Foram encontradas 196 questões.
Para resolver as questões de 01 a 05, leia o texto abaixo.
No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. " E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?" indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante — além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de Eliseu*. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.
* Eliseu é um profeta bíblico, discípulo de Elias. Um dia, um grupo de rapazes zombava dele. O profeta, então, amaldiçoou-os em nome do Senhor. Imediatamente saíram da floresta dois ursos que despedaçaram quarenta e dois daqueles rapazes. O episódio é relatado em II Reis, 2.23.25. No texto, ao falar de anciãos que não possuem a capacidade de resposta de Eliseu, o autor quer dizer que há anciãos que não podem defender-se das zombarias e malcriações de crianças e jovens.
(RUSSEL, Bertrand. Ensaios Céticos. 2ª ed. São Paulo: Nacional, 1957. p.146)
De acordo com o texto, o autor sugere:
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Para resolver as questões de 01 a 05, leia o texto abaixo.
No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. " E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?" indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante — além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de Eliseu*. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.
* Eliseu é um profeta bíblico, discípulo de Elias. Um dia, um grupo de rapazes zombava dele. O profeta, então, amaldiçoou-os em nome do Senhor. Imediatamente saíram da floresta dois ursos que despedaçaram quarenta e dois daqueles rapazes. O episódio é relatado em II Reis, 2.23.25. No texto, ao falar de anciãos que não possuem a capacidade de resposta de Eliseu, o autor quer dizer que há anciãos que não podem defender-se das zombarias e malcriações de crianças e jovens.
(RUSSEL, Bertrand. Ensaios Céticos. 2ª ed. São Paulo: Nacional, 1957. p.146)
A expressão “o que lhes der na veneta”, de acordo com o texto, pode ser entendida como:
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Para resolver as questões de 01 a 05, leia o texto abaixo.
No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. " E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?" indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante — além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de Eliseu*. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.
* Eliseu é um profeta bíblico, discípulo de Elias. Um dia, um grupo de rapazes zombava dele. O profeta, então, amaldiçoou-os em nome do Senhor. Imediatamente saíram da floresta dois ursos que despedaçaram quarenta e dois daqueles rapazes. O episódio é relatado em II Reis, 2.23.25. No texto, ao falar de anciãos que não possuem a capacidade de resposta de Eliseu, o autor quer dizer que há anciãos que não podem defender-se das zombarias e malcriações de crianças e jovens.
(RUSSEL, Bertrand. Ensaios Céticos. 2ª ed. São Paulo: Nacional, 1957. p.146)
“E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” O termo grifado, no texto, refere-se a:
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Para resolver as questões de 01 a 05, leia o texto abaixo.
No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. " E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?" indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante — além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de Eliseu*. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.
* Eliseu é um profeta bíblico, discípulo de Elias. Um dia, um grupo de rapazes zombava dele. O profeta, então, amaldiçoou-os em nome do Senhor. Imediatamente saíram da floresta dois ursos que despedaçaram quarenta e dois daqueles rapazes. O episódio é relatado em II Reis, 2.23.25. No texto, ao falar de anciãos que não possuem a capacidade de resposta de Eliseu, o autor quer dizer que há anciãos que não podem defender-se das zombarias e malcriações de crianças e jovens.
(RUSSEL, Bertrand. Ensaios Céticos. 2ª ed. São Paulo: Nacional, 1957. p.146)
Uma palavra sinônima para “vitupério”, que mantém o mesmo sentido do texto, é:
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No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. " E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?" indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante — além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de Eliseu*. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.
* Eliseu é um profeta bíblico, discípulo de Elias. Um dia, um grupo de rapazes zombava dele. O profeta, então, amaldiçoou-os em nome do Senhor. Imediatamente saíram da floresta dois ursos que despedaçaram quarenta e dois daqueles rapazes. O episódio é relatado em II Reis, 2.23.25. No texto, ao falar de anciãos que não possuem a capacidade de resposta de Eliseu, o autor quer dizer que há anciãos que não podem defender-se das zombarias e malcriações de crianças e jovens.
(RUSSEL, Bertrand. Ensaios Céticos. 2ª ed. São Paulo: Nacional, 1957. p.146)
O tema geral do texto é:
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“[...] é uma das principais atividades desenvolvidas numa Biblioteca ou Unidade de Informação. Consiste na descrição dos conteúdos dos documentos e possui como principal objetivo a recuperação da informação desejada pelo usuário”. (BORBA, Vildeane da Rocha. Introdução à biblioteconomia, p. 19).
A definição acima se refere a:
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Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Dracena-SP
- BiblioteconomiaDecreto 56.725/1965: Regulamenta a Lei nº 4.084/1962 (Bibliotecário)
- BiblioteconomiaLei 9.674/1998: Exercício da Profissão de Bibliotecário
Art. 11 - São direitos do profissional Bibliotecário:
I. Assinar documentos que comprometam a dignidade da Classe.
II. Apontar falhas nos regulamentos e normas das instituições em que trabalha, quando as julgar indignas do exercício profissional, devendo, neste caso, dirigir-se aos órgãos competentes, em particular, ao Conselho Regional.
III. Exercer a profissão independentemente de questões referentes a religião, raça, sexo, cor e idade.
IV. Auferir benefícios da ciência e das técnicas modernas, objetivando melhor servir ao seu usuário, à classe e ao país.
V. Praticar, direta ou indiretamente, atos que comprometam a dignidade e o renome da profissão.
Com base no Código de Ética Profissional de Biblioteconomia (Resolução CFB n.º de 2002), está incorreto o que se afirma em:
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Assinale a alternativa abaixo que não condiz com uma das cinco leis de Ranganathan:
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Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Dracena-SP
Art. 40 - As penas disciplinares, consideradas a gravidade da infração cometida e a reincidência das mesmas, consistem em:
I - Multa de um a setenta vezes o valor atualizado da anuidade.
II - Advertência reservada.
III - Censura pública.
IV - Suspensão do exercício profissional de até dois anos.
V - Cassação do exercício profissional com a apreensão da carteira profissional.
Em consonância com a Lei nº 9.674/98, está incorreto o que se afirma em:
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A biblioteca como uma organização pressupõe três grandes funções:
I. Função gerencial.
II. Função organizadora.
III. Função divulgação.
Está correto o que se afirma em:
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