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Foram encontradas 40 questões.

2222258 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG
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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) divulgou novo boletim da dengue, no dia 28 de janeiro de 2020, e mais uma vez os números da doença aumentaram significativamente em Minas Gerais em comparação com o levantamento anterior. Os casos prováveis, por exemplo, mais que dobraram e sofreram um salto de 2.246 para 4.671 – o que dá uma média de 180 diagnósticos suspeitos e confirmados por dia nos 853 municípios. As mortes investigadas também aumentaram de três para quatro, devido a uma nova suspeita em Iturama, no Triângulo Mineiro. As outras três mortes pela dengue ainda investigadas em Minas Gerais neste ano estão distribuídas em Medina (Vale do Jequitinhonha), Além Paraíba (Zona da Mata) e Campo Belo (Centro-Oeste).

(Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2020/01/28/ interna_gerais,1117682/minas-tem-180-casos-provaveis-de-dengue-pordia- em-2020.shtml. Acesso em: 29/01/2020. Adaptado.)

O vírus da dengue possui 4 variações: DEN-1, DEN-2, DEN- 3 e DEN-4. São considerados sintomas causados por todos os tipos de dengue, EXCETO:

 

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2222257 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG
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O estado de Minas Gerais é conhecido pela culinária atrativa e saborosa, pela cultura e artesanato. A história do estado de Minas Gerais começou ainda no século XVI, quando os bandeirantes trabalhavam em busca de ouro e pedras preciosas. Assim, no ano de 1720, o estado de São Paulo e Minas Gerais receberam a Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, criada em 1709. Todavia, a cultura e o artesanato do estado são fortemente influenciados por Portugal. Qual é o principal estilo de arte pelo qual o estado de Minas Gerais ficou conhecido mundialmente?

 

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2221923 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG

Países do leste da África vivem o pior surto de gafanhotos dos últimos 70 anos e agricultores do Quênia, Somália e Etiópia têm suas plantações ameaçadas pelos enxames. A Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO) da ONU fez um alerta para uma ameaça “sem precedentes”. [...] “Milho, feijão, eles comeram tudo”, lamentou o fazendeiro Ndunda Makanga à AP. Ele disse que até mesmo as criações de animais chegam a se estressar com o grande número de insetos invasores.

(Disponível:https://g1.globo.com/natureza/noticia/2020/01/29/nuvem -de-gafanhotos-ameaca-plantacoes-no-leste-da-africa. ghtml. Acesso em: 29/01/2020. Adaptado.)

Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O norte da África é a região mais antiga do mundo ocupada por seres humanos. Os fósseis de hominídeos encontrados ali, na Tanzânia e no Quênia, têm cerca de cinco milhões de anos.

( ) É o continente mais carente do mundo sendo dos 30 países mais pobres, pelo menos 21 são africanos.

( ) A vegetação predominante é a floresta equatorial. Ao Norte e ao Sul desta faixa, região de verões quentes e úmidos, surgem as savanas, que compõem o tipo de vegetação mais farta do continente.

( ) Uma das características marcantes do continente é a sua riqueza mineral, que, inclusive, é a promessa de crescimento econômico maior que a média mundial nos próximos anos. Com a descoberta de extração de recursos naturais em países como Moçambique, Níger e Zâmbia, o continente tende a atrair mais investidores estrangeiros.

A sequência está correta em

 

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2221922 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG

No dia 31 de janeiro de 2020, às onze da noite, horário de Londres – em cujo subúrbio de Greenwich ainda passa o meridiano que determina os fusos no resto do mundo –, a contagem regressiva projetada sobre o número 10 em Downing Street chegou a zero. O Reino Unido está oficialmente fora da União Europeia (UE) – 47 anos depois de ter entrado oficialmente no bloco, 3 anos e 7 meses depois do plebiscito em que decidiu sair. A aprovação do acordo de saída nos parlamentos britânico e europeu sacramentou o divórcio e enterrou as esperanças daqueles que ainda acreditavam em um novo plebiscito para mudar o resultado de 2016. A rejeição desse mesmo acordo nos Parlamentos da Escócia e Irlanda do Norte não teve o poder de fazer a contagem regressiva parar. Então, no instante em que o premiê Boris Johnson fez seu pronunciamento à nação na TV, o Brexit se tornou realidade.

(Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/blog/helio-gurovitz/post/ 2020/01/31/o-reino-unido-depois-do-brexit.ghtml. Acesso em: 31/01/2020. Adaptado.)

Em relação ao Reino Unido, analise as afirmativas a seguir.

I. O Reino Unido tem como Chefe de Estado a rainha Elizabeth II (desde 1952).

II. O país é fortemente industrializado, sendo exportador de máquinas industriais, computadores e automóveis. O Reino Unido integra o Grupo dos Sete Grandes (G-7) — os sete países mais ricos do mundo.

III. É um dos países mais densamente povoados do mundo. Nos séculos XVII e XVIII, a população britânica experimentou um crescimento contínuo, por se atenuarem as epidemias, por se manter alta a taxa de natalidade da sociedade tradicional e, ainda, por cair a taxa de mortalidade após a adoção de modernas técnicas de higiene.

Estão corretas as afirmativas

 

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2221918 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG

Proibir para mudar

Ao ser questionado sobre o uso de produtos descartáveis, talvez você não se lembre que provavelmente utilizou vários deles na última semana. Grande parte das atividades humanas modernas utiliza produtos descartáveis feitos de material plástico e, quando paramos para observar o comércio de alimentos e bebidas, vemos que o uso desses materiais é significativamente mais expressivo.

Anualmente, são geradas cerca de 300 milhões de toneladas de lixo plástico no mundo, sendo 14% desse resíduo encaminhado para reciclagem e apenas 9% efetivamente reciclado. Algumas pessoas têm a falsa impressão de que todos os resíduos plásticos são recicláveis, mas produtos químicos acrescentados aos polímeros plásticos e embalagens de alimentos contaminadas com restos orgânicos podem inviabilizar o processo de reciclagem.

Desta forma, fica clara a necessidade de reduzir a geração desse resíduo por meio da redução do consumo de materiais plásticos. Vários países já estão adotando medidas que proíbem a utilização de produtos plásticos descartáveis. O Canadá, a Indonésia e a União Europeia, por exemplo, já definiram uma data para a proibição; o Brasil, sendo o quarto país que mais gera resíduos plásticos no mundo, precisa acompanhar esse movimento.

Sob o mesmo ponto de vista, temos na utilização de produtos descartáveis em bares e restaurantes uma grande oportunidade de redução de consumo, visto que o volume de itens plásticos utilizados pela maioria desses estabelecimentos é bastante expressivo. Copos, canudos, pratos e talheres descartáveis são utilizados cotidianamente em muitos estabelecimentos e o consumidor, tão acostumado com esse padrão de consumo, não tem por hábito questionar a real necessidade de utilização desses materiais.

É necessário que proprietários de bares e restaurantes comecem a buscar produtos que possam substituir o plástico, exercendo a mesma função, porém formados de material biodegradável. Em contrapartida, a indústria responsável pela produção desses produtos precisa aumentar o investimento em pesquisa e desenvolvimento de materiais com baixo impacto ambiental, promovendo a inovação nos seus produtos para a garantia da manutenção dos seus negócios.

Ademais, é importante destacar que nós, como consumidores, podemos adotar uma postura consciente e proativa que não dependa da existência de políticas públicas. O consumidor final é o agente de transformação com maior poder nesta cadeia e podemos incentivar as marcas que consumimos, os fornecedores que contratamos e os estabelecimentos comerciais que frequentamos a realizar iniciativas de substituição do plástico.

Por fim, partindo do princípio de que nenhuma mudança é fácil, devemos reconhecer, por meio da preferência, aquelas empresas que tenham um posicionamento ativo e comprometido no que diz respeito a iniciativas de baixo impacto ambiental, contribuindo para viabilizar essa mudança de comportamento tão urgente e fundamental para a sustentabilidade do nosso futuro.

(ARANTES, Andréa Luiza Santos. Proibir para mudar. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/proibir-paramudar/. Acesso em: 21/01/2020.)

Nas orações “Algumas pessoas têm a falsa impressão de que todos os resíduos plásticos são recicláveis, (...)” (2º§) e “Vários países já estão adotando medidas que proíbem a utilização de produtos plásticos descartáveis.” (3º§), as palavras destacadas são pronomes indefinidos. Em qual das orações a palavra destacada NÃO se trata de pronome indefinido?

 

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2221917 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG

Proibir para mudar

Ao ser questionado sobre o uso de produtos descartáveis, talvez você não se lembre que provavelmente utilizou vários deles na última semana. Grande parte das atividades humanas modernas utiliza produtos descartáveis feitos de material plástico e, quando paramos para observar o comércio de alimentos e bebidas, vemos que o uso desses materiais é significativamente mais expressivo.

Anualmente, são geradas cerca de 300 milhões de toneladas de lixo plástico no mundo, sendo 14% desse resíduo encaminhado para reciclagem e apenas 9% efetivamente reciclado. Algumas pessoas têm a falsa impressão de que todos os resíduos plásticos são recicláveis, mas produtos químicos acrescentados aos polímeros plásticos e embalagens de alimentos contaminadas com restos orgânicos podem inviabilizar o processo de reciclagem.

Desta forma, fica clara a necessidade de reduzir a geração desse resíduo por meio da redução do consumo de materiais plásticos. Vários países já estão adotando medidas que proíbem a utilização de produtos plásticos descartáveis. O Canadá, a Indonésia e a União Europeia, por exemplo, já definiram uma data para a proibição; o Brasil, sendo o quarto país que mais gera resíduos plásticos no mundo, precisa acompanhar esse movimento.

Sob o mesmo ponto de vista, temos na utilização de produtos descartáveis em bares e restaurantes uma grande oportunidade de redução de consumo, visto que o volume de itens plásticos utilizados pela maioria desses estabelecimentos é bastante expressivo. Copos, canudos, pratos e talheres descartáveis são utilizados cotidianamente em muitos estabelecimentos e o consumidor, tão acostumado com esse padrão de consumo, não tem por hábito questionar a real necessidade de utilização desses materiais.

É necessário que proprietários de bares e restaurantes comecem a buscar produtos que possam substituir o plástico, exercendo a mesma função, porém formados de material biodegradável. Em contrapartida, a indústria responsável pela produção desses produtos precisa aumentar o investimento em pesquisa e desenvolvimento de materiais com baixo impacto ambiental, promovendo a inovação nos seus produtos para a garantia da manutenção dos seus negócios.

Ademais, é importante destacar que nós, como consumidores, podemos adotar uma postura consciente e proativa que não dependa da existência de políticas públicas. O consumidor final é o agente de transformação com maior poder nesta cadeia e podemos incentivar as marcas que consumimos, os fornecedores que contratamos e os estabelecimentos comerciais que frequentamos a realizar iniciativas de substituição do plástico.

Por fim, partindo do princípio de que nenhuma mudança é fácil, devemos reconhecer, por meio da preferência, aquelas empresas que tenham um posicionamento ativo e comprometido no que diz respeito a iniciativas de baixo impacto ambiental, contribuindo para viabilizar essa mudança de comportamento tão urgente e fundamental para a sustentabilidade do nosso futuro.

(ARANTES, Andréa Luiza Santos. Proibir para mudar. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/proibir-paramudar/. Acesso em: 21/01/2020.)

A expressão “cerca de” (2º§) é classificada, morfologicamente, como:

 

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2221916 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG

Proibir para mudar

Ao ser questionado sobre o uso de produtos descartáveis, talvez você não se lembre que provavelmente utilizou vários deles na última semana. Grande parte das atividades humanas modernas utiliza produtos descartáveis feitos de material plástico e, quando paramos para observar o comércio de alimentos e bebidas, vemos que o uso desses materiais é significativamente mais expressivo.

Anualmente, são geradas cerca de 300 milhões de toneladas de lixo plástico no mundo, sendo 14% desse resíduo encaminhado para reciclagem e apenas 9% efetivamente reciclado. Algumas pessoas têm a falsa impressão de que todos os resíduos plásticos são recicláveis, mas produtos químicos acrescentados aos polímeros plásticos e embalagens de alimentos contaminadas com restos orgânicos podem inviabilizar o processo de reciclagem.

Desta forma, fica clara a necessidade de reduzir a geração desse resíduo por meio da redução do consumo de materiais plásticos. Vários países já estão adotando medidas que proíbem a utilização de produtos plásticos descartáveis. O Canadá, a Indonésia e a União Europeia, por exemplo, já definiram uma data para a proibição; o Brasil, sendo o quarto país que mais gera resíduos plásticos no mundo, precisa acompanhar esse movimento.

Sob o mesmo ponto de vista, temos na utilização de produtos descartáveis em bares e restaurantes uma grande oportunidade de redução de consumo, visto que o volume de itens plásticos utilizados pela maioria desses estabelecimentos é bastante expressivo. Copos, canudos, pratos e talheres descartáveis são utilizados cotidianamente em muitos estabelecimentos e o consumidor, tão acostumado com esse padrão de consumo, não tem por hábito questionar a real necessidade de utilização desses materiais.

É necessário que proprietários de bares e restaurantes comecem a buscar produtos que possam substituir o plástico, exercendo a mesma função, porém formados de material biodegradável. Em contrapartida, a indústria responsável pela produção desses produtos precisa aumentar o investimento em pesquisa e desenvolvimento de materiais com baixo impacto ambiental, promovendo a inovação nos seus produtos para a garantia da manutenção dos seus negócios.

Ademais, é importante destacar que nós, como consumidores, podemos adotar uma postura consciente e proativa que não dependa da existência de políticas públicas. O consumidor final é o agente de transformação com maior poder nesta cadeia e podemos incentivar as marcas que consumimos, os fornecedores que contratamos e os estabelecimentos comerciais que frequentamos a realizar iniciativas de substituição do plástico.

Por fim, partindo do princípio de que nenhuma mudança é fácil, devemos reconhecer, por meio da preferência, aquelas empresas que tenham um posicionamento ativo e comprometido no que diz respeito a iniciativas de baixo impacto ambiental, contribuindo para viabilizar essa mudança de comportamento tão urgente e fundamental para a sustentabilidade do nosso futuro.

(ARANTES, Andréa Luiza Santos. Proibir para mudar. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/proibir-paramudar/. Acesso em: 21/01/2020.)

Sobre a oração “Anualmente, são geradas cerca de 300 milhões de toneladas de lixo plástico no mundo, (...)” (2º§), é INCORRETO afirmar que:

 

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2221915 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG

Proibir para mudar

Ao ser questionado sobre o uso de produtos descartáveis, talvez você não se lembre que provavelmente utilizou vários deles na última semana. Grande parte das atividades humanas modernas utiliza produtos descartáveis feitos de material plástico e, quando paramos para observar o comércio de alimentos e bebidas, vemos que o uso desses materiais é significativamente mais expressivo.

Anualmente, são geradas cerca de 300 milhões de toneladas de lixo plástico no mundo, sendo 14% desse resíduo encaminhado para reciclagem e apenas 9% efetivamente reciclado. Algumas pessoas têm a falsa impressão de que todos os resíduos plásticos são recicláveis, mas produtos químicos acrescentados aos polímeros plásticos e embalagens de alimentos contaminadas com restos orgânicos podem inviabilizar o processo de reciclagem.

Desta forma, fica clara a necessidade de reduzir a geração desse resíduo por meio da redução do consumo de materiais plásticos. Vários países já estão adotando medidas que proíbem a utilização de produtos plásticos descartáveis. O Canadá, a Indonésia e a União Europeia, por exemplo, já definiram uma data para a proibição; o Brasil, sendo o quarto país que mais gera resíduos plásticos no mundo, precisa acompanhar esse movimento.

Sob o mesmo ponto de vista, temos na utilização de produtos descartáveis em bares e restaurantes uma grande oportunidade de redução de consumo, visto que o volume de itens plásticos utilizados pela maioria desses estabelecimentos é bastante expressivo. Copos, canudos, pratos e talheres descartáveis são utilizados cotidianamente em muitos estabelecimentos e o consumidor, tão acostumado com esse padrão de consumo, não tem por hábito questionar a real necessidade de utilização desses materiais.

É necessário que proprietários de bares e restaurantes comecem a buscar produtos que possam substituir o plástico, exercendo a mesma função, porém formados de material biodegradável. Em contrapartida, a indústria responsável pela produção desses produtos precisa aumentar o investimento em pesquisa e desenvolvimento de materiais com baixo impacto ambiental, promovendo a inovação nos seus produtos para a garantia da manutenção dos seus negócios.

Ademais, é importante destacar que nós, como consumidores, podemos adotar uma postura consciente e proativa que não dependa da existência de políticas públicas. O consumidor final é o agente de transformação com maior poder nesta cadeia e podemos incentivar as marcas que consumimos, os fornecedores que contratamos e os estabelecimentos comerciais que frequentamos a realizar iniciativas de substituição do plástico.

Por fim, partindo do princípio de que nenhuma mudança é fácil, devemos reconhecer, por meio da preferência, aquelas empresas que tenham um posicionamento ativo e comprometido no que diz respeito a iniciativas de baixo impacto ambiental, contribuindo para viabilizar essa mudança de comportamento tão urgente e fundamental para a sustentabilidade do nosso futuro.

(ARANTES, Andréa Luiza Santos. Proibir para mudar. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/proibir-paramudar/. Acesso em: 21/01/2020.)

Em relação ao trecho destacado na oração “O consumidor final é o agente de transformação com maior poder nesta cadeia (...)” (6º§), marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Há um verbo no subjuntivo.

( ) Apresenta uma locução verbal.

( ) Corresponde ao predicativo do sujeito.

( ) Forma uma oração subordinada substantiva.

A sequência está correta em

 

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2221914 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG

Proibir para mudar

Ao ser questionado sobre o uso de produtos descartáveis, talvez você não se lembre que provavelmente utilizou vários deles na última semana. Grande parte das atividades humanas modernas utiliza produtos descartáveis feitos de material plástico e, quando paramos para observar o comércio de alimentos e bebidas, vemos que o uso desses materiais é significativamente mais expressivo.

Anualmente, são geradas cerca de 300 milhões de toneladas de lixo plástico no mundo, sendo 14% desse resíduo encaminhado para reciclagem e apenas 9% efetivamente reciclado. Algumas pessoas têm a falsa impressão de que todos os resíduos plásticos são recicláveis, mas produtos químicos acrescentados aos polímeros plásticos e embalagens de alimentos contaminadas com restos orgânicos podem inviabilizar o processo de reciclagem.

Desta forma, fica clara a necessidade de reduzir a geração desse resíduo por meio da redução do consumo de materiais plásticos. Vários países já estão adotando medidas que proíbem a utilização de produtos plásticos descartáveis. O Canadá, a Indonésia e a União Europeia, por exemplo, já definiram uma data para a proibição; o Brasil, sendo o quarto país que mais gera resíduos plásticos no mundo, precisa acompanhar esse movimento.

Sob o mesmo ponto de vista, temos na utilização de produtos descartáveis em bares e restaurantes uma grande oportunidade de redução de consumo, visto que o volume de itens plásticos utilizados pela maioria desses estabelecimentos é bastante expressivo. Copos, canudos, pratos e talheres descartáveis são utilizados cotidianamente em muitos estabelecimentos e o consumidor, tão acostumado com esse padrão de consumo, não tem por hábito questionar a real necessidade de utilização desses materiais.

É necessário que proprietários de bares e restaurantes comecem a buscar produtos que possam substituir o plástico, exercendo a mesma função, porém formados de material biodegradável. Em contrapartida, a indústria responsável pela produção desses produtos precisa aumentar o investimento em pesquisa e desenvolvimento de materiais com baixo impacto ambiental, promovendo a inovação nos seus produtos para a garantia da manutenção dos seus negócios.

Ademais, é importante destacar que nós, como consumidores, podemos adotar uma postura consciente e proativa que não dependa da existência de políticas públicas. O consumidor final é o agente de transformação com maior poder nesta cadeia e podemos incentivar as marcas que consumimos, os fornecedores que contratamos e os estabelecimentos comerciais que frequentamos a realizar iniciativas de substituição do plástico.

Por fim, partindo do princípio de que nenhuma mudança é fácil, devemos reconhecer, por meio da preferência, aquelas empresas que tenham um posicionamento ativo e comprometido no que diz respeito a iniciativas de baixo impacto ambiental, contribuindo para viabilizar essa mudança de comportamento tão urgente e fundamental para a sustentabilidade do nosso futuro.

(ARANTES, Andréa Luiza Santos. Proibir para mudar. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/proibir-paramudar/. Acesso em: 21/01/2020.)

O verbo “ter” em “Algumas pessoas têm a falsa impressão de que todos os resíduos plásticos são recicláveis, (...)” (2º§) recebe acento circunflexo porque está na 3ª pessoa do plural do presente do indicativo. Observe o emprego deste acento nas orações a seguir.

I. Eles vêem o pássaro.

II. Os vasos contêm flores.

III. Os doces vêm da Argentina.

IV. Os livros da biblioteca provêm de doações.

Em quais orações os verbos também devem receber acento circunflexo?

 

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2221913 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG

Proibir para mudar

Ao ser questionado sobre o uso de produtos descartáveis, talvez você não se lembre que provavelmente utilizou vários deles na última semana. Grande parte das atividades humanas modernas utiliza produtos descartáveis feitos de material plástico e, quando paramos para observar o comércio de alimentos e bebidas, vemos que o uso desses materiais é significativamente mais expressivo.

Anualmente, são geradas cerca de 300 milhões de toneladas de lixo plástico no mundo, sendo 14% desse resíduo encaminhado para reciclagem e apenas 9% efetivamente reciclado. Algumas pessoas têm a falsa impressão de que todos os resíduos plásticos são recicláveis, mas produtos químicos acrescentados aos polímeros plásticos e embalagens de alimentos contaminadas com restos orgânicos podem inviabilizar o processo de reciclagem.

Desta forma, fica clara a necessidade de reduzir a geração desse resíduo por meio da redução do consumo de materiais plásticos. Vários países já estão adotando medidas que proíbem a utilização de produtos plásticos descartáveis. O Canadá, a Indonésia e a União Europeia, por exemplo, já definiram uma data para a proibição; o Brasil, sendo o quarto país que mais gera resíduos plásticos no mundo, precisa acompanhar esse movimento.

Sob o mesmo ponto de vista, temos na utilização de produtos descartáveis em bares e restaurantes uma grande oportunidade de redução de consumo, visto que o volume de itens plásticos utilizados pela maioria desses estabelecimentos é bastante expressivo. Copos, canudos, pratos e talheres descartáveis são utilizados cotidianamente em muitos estabelecimentos e o consumidor, tão acostumado com esse padrão de consumo, não tem por hábito questionar a real necessidade de utilização desses materiais.

É necessário que proprietários de bares e restaurantes comecem a buscar produtos que possam substituir o plástico, exercendo a mesma função, porém formados de material biodegradável. Em contrapartida, a indústria responsável pela produção desses produtos precisa aumentar o investimento em pesquisa e desenvolvimento de materiais com baixo impacto ambiental, promovendo a inovação nos seus produtos para a garantia da manutenção dos seus negócios.

Ademais, é importante destacar que nós, como consumidores, podemos adotar uma postura consciente e proativa que não dependa da existência de políticas públicas. O consumidor final é o agente de transformação com maior poder nesta cadeia e podemos incentivar as marcas que consumimos, os fornecedores que contratamos e os estabelecimentos comerciais que frequentamos a realizar iniciativas de substituição do plástico.

Por fim, partindo do princípio de que nenhuma mudança é fácil, devemos reconhecer, por meio da preferência, aquelas empresas que tenham um posicionamento ativo e comprometido no que diz respeito a iniciativas de baixo impacto ambiental, contribuindo para viabilizar essa mudança de comportamento tão urgente e fundamental para a sustentabilidade do nosso futuro.

(ARANTES, Andréa Luiza Santos. Proibir para mudar. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/proibir-paramudar/. Acesso em: 21/01/2020.)

“Sob” (4º§) e “sobre” (1º§) são classificadas como preposições. Analise as orações, considerando estas preposições.

I. O travesseiro deve ficar o colchão.

II. A bicicleta estava estacionada uma árvore.

III. Cruzou os braços o peito e falou bem alto.

IV. A minha turma só trabalha pressão da professora.

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as orações anteriores.

 

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