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Leia o título da reportagem a seguir:

Disponível em: https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/construcao-civil/.
A expressão “triplicar”, significa que o tamanho da construtora deve:
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Os números naturais são aqueles que nos permitem representar quantidades de elementos de um determinado conjunto. Em relação às operações de adição, subtração, multiplicação e divisão dos números naturais, considerando a propriedade “fechamento” é correto afirmar que:
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- FundamentosOperações FundamentaisAdição
- FundamentosOperações FundamentaisSubtração
- FundamentosSolução de Problemas
Seu José foi ao supermercado e comprou um produto no valor de 22 reais. Na hora de pagar ele deu uma nota de 50 reais. A operadora de caixa perguntou a ele se tinha 2 reais, para facilitar o troco. Seu José, prontamente, entregou uma nota de 2 reais à operadora de caixa. Nessas condições, o troco fornecido a seu José foi de:
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Observe a expressão a seguir:
2 . ( 5 – 4 )
Para resolver essa expressão podemos utilizar uma propriedade da multiplicação dos números inteiros conhecida como “propriedade distributiva”. O professor Júlio solicitou que sua classe utilizasse essa propriedade na resolução da expressão. A seguir, ele apresenta algumas respostas de seus alunos:
Jéssica: 2 . 1
Amanda: 2.5 – 2.4
Dirceu: 2.5 – 4
Cláudia: 2 – 5 – 4
O aluno que apresentou o uso correto da propriedade distributiva foi:
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Marque a alternativa, onde só temos antônimos.
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Marque a alternativa, onde há somente sinônimos.
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos

(Fonte: https://www.google.com.br).
Referindo-se aos quadrinhos marque a alternativa correta.
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Genocídio. (Emmanuel Marinho, poeta de Dourados, MS).
(Crianças batem palmas nos portões).
Tem pão velho?
Não, criança
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
Não, criança
Temos comida farta em nossas mesas
Abençoada de toalhas de linho, talheres
Temos mulheres servis, geladeiras
Automóveis, fogão
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança
Temos asfalto, água encanada
Supermercados, edifícios
Temos pátria, pinga, prisões
Armas e ofícios
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança
Tem sua fome travestida de trapos
Nas calçadas
Que tragam seus pezinhos
De anjo faminto e frágil
Pedindo pão velho pela vida
Temos luzes sem alma pelas avenidas
Temos índias suicidas
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança
Temos mísseis, satélites
Computadores, radares
Temos canhões, navios, usinas nucleares
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
Neste verso do poema (A lua geme aflita), a palavra grifada tem como sinônimo:
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Genocídio. (Emmanuel Marinho, poeta de Dourados, MS).
(Crianças batem palmas nos portões).
Tem pão velho?
Não, criança
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
Não, criança
Temos comida farta em nossas mesas
Abençoada de toalhas de linho, talheres
Temos mulheres servis, geladeiras
Automóveis, fogão
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança
Temos asfalto, água encanada
Supermercados, edifícios
Temos pátria, pinga, prisões
Armas e ofícios
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança
Tem sua fome travestida de trapos
Nas calçadas
Que tragam seus pezinhos
De anjo faminto e frágil
Pedindo pão velho pela vida
Temos luzes sem alma pelas avenidas
Temos índias suicidas
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança
Temos mísseis, satélites
Computadores, radares
Temos canhões, navios, usinas nucleares
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
No verso (Tem pão velho?), temos uma frase:
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Genocídio. (Emmanuel Marinho, poeta de Dourados, MS).
(Crianças batem palmas nos portões).
Tem pão velho?
Não, criança
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
Não, criança
Temos comida farta em nossas mesas
Abençoada de toalhas de linho, talheres
Temos mulheres servis, geladeiras
Automóveis, fogão
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança
Temos asfalto, água encanada
Supermercados, edifícios
Temos pátria, pinga, prisões
Armas e ofícios
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança
Tem sua fome travestida de trapos
Nas calçadas
Que tragam seus pezinhos
De anjo faminto e frágil
Pedindo pão velho pela vida
Temos luzes sem alma pelas avenidas
Temos índias suicidas
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança
Temos mísseis, satélites
Computadores, radares
Temos canhões, navios, usinas nucleares
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
De acordo com o poema, assinale a alternativa incorreta.
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