Foram encontradas 70 questões.
Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda a questão.
Texto 04
Lembrança do mundo antigo
Clara passeava no jardim com as crianças.
O céu era verde sobre o gramado,
a água era dourada sob as pontes,
outros elementos eram azuis, róseos, alaranjados,
o guarda-civil sorria, passavam bicicletas,
a menina pisou a relva para pegar um pássaro,
o mundo inteiro, a Alemanha, a China, tudo era
tranquilo em redor de Clara.
As crianças olhavam para o céu: não era proibido.
A boca, o nariz, os olhos estavam abertos. Não havia perigo.
Os perigos que Clara temia eram a gripe, o calor, os insetos.
Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,
esperava cartas que custavam a chegar,
nem sempre podia usar vestido novo. Mas passeava
no jardim, pela manhã!!!
Havia jardins, havia manhãs naquele tempo!!!
Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia Completa. São Paulo: Nova Aguilar, 2002.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a flexão de verbos que compõem o texto 04.
I - No texto, predomina o uso dos verbos no pretérito imperfeito do modo indicativo, o qual expressa ações e acontecimentos passados e contínuos.
II - O verbo “pisou” é o único que foi usado no pretérito perfeito do indicativo, o qual expressa ação passada e concluída.
III - Em “Havia manhãs, havia jardins naquele tempo!!!”, o verbo “haver” foi usado como impessoal, formando orações sem sujeito e, por isso, foi usado no singular.
IV - Em “Não havia perigo [...]”, se o termo “perigo” fosse usado no plural, de acordo com a norma, o verbo deveria ser flexionado, resultando em “Não haviam perigos [...]”.
V - No trecho “Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas [...]”, o verbo “ter” foi usado no sentido de “haver”, e, por isso, encontra-se no singular.
Estão CORRETAS as afirmativas
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Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda a questão.
Texto 04
Lembrança do mundo antigo
Clara passeava no jardim com as crianças.
O céu era verde sobre o gramado,
a água era dourada sob as pontes,
outros elementos eram azuis, róseos, alaranjados,
o guarda-civil sorria, passavam bicicletas,
a menina pisou a relva para pegar um pássaro,
o mundo inteiro, a Alemanha, a China, tudo era
tranquilo em redor de Clara.
As crianças olhavam para o céu: não era proibido.
A boca, o nariz, os olhos estavam abertos. Não havia perigo.
Os perigos que Clara temia eram a gripe, o calor, os insetos.
Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,
esperava cartas que custavam a chegar,
nem sempre podia usar vestido novo. Mas passeava
no jardim, pela manhã!!!
Havia jardins, havia manhãs naquele tempo!!!
Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia Completa. São Paulo: Nova Aguilar, 2002.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto 04.
I - A simplicidade da linguagem do poema reforça a ideia da vida simples do passado que é retratada.
II - A afirmação de que as “cartas custavam a chegar” expressa uma crítica dessa forma de comunicação comparada à rapidez das formas existentes hoje.
III - Os medos e os perigos, “no mundo antigo”, não eram significativos, em comparação ao mundo moderno.
IV - A passagem “nem sempre podia usar vestido novo” revela uma nítida valorização dos bens materiais.
V - A vida em contato e em harmonia com a natureza ficou no passado, e hoje se encontram guardadas na memória.
Estão CORRETAS as afirmativas
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Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda a questão.
Texto 03

Disponível em: https://www.estadao.com.br/emais/. Acesso em: 27 jul. 2023.
Analise as afirmativas, tendo em vista o texto 03.
I - Os personagens Armandinho e Pedro usam o verbo “plantar” com o mesmo valor semântico.
II - O verbo “plantar”, na fala do último quadro, encontra-se subentendido e no sentido denotativo.
III - O verbo “plantar”, na fala do segundo quadro, compõe uma expressão com sentido conotativo.
IV - As personagens não expressam sentimento diante do fato de um deles ter de trocar a brincadeira pelo trabalho.
V - Os personagens Pedro e Armandinho, conforme se verifica, vivem numa mesma condição social.
Estão CORRETAS as afirmativas
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Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda a questão.
Texto 02

Disponível em: https://www.desenhoonline.com/site/os-desenhistas-e-a-tecnologia. Acesso em: 27 jul. 2023.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura do texto 02.
I - Na primeira fala, foi usada a interjeição “uau”, que exprime ideia de admiração.
II - Na segunda fala, a expressão “em breve” expressa uma ideia de tempo futuro.
III - Na segunda fala, o tempo do verbo “poderão” está ligado ao uso de “em breve”.
IV - Na tira, há uma fala com indicações de que ela foi proferida em tom mais alto.
V - Na tira, a linguagem não verbal acrescenta ideias que ajudam a compor o texto
Estão CORRETAS as afirmativas
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Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda a questão.
Texto 02

Disponível em: https://www.desenhoonline.com/site/os-desenhistas-e-a-tecnologia. Acesso em: 27 jul. 2023.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto 02.
I - Observa-se que, ao longo dos séculos, mudanças tecnológicas interferiram na atuação dos desenhistas profissionais.
II - Verifica-se que o desenvolvimento tecnológico não é capaz de superar a capacidade laboral dos desenhistas profissionais.
III - Percebe-se que a evolução tecnológica ocorreu, com o passar do tempo, inclusive, nos eletrodomésticos.
IV - Infere-se que os avanços tecnológicos podem provocar a desvalorização da profissão de desenhista.
V - Percebe-se que novas tecnologias permitirão a substituição de vários instrumentos usados pelos desenhistas profissionais.
Estão CORRETAS as afirmativas
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Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão.
Employee Experience, pessoas e tecnologia. Qual o caminho tomar?
“Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”, escreveu Lewis Carrol, em Alice no País das Maravilhas. Antes dele, o inspirado latino Sêneca cravou: “Para um navio que não sabe a que porto vai, nenhum vento é favorável”. Há muitas versões para essa ideia tão simples, que aparentou ser verdade por tanto tempo, mas que ganhou inédita complexidade em um tempo de tantas incertezas. Afinal, quem hoje sabe para onde estamos indo? Essa nem é a pergunta do milhão, mas do trilhão, eu diria.
São tempos de disrupções tecnológicas, mudanças de matrizes econômicas, transformações em todas as perspectivas do trabalho, instabilidades na cadeia logística em mercados profundamente globalizados, ChatGPT, aquecimento global, cybersecurity, para não lembrar das agora iminentes pandemias. Os desafios parecem inúmeros – e, para ajudar, quase sempre interconectados – e, às vezes, somos tomados por uma dúvida profunda: estamos reagindo no tempo certo e da forma correta ao “novo mundo”? Acabamos nos sentindo sufocados ao tentar entender como todas as variáveis e mudanças se encaixam – como se alguém soubesse. Estamos o tempo todo trocando as turbinas com o avião voando. [...]
Employee experience, ou “experiência dos funcionários”, volta à mesa para uma discussão mais profunda, pois conecta pessoas e performance dos negócios. A mobilidade entre funcionários, risco de perda de conhecimento, burnout, turnovers tornam a discussão sobre employee experience mais atual do que nunca. Os números não são muito animadores e mostram que empresas precisam de uma nova forma de gestão e atualização de suas práticas. Precisamos dar uma resposta concreta ao gato que nos recebe logo ao entrar no País das Maravilhas. Precisamos entender para qual porto queremos ir.
Sim, porque a complexidade dos tempos não pode servir de álibi para a imobilidade. Se não é possível cravar certezas, continua sendo muito necessário sentir a direção dos ventos e rumar para portos possíveis, inclusive com a flexibilidade de redirecionar o leme, quando preciso. Ficar parado também é uma escolha, e certamente não está entre as mais recomendáveis. [...]
Disponível em: https://vocesa.abril.com.br. Acesso em: 27 jul. 2023. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura do texto 01.
I - A presença das aspas, no primeiro parágrafo, indica o uso de citações diretas.
II - O itálico assinala o uso de estrangeirismos, os quais ocorrem ao longo do texto.
III - A linguagem conotativa é empregada de forma reiterada no decorrer do texto.
IV - O uso de verbos na primeira pessoa marca a presença de subjetividade no texto.
V - O texto, por suas características, apresenta-se como dissertativo-argumentativo.
Estão CORRETAS as afirmativas
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Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão.
Employee Experience, pessoas e tecnologia. Qual o caminho tomar?
“Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”, escreveu Lewis Carrol, em Alice no País das Maravilhas. Antes dele, o inspirado latino Sêneca cravou: “Para um navio que não sabe a que porto vai, nenhum vento é favorável”. Há muitas versões para essa ideia tão simples, que aparentou ser verdade por tanto tempo, mas que ganhou inédita complexidade em um tempo de tantas incertezas. Afinal, quem hoje sabe para onde estamos indo? Essa nem é a pergunta do milhão, mas do trilhão, eu diria.
São tempos de disrupções tecnológicas, mudanças de matrizes econômicas, transformações em todas as perspectivas do trabalho, instabilidades na cadeia logística em mercados profundamente globalizados, ChatGPT, aquecimento global, cybersecurity, para não lembrar das agora iminentes pandemias. Os desafios parecem inúmeros – e, para ajudar, quase sempre interconectados – e, às vezes, somos tomados por uma dúvida profunda: estamos reagindo no tempo certo e da forma correta ao “novo mundo”? Acabamos nos sentindo sufocados ao tentar entender como todas as variáveis e mudanças se encaixam – como se alguém soubesse. Estamos o tempo todo trocando as turbinas com o avião voando. [...]
Employee experience, ou “experiência dos funcionários”, volta à mesa para uma discussão mais profunda, pois conecta pessoas e performance dos negócios. A mobilidade entre funcionários, risco de perda de conhecimento, burnout, turnovers tornam a discussão sobre employee experience mais atual do que nunca. Os números não são muito animadores e mostram que empresas precisam de uma nova forma de gestão e atualização de suas práticas. Precisamos dar uma resposta concreta ao gato que nos recebe logo ao entrar no País das Maravilhas. Precisamos entender para qual porto queremos ir.
Sim, porque a complexidade dos tempos não pode servir de álibi para a imobilidade. Se não é possível cravar certezas, continua sendo muito necessário sentir a direção dos ventos e rumar para portos possíveis, inclusive com a flexibilidade de redirecionar o leme, quando preciso. Ficar parado também é uma escolha, e certamente não está entre as mais recomendáveis. [...]
Disponível em: https://vocesa.abril.com.br. Acesso em: 27 jul. 2023. Adaptado.
Analise as afirmativas tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto 01.
I - Na contemporaneidade, as mudanças são muito rápidas e repentinas.
II - Na realidade atual, é necessário ter grande capacidade de adaptação.
III - Diante de uma realidade de incertezas, a melhor opção é aquietar-se.
IV - Nesses tempos, os desafios a serem enfrentados são de vários tipos.
V - Hoje, a realidade exige do mundo corporativo profissionais experientes.
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Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão.
Employee Experience, pessoas e tecnologia. Qual o caminho tomar?
“Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”, escreveu Lewis Carrol, em Alice no País das Maravilhas. Antes dele, o inspirado latino Sêneca cravou: “Para um navio que não sabe a que porto vai, nenhum vento é favorável”. Há muitas versões para essa ideia tão simples, que aparentou ser verdade por tanto tempo, mas que ganhou inédita complexidade em um tempo de tantas incertezas. Afinal, quem hoje sabe para onde estamos indo? Essa nem é a pergunta do milhão, mas do trilhão, eu diria.
São tempos de disrupções tecnológicas, mudanças de matrizes econômicas, transformações em todas as perspectivas do trabalho, instabilidades na cadeia logística em mercados profundamente globalizados, ChatGPT, aquecimento global, cybersecurity, para não lembrar das agora iminentes pandemias. Os desafios parecem inúmeros – e, para ajudar, quase sempre interconectados – e, às vezes, somos tomados por uma dúvida profunda: estamos reagindo no tempo certo e da forma correta ao “novo mundo”? Acabamos nos sentindo sufocados ao tentar entender como todas as variáveis e mudanças se encaixam – como se alguém soubesse. Estamos o tempo todo trocando as turbinas com o avião voando. [...]
Employee experience, ou “experiência dos funcionários”, volta à mesa para uma discussão mais profunda, pois conecta pessoas e performance dos negócios. A mobilidade entre funcionários, risco de perda de conhecimento, burnout, turnovers tornam a discussão sobre employee experience mais atual do que nunca. Os números não são muito animadores e mostram que empresas precisam de uma nova forma de gestão e atualização de suas práticas. Precisamos dar uma resposta concreta ao gato que nos recebe logo ao entrar no País das Maravilhas. Precisamos entender para qual porto queremos ir.
Sim, porque a complexidade dos tempos não pode servir de álibi para a imobilidade. Se não é possível cravar certezas, continua sendo muito necessário sentir a direção dos ventos e rumar para portos possíveis, inclusive com a flexibilidade de redirecionar o leme, quando preciso. Ficar parado também é uma escolha, e certamente não está entre as mais recomendáveis. [...]
Disponível em: https://vocesa.abril.com.br. Acesso em: 27 jul. 2023. Adaptado.
Considere o trecho “São tempos de disrupções tecnológicas, mudanças de matrizes econômicas, transformações em todas as perspectivas do trabalho [...]”
O termo “disrupções”, no contexto em que foi empregado, significa
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Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão.
Employee Experience, pessoas e tecnologia. Qual o caminho tomar?
“Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”, escreveu Lewis Carrol, em Alice no País das Maravilhas. Antes dele, o inspirado latino Sêneca cravou: “Para um navio que não sabe a que porto vai, nenhum vento é favorável”. Há muitas versões para essa ideia tão simples, que aparentou ser verdade por tanto tempo, mas que ganhou inédita complexidade em um tempo de tantas incertezas. Afinal, quem hoje sabe para onde estamos indo? Essa nem é a pergunta do milhão, mas do trilhão, eu diria.
São tempos de disrupções tecnológicas, mudanças de matrizes econômicas, transformações em todas as perspectivas do trabalho, instabilidades na cadeia logística em mercados profundamente globalizados, ChatGPT, aquecimento global, cybersecurity, para não lembrar das agora iminentes pandemias. Os desafios parecem inúmeros – e, para ajudar, quase sempre interconectados – e, às vezes, somos tomados por uma dúvida profunda: estamos reagindo no tempo certo e da forma correta ao “novo mundo”? Acabamos nos sentindo sufocados ao tentar entender como todas as variáveis e mudanças se encaixam – como se alguém soubesse. Estamos o tempo todo trocando as turbinas com o avião voando. [...]
Employee experience, ou “experiência dos funcionários”, volta à mesa para uma discussão mais profunda, pois conecta pessoas e performance dos negócios. A mobilidade entre funcionários, risco de perda de conhecimento, burnout, turnovers tornam a discussão sobre employee experience mais atual do que nunca. Os números não são muito animadores e mostram que empresas precisam de uma nova forma de gestão e atualização de suas práticas. Precisamos dar uma resposta concreta ao gato que nos recebe logo ao entrar no País das Maravilhas. Precisamos entender para qual porto queremos ir.
Sim, porque a complexidade dos tempos não pode servir de álibi para a imobilidade. Se não é possível cravar certezas, continua sendo muito necessário sentir a direção dos ventos e rumar para portos possíveis, inclusive com a flexibilidade de redirecionar o leme, quando preciso. Ficar parado também é uma escolha, e certamente não está entre as mais recomendáveis. [...]
Disponível em: https://vocesa.abril.com.br. Acesso em: 27 jul. 2023. Adaptado.
A ideia a que o texto se refere ao afirmar que “Há muitas versões para essa ideia tão simples [...]” é
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Analise as afirmativas a seguir sobre a leptospirose e assinale a alternativa CORRETA.
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