Foram encontradas 60 questões.
Leia a tirinha a seguir.

O humor pretendido pelo autor da tirinha se explica porque
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Leia o texto a seguir.
De uns tempos pra cá, virou mania explicar alguma coisa fazendo analogia com outra para, ao final, negar essa analogia com um “só que não”: “Esse livro é como se fosse um romance policial, só que não”.
Como sempre, não se sabe ao certo quando e onde surgiu o modismo, mas sabe-se que surgiu num determinado ato de fala de um único indivíduo (provavelmente alguém com forte influência social). Como um meme, essa “mutação” logo contaminou os receptores da mensagem, que passaram a copiar (replicar) a inovação em seus discursos. Em pouco tempo, milhares de pessoas estão usando e passando adiante o vírus “só que não”.
Essa moda lembra as empoladas declarações de Caetano Veloso, que, após discorrer longamente sobre o tudo e o nada, fazendo afirmações muitas vezes polêmicas, conclui com um seco “Ou não”. Ou seja, tudo o que o baiano disse é a mais profunda verdade – ou não. Pérola da lógica aristotélica, essa conclusão releva o óbvio preceito do terceiro excluído: de duas proposições contraditórias, uma é verdadeira; a outra, falsa. Só que, dito assim, o fecho retórico “ou não” anula toda a força argumentativa do que foi afirmado: por que levar em consideração uma opinião se seu próprio emitente admite que pode estar errada?
BIZZOCCHI, Aldo. A prova viva da evolução. Revista Língua. Ed. Segmento, n. 112, p. 27, fev. 2015.
Com base na leitura do trecho, é CORRETO inferir que
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Leia o texto a seguir, analise o conteúdo das cinco afirmativas e indique o que for VERDADEIRO.
Há quem diga que sarcasmo é o idioma oficial da internet, o que é perigoso, já que ele pode ser uma faca de dois gumes, causando desentendimentos e deixando corações magoados por aí. Pode uma máquina fazer o que humanos não conseguem fazer: detectar sarcasmo em linguagem escrita?
Essa pergunta motivou estudos de cientistas da Universidade Carnegia Mellon, nos Estados Unidos, que desenvolveram um algoritmo que consegue identificar quando usuários de redes sociais, como Twitter e Facebook, escrevem palavras sarcásticas.
Os desenvolvedores do algoritmo, David Bamman e Noah S. Smith, criaram um código que lia comentários e tweets terminados com a hashtag #sarcasm para criar um banco de dados. Em seguida, fizeram com que o algoritmo analisasse posts normais em busca de sarcasmo. Eliminando os falsos positivos, refinaram a operação.
Por fim, deixaram que o código funcionasse por conta própria. Depois de analisar milhares de posts, tweets e comentários, o algoritmo acertou em 85% dos casos e indicou que a pessoa que escreveu estava sendo sarcástica. Muito útil, não?
Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Cultura/Cultura-digital/noticia/2016/01/cientistas-criam-algoritmo-para-identificar-sarcasmo-online.html> . Acesso em: 27 jan. 2016.
I. Seres humanos não entendem sarcasmo, motivo que levou os dois cientistas a desenvolverem o leitor computacional de sarcasmo.
II. O primeiro passo da criação do algoritmo baseou-se na leitura de mensagens que já continham sarcasmo, usadas para calibrar o dispositivo.
III. Logo após a finalização da calibragem, os resultados já proveram uma leitura confiável, sem necessidade de descartar certas informações.
IV. Em mais de três quartos dos casos analisados, por fim, o algoritmo conseguiu compreender o sarcasmo das postagens.
V. Os casos analisados na testagem se restringiram a postagens de perfis públicos em redes sociais.
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Leia o trecho a seguir.
O Brasil conseguiu avançar nas políticas educacionais nos últimos 10 anos, ampliando o percentual de matriculados nas escolas de 89,5% em 2005 para 93,6% em 2014, conforme levantamento recém-divulgado pela ONG Todos pela Educação. Mesmo assim, ainda há hoje 2,8 milhões de alunos na faixa entre quatro e 17 anos fora da escola. O agravante é que justamente quem mais precisa de acesso ao ensino, como forma de se qualificar para o mercado e de ascender socialmente, é quem mais está fora da escola. Em consequência, consolida-se uma desigualdade educacional que precisa se constituir no foco das ações oficiais nessa área. [...]
Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/opiniao/noticia/2016/01/desigualdade-na-educacao-4956206.html> . Acesso em: 28 jan. 2016.
De acordo com os dados levantados nesse trecho, pode-se afirmar CORRETAMENTE que
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Um professor preparou uma planilha no Microsoft Excel 2003 e versões mais recentes para acompanhar as notas de seus alunos. Chegando ao final do ano, ele possuía as médias anuais, calculadas na coluna D, sendo calculada na célula D4 a média do primeiro aluno da lista. Na coluna E, ele deseja colocar as informações “Aprovado” (quando a média é maior ou igual a 7), “Exame” (quando a média é menor do que 7 e maior ou igual a 4) ou “Reprovado” (quando a média é inferior a 4).
Assinale a alternativa CORRETA que apresenta a fórmula que ele deve digitar na célula E4 para que a informação acima descrita seja calculada para o primeiro aluno da lista (cuja média está na célula D4).
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Em uma planilha do Microsoft Excel 2003 e versões mais recentes, a célula F3 possui como conteúdo a fórmula:
=$C$1*C3 + (10-E$1)*$A3
O usuário copiou a célula F3 (CTRL+C) e a colou na célula F6 (CTRL+V).
Assinale a alternativa CORRETA que apresenta a fórmula que o Excel irá apresentar na célula F6.
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- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPiaget: Psicologia Genética
- PsicopedagogiaPapel da Afetividade na Aprendizagem
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