Foram encontradas 40 questões.
1150032
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
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Em dezembro de 2017, o boxe brasileiro conquistou um fato inédito com a vitória da primeira mulher brasileira a conquistar o título mundial de boxe na categoria peso leve. A primeira brasileira que se tornou campeã mundial de boxe mencionada acima é:
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1150007
Ano: 2018
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
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A maior diferença entre a criptografia simétrica e assimétrica é que em relação às chaves a primeira:
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Relacione as ferramentas e aplicativos da coluna da esquerda com os correspondentes exemplos típicos de softwares da coluna da direita:
| (1) de busca e pesquisa | (A) Twitter |
| (2) correio eletrõnico | (B) Firefox |
| (3) navegação | (C) Bing |
| (4) grupo de discussão | (D) Outlook |
Assinale a alternativa que relaciona corretamente as colunas.
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Ana tem !$ dfrac {2} {9} !$ do valor necessário para comprar um produto. Se com mais R$ 252,00 ela compra o produto,então o valor que Ana possui é igual a:
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1135892
Ano: 2018
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
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- Backup e RecuperaçãoAtributos de Arquivamento (Backup Flag)
- Backup e RecuperaçãoTécnicas e Tecnologias de BackupProcedimentos de Backup
Quanto aos procedimentos para realização de cópia de segurança (backup) coloque NÃO ou SIM na tabela abaixo, no lugar dos pontos de interrogação, assinalando os tipos de backups que os atributos de arquivo são alterados:
|
TIPO DE BACKUP
|
NORMAL | DIFERENCIAL | INCREMENTAL |
|
DESMARCA OS ATRIBUTOS DE ARQUIVO
|
??? | ??? | ??? |
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Texto
O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.
Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]
Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.
(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10)
Em “Eu preferia que ele não viesse.” (1º§), nota-se um emprego mais coloquial da regência do verbo preferir, contrariando a norma culta. Isso se explica devido:
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Texto
O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.
Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]
Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.
(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10)
Em “A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades.”(2º§), para conferir expressividade ao seu texto, o autor faz uso da seguinte figura de estilo:
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Com base na planilha do MS-Excel abaixo, assinale a alternativa que apresenta a fórmula que contenha o resultado final de 80:
| A | B | C | |
| 1 | 10 | 20 | 30 |
| 2 | 40 | 50 | 60 |
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Texto
O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.
Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]
Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.
(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10)
Assinale a opção em que se indica uma passagem do texto que NÃO pode ser entendida de modo literal.
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Texto
O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.
Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]
Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.
(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10)
A partir da leitura atenta do texto, pode-se apreender que a presença do menino de rua provoca no narrador o seguinte sentimento:
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