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Foram encontradas 24 questões.

2535362 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Espirito Santo Pinhal-SP
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Sobre a fosfoetanolamina sintética, a chamada “pílula do câncer”, é CORRETO afirmar:
 

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1306524 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Espirito Santo Pinhal-SP
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As frases que possuem verbo são geralmente estruturadas a partir de dois elementos essenciais: sujeito e predicado. Sendo assim, analise as afirmativas a seguir:
I - O sujeito é o termo da frase que concorda com o verbo em número e pessoa.
II - Na frase "Saímos", por exemplo, há um sujeito implícito na terminação do verbo: nós.
III - O predicado é normalmente o "ser de quem se declara algo", "o tema do que se vai comunicar".
IV - Se o núcleo da declaração estiver no verbo teremos um predicado nominal.
As afirmativas CORRETAS são:
 

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1303514 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Espirito Santo Pinhal-SP
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Pedro decidiu criar uma senha para sua conta bancaria no formato de uma P.G. (progressão geométrica), sendo 3 o primeiro termo e sua razão igual a 2. Se sua senha possuir 4 termos, como será a senha?
 

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968544 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Espirito Santo Pinhal-SP
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Qual o resultado da operação 9,50 ×(25,3÷1,25)?
 

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960363 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Espirito Santo Pinhal-SP
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Uma equação do tipo !$ ax^2 + bx + c = 0 !$ , sendo a, b e c reais não nulos, e !$ a \neq0 !$. É, necessariamente, uma equação de que grau?
 

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935087 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Espirito Santo Pinhal-SP
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As raízes da corrupção (e como combatê-la)
Rodrigo Cavalcante
Nada de floreios, brados moralistas ou frases de efeito de WhatsApp no estilo ''Por mais ética na política'', ''Por um Brasil melhor para os nossos filhos'', ''Vamos acabar com a corrupção''. Tampouco vale sacar velhos chavões para naturalizar a corrupção no País, do tipo ''O brasileiro é corrupto por natureza'', ''A corrupção é um traço do Brasil desde o descobrimento''.
Corrupção faz, sim, parte da nossa história. Como faz parte também da história dos Estados Unidos, do Japão, da Suécia e de Cingapura - que, nas últimas cinco décadas, deixou de ser apontada como um dos países mais corruptos do mundo para se tornar um dos menos. Da Grécia Antiga, quando o termo surgiu ligado à ideia de putrefação do corpo político, até hoje, referente ao uso de cargos públicos para ganhos privados, a corrupção faz parte da história de todos os países. O que muda, em cada caso, é a maturidade com que cada povo lida com o problema.
Nesse quesito, convenhamos: a reação de boa parte dos brasileiros parece a de um adolescente bipolar. De um lado, indignação crescente diante de revelações diárias de bilhões de reais em recursos públicos desviados para favorecer empresas e partidos políticos. Do outro, certo cinismo, descrença e até uma convivência pacífica - muitas vezes complacente - com indivíduos e empresas que se beneficiam desses acordos. ''O controle da corrupção não pode ser travado nem com moralismo nem com cinismo'', diz o historiador da Unicamp Leandro Karnal. ''Brasília não é um mundo paralelo colonizado por extraterrestres, é um espelho da nossa sociedade.''
Ou seja, para combater a corrupção, o primeiro passo é ter maturidade para deixar de vê-la apenas como algo distante, sempre relacionado ao outro. Mesmo assim fica a pergunta: será que a corrupção é uma marca da nossa formação?
CAVALCANTE, Rodrigo. As raízes da corrupção.
Disponível em: <http://super.abril.com.br/comportamento/as-raizes-da-corrupcao-e-como-combate-la>. Acesso em: 19 abril/2016.
Na frase: “Nada de floreios, brados moralistas ou frases de efeito...”, qual o significado literal da palavra em destaque?
 

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928446 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Espirito Santo Pinhal-SP
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As raízes da corrupção (e como combatê-la)
Rodrigo Cavalcante
Nada de floreios, brados moralistas ou frases de efeito de WhatsApp no estilo ''Por mais ética na política'', ''Por um Brasil melhor para os nossos filhos'', ''Vamos acabar com a corrupção''. Tampouco vale sacar velhos chavões para naturalizar a corrupção no País, do tipo ''O brasileiro é corrupto por natureza'', ''A corrupção é um traço do Brasil desde o descobrimento''.
Corrupção faz, sim, parte da nossa história. Como faz parte também da história dos Estados Unidos, do Japão, da Suécia e de Cingapura - que, nas últimas cinco décadas, deixou de ser apontada como um dos países mais corruptos do mundo para se tornar um dos menos. Da Grécia Antiga, quando o termo surgiu ligado à ideia de putrefação do corpo político, até hoje, referente ao uso de cargos públicos para ganhos privados, a corrupção faz parte da história de todos os países. O que muda, em cada caso, é a maturidade com que cada povo lida com o problema.
Nesse quesito, convenhamos: a reação de boa parte dos brasileiros parece a de um adolescente bipolar. De um lado, indignação crescente diante de revelações diárias de bilhões de reais em recursos públicos desviados para favorecer empresas e partidos políticos. Do outro, certo cinismo, descrença e até uma convivência pacífica - muitas vezes complacente - com indivíduos e empresas que se beneficiam desses acordos. ''O controle da corrupção não pode ser travado nem com moralismo nem com cinismo'', diz o historiador da Unicamp Leandro Karnal. ''Brasília não é um mundo paralelo colonizado por extraterrestres, é um espelho da nossa sociedade.''
Ou seja, para combater a corrupção, o primeiro passo é ter maturidade para deixar de vê-la apenas como algo distante, sempre relacionado ao outro. Mesmo assim fica a pergunta: será que a corrupção é uma marca da nossa formação?
CAVALCANTE, Rodrigo. As raízes da corrupção.
Disponível em: <http://super.abril.com.br/comportamento/as-raizes-da-corrupcao-e-como-combate-la>. Acesso em: 19 abril/2016.
Na frase: “... diz o historiador da Unicamp Leandro Karnal.”, assinale a alternativa que apresente a classificação gramatical CORRETA do verbo em destaque:
 

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923144 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Espirito Santo Pinhal-SP
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Sabendo que quero azulejar uma parede de formato retangular de lados medindo 7 metros e 3 metros, e que os azulejos são quadrados de lado medindo 25 cm. Quantos azulejos são necessários para revestir a parede?
 

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923107 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Espirito Santo Pinhal-SP
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As raízes da corrupção (e como combatê-la)
Rodrigo Cavalcante
Nada de floreios, brados moralistas ou frases de efeito de WhatsApp no estilo ''Por mais ética na política'', ''Por um Brasil melhor para os nossos filhos'', ''Vamos acabar com a corrupção''. Tampouco vale sacar velhos chavões para naturalizar a corrupção no País, do tipo ''O brasileiro é corrupto por natureza'', ''A corrupção é um traço do Brasil desde o descobrimento''.
Corrupção faz, sim, parte da nossa história. Como faz parte também da história dos Estados Unidos, do Japão, da Suécia e de Cingapura - que, nas últimas cinco décadas, deixou de ser apontada como um dos países mais corruptos do mundo para se tornar um dos menos. Da Grécia Antiga, quando o termo surgiu ligado à ideia de putrefação do corpo político, até hoje, referente ao uso de cargos públicos para ganhos privados, a corrupção faz parte da história de todos os países. O que muda, em cada caso, é a maturidade com que cada povo lida com o problema.
Nesse quesito, convenhamos: a reação de boa parte dos brasileiros parece a de um adolescente bipolar. De um lado, indignação crescente diante de revelações diárias de bilhões de reais em recursos públicos desviados para favorecer empresas e partidos políticos. Do outro, certo cinismo, descrença e até uma convivência pacífica - muitas vezes complacente - com indivíduos e empresas que se beneficiam desses acordos. ''O controle da corrupção não pode ser travado nem com moralismo nem com cinismo'', diz o historiador da Unicamp Leandro Karnal. ''Brasília não é um mundo paralelo colonizado por extraterrestres, é um espelho da nossa sociedade.''
Ou seja, para combater a corrupção, o primeiro passo é ter maturidade para deixar de vê-la apenas como algo distante, sempre relacionado ao outro. Mesmo assim fica a pergunta: será que a corrupção é uma marca da nossa formação?
CAVALCANTE, Rodrigo. As raízes da corrupção.
Disponível em: <http://super.abril.com.br/comportamento/as-raizes-da-corrupcao-e-como-combate-la>. Acesso em: 19 abril/2016.
Sobre o tipo de texto apresentado: “As raízes da corrupção”, é INCORRETO afirmar:
 

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913153 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Espirito Santo Pinhal-SP
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As raízes da corrupção (e como combatê-la)
Rodrigo Cavalcante
Nada de floreios, brados moralistas ou frases de efeito de WhatsApp no estilo ''Por mais ética na política'', ''Por um Brasil melhor para os nossos filhos'', ''Vamos acabar com a corrupção''. Tampouco vale sacar velhos chavões para naturalizar a corrupção no País, do tipo ''O brasileiro é corrupto por natureza'', ''A corrupção é um traço do Brasil desde o descobrimento''.
Corrupção faz, sim, parte da nossa história. Como faz parte também da história dos Estados Unidos, do Japão, da Suécia e de Cingapura - que, nas últimas cinco décadas, deixou de ser apontada como um dos países mais corruptos do mundo para se tornar um dos menos. Da Grécia Antiga, quando o termo surgiu ligado à ideia de putrefação do corpo político, até hoje, referente ao uso de cargos públicos para ganhos privados, a corrupção faz parte da história de todos os países. O que muda, em cada caso, é a maturidade com que cada povo lida com o problema.
Nesse quesito, convenhamos: a reação de boa parte dos brasileiros parece a de um adolescente bipolar. De um lado, indignação crescente diante de revelações diárias de bilhões de reais em recursos públicos desviados para favorecer empresas e partidos políticos. Do outro, certo cinismo, descrença e até uma convivência pacífica - muitas vezes complacente - com indivíduos e empresas que se beneficiam desses acordos. ''O controle da corrupção não pode ser travado nem com moralismo nem com cinismo'', diz o historiador da Unicamp Leandro Karnal. ''Brasília não é um mundo paralelo colonizado por extraterrestres, é um espelho da nossa sociedade.''
Ou seja, para combater a corrupção, o primeiro passo é ter maturidade para deixar de vê-la apenas como algo distante, sempre relacionado ao outro. Mesmo assim fica a pergunta: será que a corrupção é uma marca da nossa formação?
CAVALCANTE, Rodrigo. As raízes da corrupção.
Disponível em: <http://super.abril.com.br/comportamento/as-raizes-da-corrupcao-e-como-combate-la>. Acesso em: 19 abril/2016.
Corrupção, indignação e descrença são palavras encontradas no texto grafadas com Ç. Que outras palavras apresentadas abaixo também são escritas com Ç?
 

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