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3676791 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Erebango-RS
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O ano mais quente da história... até agora

Por Chloé Pinheiro



O centro de estudos para o clima Copernicus, ligado à União Europeia, anunciou que o aquecimento global no ano passado foi de 1,6 °C em relação ao período pré-industrial. A marca é maior do que o 1,5 °C estabelecido pelo Acordo de Paris, em 2015, como tentativa de brecar os efeitos das mudanças climáticas. Cabe esclarecer que é preciso que a temperatura siga assim por um período para confirmar os riscos à vista.

“De qualquer forma, é uma notícia grave”, aponta o físico Alexandre Araújo Costa, da Universidade Estadual do Ceará (UECE). A expectativa era de que se atingisse essa nova média em 2042, mas agora a projeção caiu para 2030. “Ainda temos chances matemáticas de conter a subida do termômetro, mas isso implica um giro radical nas políticas globais”, diz o professor.

Sem medidas para deter o aquecimento global, haverá um aumento médio de 3 graus em 2100. Nesse cenário, cidades podem ter ondas de calor com duração de até um mês. E mais de 600 milhões de pessoas no mundo estarão sujeitas a inundações. A diferença entre 1,5 °C e 2 °C parece pouco, mas cada grau centígrado conta para evitar as projeções pessimistas em diversas searas:

Animais e plantas: espécies podem desaparecer e tantas outras migrarão, desequilibrando ecossistemas.

Termômetro: O valor de 1,6 °C é uma média. Em alguns lugares, a elevação térmica já supera esse índice.

Desastres: Só no Brasil, o número de eventos extremos já se elevou 1.000% nos últimos 20 anos.

Doenças: As arboviroses, como dengue e chikungunya, estão cada vez mais frequentes. Alimentação: A produção de comida já é afetada pelo clima. Os preços no supermercado que o digam!

Óbitos: Além dos atingidos pelos desastres, mortes devido ao calor aumentam a cada ano.




(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Na frase retirada do texto “A diferença entre 1,5 °C e 2 °C parece pouco, mas cada grau conta”, a palavra destacada poderia ser substituída, sem mudar o sentido, por:
 

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3676790 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Erebango-RS
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O ano mais quente da história... até agora

Por Chloé Pinheiro



O centro de estudos para o clima Copernicus, ligado à União Europeia, anunciou que o aquecimento global no ano passado foi de 1,6 °C em relação ao período pré-industrial. A marca é maior do que o 1,5 °C estabelecido pelo Acordo de Paris, em 2015, como tentativa de brecar os efeitos das mudanças climáticas. Cabe esclarecer que é preciso que a temperatura siga assim por um período para confirmar os riscos à vista.

“De qualquer forma, é uma notícia grave”, aponta o físico Alexandre Araújo Costa, da Universidade Estadual do Ceará (UECE). A expectativa era de que se atingisse essa nova média em 2042, mas agora a projeção caiu para 2030. “Ainda temos chances matemáticas de conter a subida do termômetro, mas isso implica um giro radical nas políticas globais”, diz o professor.

Sem medidas para deter o aquecimento global, haverá um aumento médio de 3 graus em 2100. Nesse cenário, cidades podem ter ondas de calor com duração de até um mês. E mais de 600 milhões de pessoas no mundo estarão sujeitas a inundações. A diferença entre 1,5 °C e 2 °C parece pouco, mas cada grau centígrado conta para evitar as projeções pessimistas em diversas searas:

Animais e plantas: espécies podem desaparecer e tantas outras migrarão, desequilibrando ecossistemas.

Termômetro: O valor de 1,6 °C é uma média. Em alguns lugares, a elevação térmica já supera esse índice.

Desastres: Só no Brasil, o número de eventos extremos já se elevou 1.000% nos últimos 20 anos.

Doenças: As arboviroses, como dengue e chikungunya, estão cada vez mais frequentes. Alimentação: A produção de comida já é afetada pelo clima. Os preços no supermercado que o digam!

Óbitos: Além dos atingidos pelos desastres, mortes devido ao calor aumentam a cada ano.




(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual das palavras abaixo aparece primeiro na ordem alfabética?
 

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3676789 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Erebango-RS
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O ano mais quente da história... até agora

Por Chloé Pinheiro



O centro de estudos para o clima Copernicus, ligado à União Europeia, anunciou que o aquecimento global no ano passado foi de 1,6 °C em relação ao período pré-industrial. A marca é maior do que o 1,5 °C estabelecido pelo Acordo de Paris, em 2015, como tentativa de brecar os efeitos das mudanças climáticas. Cabe esclarecer que é preciso que a temperatura siga assim por um período para confirmar os riscos à vista.

“De qualquer forma, é uma notícia grave”, aponta o físico Alexandre Araújo Costa, da Universidade Estadual do Ceará (UECE). A expectativa era de que se atingisse essa nova média em 2042, mas agora a projeção caiu para 2030. “Ainda temos chances matemáticas de conter a subida do termômetro, mas isso implica um giro radical nas políticas globais”, diz o professor.

Sem medidas para deter o aquecimento global, haverá um aumento médio de 3 graus em 2100. Nesse cenário, cidades podem ter ondas de calor com duração de até um mês. E mais de 600 milhões de pessoas no mundo estarão sujeitas a inundações. A diferença entre 1,5 °C e 2 °C parece pouco, mas cada grau centígrado conta para evitar as projeções pessimistas em diversas searas:

Animais e plantas: espécies podem desaparecer e tantas outras migrarão, desequilibrando ecossistemas.

Termômetro: O valor de 1,6 °C é uma média. Em alguns lugares, a elevação térmica já supera esse índice.

Desastres: Só no Brasil, o número de eventos extremos já se elevou 1.000% nos últimos 20 anos.

Doenças: As arboviroses, como dengue e chikungunya, estão cada vez mais frequentes. Alimentação: A produção de comida já é afetada pelo clima. Os preços no supermercado que o digam!

Óbitos: Além dos atingidos pelos desastres, mortes devido ao calor aumentam a cada ano.




(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual das palavras abaixo apresenta um encontro consonantal (duas ou mais consoantes juntas na mesma sílaba)?
 

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3676788 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Erebango-RS
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O ano mais quente da história... até agora

Por Chloé Pinheiro



O centro de estudos para o clima Copernicus, ligado à União Europeia, anunciou que o aquecimento global no ano passado foi de 1,6 °C em relação ao período pré-industrial. A marca é maior do que o 1,5 °C estabelecido pelo Acordo de Paris, em 2015, como tentativa de brecar os efeitos das mudanças climáticas. Cabe esclarecer que é preciso que a temperatura siga assim por um período para confirmar os riscos à vista.

“De qualquer forma, é uma notícia grave”, aponta o físico Alexandre Araújo Costa, da Universidade Estadual do Ceará (UECE). A expectativa era de que se atingisse essa nova média em 2042, mas agora a projeção caiu para 2030. “Ainda temos chances matemáticas de conter a subida do termômetro, mas isso implica um giro radical nas políticas globais”, diz o professor.

Sem medidas para deter o aquecimento global, haverá um aumento médio de 3 graus em 2100. Nesse cenário, cidades podem ter ondas de calor com duração de até um mês. E mais de 600 milhões de pessoas no mundo estarão sujeitas a inundações. A diferença entre 1,5 °C e 2 °C parece pouco, mas cada grau centígrado conta para evitar as projeções pessimistas em diversas searas:

Animais e plantas: espécies podem desaparecer e tantas outras migrarão, desequilibrando ecossistemas.

Termômetro: O valor de 1,6 °C é uma média. Em alguns lugares, a elevação térmica já supera esse índice.

Desastres: Só no Brasil, o número de eventos extremos já se elevou 1.000% nos últimos 20 anos.

Doenças: As arboviroses, como dengue e chikungunya, estão cada vez mais frequentes. Alimentação: A produção de comida já é afetada pelo clima. Os preços no supermercado que o digam!

Óbitos: Além dos atingidos pelos desastres, mortes devido ao calor aumentam a cada ano.




(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que a palavra esteja escrita corretamente.
 

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3676787 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Erebango-RS
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O ano mais quente da história... até agora

Por Chloé Pinheiro



O centro de estudos para o clima Copernicus, ligado à União Europeia, anunciou que o aquecimento global no ano passado foi de 1,6 °C em relação ao período pré-industrial. A marca é maior do que o 1,5 °C estabelecido pelo Acordo de Paris, em 2015, como tentativa de brecar os efeitos das mudanças climáticas. Cabe esclarecer que é preciso que a temperatura siga assim por um período para confirmar os riscos à vista.

“De qualquer forma, é uma notícia grave”, aponta o físico Alexandre Araújo Costa, da Universidade Estadual do Ceará (UECE). A expectativa era de que se atingisse essa nova média em 2042, mas agora a projeção caiu para 2030. “Ainda temos chances matemáticas de conter a subida do termômetro, mas isso implica um giro radical nas políticas globais”, diz o professor.

Sem medidas para deter o aquecimento global, haverá um aumento médio de 3 graus em 2100. Nesse cenário, cidades podem ter ondas de calor com duração de até um mês. E mais de 600 milhões de pessoas no mundo estarão sujeitas a inundações. A diferença entre 1,5 °C e 2 °C parece pouco, mas cada grau centígrado conta para evitar as projeções pessimistas em diversas searas:

Animais e plantas: espécies podem desaparecer e tantas outras migrarão, desequilibrando ecossistemas.

Termômetro: O valor de 1,6 °C é uma média. Em alguns lugares, a elevação térmica já supera esse índice.

Desastres: Só no Brasil, o número de eventos extremos já se elevou 1.000% nos últimos 20 anos.

Doenças: As arboviroses, como dengue e chikungunya, estão cada vez mais frequentes. Alimentação: A produção de comida já é afetada pelo clima. Os preços no supermercado que o digam!

Óbitos: Além dos atingidos pelos desastres, mortes devido ao calor aumentam a cada ano.




(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Na frase retirada do texto “A produção de comida já é afetada pelo clima”, a palavra “produção” é um(a):
 

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3676786 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Erebango-RS
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O ano mais quente da história... até agora

Por Chloé Pinheiro



O centro de estudos para o clima Copernicus, ligado à União Europeia, anunciou que o aquecimento global no ano passado foi de 1,6 °C em relação ao período pré-industrial. A marca é maior do que o 1,5 °C estabelecido pelo Acordo de Paris, em 2015, como tentativa de brecar os efeitos das mudanças climáticas. Cabe esclarecer que é preciso que a temperatura siga assim por um período para confirmar os riscos à vista.

“De qualquer forma, é uma notícia grave”, aponta o físico Alexandre Araújo Costa, da Universidade Estadual do Ceará (UECE). A expectativa era de que se atingisse essa nova média em 2042, mas agora a projeção caiu para 2030. “Ainda temos chances matemáticas de conter a subida do termômetro, mas isso implica um giro radical nas políticas globais”, diz o professor.

Sem medidas para deter o aquecimento global, haverá um aumento médio de 3 graus em 2100. Nesse cenário, cidades podem ter ondas de calor com duração de até um mês. E mais de 600 milhões de pessoas no mundo estarão sujeitas a inundações. A diferença entre 1,5 °C e 2 °C parece pouco, mas cada grau centígrado conta para evitar as projeções pessimistas em diversas searas:

Animais e plantas: espécies podem desaparecer e tantas outras migrarão, desequilibrando ecossistemas.

Termômetro: O valor de 1,6 °C é uma média. Em alguns lugares, a elevação térmica já supera esse índice.

Desastres: Só no Brasil, o número de eventos extremos já se elevou 1.000% nos últimos 20 anos.

Doenças: As arboviroses, como dengue e chikungunya, estão cada vez mais frequentes. Alimentação: A produção de comida já é afetada pelo clima. Os preços no supermercado que o digam!

Óbitos: Além dos atingidos pelos desastres, mortes devido ao calor aumentam a cada ano.




(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Quantos fonemas (sons da fala relacionados a cada letra) há na palavra “graus”, retirada do texto?
 

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3676785 Ano: 2025
Disciplina: Português
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Por Chloé Pinheiro



O centro de estudos para o clima Copernicus, ligado à União Europeia, anunciou que o aquecimento global no ano passado foi de 1,6 °C em relação ao período pré-industrial. A marca é maior do que o 1,5 °C estabelecido pelo Acordo de Paris, em 2015, como tentativa de brecar os efeitos das mudanças climáticas. Cabe esclarecer que é preciso que a temperatura siga assim por um período para confirmar os riscos à vista.

“De qualquer forma, é uma notícia grave”, aponta o físico Alexandre Araújo Costa, da Universidade Estadual do Ceará (UECE). A expectativa era de que se atingisse essa nova média em 2042, mas agora a projeção caiu para 2030. “Ainda temos chances matemáticas de conter a subida do termômetro, mas isso implica um giro radical nas políticas globais”, diz o professor.

Sem medidas para deter o aquecimento global, haverá um aumento médio de 3 graus em 2100. Nesse cenário, cidades podem ter ondas de calor com duração de até um mês. E mais de 600 milhões de pessoas no mundo estarão sujeitas a inundações. A diferença entre 1,5 °C e 2 °C parece pouco, mas cada grau centígrado conta para evitar as projeções pessimistas em diversas searas:

Animais e plantas: espécies podem desaparecer e tantas outras migrarão, desequilibrando ecossistemas.

Termômetro: O valor de 1,6 °C é uma média. Em alguns lugares, a elevação térmica já supera esse índice.

Desastres: Só no Brasil, o número de eventos extremos já se elevou 1.000% nos últimos 20 anos.

Doenças: As arboviroses, como dengue e chikungunya, estão cada vez mais frequentes. Alimentação: A produção de comida já é afetada pelo clima. Os preços no supermercado que o digam!

Óbitos: Além dos atingidos pelos desastres, mortes devido ao calor aumentam a cada ano.




(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre a estrutura do texto, assinale a alternativa correta.
 

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3676784 Ano: 2025
Disciplina: Português
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O centro de estudos para o clima Copernicus, ligado à União Europeia, anunciou que o aquecimento global no ano passado foi de 1,6 °C em relação ao período pré-industrial. A marca é maior do que o 1,5 °C estabelecido pelo Acordo de Paris, em 2015, como tentativa de brecar os efeitos das mudanças climáticas. Cabe esclarecer que é preciso que a temperatura siga assim por um período para confirmar os riscos à vista.

“De qualquer forma, é uma notícia grave”, aponta o físico Alexandre Araújo Costa, da Universidade Estadual do Ceará (UECE). A expectativa era de que se atingisse essa nova média em 2042, mas agora a projeção caiu para 2030. “Ainda temos chances matemáticas de conter a subida do termômetro, mas isso implica um giro radical nas políticas globais”, diz o professor.

Sem medidas para deter o aquecimento global, haverá um aumento médio de 3 graus em 2100. Nesse cenário, cidades podem ter ondas de calor com duração de até um mês. E mais de 600 milhões de pessoas no mundo estarão sujeitas a inundações. A diferença entre 1,5 °C e 2 °C parece pouco, mas cada grau centígrado conta para evitar as projeções pessimistas em diversas searas:

Animais e plantas: espécies podem desaparecer e tantas outras migrarão, desequilibrando ecossistemas.

Termômetro: O valor de 1,6 °C é uma média. Em alguns lugares, a elevação térmica já supera esse índice.

Desastres: Só no Brasil, o número de eventos extremos já se elevou 1.000% nos últimos 20 anos.

Doenças: As arboviroses, como dengue e chikungunya, estão cada vez mais frequentes. Alimentação: A produção de comida já é afetada pelo clima. Os preços no supermercado que o digam!

Óbitos: Além dos atingidos pelos desastres, mortes devido ao calor aumentam a cada ano.




(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre os impactos do aquecimento global mencionados no texto, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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3676783 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Erebango-RS
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Por Chloé Pinheiro

O centro de estudos para o clima Copernicus, ligado à União Europeia, anunciou que o aquecimento global no ano passado foi de 1,6 °C em relação ao período pré-industrial. A marca é maior do que o 1,5 °C estabelecido pelo Acordo de Paris, em 2015, como tentativa de brecar os efeitos das mudanças climáticas. Cabe esclarecer que é preciso que a temperatura siga assim por um período para confirmar os riscos à vista.

“De qualquer forma, é uma notícia grave”, aponta o físico Alexandre Araújo Costa, da Universidade Estadual do Ceará (UECE). A expectativa era de que se atingisse essa nova média em 2042, mas agora a projeção caiu para 2030. “Ainda temos chances matemáticas de conter a subida do termômetro, mas isso implica um giro radical nas políticas globais”, diz o professor.

Sem medidas para deter o aquecimento global, haverá um aumento médio de 3 graus em 2100. Nesse cenário, cidades podem ter ondas de calor com duração de até um mês. E mais de 600 milhões de pessoas no mundo estarão sujeitas a inundações. A diferença entre 1,5 °C e 2 °C parece pouco, mas cada grau centígrado conta para evitar as projeções pessimistas em diversas searas:

Animais e plantas: espécies podem desaparecer e tantas outras migrarão, desequilibrando ecossistemas.

Termômetro: O valor de 1,6 °C é uma média. Em alguns lugares, a elevação térmica já supera esse índice.

Desastres: Só no Brasil, o número de eventos extremos já se elevou 1.000% nos últimos 20 anos.

Doenças: As arboviroses, como dengue e chikungunya, estão cada vez mais frequentes. Alimentação: A produção de comida já é afetada pelo clima. Os preços no supermercado que o digam!

Óbitos: Além dos atingidos pelos desastres, mortes devido ao calor aumentam a cada ano.

(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A partir do texto, assinale a alternativa que apresenta corretamente o significado da expressão “cada grau centígrado conta para evitar as projeções pessimistas” (terceiro parágrafo).

 

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3676782 Ano: 2025
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O ano mais quente da história... até agora

Por Chloé Pinheiro



O centro de estudos para o clima Copernicus, ligado à União Europeia, anunciou que o aquecimento global no ano passado foi de 1,6 °C em relação ao período pré-industrial. A marca é maior do que o 1,5 °C estabelecido pelo Acordo de Paris, em 2015, como tentativa de brecar os efeitos das mudanças climáticas. Cabe esclarecer que é preciso que a temperatura siga assim por um período para confirmar os riscos à vista.

“De qualquer forma, é uma notícia grave”, aponta o físico Alexandre Araújo Costa, da Universidade Estadual do Ceará (UECE). A expectativa era de que se atingisse essa nova média em 2042, mas agora a projeção caiu para 2030. “Ainda temos chances matemáticas de conter a subida do termômetro, mas isso implica um giro radical nas políticas globais”, diz o professor.

Sem medidas para deter o aquecimento global, haverá um aumento médio de 3 graus em 2100. Nesse cenário, cidades podem ter ondas de calor com duração de até um mês. E mais de 600 milhões de pessoas no mundo estarão sujeitas a inundações. A diferença entre 1,5 °C e 2 °C parece pouco, mas cada grau centígrado conta para evitar as projeções pessimistas em diversas searas:

Animais e plantas: espécies podem desaparecer e tantas outras migrarão, desequilibrando ecossistemas.

Termômetro: O valor de 1,6 °C é uma média. Em alguns lugares, a elevação térmica já supera esse índice.

Desastres: Só no Brasil, o número de eventos extremos já se elevou 1.000% nos últimos 20 anos.

Doenças: As arboviroses, como dengue e chikungunya, estão cada vez mais frequentes. Alimentação: A produção de comida já é afetada pelo clima. Os preços no supermercado que o digam!

Óbitos: Além dos atingidos pelos desastres, mortes devido ao calor aumentam a cada ano.




(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto, é correto afirmar que:
 

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