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Texto III (Questões 35 a 40)
A VINHA DOS ESQUECIDOS (Fragmento)
Érico Veríssimo
Improvisado o jantar, Zacarias senta-se à porta de casa. E fica olhando a noite, simplesmente. Não quer pensar. Uma preguiça morna o imobiliza, tira-lhe o ânimo. De longe, vem o som festivo de uma sanfona. Deve ser alguma dança. Mas não é para o lado das casas das mulheres. Por que não ia ver, dançar talvez? A vida gira em torno da sua casa, apagada, dolente como a toada que enche a noite.
E Alice? Não pagara à mulher. Procedimento incorreto, fora dos seus hábitos. Estava fugindo ao cerco de Maria. A caboclinha vinha falar com ele na fábrica, discreta, mas assídua. E ele se deixava levar, não alimentando a conversa, não dizia nada. Mas gostaria de que ela estivesse ali ao seu lado, os dois falando como conversam à noite todo casal.
Em: “... não alimentava a conversa...”, há:
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Texto III (Questões 35 a 40)
A VINHA DOS ESQUECIDOS (Fragmento)
Érico Veríssimo
Improvisado o jantar, Zacarias senta-se à porta de casa. E fica olhando a noite, simplesmente. Não quer pensar. Uma preguiça morna o imobiliza, tira-lhe o ânimo. De longe, vem o som festivo de uma sanfona. Deve ser alguma dança. Mas não é para o lado das casas das mulheres. Por que não ia ver, dançar talvez? A vida gira em torno da sua casa, apagada, dolente como a toada que enche a noite.
E Alice? Não pagara à mulher. Procedimento incorreto, fora dos seus hábitos. Estava fugindo ao cerco de Maria. A caboclinha vinha falar com ele na fábrica, discreta, mas assídua. E ele se deixava levar, não alimentando a conversa, não dizia nada. Mas gostaria de que ela estivesse ali ao seu lado, os dois falando como conversam à noite todo casal.
Escreva nos parênteses V ou F, conforme as palavras ou expressões retiradas do texto mantenham ou não relação de sinonímia entre si, e, a seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) “preguiça” – “tira-lhe o ânimo”
( ) ”discreta” – “”assídua”
( ) ”Alice” – “caboclinha”
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Texto III (Questões 35 a 40)
A VINHA DOS ESQUECIDOS (Fragmento)
Érico Veríssimo
Improvisado o jantar, Zacarias senta-se à porta de casa. E fica olhando a noite, simplesmente. Não quer pensar. Uma preguiça morna o imobiliza, tira-lhe o ânimo. De longe, vem o som festivo de uma sanfona. Deve ser alguma dança. Mas não é para o lado das casas das mulheres. Por que não ia ver, dançar talvez? A vida gira em torno da sua casa, apagada, dolente como a toada que enche a noite.
E Alice? Não pagara à mulher. Procedimento incorreto, fora dos seus hábitos. Estava fugindo ao cerco de Maria. A caboclinha vinha falar com ele na fábrica, discreta, mas assídua. E ele se deixava levar, não alimentando a conversa, não dizia nada. Mas gostaria de que ela estivesse ali ao seu lado, os dois falando como conversam à noite todo casal.
De acordo com o texto:
I. No primeiro parágrafo, os termos “senta-se” e “tira-lhe” têm o mesmo referente.
II. Em “fora de seus hábitos”, no segundo parágrafo, o termo tem Alice como referente.
III. A expressão “A caboclinha”, no segundo parágrafo, refere-se a Maria.
Marque o CORRETO:
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Texto III (Questões 35 a 40)
A VINHA DOS ESQUECIDOS (Fragmento)
Érico Veríssimo
Improvisado o jantar, Zacarias senta-se à porta de casa. E fica olhando a noite, simplesmente. Não quer pensar. Uma preguiça morna o imobiliza, tira-lhe o ânimo. De longe, vem o som festivo de uma sanfona. Deve ser alguma dança. Mas não é para o lado das casas das mulheres. Por que não ia ver, dançar talvez? A vida gira em torno da sua casa, apagada, dolente como a toada que enche a noite.
E Alice? Não pagara à mulher. Procedimento incorreto, fora dos seus hábitos. Estava fugindo ao cerco de Maria. A caboclinha vinha falar com ele na fábrica, discreta, mas assídua. E ele se deixava levar, não alimentando a conversa, não dizia nada. Mas gostaria de que ela estivesse ali ao seu lado, os dois falando como conversam à noite todo casal.
Observe o fragmento e responda:
“A vida gira em torno da sua casa, apagada, dolente como a toada que enche a noite.”
A sequência apresenta três recursos estilísticos, denominados respectivamente:
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Texto III (Questões 35 a 40)
A VINHA DOS ESQUECIDOS (Fragmento)
Érico Veríssimo
Improvisado o jantar, Zacarias senta-se à porta de casa. E fica olhando a noite, simplesmente. Não quer pensar. Uma preguiça morna o imobiliza, tira-lhe o ânimo. De longe, vem o som festivo de uma sanfona. Deve ser alguma dança. Mas não é para o lado das casas das mulheres. Por que não ia ver, dançar talvez? A vida gira em torno da sua casa, apagada, dolente como a toada que enche a noite.
E Alice? Não pagara à mulher. Procedimento incorreto, fora dos seus hábitos. Estava fugindo ao cerco de Maria. A caboclinha vinha falar com ele na fábrica, discreta, mas assídua. E ele se deixava levar, não alimentando a conversa, não dizia nada. Mas gostaria de que ela estivesse ali ao seu lado, os dois falando como conversam à noite todo casal.
De acordo com o texto:
I. A autoconsciência de Zacarias, acerca de seus confusos sentimentos, não lhe permite uma escolha entre Maria e Alice.
II. Zacarias, ao fugir “ao cerco de Maria”, mostra seu desejo de ser fiel ao amor de Alice, com quem tem uma dívida.
III. A auto avaliação de Zacarias sobre seus próprios sentimentos leva-o a imaginar-se como par de Maria.
Marque a opção CORRETA:
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Texto III (Questões 35 a 40)
A VINHA DOS ESQUECIDOS (Fragmento)
Érico Veríssimo
Improvisado o jantar, Zacarias senta-se à porta de casa. E fica olhando a noite, simplesmente. Não quer pensar. Uma preguiça morna o imobiliza, tira-lhe o ânimo. De longe, vem o som festivo de uma sanfona. Deve ser alguma dança. Mas não é para o lado das casas das mulheres. Por que não ia ver, dançar talvez? A vida gira em torno da sua casa, apagada, dolente como a toada que enche a noite.
E Alice? Não pagara à mulher. Procedimento incorreto, fora dos seus hábitos. Estava fugindo ao cerco de Maria. A caboclinha vinha falar com ele na fábrica, discreta, mas assídua. E ele se deixava levar, não alimentando a conversa, não dizia nada. Mas gostaria de que ela estivesse ali ao seu lado, os dois falando como conversam à noite todo casal.
É correto afirmar que com a frase “A caboclinha vinha falar com ele na fábrica...”, o narrador:
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Texto II (Questões 26 a 34)
A VELHA CONTRABANDISTA
Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega tudo malandro velho começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:
- É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
- Mas no saco só tem areia! insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
- O senhor promete que não "espáia"? quis saber a velhinha.
- Juro respondeu o fiscal.
- É lambreta.
Stanislaw Ponte Preta
Marque a alternativa em que apresenta o substantivo flexionado INCORRETAMENTE:
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Texto II (Questões 26 a 34)
A VELHA CONTRABANDISTA
Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega tudo malandro velho começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:
- É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
- Mas no saco só tem areia! insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
- O senhor promete que não "espáia"? quis saber a velhinha.
- Juro respondeu o fiscal.
- É lambreta.
Stanislaw Ponte Preta
Preencha os parênteses da segunda coluna de acordo com o resultado da análise dos termos destacados na primeira. Marque a alternativa que corresponde ao que preencheu:
a. Permaneceram todos calados.
b. Diz-me, vovozinha, que carregas nesta lambreta.
c. Este vaso é teu presente.
d. Aquele caso não foi desvendado por ele.
e. Temos necessidade de ajuda.
f. Ela sorriu de covarde.
( ) complemento nominal.
( ) predicativo do sujeito.
( ) adjunto adnominal.
( ) vocativo.
( ) agente da passiva.
( ) adjunto adverbial.
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Texto II (Questões 26 a 34)
A VELHA CONTRABANDISTA
Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega tudo malandro velho começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:
- É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
- Mas no saco só tem areia! insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
- O senhor promete que não "espáia"? quis saber a velhinha.
- Juro respondeu o fiscal.
- É lambreta.
Stanislaw Ponte Preta
Observe o fragmento do texto:
“... Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. ...”
O termo em destaque apresenta uma característica própria da comunicação oral, pertence ao campo da “parole”, obedece às situações comunicativas, chamada:
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Texto II (Questões 26 a 34)
A VELHA CONTRABANDISTA
Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega tudo malandro velho começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:
- É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
- Mas no saco só tem areia! insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
- O senhor promete que não "espáia"? quis saber a velhinha.
- Juro respondeu o fiscal.
- É lambreta.
Stanislaw Ponte Preta
Associe a primeira coluna com a segunda, de modo que os termos destacados na primeira sejam substituídos por verbos da segunda. Em seguida, marque a opção CORRETA:
1. “... ordenou à velhinha que fosse em frente.”
2. “Ela montou na lambreta e foi embora...”
3. “Não dou parte, nem apreendo,...”
4. “... não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer...”
( ) partiu
( ) denuncio
( ) silêncio
( ) prosseguisse
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