Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

2727620 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Provas:

Uma fábrica produz um artigo e vende cada unidade desse artigo por R$70,00. O custo com mão de obra e matéria prima para produção de cada unidade desse artigo é R$35,00 e a fábrica tem também um custo fixo mensal adicional de R$1.340,00.

Logo, o número de artigos que a fábrica deve produzir e vender mensalmente, para ter um lucro exato de R$ 10.000,00 mensais, é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O pressuposto de que a aprendizagem promove o desenvolvimento humano está presente na teoria conhecida como:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto.


Tinha dezessete anos; pungia-me um buçozinho que eu forcejava por fazer bigode. Os olhos, vivos e resolutos, eram a minha feição verdadeiramente máscula. Como ostentasse certa arrogância, não se distinguia bem se era uma criança com fumos de homem, se um homem com ares de menino. Ao cabo era um lindo garção*, lindo e audaz, que entrava na vida de botas e esporas, chicote na mão e sangue nas veias, cavalgando um corcel nervoso, rijo, veloz, como o corcel das antigas baladas, que o romantismo foi buscar ao castelo medieval, para dar com ele nas ruas do nosso século. O pior é que o estafaram a tal ponto, que foi preciso deitá-lo à margem, onde o realismo veio achar, comido de lazeira e vermes, e, por compaixão, o transportou para os seus livros.


Sim, eu era esse garção bonito, airoso, abastado; e facilmente se imagina que mais de uma dama inclinou diante de mim a fronte pensativa, ou levantou para mim os olhos cobiçosos. De todas, porém, a que me cativou foi uma … uma … uma que não sei se diga; este livro é casto, ao menos na intenção; na intenção ele é castíssimo. Mas vá lá; ou se há de dizer tudo ou nada. A que me cativou foi uma dama espanhola, Marcela, a “linda Marcela”, como lhe chamavam os rapazes do tempo. E tinham razão os rapazes. Era filha de hortelão da Astúrias; disse-mo ela mesma, num dia de sinceridade, porque a opinião aceita é que nascera de um letrado de Madri, vítima da invasão francesa, ferido, encarcerado, espingardeado, quando ela tinha apenas doze anos.


Cosas de España. Quem quer que fosse, porém, o pai, letrado ou hortelão, a verdade é que Marcela não possuía a inocência rústica, e mal chegava a entender a moral do código. Era boa moça, lépida, sem escrúpulos, um pouco tolhida pela austeridade do tempo, que não lhe permitia arrastar pelas ruas os seus estouvamentos e berlindas; luxuosa, impaciente, amiga do dinheiro e de rapazes. Naquele ano, morria de amores por um certo Xavier, sujeito abastado e tísico, – uma pérola.

* rapaz, moço


(Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas. Excerto)

Considerando que as conjunções subordinadas adverbiais são elementos coesivos importantes para dar significado ao nosso discurso, analise as frases abaixo:

1. Ela emprestará seu livro preferido desde que você o devolva até domingo.

2. Desde que ele se mudou para Florianópolis, nunca mais voltou à cidade natal.

3. Desde que o juramento que fizeste é falso, foi considerado inocente aquele rapaz.

4. Ele não será chamado a depor, uma vez que tenha álibi.

5. Ele não será chamado a depor, uma vez que apresentou álibi.

Assinale a alternativa correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) de acordo com a Resolução CNE/CEB nº 4, de 13/07/2010:

( ) O currículo, assumindo como referência os princípios educacionais garantidos à educação, configura-se como o conjunto de valores e práticas que proporcionam a produção, a socialização de significados no espaço social e contribuem intensamente para a construção de identidades socioculturais dos educandos.

( ) O currículo deve difundir os valores fundamentais do interesse social, dos direitos e deveres dos cidadãos, do respeito ao bem comum e à ordem democrática, considerando as condições de escolaridade dos estudantes em cada estabelecimento, a orientação para o trabalho, a promoção de práticas educativas formais e não formais.

( ) Na organização da proposta curricular, deve-se assegurar o entendimento de currículo como experiências escolares que se desdobram em torno do conhecimento, permeadas pelas relações sociais, articulando vivências e saberes dos estudantes com os conhecimentos historicamente acumulados e contribuindo para construir as identidades dos educandos.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2091355 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Provas:

Um estudante recebe um trabalho para casa. Ele decide que irá utilizar 4 horas por dia, durante três dias, para realizar o trabalho. Porém, no 1º dia ele utiliza somente 2/3 das horas planejadas e no 2º dia ele utiliza 4/5 das horas planejadas. Quantas tempo ele deverá trabalhar no terceiro dia para utilizar o total de horas planejadas para realizar o trabalho?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2091354 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Provas:

Uma cidade recebeu 224 computadores e 160 projetores para distribuir entre seus colégios. Para essa divisão, a cidade decide montar kits, de maneira que em cada kit o número de computadores seja igual e o número de projetores seja igual (note que em um kit o número de projetores não precisa ser igual ao número de computadores). Ao final da montagem dos kits, não deve sobrar nenhum aparelho.

Portanto, o número máximo de kits que pode ser montado é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2091353 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Provas:

Uma escola oferece três cursos para seus 80 professores, a saber, os cursos A, B e C.

Entre os professores, sabe-se que:

  1. 20 decidem fazer o curso A
  2. 40 decidem fazer o curso B
  3. 60 decidem fazer o curso C
  4. 9 decidem fazer todos os três cursos.

Logo, o número de professores que decide fazer exatamente dois cursos é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto.


Tinha dezessete anos; pungia-me um buçozinho que eu forcejava por fazer bigode. Os olhos, vivos e resolutos, eram a minha feição verdadeiramente máscula. Como ostentasse certa arrogância, não se distinguia bem se era uma criança com fumos de homem, se um homem com ares de menino. Ao cabo era um lindo garção*, lindo e audaz, que entrava na vida de botas e esporas, chicote na mão e sangue nas veias, cavalgando um corcel nervoso, rijo, veloz, como o corcel das antigas baladas, que o romantismo foi buscar ao castelo medieval, para dar com ele nas ruas do nosso século. O pior é que o estafaram a tal ponto, que foi preciso deitá-lo à margem, onde o realismo veio achar, comido de lazeira e vermes, e, por compaixão, o transportou para os seus livros.


Sim, eu era esse garção bonito, airoso, abastado; e facilmente se imagina que mais de uma dama inclinou diante de mim a fronte pensativa, ou levantou para mim os olhos cobiçosos. De todas, porém, a que me cativou foi uma … uma … uma que não sei se diga; este livro é casto, ao menos na intenção; na intenção ele é castíssimo. Mas vá lá; ou se há de dizer tudo ou nada. A que me cativou foi uma dama espanhola, Marcela, a “linda Marcela”, como lhe chamavam os rapazes do tempo. E tinham razão os rapazes. Era filha de hortelão da Astúrias; disse-mo ela mesma, num dia de sinceridade, porque a opinião aceita é que nascera de um letrado de Madri, vítima da invasão francesa, ferido, encarcerado, espingardeado, quando ela tinha apenas doze anos.


Cosas de España. Quem quer que fosse, porém, o pai, letrado ou hortelão, a verdade é que Marcela não possuía a inocência rústica, e mal chegava a entender a moral do código. Era boa moça, lépida, sem escrúpulos, um pouco tolhida pela austeridade do tempo, que não lhe permitia arrastar pelas ruas os seus estouvamentos e berlindas; luxuosa, impaciente, amiga do dinheiro e de rapazes. Naquele ano, morria de amores por um certo Xavier, sujeito abastado e tísico, – uma pérola.

* rapaz, moço


(Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas. Excerto)

Considere a frase:

“O pior é que o estafaram a tal ponto, que foi preciso deitá-lo à margem”

Assinale a alternativa correta sobre ela.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto.


Tinha dezessete anos; pungia-me um buçozinho que eu forcejava por fazer bigode. Os olhos, vivos e resolutos, eram a minha feição verdadeiramente máscula. Como ostentasse certa arrogância, não se distinguia bem se era uma criança com fumos de homem, se um homem com ares de menino. Ao cabo era um lindo garção*, lindo e audaz, que entrava na vida de botas e esporas, chicote na mão e sangue nas veias, cavalgando um corcel nervoso, rijo, veloz, como o corcel das antigas baladas, que o romantismo foi buscar ao castelo medieval, para dar com ele nas ruas do nosso século. O pior é que o estafaram a tal ponto, que foi preciso deitá-lo à margem, onde o realismo veio achar, comido de lazeira e vermes, e, por compaixão, o transportou para os seus livros.


Sim, eu era esse garção bonito, airoso, abastado; e facilmente se imagina que mais de uma dama inclinou diante de mim a fronte pensativa, ou levantou para mim os olhos cobiçosos. De todas, porém, a que me cativou foi uma … uma … uma que não sei se diga; este livro é casto, ao menos na intenção; na intenção ele é castíssimo. Mas vá lá; ou se há de dizer tudo ou nada. A que me cativou foi uma dama espanhola, Marcela, a “linda Marcela”, como lhe chamavam os rapazes do tempo. E tinham razão os rapazes. Era filha de hortelão da Astúrias; disse-mo ela mesma, num dia de sinceridade, porque a opinião aceita é que nascera de um letrado de Madri, vítima da invasão francesa, ferido, encarcerado, espingardeado, quando ela tinha apenas doze anos.


Cosas de España. Quem quer que fosse, porém, o pai, letrado ou hortelão, a verdade é que Marcela não possuía a inocência rústica, e mal chegava a entender a moral do código. Era boa moça, lépida, sem escrúpulos, um pouco tolhida pela austeridade do tempo, que não lhe permitia arrastar pelas ruas os seus estouvamentos e berlindas; luxuosa, impaciente, amiga do dinheiro e de rapazes. Naquele ano, morria de amores por um certo Xavier, sujeito abastado e tísico, – uma pérola.

* rapaz, moço


(Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas. Excerto)

Leia o texto.

Noturno de Belo Horizonte.

[…]

Que importa que uns falem mole descansado

Que os cariocas arranhem os erres na garganta

Que os capixabas e paroaras escancarem as vogais?

Que tem si os quinhentos réis meridional

Vira cinco tostões do Rio pro norte?

Juntos formamos este assombro

de misérias e grandezas,

Brasil, nome de vegetal!…

(Mário de Andrade)

Avalie as afirmativas abaixo feitas sobre o texto.

1. O autor fala das variantes linguísticas socioculturais.

2. O texto mostra diferenças linguísticas no aspecto sonoro e no vocabulário.

3. O pronome “este” está em uma posição anafórica, no que diz respeito à coesão textual.

4. Os verbos empregados no texto estão no mesmo tempo e modo.

5. Um dos verbos está sendo usado de maneira inadequada, de acordo com a norma culta.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto.


Tinha dezessete anos; pungia-me um buçozinho que eu forcejava por fazer bigode. Os olhos, vivos e resolutos, eram a minha feição verdadeiramente máscula. Como ostentasse certa arrogância, não se distinguia bem se era uma criança com fumos de homem, se um homem com ares de menino. Ao cabo era um lindo garção*, lindo e audaz, que entrava na vida de botas e esporas, chicote na mão e sangue nas veias, cavalgando um corcel nervoso, rijo, veloz, como o corcel das antigas baladas, que o romantismo foi buscar ao castelo medieval, para dar com ele nas ruas do nosso século. O pior é que o estafaram a tal ponto, que foi preciso deitá-lo à margem, onde o realismo veio achar, comido de lazeira e vermes, e, por compaixão, o transportou para os seus livros.


Sim, eu era esse garção bonito, airoso, abastado; e facilmente se imagina que mais de uma dama inclinou diante de mim a fronte pensativa, ou levantou para mim os olhos cobiçosos. De todas, porém, a que me cativou foi uma … uma … uma que não sei se diga; este livro é casto, ao menos na intenção; na intenção ele é castíssimo. Mas vá lá; ou se há de dizer tudo ou nada. A que me cativou foi uma dama espanhola, Marcela, a “linda Marcela”, como lhe chamavam os rapazes do tempo. E tinham razão os rapazes. Era filha de hortelão da Astúrias; disse-mo ela mesma, num dia de sinceridade, porque a opinião aceita é que nascera de um letrado de Madri, vítima da invasão francesa, ferido, encarcerado, espingardeado, quando ela tinha apenas doze anos.


Cosas de España. Quem quer que fosse, porém, o pai, letrado ou hortelão, a verdade é que Marcela não possuía a inocência rústica, e mal chegava a entender a moral do código. Era boa moça, lépida, sem escrúpulos, um pouco tolhida pela austeridade do tempo, que não lhe permitia arrastar pelas ruas os seus estouvamentos e berlindas; luxuosa, impaciente, amiga do dinheiro e de rapazes. Naquele ano, morria de amores por um certo Xavier, sujeito abastado e tísico, – uma pérola.

* rapaz, moço


(Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas. Excerto)

Assinale a alternativa em que as duas frases apresentam correta concordância nominal ou verbal.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas