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Estudo revela que mais de 50% dos casos de demência na América Latina são evitáveis
Por Redação do Jornal da USP
Um estudo inovador conduzido pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e publicado em
artigo na revista The Lancet Global Health revelou que 54% dos casos de demência na América
Latina são atribuíveis ___ fatores de risco modificáveis, um índice acima da média mundial de
40%. A pesquisa, liderada por Claudia Kimie Suemoto, professora da disciplina de Geriatria da
FMUSP, destaca a urgência de intervenções preventivas na região. Fatores de risco modificáveis
são condições que podem ser alteradas no estilo de vida ou com acesso ___ tratamentos
médicos. Ou seja, podem ser prevenidas.
A partir de dados da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Honduras, México e Peru, o estudo
analisou medições de 12 fatores: baixa educação, perda auditiva, hipertensão, obesidade,
tabagismo, depressão, isolamento social, inatividade física, diabete, consumo excessivo de
álcool, poluição do ar e lesão cerebral traumática. As amostras foram coletadas entre 2015 e
2021 de participantes com idades a partir dos 18 anos. “Essa é a primeira vez que uma região
inteira ........ um estudo tão robusto. Não existe nada parecido na Europa nem na Ásia”, explicou
a professora da FMUSP. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente 55 milhões
de pessoas ........ demência ao redor do mundo e mais de 60% dos casos se concentram em
países em desenvolvimento. A instituição calcula que em 2050 esse número aumentará para
mais de 150 milhões.
Demência resulta de uma variedade de doenças e lesões que afetam o cérebro. A doença
de Alzheimer é a forma mais comum de demência e pode contribuir entre 60% e 70% dos casos.
A demência não afeta exclusivamente pessoas mais velhas. A OMS estima que até 9% dos casos
tiveram início precoce (antes dos 65 anos). Na América Latina, a pesquisa revelou que os
principais fatores de risco são a obesidade, a inatividade física e a depressão. Esses achados
........ implicações significativas para estratégias de saúde pública e prevenção de demência
direcionadas individualmente. “Esses são fatores relacionados ao estilo de vida, e a ideia da
análise é isolar cada um para identificar o potencial de prevenção de demência”, detalha Claudia.
“Por exemplo, quando a atividade física é realizada de forma regular, melhora a saúde vascular,
que promoverá uma melhor nutrição e oxigenação cerebral. A obesidade pode estar relacionada
___ demências através da promoção de neuroinflamação”, detalhou.
“As demências possuem um potencial alto de prevenção. Se a gente pensar em termos de
porcentagem e de saúde pública, temos exemplos positivos de políticas públicas relacionadas à
diminuição da prevalência dos fatores de risco. Na Argentina, a ‘baixa educação’ não é
prevalente, por políticas públicas que diminuíram esse índice no passado. Outro ponto
importante está relacionado ao tabagismo”, diz a pesquisadora. “Praticamente nenhum país da
América Latina apresenta relação atribuível muito alta porque existem políticas há muito tempo
inibindo o uso de cigarro, proibindo consumo em ambientes fechados ou com a taxação
o
produto”, disse a pesquisadora.
Líder de estudos anteriores focados nos fatores de risco modificáveis do Brasil e Argentina,
a professora da FMUSP conta que os resultados brasileiros já foram abraçados pelo Ministério da
Saúde. “A partir disso, o Ministério está desenvolvendo uma série de campanhas para informar
sobre ___ demências no Brasil, incluindo uma campanha de prevenção”, destaca. “É muito
importante que a população entenda que a prevenção de demência começa cedo e quais são os
principais fatores de risco. E, também, o que pode ser feito hoje para prevenir a longo prazo”,
celebrou a professora da FMUSP.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/estudo-revela-que-mais-de-50-dos-casos-de-demencia-naamerica-latina-sao-evitaveis/– texto adaptado especialmente para esta prova).
Em qual das linhas indicadas abaixo o “que” NÃO é pronome relativo?
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Estudo revela que mais de 50% dos casos de demência na América Latina são evitáveis
Por Redação do Jornal da USP
Um estudo inovador conduzido pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e publicado em
artigo na revista The Lancet Global Health revelou que 54% dos casos de demência na América
Latina são atribuíveis ___ fatores de risco modificáveis, um índice acima da média mundial de
40%. A pesquisa, liderada por Claudia Kimie Suemoto, professora da disciplina de Geriatria da
FMUSP, destaca a urgência de intervenções preventivas na região. Fatores de risco modificáveis
são condições que podem ser alteradas no estilo de vida ou com acesso ___ tratamentos
médicos. Ou seja, podem ser prevenidas.
A partir de dados da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Honduras, México e Peru, o estudo
analisou medições de 12 fatores: baixa educação, perda auditiva, hipertensão, obesidade,
tabagismo, depressão, isolamento social, inatividade física, diabete, consumo excessivo de
álcool, poluição do ar e lesão cerebral traumática. As amostras foram coletadas entre 2015 e
2021 de participantes com idades a partir dos 18 anos. “Essa é a primeira vez que uma região
inteira ........ um estudo tão robusto. Não existe nada parecido na Europa nem na Ásia”, explicou
a professora da FMUSP. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente 55 milhões
de pessoas ........ demência ao redor do mundo e mais de 60% dos casos se concentram em
países em desenvolvimento. A instituição calcula que em 2050 esse número aumentará para
mais de 150 milhões.
Demência resulta de uma variedade de doenças e lesões que afetam o cérebro. A doença
de Alzheimer é a forma mais comum de demência e pode contribuir entre 60% e 70% dos casos.
A demência não afeta exclusivamente pessoas mais velhas. A OMS estima que até 9% dos casos
tiveram início precoce (antes dos 65 anos). Na América Latina, a pesquisa revelou que os
principais fatores de risco são a obesidade, a inatividade física e a depressão. Esses achados
........ implicações significativas para estratégias de saúde pública e prevenção de demência
direcionadas individualmente. “Esses são fatores relacionados ao estilo de vida, e a ideia da
análise é isolar cada um para identificar o potencial de prevenção de demência”, detalha Claudia.
“Por exemplo, quando a atividade física é realizada de forma regular, melhora a saúde vascular,
que promoverá uma melhor nutrição e oxigenação cerebral. A obesidade pode estar relacionada
___ demências através da promoção de neuroinflamação”, detalhou.
“As demências possuem um potencial alto de prevenção. Se a gente pensar em termos de
porcentagem e de saúde pública, temos exemplos positivos de políticas públicas relacionadas à
diminuição da prevalência dos fatores de risco. Na Argentina, a ‘baixa educação’ não é
prevalente, por políticas públicas que diminuíram esse índice no passado. Outro ponto
importante está relacionado ao tabagismo”, diz a pesquisadora. “Praticamente nenhum país da
América Latina apresenta relação atribuível muito alta porque existem políticas há muito tempo
inibindo o uso de cigarro, proibindo consumo em ambientes fechados ou com a taxação
o
produto”, disse a pesquisadora.
Líder de estudos anteriores focados nos fatores de risco modificáveis do Brasil e Argentina,
a professora da FMUSP conta que os resultados brasileiros já foram abraçados pelo Ministério da
Saúde. “A partir disso, o Ministério está desenvolvendo uma série de campanhas para informar
sobre ___ demências no Brasil, incluindo uma campanha de prevenção”, destaca. “É muito
importante que a população entenda que a prevenção de demência começa cedo e quais são os
principais fatores de risco. E, também, o que pode ser feito hoje para prevenir a longo prazo”,
celebrou a professora da FMUSP.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/estudo-revela-que-mais-de-50-dos-casos-de-demencia-naamerica-latina-sao-evitaveis/– texto adaptado especialmente para esta prova).
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
Estudo revela que mais de 50% dos casos de demência na América Latina são evitáveis
Por Redação do Jornal da USP
Um estudo inovador conduzido pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e publicado em
artigo na revista The Lancet Global Health revelou que 54% dos casos de demência na América
Latina são atribuíveis ___ fatores de risco modificáveis, um índice acima da média mundial de
40%. A pesquisa, liderada por Claudia Kimie Suemoto, professora da disciplina de Geriatria da
FMUSP, destaca a urgência de intervenções preventivas na região. Fatores de risco modificáveis
são condições que podem ser alteradas no estilo de vida ou com acesso ___ tratamentos
médicos. Ou seja, podem ser prevenidas.
A partir de dados da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Honduras, México e Peru, o estudo
analisou medições de 12 fatores: baixa educação, perda auditiva, hipertensão, obesidade,
tabagismo, depressão, isolamento social, inatividade física, diabete, consumo excessivo de
álcool, poluição do ar e lesão cerebral traumática. As amostras foram coletadas entre 2015 e
2021 de participantes com idades a partir dos 18 anos. “Essa é a primeira vez que uma região
inteira ........ um estudo tão robusto. Não existe nada parecido na Europa nem na Ásia”, explicou
a professora da FMUSP. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente 55 milhões
de pessoas ........ demência ao redor do mundo e mais de 60% dos casos se concentram em
países em desenvolvimento. A instituição calcula que em 2050 esse número aumentará para
mais de 150 milhões.
Demência resulta de uma variedade de doenças e lesões que afetam o cérebro. A doença
de Alzheimer é a forma mais comum de demência e pode contribuir entre 60% e 70% dos casos.
A demência não afeta exclusivamente pessoas mais velhas. A OMS estima que até 9% dos casos
tiveram início precoce (antes dos 65 anos). Na América Latina, a pesquisa revelou que os
principais fatores de risco são a obesidade, a inatividade física e a depressão. Esses achados
........ implicações significativas para estratégias de saúde pública e prevenção de demência
direcionadas individualmente. “Esses são fatores relacionados ao estilo de vida, e a ideia da
análise é isolar cada um para identificar o potencial de prevenção de demência”, detalha Claudia.
“Por exemplo, quando a atividade física é realizada de forma regular, melhora a saúde vascular,
que promoverá uma melhor nutrição e oxigenação cerebral. A obesidade pode estar relacionada
___ demências através da promoção de neuroinflamação”, detalhou.
“As demências possuem um potencial alto de prevenção. Se a gente pensar em termos de
porcentagem e de saúde pública, temos exemplos positivos de políticas públicas relacionadas à
diminuição da prevalência dos fatores de risco. Na Argentina, a ‘baixa educação’ não é
prevalente, por políticas públicas que diminuíram esse índice no passado. Outro ponto
importante está relacionado ao tabagismo”, diz a pesquisadora. “Praticamente nenhum país da
América Latina apresenta relação atribuível muito alta porque existem políticas há muito tempo
inibindo o uso de cigarro, proibindo consumo em ambientes fechados ou com a taxação
o
produto”, disse a pesquisadora.
Líder de estudos anteriores focados nos fatores de risco modificáveis do Brasil e Argentina,
a professora da FMUSP conta que os resultados brasileiros já foram abraçados pelo Ministério da
Saúde. “A partir disso, o Ministério está desenvolvendo uma série de campanhas para informar
sobre ___ demências no Brasil, incluindo uma campanha de prevenção”, destaca. “É muito
importante que a população entenda que a prevenção de demência começa cedo e quais são os
principais fatores de risco. E, também, o que pode ser feito hoje para prevenir a longo prazo”,
celebrou a professora da FMUSP.
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Por Redação do Jornal da USP
Um estudo inovador conduzido pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e publicado em
artigo na revista The Lancet Global Health revelou que 54% dos casos de demência na América
Latina são atribuíveis ___ fatores de risco modificáveis, um índice acima da média mundial de
40%. A pesquisa, liderada por Claudia Kimie Suemoto, professora da disciplina de Geriatria da
FMUSP, destaca a urgência de intervenções preventivas na região. Fatores de risco modificáveis
são condições que podem ser alteradas no estilo de vida ou com acesso ___ tratamentos
médicos. Ou seja, podem ser prevenidas.
A partir de dados da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Honduras, México e Peru, o estudo
analisou medições de 12 fatores: baixa educação, perda auditiva, hipertensão, obesidade,
tabagismo, depressão, isolamento social, inatividade física, diabete, consumo excessivo de
álcool, poluição do ar e lesão cerebral traumática. As amostras foram coletadas entre 2015 e
2021 de participantes com idades a partir dos 18 anos. “Essa é a primeira vez que uma região
inteira ........ um estudo tão robusto. Não existe nada parecido na Europa nem na Ásia”, explicou
a professora da FMUSP. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente 55 milhões
de pessoas ........ demência ao redor do mundo e mais de 60% dos casos se concentram em
países em desenvolvimento. A instituição calcula que em 2050 esse número aumentará para
mais de 150 milhões.
Demência resulta de uma variedade de doenças e lesões que afetam o cérebro. A doença
de Alzheimer é a forma mais comum de demência e pode contribuir entre 60% e 70% dos casos.
A demência não afeta exclusivamente pessoas mais velhas. A OMS estima que até 9% dos casos
tiveram início precoce (antes dos 65 anos). Na América Latina, a pesquisa revelou que os
principais fatores de risco são a obesidade, a inatividade física e a depressão. Esses achados
........ implicações significativas para estratégias de saúde pública e prevenção de demência
direcionadas individualmente. “Esses são fatores relacionados ao estilo de vida, e a ideia da
análise é isolar cada um para identificar o potencial de prevenção de demência”, detalha Claudia.
“Por exemplo, quando a atividade física é realizada de forma regular, melhora a saúde vascular,
que promoverá uma melhor nutrição e oxigenação cerebral. A obesidade pode estar relacionada
___ demências através da promoção de neuroinflamação”, detalhou.
“As demências possuem um potencial alto de prevenção. Se a gente pensar em termos de
porcentagem e de saúde pública, temos exemplos positivos de políticas públicas relacionadas à
diminuição da prevalência dos fatores de risco. Na Argentina, a ‘baixa educação’ não é
prevalente, por políticas públicas que diminuíram esse índice no passado. Outro ponto
importante está relacionado ao tabagismo”, diz a pesquisadora. “Praticamente nenhum país da
América Latina apresenta relação atribuível muito alta porque existem políticas há muito tempo
inibindo o uso de cigarro, proibindo consumo em ambientes fechados ou com a taxação
o
produto”, disse a pesquisadora.
Líder de estudos anteriores focados nos fatores de risco modificáveis do Brasil e Argentina,
a professora da FMUSP conta que os resultados brasileiros já foram abraçados pelo Ministério da
Saúde. “A partir disso, o Ministério está desenvolvendo uma série de campanhas para informar
sobre ___ demências no Brasil, incluindo uma campanha de prevenção”, destaca. “É muito
importante que a população entenda que a prevenção de demência começa cedo e quais são os
principais fatores de risco. E, também, o que pode ser feito hoje para prevenir a longo prazo”,
celebrou a professora da FMUSP.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/estudo-revela-que-mais-de-50-dos-casos-de-demencia-naamerica-latina-sao-evitaveis/– texto adaptado especialmente para esta prova).
Segundo o texto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Demência é uma forma de se referir à doença de Alzheimer.
( ) O Ministério da Saúde, apesar de ter sido informado sobre os achados do estudo, ainda não tomou nenhuma medida em relação ao tema.
( ) É possível prevenir a demência.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Latina são atribuíveis ___ fatores de risco modificáveis, um índice acima da média mundial de
40%. A pesquisa, liderada por Claudia Kimie Suemoto, professora da disciplina de Geriatria da
FMUSP, destaca a urgência de intervenções preventivas na região. Fatores de risco modificáveis
são condições que podem ser alteradas no estilo de vida ou com acesso ___ tratamentos
médicos. Ou seja, podem ser prevenidas.
A partir de dados da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Honduras, México e Peru, o estudo
analisou medições de 12 fatores: baixa educação, perda auditiva, hipertensão, obesidade,
tabagismo, depressão, isolamento social, inatividade física, diabete, consumo excessivo de
álcool, poluição do ar e lesão cerebral traumática. As amostras foram coletadas entre 2015 e
2021 de participantes com idades a partir dos 18 anos. “Essa é a primeira vez que uma região
inteira ........ um estudo tão robusto. Não existe nada parecido na Europa nem na Ásia”, explicou
a professora da FMUSP. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente 55 milhões
de pessoas ........ demência ao redor do mundo e mais de 60% dos casos se concentram em
países em desenvolvimento. A instituição calcula que em 2050 esse número aumentará para
mais de 150 milhões.
Demência resulta de uma variedade de doenças e lesões que afetam o cérebro. A doença
de Alzheimer é a forma mais comum de demência e pode contribuir entre 60% e 70% dos casos.
A demência não afeta exclusivamente pessoas mais velhas. A OMS estima que até 9% dos casos
tiveram início precoce (antes dos 65 anos). Na América Latina, a pesquisa revelou que os
principais fatores de risco são a obesidade, a inatividade física e a depressão. Esses achados
........ implicações significativas para estratégias de saúde pública e prevenção de demência
direcionadas individualmente. “Esses são fatores relacionados ao estilo de vida, e a ideia da
análise é isolar cada um para identificar o potencial de prevenção de demência”, detalha Claudia.
“Por exemplo, quando a atividade física é realizada de forma regular, melhora a saúde vascular,
que promoverá uma melhor nutrição e oxigenação cerebral. A obesidade pode estar relacionada
___ demências através da promoção de neuroinflamação”, detalhou.
“As demências possuem um potencial alto de prevenção. Se a gente pensar em termos de
porcentagem e de saúde pública, temos exemplos positivos de políticas públicas relacionadas à
diminuição da prevalência dos fatores de risco. Na Argentina, a ‘baixa educação’ não é
prevalente, por políticas públicas que diminuíram esse índice no passado. Outro ponto
importante está relacionado ao tabagismo”, diz a pesquisadora. “Praticamente nenhum país da
América Latina apresenta relação atribuível muito alta porque existem políticas há muito tempo
inibindo o uso de cigarro, proibindo consumo em ambientes fechados ou com a taxação
o
produto”, disse a pesquisadora.
Líder de estudos anteriores focados nos fatores de risco modificáveis do Brasil e Argentina,
a professora da FMUSP conta que os resultados brasileiros já foram abraçados pelo Ministério da
Saúde. “A partir disso, o Ministério está desenvolvendo uma série de campanhas para informar
sobre ___ demências no Brasil, incluindo uma campanha de prevenção”, destaca. “É muito
importante que a população entenda que a prevenção de demência começa cedo e quais são os
principais fatores de risco. E, também, o que pode ser feito hoje para prevenir a longo prazo”,
celebrou a professora da FMUSP.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/estudo-revela-que-mais-de-50-dos-casos-de-demencia-naamerica-latina-sao-evitaveis/– texto adaptado especialmente para esta prova).
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Por Redação do Jornal da USP
Um estudo inovador conduzido pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e publicado em
artigo na revista The Lancet Global Health revelou que 54% dos casos de demência na América
Latina são atribuíveis ___ fatores de risco modificáveis, um índice acima da média mundial de
40%. A pesquisa, liderada por Claudia Kimie Suemoto, professora da disciplina de Geriatria da
FMUSP, destaca a urgência de intervenções preventivas na região. Fatores de risco modificáveis
são condições que podem ser alteradas no estilo de vida ou com acesso ___ tratamentos
médicos. Ou seja, podem ser prevenidas.
A partir de dados da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Honduras, México e Peru, o estudo
analisou medições de 12 fatores: baixa educação, perda auditiva, hipertensão, obesidade,
tabagismo, depressão, isolamento social, inatividade física, diabete, consumo excessivo de
álcool, poluição do ar e lesão cerebral traumática. As amostras foram coletadas entre 2015 e
2021 de participantes com idades a partir dos 18 anos. “Essa é a primeira vez que uma região
inteira ........ um estudo tão robusto. Não existe nada parecido na Europa nem na Ásia”, explicou
a professora da FMUSP. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente 55 milhões
de pessoas ........ demência ao redor do mundo e mais de 60% dos casos se concentram em
países em desenvolvimento. A instituição calcula que em 2050 esse número aumentará para
mais de 150 milhões.
Demência resulta de uma variedade de doenças e lesões que afetam o cérebro. A doença
de Alzheimer é a forma mais comum de demência e pode contribuir entre 60% e 70% dos casos.
A demência não afeta exclusivamente pessoas mais velhas. A OMS estima que até 9% dos casos
tiveram início precoce (antes dos 65 anos). Na América Latina, a pesquisa revelou que os
principais fatores de risco são a obesidade, a inatividade física e a depressão. Esses achados
........ implicações significativas para estratégias de saúde pública e prevenção de demência
direcionadas individualmente. “Esses são fatores relacionados ao estilo de vida, e a ideia da
análise é isolar cada um para identificar o potencial de prevenção de demência”, detalha Claudia.
“Por exemplo, quando a atividade física é realizada de forma regular, melhora a saúde vascular,
que promoverá uma melhor nutrição e oxigenação cerebral. A obesidade pode estar relacionada
___ demências através da promoção de neuroinflamação”, detalhou.
“As demências possuem um potencial alto de prevenção. Se a gente pensar em termos de
porcentagem e de saúde pública, temos exemplos positivos de políticas públicas relacionadas à
diminuição da prevalência dos fatores de risco. Na Argentina, a ‘baixa educação’ não é
prevalente, por políticas públicas que diminuíram esse índice no passado. Outro ponto
importante está relacionado ao tabagismo”, diz a pesquisadora. “Praticamente nenhum país da
América Latina apresenta relação atribuível muito alta porque existem políticas há muito tempo
inibindo o uso de cigarro, proibindo consumo em ambientes fechados ou com a taxação
o
produto”, disse a pesquisadora.
Líder de estudos anteriores focados nos fatores de risco modificáveis do Brasil e Argentina,
a professora da FMUSP conta que os resultados brasileiros já foram abraçados pelo Ministério da
Saúde. “A partir disso, o Ministério está desenvolvendo uma série de campanhas para informar
sobre ___ demências no Brasil, incluindo uma campanha de prevenção”, destaca. “É muito
importante que a população entenda que a prevenção de demência começa cedo e quais são os
principais fatores de risco. E, também, o que pode ser feito hoje para prevenir a longo prazo”,
celebrou a professora da FMUSP.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/estudo-revela-que-mais-de-50-dos-casos-de-demencia-naamerica-latina-sao-evitaveis/– texto adaptado especialmente para esta prova).
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Estudo revela que mais de 50% dos casos de demência na América Latina são evitáveis
Por Redação do Jornal da USP
Um estudo inovador conduzido pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e publicado em
artigo na revista The Lancet Global Health revelou que 54% dos casos de demência na América
Latina são atribuíveis ___ fatores de risco modificáveis, um índice acima da média mundial de
40%. A pesquisa, liderada por Claudia Kimie Suemoto, professora da disciplina de Geriatria da
FMUSP, destaca a urgência de intervenções preventivas na região. Fatores de risco modificáveis
são condições que podem ser alteradas no estilo de vida ou com acesso ___ tratamentos
médicos. Ou seja, podem ser prevenidas.
A partir de dados da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Honduras, México e Peru, o estudo
analisou medições de 12 fatores: baixa educação, perda auditiva, hipertensão, obesidade,
tabagismo, depressão, isolamento social, inatividade física, diabete, consumo excessivo de
álcool, poluição do ar e lesão cerebral traumática. As amostras foram coletadas entre 2015 e
2021 de participantes com idades a partir dos 18 anos. “Essa é a primeira vez que uma região
inteira ........ um estudo tão robusto. Não existe nada parecido na Europa nem na Ásia”, explicou
a professora da FMUSP. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente 55 milhões
de pessoas ........ demência ao redor do mundo e mais de 60% dos casos se concentram em
países em desenvolvimento. A instituição calcula que em 2050 esse número aumentará para
mais de 150 milhões.
Demência resulta de uma variedade de doenças e lesões que afetam o cérebro. A doença
de Alzheimer é a forma mais comum de demência e pode contribuir entre 60% e 70% dos casos.
A demência não afeta exclusivamente pessoas mais velhas. A OMS estima que até 9% dos casos
tiveram início precoce (antes dos 65 anos). Na América Latina, a pesquisa revelou que os
principais fatores de risco são a obesidade, a inatividade física e a depressão. Esses achados
........ implicações significativas para estratégias de saúde pública e prevenção de demência
direcionadas individualmente. “Esses são fatores relacionados ao estilo de vida, e a ideia da
análise é isolar cada um para identificar o potencial de prevenção de demência”, detalha Claudia.
“Por exemplo, quando a atividade física é realizada de forma regular, melhora a saúde vascular,
que promoverá uma melhor nutrição e oxigenação cerebral. A obesidade pode estar relacionada
___ demências através da promoção de neuroinflamação”, detalhou.
“As demências possuem um potencial alto de prevenção. Se a gente pensar em termos de
porcentagem e de saúde pública, temos exemplos positivos de políticas públicas relacionadas à
diminuição da prevalência dos fatores de risco. Na Argentina, a ‘baixa educação’ não é
prevalente, por políticas públicas que diminuíram esse índice no passado. Outro ponto
importante está relacionado ao tabagismo”, diz a pesquisadora. “Praticamente nenhum país da
América Latina apresenta relação atribuível muito alta porque existem políticas há muito tempo
inibindo o uso de cigarro, proibindo consumo em ambientes fechados ou com a taxação
o
produto”, disse a pesquisadora.
Líder de estudos anteriores focados nos fatores de risco modificáveis do Brasil e Argentina,
a professora da FMUSP conta que os resultados brasileiros já foram abraçados pelo Ministério da
Saúde. “A partir disso, o Ministério está desenvolvendo uma série de campanhas para informar
sobre ___ demências no Brasil, incluindo uma campanha de prevenção”, destaca. “É muito
importante que a população entenda que a prevenção de demência começa cedo e quais são os
principais fatores de risco. E, também, o que pode ser feito hoje para prevenir a longo prazo”,
celebrou a professora da FMUSP.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/estudo-revela-que-mais-de-50-dos-casos-de-demencia-naamerica-latina-sao-evitaveis/– texto adaptado especialmente para esta prova).
I. É possível reduzir a probabilidade de desenvolvimento de demência manejando hábitos de vida, como tabagismo e prática de exercício físico.
II. Existem fatores de risco que podem ser minimizados com adoção de um estilo de vida saudável.
III. Mais da metade dos diagnósticos são modificáveis por bons hábitos.
Quais estão corretas?
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- Temas Educacionais PedagógicosPolíticas PúblicasProgramas e Ações do Ministério da Educação - Desenvolvimento da Educação Básica
- Políticas Educacionais
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Por Redação do Jornal da USP
Um estudo inovador conduzido pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e publicado em
artigo na revista The Lancet Global Health revelou que 54% dos casos de demência na América
Latina são atribuíveis ___ fatores de risco modificáveis, um índice acima da média mundial de
40%. A pesquisa, liderada por Claudia Kimie Suemoto, professora da disciplina de Geriatria da
FMUSP, destaca a urgência de intervenções preventivas na região. Fatores de risco modificáveis
são condições que podem ser alteradas no estilo de vida ou com acesso ___ tratamentos
médicos. Ou seja, podem ser prevenidas.
A partir de dados da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Honduras, México e Peru, o estudo
analisou medições de 12 fatores: baixa educação, perda auditiva, hipertensão, obesidade,
tabagismo, depressão, isolamento social, inatividade física, diabete, consumo excessivo de
álcool, poluição do ar e lesão cerebral traumática. As amostras foram coletadas entre 2015 e
2021 de participantes com idades a partir dos 18 anos. “Essa é a primeira vez que uma região
inteira ........ um estudo tão robusto. Não existe nada parecido na Europa nem na Ásia”, explicou
a professora da FMUSP. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente 55 milhões
de pessoas ........ demência ao redor do mundo e mais de 60% dos casos se concentram em
países em desenvolvimento. A instituição calcula que em 2050 esse número aumentará para
mais de 150 milhões.
Demência resulta de uma variedade de doenças e lesões que afetam o cérebro. A doença
de Alzheimer é a forma mais comum de demência e pode contribuir entre 60% e 70% dos casos.
A demência não afeta exclusivamente pessoas mais velhas. A OMS estima que até 9% dos casos
tiveram início precoce (antes dos 65 anos). Na América Latina, a pesquisa revelou que os
principais fatores de risco são a obesidade, a inatividade física e a depressão. Esses achados
........ implicações significativas para estratégias de saúde pública e prevenção de demência
direcionadas individualmente. “Esses são fatores relacionados ao estilo de vida, e a ideia da
análise é isolar cada um para identificar o potencial de prevenção de demência”, detalha Claudia.
“Por exemplo, quando a atividade física é realizada de forma regular, melhora a saúde vascular,
que promoverá uma melhor nutrição e oxigenação cerebral. A obesidade pode estar relacionada
___ demências através da promoção de neuroinflamação”, detalhou.
“As demências possuem um potencial alto de prevenção. Se a gente pensar em termos de
porcentagem e de saúde pública, temos exemplos positivos de políticas públicas relacionadas à
diminuição da prevalência dos fatores de risco. Na Argentina, a ‘baixa educação’ não é
prevalente, por políticas públicas que diminuíram esse índice no passado. Outro ponto
importante está relacionado ao tabagismo”, diz a pesquisadora. “Praticamente nenhum país da
América Latina apresenta relação atribuível muito alta porque existem políticas há muito tempo
inibindo o uso de cigarro, proibindo consumo em ambientes fechados ou com a taxação
o
produto”, disse a pesquisadora.
Líder de estudos anteriores focados nos fatores de risco modificáveis do Brasil e Argentina,
a professora da FMUSP conta que os resultados brasileiros já foram abraçados pelo Ministério da
Saúde. “A partir disso, o Ministério está desenvolvendo uma série de campanhas para informar
sobre ___ demências no Brasil, incluindo uma campanha de prevenção”, destaca. “É muito
importante que a população entenda que a prevenção de demência começa cedo e quais são os
principais fatores de risco. E, também, o que pode ser feito hoje para prevenir a longo prazo”,
celebrou a professora da FMUSP.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/estudo-revela-que-mais-de-50-dos-casos-de-demencia-naamerica-latina-sao-evitaveis/– texto adaptado especialmente para esta prova).
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Estudo revela que mais de 50% dos casos de demência na América Latina são evitáveis
Por Redação do Jornal da USP
Um estudo inovador conduzido pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e publicado em
artigo na revista The Lancet Global Health revelou que 54% dos casos de demência na América
Latina são atribuíveis ___ fatores de risco modificáveis, um índice acima da média mundial de
40%. A pesquisa, liderada por Claudia Kimie Suemoto, professora da disciplina de Geriatria da
FMUSP, destaca a urgência de intervenções preventivas na região. Fatores de risco modificáveis
são condições que podem ser alteradas no estilo de vida ou com acesso ___ tratamentos
médicos. Ou seja, podem ser prevenidas.
A partir de dados da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Honduras, México e Peru, o estudo
analisou medições de 12 fatores: baixa educação, perda auditiva, hipertensão, obesidade,
tabagismo, depressão, isolamento social, inatividade física, diabete, consumo excessivo de
álcool, poluição do ar e lesão cerebral traumática. As amostras foram coletadas entre 2015 e
2021 de participantes com idades a partir dos 18 anos. “Essa é a primeira vez que uma região
inteira ........ um estudo tão robusto. Não existe nada parecido na Europa nem na Ásia”, explicou
a professora da FMUSP. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente 55 milhões
de pessoas ........ demência ao redor do mundo e mais de 60% dos casos se concentram em
países em desenvolvimento. A instituição calcula que em 2050 esse número aumentará para
mais de 150 milhões.
Demência resulta de uma variedade de doenças e lesões que afetam o cérebro. A doença
de Alzheimer é a forma mais comum de demência e pode contribuir entre 60% e 70% dos casos.
A demência não afeta exclusivamente pessoas mais velhas. A OMS estima que até 9% dos casos
tiveram início precoce (antes dos 65 anos). Na América Latina, a pesquisa revelou que os
principais fatores de risco são a obesidade, a inatividade física e a depressão. Esses achados
........ implicações significativas para estratégias de saúde pública e prevenção de demência
direcionadas individualmente. “Esses são fatores relacionados ao estilo de vida, e a ideia da
análise é isolar cada um para identificar o potencial de prevenção de demência”, detalha Claudia.
“Por exemplo, quando a atividade física é realizada de forma regular, melhora a saúde vascular,
que promoverá uma melhor nutrição e oxigenação cerebral. A obesidade pode estar relacionada
___ demências através da promoção de neuroinflamação”, detalhou.
“As demências possuem um potencial alto de prevenção. Se a gente pensar em termos de
porcentagem e de saúde pública, temos exemplos positivos de políticas públicas relacionadas à
diminuição da prevalência dos fatores de risco. Na Argentina, a ‘baixa educação’ não é
prevalente, por políticas públicas que diminuíram esse índice no passado. Outro ponto
importante está relacionado ao tabagismo”, diz a pesquisadora. “Praticamente nenhum país da
América Latina apresenta relação atribuível muito alta porque existem políticas há muito tempo
inibindo o uso de cigarro, proibindo consumo em ambientes fechados ou com a taxação
o
produto”, disse a pesquisadora.
Líder de estudos anteriores focados nos fatores de risco modificáveis do Brasil e Argentina,
a professora da FMUSP conta que os resultados brasileiros já foram abraçados pelo Ministério da
Saúde. “A partir disso, o Ministério está desenvolvendo uma série de campanhas para informar
sobre ___ demências no Brasil, incluindo uma campanha de prevenção”, destaca. “É muito
importante que a população entenda que a prevenção de demência começa cedo e quais são os
principais fatores de risco. E, também, o que pode ser feito hoje para prevenir a longo prazo”,
celebrou a professora da FMUSP.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/estudo-revela-que-mais-de-50-dos-casos-de-demencia-naamerica-latina-sao-evitaveis/– texto adaptado especialmente para esta prova).
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