Foram encontradas 70 questões.
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
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Leia o excerto abaixo.
Hoje é pecado não falar português errado. O mau português virou língua oficial. Ai de quem se meter a besta e conjugar os verbos corretamente; ai de quem, mesmo que por acaso, acertar todos os plurais; ai de quem, na maior cara de pau, conseguir se entender com todas as concordâncias – e ai daquele que, num acesso de loucura, cometer um texto ou uma fala em português impecável (!). [Vai ter de, no mínimo, lavar a boca com sabão. Vai ter de largar a mão de ser pedante, arrogante, orgulhoso e aprender a falar, de uma vez por todas, que nem todo mundo fala! Escrever como a maioria escreve!! E não como essa minoria metida a besta, que se acha “dona do mundo”!!! Vocês não estão com nada, viu? Só porque “foram para escola”?? Só porque “estudaram”??? Acham que isso é grande coisa, é???? Só porque “tiveram condições”????? Num país como o nosso, vocês deviam era ter vergonha! Vergonha!! Vergonha na cara!!! Vergonha, tá ouvindo? Vergonha desse saber todo! Onde já se viu!! Estudar, aprender e saber!!! Onde já se viu isso!!!!]
BORGES, Julio Daio. Minha pátria é minha língua. São Paulo: 8 nov. 2002. Disponível em: <http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=807&titulo=Minha_patria_e_a_lingua_portuguesa> . Acesso em: 14 abr. 2014.
O excerto acima caracteriza-se principalmente pela figura de linguagem:
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Leia o excerto abaixo.
Subjuntivo. Por que ninguém gosta do subjuntivo? (Ele é tããão legal…) O mais comum é errar o pretérito imperfeito do subjuntivo. Eu sei que ninguém sabe o que é isso, mas vocês logo vão reconhecer. Quando alguém fala “se eu (alguma coisa), eu (alguma outra coisa)”. Então atenção, minha gente, muita atenção: – Não existe se eu queresse, se eu fazesse, se eu vesse. Totalmente errado. O certo é: se eu quisesse, se eu fizesse, se eu visse. Do mesmo jeito: quando eu quiser, quando eu fizer, quando eu vir (e não “quando eu ver”) – que é o famoso futuro do subjuntivo. Viram como é simples, o subjuntivo? Conjuguem o subjuntivo, meus amigos, conjuguem! Só tem mais um tempo, esse modo: trata-se do presente do subjuntivo. Eu sei que vocês também não sabem o que é, mas vamos lá. Aqui acontecem os erros mais grotescos. Por exemplo: “Que eu já seje presidente, ninguém mais duvida”. Ou então: “Espere até que eu teje de posse de plenos poderes!”. “Seje” e “teje” são algumas das maiores aberrações que esta terra já produziu...................... e ......................., respectivamente, por tudo o que há de mais sagrado! E policiem suas línguas, vinte e quatro horas por dia!
BORGES, Julio Daio. Minha pátria é minha língua. São Paulo: 8 nov. 2002. Disponível em: <http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=807&titulo=Minha_patria_e_a_lingua_portuguesa> . Acesso em: 14 abr. 2014.
Assinale a alternativa que completa as lacunas do excerto com as formas corretas dos verbos ser e estar no presente do subjuntivo.
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- OrtografiaProblemas da Norma Culta
- SintaxeCrase
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Brasil visto por um francês...
E não é que ele tem razão em muita coisa?
Chorei de rir! Não que eu concorde com todos os argumentos. É muito óbvio que a única experiência desse francês de 29 anos, que mora há um ano em Belo Horizonte, foi em uma cidade grande. Certamente se tivesse vivido em uma cidade de interior ou nos longínquos cantos que nem nós brasileiros conhecemos direito sua impressão fosse muito diferente.
A seguir, o Brasil do ponto de vista do simpático Olivier Teboul, recheado de uma gramática cheia de sotaque e erros de português perdoáveis.
"Aqui são umas das minhas observações, as vezes um pouco exageradas, sobre o Brasil. Nada sério.
— Aqui no Brasil, tudo se organiza em fila: fila para pagar, fila para pedir, fila para entrar, fila para sair e fila para esperar a próxima fila. E duas pessoas ja bastam para constituir uma fila.
— Aqui no Brasil, o ano começa depois do Carnaval.
— Aqui no Brasil é comum de conhecer alguem, bater um papo, falar 'a gente se vê, vamos combinar, ta?', e nem trocar telefone.
— Aqui no Brasil, o clima é muito bom. Tem bastante sol, não esta frio, todas as condições estão reunidas para poder curtir atividades fora. Porem, os domingos, se quiser encontrar uma alma viva no meio da tarde, tem que ir pro shopping. As ruas estão as moscas, mas os shopping estão lotados. Shopping é a coisa mais sem graça do Brasil.
— Aqui no Brasil, as pessoas acham que dirigir mal, ter transito, obras com atraso, corrupção, burocracia, falta de educação, são conceitos especificamente brasileiros. Mas nunca fui num país onde as pessoas dirigem bem, onde nunca tem transito, onde as obras terminam na data prevista, onde corrupção é só uma teoria, onde não tem papelada para tudo e onde tudo mundo é bem educado!
— Aqui no Brasil, o povo é muito receptivo. É natural acolher alguem novo no seu grupo de amigos. Isso faz a maior diferencia do mundo. Obrigado, brasileiros."
ARANTES, Ceres. Brasil visto por um francês... E não é que ele tem razão em muita coisa?
Disponível em <http://sonhosemmosaico.wordpress.com/2013/04/16/brasil-visto-por-um-frances-e-nao-e-que-ele-tem-razao-em-muita-coisa/>
Considere as afirmativas abaixo.
1. "Aqui são umas das minhas observações, as vezes um pouco exageradas, sobre o Brasil." Esta frase, escrita em português correto, ficaria assim: Aqui estão algumas das minhas observações, às vezes um pouco exageradas, sobre o Brasil.
2. No trecho . .se quiser encontrar uma alma viva no meio da tarde.." o autor empregou a figura de linguagem chamada pleonasmo.
3. Na frase "As ruas estão as moscas, mas os shopping estão lotados.'; deve haver ocorrência de crase.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre Redação oficial.
( ) Pode-se dizer que redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos e comunicações.
( ) A transparência do sentido dos atos normativos, bem como sua inteligibilidade, são requisitos do próprio Estado de Direito: é inaceitável que um texto legal não seja entendido pelos cidadãos.
( ) Os princípios (impessoalidade, clareza, uniformidade, concisão e uso de linguagem formal) aplicam-se às comunicações oficiais: elas devem sempre permitir uma única interpretação e ser estritamente impessoais e uniformes, o que exige o uso de certo nível de linguagem.
( ) Fica claro que as comunicações oficiais são necessariamente uniformes, pois há sempre um único comunicador (o Serviço Público) e um único receptor dessas comunicações, o próprio Serviço Público.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Brasil visto por um francês...
E não é que ele tem razão em muita coisa?
Chorei de rir! Não que eu concorde com todos os argumentos. É muito óbvio que a única experiência desse francês de 29 anos, que mora há um ano em Belo Horizonte, foi em uma cidade grande. Certamente se tivesse vivido em uma cidade de interior ou nos longínquos cantos que nem nós brasileiros conhecemos direito sua impressão fosse muito diferente.
A seguir, o Brasil do ponto de vista do simpático Olivier Teboul, recheado de uma gramática cheia de sotaque e erros de português perdoáveis.
"Aqui são umas das minhas observações, as vezes um pouco exageradas, sobre o Brasil. Nada sério.
— Aqui no Brasil, tudo se organiza em fila: fila para pagar, fila para pedir, fila para entrar, fila para sair e fila para esperar a próxima fila. E duas pessoas ja bastam para constituir uma fila.
— Aqui no Brasil, o ano começa depois do Carnaval.
— Aqui no Brasil é comum de conhecer alguem, bater um papo, falar 'a gente se vê, vamos combinar, ta?', e nem trocar telefone.
— Aqui no Brasil, o clima é muito bom. Tem bastante sol, não esta frio, todas as condições estão reunidas para poder curtir atividades fora. Porem, os domingos, se quiser encontrar uma alma viva no meio da tarde, tem que ir pro shopping. As ruas estão as moscas, mas os shopping estão lotados. Shopping é a coisa mais sem graça do Brasil.
— Aqui no Brasil, as pessoas acham que dirigir mal, ter transito, obras com atraso, corrupção, burocracia, falta de educação, são conceitos especificamente brasileiros. Mas nunca fui num país onde as pessoas dirigem bem, onde nunca tem transito, onde as obras terminam na data prevista, onde corrupção é só uma teoria, onde não tem papelada para tudo e onde tudo mundo é bem educado!
— Aqui no Brasil, o povo é muito receptivo. É natural acolher alguem novo no seu grupo de amigos. Isso faz a maior diferencia do mundo. Obrigado, brasileiros."
ARANTES, Ceres. Brasil visto por um francês... E não é que ele tem razão em muita coisa?
Disponível em <http://sonhosemmosaico.wordpress.com/2013/04/16/brasil-visto-por-um-frances-e-nao-e-que-ele-tem-razao-em-muita-coisa/>
Sobre redação oficial, considere as afirmativas abaixo.
1. As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro, por isso, há que evitar o uso de gíria, regionalismos vocabulares ou jargão técnico.
2. Os textos oficiais, por seu caráter impessoal, por sua finalidade de informar com o máximo de clareza e concisão, eles requerem o uso do padrão culto da língua.
3. Há consenso de que o padrão culto é aquele em que se observam as regras da gramática formal.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Brasil visto por um francês...
E não é que ele tem razão em muita coisa?
Chorei de rir! Não que eu concorde com todos os argumentos. É muito óbvio que a única experiência desse francês de 29 anos, que mora há um ano em Belo Horizonte, foi em uma cidade grande. Certamente se tivesse vivido em uma cidade de interior ou nos longínquos cantos que nem nós brasileiros conhecemos direito sua impressão fosse muito diferente.
A seguir, o Brasil do ponto de vista do simpático Olivier Teboul, recheado de uma gramática cheia de sotaque e erros de português perdoáveis.
"Aqui são umas das minhas observações, as vezes um pouco exageradas, sobre o Brasil. Nada sério.
— Aqui no Brasil, tudo se organiza em fila: fila para pagar, fila para pedir, fila para entrar, fila para sair e fila para esperar a próxima fila. E duas pessoas ja bastam para constituir uma fila.
— Aqui no Brasil, o ano começa depois do Carnaval.
— Aqui no Brasil é comum de conhecer alguem, bater um papo, falar 'a gente se vê, vamos combinar, ta?', e nem trocar telefone.
— Aqui no Brasil, o clima é muito bom. Tem bastante sol, não esta frio, todas as condições estão reunidas para poder curtir atividades fora. Porem, os domingos, se quiser encontrar uma alma viva no meio da tarde, tem que ir pro shopping. As ruas estão as moscas, mas os shopping estão lotados. Shopping é a coisa mais sem graça do Brasil.
— Aqui no Brasil, as pessoas acham que dirigir mal, ter transito, obras com atraso, corrupção, burocracia, falta de educação, são conceitos especificamente brasileiros. Mas nunca fui num país onde as pessoas dirigem bem, onde nunca tem transito, onde as obras terminam na data prevista, onde corrupção é só uma teoria, onde não tem papelada para tudo e onde tudo mundo é bem educado!
— Aqui no Brasil, o povo é muito receptivo. É natural acolher alguem novo no seu grupo de amigos. Isso faz a maior diferencia do mundo. Obrigado, brasileiros."
ARANTES, Ceres. Brasil visto por um francês... E não é que ele tem razão em muita coisa?
Disponível em <http://sonhosemmosaico.wordpress.com/2013/04/16/brasil-visto-por-um-frances-e-nao-e-que-ele-tem-razao-em-muita-coisa/>
Algumas palavras do texto acima não estão escritas de acordo com as regras de acentuação gráfica do português.
Considere as afirmativas abaixo.
1. Porém é oxítona e, por isso, deve ser acentuada.2. Como a sílaba tônica de alguem é al-, está justificada a ausência do acento no texto acima.
3. A palavra transito, no texto acima, deve ser acentuada, pois é uma proparoxítona.
4. Ja e ta são monossílabos tônicos terminados em a, por isso devem ser acentuados.
5. País e única seguem a mesma regra de acentuação gráfica: acentuam-se o i e o u tônicos dos hiatos quando formarem sílabas sozinhas ou quando vierem seguidos de s.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).
( ) Os pronomes de tratamento, embora se refiram à segunda pessoa gramatical (à pessoa com quem se fala, ou a quem se dirige a comunicação), levam a concordância para a terceira pessoa.
( ) Os pronomes possessivos referidos a pronomes de tratamento são sempre os da terceira pessoa: "Vossa Senhoria nomeará seu substituto" (e não "Vossa ... vosso...").
( ) Os pronomes empregados para altas autoridades são: Vossa Eminência para Reitores de Universidades, Vossa Excelência para o Presidente da República e Vossa Senhoria para Senadores.
( ) É correto tratar com o vocativo Senhor os cargos de Senador, Ministro e Governador.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Leia o excerto abaixo.
Não tenho sentimento nenhum político ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriótico. Minha pátria é a língua portuguesa. Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incomodassem pessoalmente. Mas odeio, com ódio verdadeiro, com o único ódio que sinto, não quem escreve mal português, não quem não sabe sintaxe, não quem escreve em ortografia simplificada, mas a página mal escrita, a ortografia sem ípsilon, como o escarro directo que me enoja independentemente de quem o cuspisse.
Sim, porque a ortografia também é gente. A palavra é completa vista e ouvida. E a gala da transliteração greco-romana veste-ma do seu vero manto régio, pelo qual é senhora e rainha.
PESSOA, Fernando. Livro do desassossego. São Paulo: Ed. Brasiliense, 2ª ed. p. 358. Disponível em:<http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/vo000008.pdf> . Acesso em:14 abr. 2014.
De acordo com o texto, é correto afirmar:
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Considere as frases e justificativas abaixo.
1. Carlos dirigiu-se àquelas mulheres grávidas. (preposição a + pronome demonstrativo aquelas)
2. Rosa preencheu o formulário à lápis. (locução prepositiva constituída de substantivo feminino)
3. Márcia foi à praia do Rosa visitar sua cunhada. (à pode ser substituído pela preposição para seguida do artigo definido a)
4. Senhor diretor, escrevo à Vossa Senhoria para solicitar parecer sobre a compra das máquinas. (diante de qualquer pronome de tratamento o uso da crase é obrigatório)
5. Sua postura diante do fato assemelha-se à de um Delegado Civil. (preposição a + pronome demonstrativo a)
Assinale a alternativa que indica as frases nas quais a colocação da crase e sua justificativa estão corretas.
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