóstico está na frequência e na intensidade.
O risco de olhar superficialmente para essas características e se autodiagnosticar é acabar se apoiando em uma “desculpa” imaginária e deixar de se conhecer e evoluir, observa a neurocientista.
“Mesmo que a pessoa realmente tenha o transtorno, apenas se autodiagnosticar não vai garantir melhoria no desempenho ou nos relacionamentos. O tratamento deve seguir uma sequência de abordagens psicoterapêuticas, farmacológicas e principalmente de autoconhecimento e estruturação do ambiente para contornar as dificuldades naturais dessa forma de funcionamento. Tudo isso só será possível com ajuda médica e psicológica”, ressalta.
Ainda, segundo a especialista, até chegar ao diagnóstico correto é necessário resgatar a história de vida do indivíduo para entender como eram as características na infância e como foi o ambiente familiar. Por isso é importante que a pessoa procure psicólogos e psiquiatras que entendam o transtorno e que vão dar a devida atenção ao histórico do paciente.
A maior dificuldade não é apenas identificar os sintomas, mas também entender como essa pessoa passou pela infância e adolescência com o transtorno, pois o tratamento adequado depende disso. “Não basta receitar uma medicação. É preciso orientá-la quanto ao autoconhecimento, porque as crianças e adolescentes que crescem sem o diagnóstico correto tendem a ter uma baixa autoestima e um histórico de fracassos incompreendidos”, alerta Ciacci.
(Silvia Haidar. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ Acesso em: julho de 2024. Fragmento.)
“A maior dificuldade não é apenas identificar os sintomas, mas também entender como essa pessoa passou pela infância e adolescência com o transtorno, pois o tratamento adequado depende disso.” (12º§) A expressão “mas também” e a palavra “pois” podem ser substituídas, sequencialmente, sem alteração de sentido por:
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Deficit de atenção ou distração? Entenda o TDAH em adultos
Ser uma pessoa distraída é o suficiente para receber o diagnóstico de TDA (Transtorno de Deficit de Atenção) ou TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade)? Não é apenas a dificuldade para se concentrar em algumas tarefas que caracteriza a condição, explica a bióloga e neurocientista Lívia Ciacci, palestrante do Método Supera, de ginástica para o cérebro. “O transtorno do deficit de atenção é um transtorno neurobiológico que, diferentemente da distração, tem uma causa física por trás”, ressalta Ciacci.
No cérebro de uma pessoa com TDAH, diz a especialista, existe uma alteração bioquímica nas regiões pré-frontal e pré-motora. Como a região frontal é quem regula o comportamento humano por meio do autocontrole, falhas na bioquímica dessa região levam às alterações de impulsos e inquietação.
Essas alterações costumam se manifestar ainda na infância e se estendem pela vida adulta. O transtorno possui influência genética e é comum que várias pessoas da mesma família tenham a mesma doença.
“Diferentemente de alguém que se distrai porque foca a atenção na televisão, em algum barulho ou numa conversa paralela, a pessoa com TDAH se distrai porque além da sensibilidade aumentada ao ambiente, ela também tem um excesso de pensamentos na própria mente. Esse excesso de pensamentos somado à dificuldade de autocontrole gera o comportamento impulsivo e a dificuldade de focar em apenas um estímulo”, conta Ciacci.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 4% da população mundial adulta convive com o transtorno de deficit de atenção. Só no Brasil, são 3 milhões de adultos com a condição.
O TDAH tem três sintomas mais marcantes: a falta de concentração, a impulsividade e a hiperatividade (excesso de energia), afirma Ciacci.
Entre as características comportamentais de uma pessoa com deficit de atenção estão agressividade, excitabilidade, hiperatividade, impulsividade, inquietação, irritabilidade e falta de moderação. Dificuldade de concentração, esquecimento ou falta de atenção são alguns dos reflexos na cognição do paciente. Quanto ao humor, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão ou dificuldade de aprendizagem.
Os sintomas do TDAH causam confusão porque são coisas que todos nós já passamos, mesmo aqueles que não têm a alteração biológica no cérebro, mas a diferença para um diagnóstico está na frequência e na intensidade.
O risco de olhar superficialmente para essas características e se autodiagnosticar é acabar se apoiando em uma “desculpa” imaginária e deixar de se conhecer e evoluir, observa a neurocientista.
“Mesmo que a pessoa realmente tenha o transtorno, apenas se autodiagnosticar não vai garantir melhoria no desempenho ou nos relacionamentos. O tratamento deve seguir uma sequência de abordagens psicoterapêuticas, farmacológicas e principalmente de autoconhecimento e estruturação do ambiente para contornar as dificuldades naturais dessa forma de funcionamento. Tudo isso só será possível com ajuda médica e psicológica”, ressalta.
Ainda, segundo a especialista, até chegar ao diagnóstico correto é necessário resgatar a história de vida do indivíduo para entender como eram as características na infância e como foi o ambiente familiar. Por isso é importante que a pessoa procure psicólogos e psiquiatras que entendam o transtorno e que vão dar a devida atenção ao histórico do paciente.
A maior dificuldade não é apenas identificar os sintomas, mas também entender como essa pessoa passou pela infância e adolescência com o transtorno, pois o tratamento adequado depende disso. “Não basta receitar uma medicação. É preciso orientá-la quanto ao autoconhecimento, porque as crianças e adolescentes que crescem sem o diagnóstico correto tendem a ter uma baixa autoestima e um histórico de fracassos incompreendidos”, alerta Ciacci.
(Silvia Haidar. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ Acesso em: julho de 2024. Fragmento.)
O uso do acento grave está corretamente empregado em: ‘“Esse excesso de pensamentos somado à dificuldade de autocontrole gera o comportamento impulsivo e a dificuldade de focar em apenas um estímulo’, conta Ciacci.” (4º§) Conforme as regras quanto ao uso do acento grave indicador de crase, analise as afirmativas a seguir.
I. Os atendimentos iniciarão à partir de segunda-feira.
II. A reunião terá início às 16h.
III. Os agentes visitaram às áreas de risco de desabamento.
Está correto o que se afirma apenas em
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Deficit de atenção ou distração? Entenda o TDAH em adultos
Ser uma pessoa distraída é o suficiente para receber o diagnóstico de TDA (Transtorno de Deficit de Atenção) ou TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade)? Não é apenas a dificuldade para se concentrar em algumas tarefas que caracteriza a condição, explica a bióloga e neurocientista Lívia Ciacci, palestrante do Método Supera, de ginástica para o cérebro. “O transtorno do deficit de atenção é um transtorno neurobiológico que, diferentemente da distração, tem uma causa física por trás”, ressalta Ciacci.
No cérebro de uma pessoa com TDAH, diz a especialista, existe uma alteração bioquímica nas regiões pré-frontal e pré-motora. Como a região frontal é quem regula o comportamento humano por meio do autocontrole, falhas na bioquímica dessa região levam às alterações de impulsos e inquietação.
Essas alterações costumam se manifestar ainda na infância e se estendem pela vida adulta. O transtorno possui influência genética e é comum que várias pessoas da mesma família tenham a mesma doença.
“Diferentemente de alguém que se distrai porque foca a atenção na televisão, em algum barulho ou numa conversa paralela, a pessoa com TDAH se distrai porque além da sensibilidade aumentada ao ambiente, ela também tem um excesso de pensamentos na própria mente. Esse excesso de pensamentos somado à dificuldade de autocontrole gera o comportamento impulsivo e a dificuldade de focar em apenas um estímulo”, conta Ciacci.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 4% da população mundial adulta convive com o transtorno de deficit de atenção. Só no Brasil, são 3 milhões de adultos com a condição.
O TDAH tem três sintomas mais marcantes: a falta de concentração, a impulsividade e a hiperatividade (excesso de energia), afirma Ciacci.
Entre as características comportamentais de uma pessoa com deficit de atenção estão agressividade, excitabilidade, hiperatividade, impulsividade, inquietação, irritabilidade e falta de moderação. Dificuldade de concentração, esquecimento ou falta de atenção são alguns dos reflexos na cognição do paciente. Quanto ao humor, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão ou dificuldade de aprendizagem.
Os sintomas do TDAH causam confusão porque são coisas que todos nós já passamos, mesmo aqueles que não têm a alteração biológica no cérebro, mas a diferença para um diagnóstico está na frequência e na intensidade.
O risco de olhar superficialmente para essas características e se autodiagnosticar é acabar se apoiando em uma “desculpa” imaginária e deixar de se conhecer e evoluir, observa a neurocientista.
“Mesmo que a pessoa realmente tenha o transtorno, apenas se autodiagnosticar não vai garantir melhoria no desempenho ou nos relacionamentos. O tratamento deve seguir uma sequência de abordagens psicoterapêuticas, farmacológicas e principalmente de autoconhecimento e estruturação do ambiente para contornar as dificuldades naturais dessa forma de funcionamento. Tudo isso só será possível com ajuda médica e psicológica”, ressalta.
Ainda, segundo a especialista, até chegar ao diagnóstico correto é necessário resgatar a história de vida do indivíduo para entender como eram as características na infância e como foi o ambiente familiar. Por isso é importante que a pessoa procure psicólogos e psiquiatras que entendam o transtorno e que vão dar a devida atenção ao histórico do paciente.
A maior dificuldade não é apenas identificar os sintomas, mas também entender como essa pessoa passou pela infância e adolescência com o transtorno, pois o tratamento adequado depende disso. “Não basta receitar uma medicação. É preciso orientá-la quanto ao autoconhecimento, porque as crianças e adolescentes que crescem sem o diagnóstico correto tendem a ter uma baixa autoestima e um histórico de fracassos incompreendidos”, alerta Ciacci.
(Silvia Haidar. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ Acesso em: julho de 2024. Fragmento.)
No trecho “No cérebro de uma pessoa com TDAH, diz a especialista, existe uma alteração bioquímica nas regiões pré-frontal e pré-motora.” (2º§), as palavras “pré-frontal” e “pré-motora” são escritas com hífen. Porém, ora o prefixo “pré” pode se apresentar com hífen, ora sem o hífen. Conforme as regras ortográficas quanto ao uso ou não do hífen em palavras com o prefixo “pré”, assinale a alternativa correta.
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Ser uma pessoa distraída é o suficiente para receber o diagnóstico de TDA (Transtorno de Deficit de Atenção) ou TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade)? Não é apenas a dificuldade para se concentrar em algumas tarefas que caracteriza a condição, explica a bióloga e neurocientista Lívia Ciacci, palestrante do Método Supera, de ginástica para o cérebro. “O transtorno do deficit de atenção é um transtorno neurobiológico que, diferentemente da distração, tem uma causa física por trás”, ressalta Ciacci.
No cérebro de uma pessoa com TDAH, diz a especialista, existe uma alteração bioquímica nas regiões pré-frontal e pré-motora. Como a região frontal é quem regula o comportamento humano por meio do autocontrole, falhas na bioquímica dessa região levam às alterações de impulsos e inquietação.
Essas alterações costumam se manifestar ainda na infância e se estendem pela vida adulta. O transtorno possui influência genética e é comum que várias pessoas da mesma família tenham a mesma doença.
“Diferentemente de alguém que se distrai porque foca a atenção na televisão, em algum barulho ou numa conversa paralela, a pessoa com TDAH se distrai porque além da sensibilidade aumentada ao ambiente, ela também tem um excesso de pensamentos na própria mente. Esse excesso de pensamentos somado à dificuldade de autocontrole gera o comportamento impulsivo e a dificuldade de focar em apenas um estímulo”, conta Ciacci.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 4% da população mundial adulta convive com o transtorno de deficit de atenção. Só no Brasil, são 3 milhões de adultos com a condição.
O TDAH tem três sintomas mais marcantes: a falta de concentração, a impulsividade e a hiperatividade (excesso de energia), afirma Ciacci.
Entre as características comportamentais de uma pessoa com deficit de atenção estão agressividade, excitabilidade, hiperatividade, impulsividade, inquietação, irritabilidade e falta de moderação. Dificuldade de concentração, esquecimento ou falta de atenção são alguns dos reflexos na cognição do paciente. Quanto ao humor, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão ou dificuldade de aprendizagem.
Os sintomas do TDAH causam confusão porque são coisas que todos nós já passamos, mesmo aqueles que não têm a alteração biológica no cérebro, mas a diferença para um diagnóstico está na frequência e na intensidade.
O risco de olhar superficialmente para essas características e se autodiagnosticar é acabar se apoiando em uma “desculpa” imaginária e deixar de se conhecer e evoluir, observa a neurocientista.
“Mesmo que a pessoa realmente tenha o transtorno, apenas se autodiagnosticar não vai garantir melhoria no desempenho ou nos relacionamentos. O tratamento deve seguir uma sequência de abordagens psicoterapêuticas, farmacológicas e principalmente de autoconhecimento e estruturação do ambiente para contornar as dificuldades naturais dessa forma de funcionamento. Tudo isso só será possível com ajuda médica e psicológica”, ressalta.
Ainda, segundo a especialista, até chegar ao diagnóstico correto é necessário resgatar a história de vida do indivíduo para entender como eram as características na infância e como foi o ambiente familiar. Por isso é importante que a pessoa procure psicólogos e psiquiatras que entendam o transtorno e que vão dar a devida atenção ao histórico do paciente.
A maior dificuldade não é apenas identificar os sintomas, mas também entender como essa pessoa passou pela infância e adolescência com o transtorno, pois o tratamento adequado depende disso. “Não basta receitar uma medicação. É preciso orientá-la quanto ao autoconhecimento, porque as crianças e adolescentes que crescem sem o diagnóstico correto tendem a ter uma baixa autoestima e um histórico de fracassos incompreendidos”, alerta Ciacci.
(Silvia Haidar. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ Acesso em: julho de 2024. Fragmento.)
No trecho “[...] mesmo aqueles que não têm a alteração biológica no cérebro, mas a diferença para um diagnóstico está na frequência e na intensidade.” (8º§) a vírgula está corretamente empregada, pois separa:
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Ser uma pessoa distraída é o suficiente para receber o diagnóstico de TDA (Transtorno de Deficit de Atenção) ou TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade)? Não é apenas a dificuldade para se concentrar em algumas tarefas que caracteriza a condição, explica a bióloga e neurocientista Lívia Ciacci, palestrante do Método Supera, de ginástica para o cérebro. “O transtorno do deficit de atenção é um transtorno neurobiológico que, diferentemente da distração, tem uma causa física por trás”, ressalta Ciacci.
No cérebro de uma pessoa com TDAH, diz a especialista, existe uma alteração bioquímica nas regiões pré-frontal e pré-motora. Como a região frontal é quem regula o comportamento humano por meio do autocontrole, falhas na bioquímica dessa região levam às alterações de impulsos e inquietação.
Essas alterações costumam se manifestar ainda na infância e se estendem pela vida adulta. O transtorno possui influência genética e é comum que várias pessoas da mesma família tenham a mesma doença.
“Diferentemente de alguém que se distrai porque foca a atenção na televisão, em algum barulho ou numa conversa paralela, a pessoa com TDAH se distrai porque além da sensibilidade aumentada ao ambiente, ela também tem um excesso de pensamentos na própria mente. Esse excesso de pensamentos somado à dificuldade de autocontrole gera o comportamento impulsivo e a dificuldade de focar em apenas um estímulo”, conta Ciacci.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 4% da população mundial adulta convive com o transtorno de deficit de atenção. Só no Brasil, são 3 milhões de adultos com a condição.
O TDAH tem três sintomas mais marcantes: a falta de concentração, a impulsividade e a hiperatividade (excesso de energia), afirma Ciacci.
Entre as características comportamentais de uma pessoa com deficit de atenção estão agressividade, excitabilidade, hiperatividade, impulsividade, inquietação, irritabilidade e falta de moderação. Dificuldade de concentração, esquecimento ou falta de atenção são alguns dos reflexos na cognição do paciente. Quanto ao humor, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão ou dificuldade de aprendizagem.
Os sintomas do TDAH causam confusão porque são coisas que todos nós já passamos, mesmo aqueles que não têm a alteração biológica no cérebro, mas a diferença para um diagnóstico está na frequência e na intensidade.
O risco de olhar superficialmente para essas características e se autodiagnosticar é acabar se apoiando em uma “desculpa” imaginária e deixar de se conhecer e evoluir, observa a neurocientista.
“Mesmo que a pessoa realmente tenha o transtorno, apenas se autodiagnosticar não vai garantir melhoria no desempenho ou nos relacionamentos. O tratamento deve seguir uma sequência de abordagens psicoterapêuticas, farmacológicas e principalmente de autoconhecimento e estruturação do ambiente para contornar as dificuldades naturais dessa forma de funcionamento. Tudo isso só será possível com ajuda médica e psicológica”, ressalta.
Ainda, segundo a especialista, até chegar ao diagnóstico correto é necessário resgatar a história de vida do indivíduo para entender como eram as características na infância e como foi o ambiente familiar. Por isso é importante que a pessoa procure psicólogos e psiquiatras que entendam o transtorno e que vão dar a devida atenção ao histórico do paciente.
A maior dificuldade não é apenas identificar os sintomas, mas também entender como essa pessoa passou pela infância e adolescência com o transtorno, pois o tratamento adequado depende disso. “Não basta receitar uma medicação. É preciso orientá-la quanto ao autoconhecimento, porque as crianças e adolescentes que crescem sem o diagnóstico correto tendem a ter uma baixa autoestima e um histórico de fracassos incompreendidos”, alerta Ciacci.
(Silvia Haidar. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ Acesso em: julho de 2024. Fragmento.)
“Os sintomas do TDAH causam confusão porque são coisas que todos nós já passamos, mesmo aqueles que não têm a alteração biológica no cérebro, mas a diferença para um diagnóstico está na frequência e na intensidade.” (8º§) A função do vocábulo “que”, no trecho sublinhado, é:
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Ser uma pessoa distraída é o suficiente para receber o diagnóstico de TDA (Transtorno de Deficit de Atenção) ou TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade)? Não é apenas a dificuldade para se concentrar em algumas tarefas que caracteriza a condição, explica a bióloga e neurocientista Lívia Ciacci, palestrante do Método Supera, de ginástica para o cérebro. “O transtorno do deficit de atenção é um transtorno neurobiológico que, diferentemente da distração, tem uma causa física por trás”, ressalta Ciacci.
No cérebro de uma pessoa com TDAH, diz a especialista, existe uma alteração bioquímica nas regiões pré-frontal e pré-motora. Como a região frontal é quem regula o comportamento humano por meio do autocontrole, falhas na bioquímica dessa região levam às alterações de impulsos e inquietação.
Essas alterações costumam se manifestar ainda na infância e se estendem pela vida adulta. O transtorno possui influência genética e é comum que várias pessoas da mesma família tenham a mesma doença.
“Diferentemente de alguém que se distrai porque foca a atenção na televisão, em algum barulho ou numa conversa paralela, a pessoa com TDAH se distrai porque além da sensibilidade aumentada ao ambiente, ela também tem um excesso de pensamentos na própria mente. Esse excesso de pensamentos somado à dificuldade de autocontrole gera o comportamento impulsivo e a dificuldade de focar em apenas um estímulo”, conta Ciacci.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 4% da população mundial adulta convive com o transtorno de deficit de atenção. Só no Brasil, são 3 milhões de adultos com a condição.
O TDAH tem três sintomas mais marcantes: a falta de concentração, a impulsividade e a hiperatividade (excesso de energia), afirma Ciacci.
Entre as características comportamentais de uma pessoa com deficit de atenção estão agressividade, excitabilidade, hiperatividade, impulsividade, inquietação, irritabilidade e falta de moderação. Dificuldade de concentração, esquecimento ou falta de atenção são alguns dos reflexos na cognição do paciente. Quanto ao humor, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão ou dificuldade de aprendizagem.
Os sintomas do TDAH causam confusão porque são coisas que todos nós já passamos, mesmo aqueles que não têm a alteração biológica no cérebro, mas a diferença para um diagnóstico está na frequência e na intensidade.
O risco de olhar superficialmente para essas características e se autodiagnosticar é acabar se apoiando em uma “desculpa” imaginária e deixar de se conhecer e evoluir, observa a neurocientista.
“Mesmo que a pessoa realmente tenha o transtorno, apenas se autodiagnosticar não vai garantir melhoria no desempenho ou nos relacionamentos. O tratamento deve seguir uma sequência de abordagens psicoterapêuticas, farmacológicas e principalmente de autoconhecimento e estruturação do ambiente para contornar as dificuldades naturais dessa forma de funcionamento. Tudo isso só será possível com ajuda médica e psicológica”, ressalta.
Ainda, segundo a especialista, até chegar ao diagnóstico correto é necessário resgatar a história de vida do indivíduo para entender como eram as características na infância e como foi o ambiente familiar. Por isso é importante que a pessoa procure psicólogos e psiquiatras que entendam o transtorno e que vão dar a devida atenção ao histórico do paciente.
A maior dificuldade não é apenas identificar os sintomas, mas também entender como essa pessoa passou pela infância e adolescência com o transtorno, pois o tratamento adequado depende disso. “Não basta receitar uma medicação. É preciso orientá-la quanto ao autoconhecimento, porque as crianças e adolescentes que crescem sem o diagnóstico correto tendem a ter uma baixa autoestima e um histórico de fracassos incompreendidos”, alerta Ciacci.
(Silvia Haidar. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ Acesso em: julho de 2024. Fragmento.)
De acordo com as informações do texto sobre TDAH, assinale a alternativa correta.
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Ser uma pessoa distraída é o suficiente para receber o diagnóstico de TDA (Transtorno de Deficit de Atenção) ou TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade)? Não é apenas a dificuldade para se concentrar em algumas tarefas que caracteriza a condição, explica a bióloga e neurocientista Lívia Ciacci, palestrante do Método Supera, de ginástica para o cérebro. “O transtorno do deficit de atenção é um transtorno neurobiológico que, diferentemente da distração, tem uma causa física por trás”, ressalta Ciacci.
No cérebro de uma pessoa com TDAH, diz a especialista, existe uma alteração bioquímica nas regiões pré-frontal e pré-motora. Como a região frontal é quem regula o comportamento humano por meio do autocontrole, falhas na bioquímica dessa região levam às alterações de impulsos e inquietação.
Essas alterações costumam se manifestar ainda na infância e se estendem pela vida adulta. O transtorno possui influência genética e é comum que várias pessoas da mesma família tenham a mesma doença.
“Diferentemente de alguém que se distrai porque foca a atenção na televisão, em algum barulho ou numa conversa paralela, a pessoa com TDAH se distrai porque além da sensibilidade aumentada ao ambiente, ela também tem um excesso de pensamentos na própria mente. Esse excesso de pensamentos somado à dificuldade de autocontrole gera o comportamento impulsivo e a dificuldade de focar em apenas um estímulo”, conta Ciacci.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 4% da população mundial adulta convive com o transtorno de deficit de atenção. Só no Brasil, são 3 milhões de adultos com a condição.
O TDAH tem três sintomas mais marcantes: a falta de concentração, a impulsividade e a hiperatividade (excesso de energia), afirma Ciacci.
Entre as características comportamentais de uma pessoa com deficit de atenção estão agressividade, excitabilidade, hiperatividade, impulsividade, inquietação, irritabilidade e falta de moderação. Dificuldade de concentração, esquecimento ou falta de atenção são alguns dos reflexos na cognição do paciente. Quanto ao humor, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão ou dificuldade de aprendizagem.
Os sintomas do TDAH causam confusão porque são coisas que todos nós já passamos, mesmo aqueles que não têm a alteração biológica no cérebro, mas a diferença para um diagnóstico está na frequência e na intensidade.
O risco de olhar superficialmente para essas características e se autodiagnosticar é acabar se apoiando em uma “desculpa” imaginária e deixar de se conhecer e evoluir, observa a neurocientista.
“Mesmo que a pessoa realmente tenha o transtorno, apenas se autodiagnosticar não vai garantir melhoria no desempenho ou nos relacionamentos. O tratamento deve seguir uma sequência de abordagens psicoterapêuticas, farmacológicas e principalmente de autoconhecimento e estruturação do ambiente para contornar as dificuldades naturais dessa forma de funcionamento. Tudo isso só será possível com ajuda médica e psicológica”, ressalta.
Ainda, segundo a especialista, até chegar ao diagnóstico correto é necessário resgatar a história de vida do indivíduo para entender como eram as características na infância e como foi o ambiente familiar. Por isso é importante que a pessoa procure psicólogos e psiquiatras que entendam o transtorno e que vão dar a devida atenção ao histórico do paciente.
A maior dificuldade não é apenas identificar os sintomas, mas também entender como essa pessoa passou pela infância e adolescência com o transtorno, pois o tratamento adequado depende disso. “Não basta receitar uma medicação. É preciso orientá-la quanto ao autoconhecimento, porque as crianças e adolescentes que crescem sem o diagnóstico correto tendem a ter uma baixa autoestima e um histórico de fracassos incompreendidos”, alerta Ciacci.
(Silvia Haidar. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ Acesso em: julho de 2024. Fragmento.)
Sobre o título do texto, “Deficit de atenção ou distração? Entenda o TDAH em adultos”, é correto afirmar que:
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