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O Feudalismo foi um modo de organização social e político que surgiu na Europa, após a queda do Império Romano do Ocidente, permanecendo durante toda a Idade Média (século X ao século XV da História). Em relação às características do Feudalismo, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O clero era responsável por rezar e exercia uma grande influência política sobre as pessoas daquela época. Os nobres também eram chamados de senhores feudais; eles negociavam com o rei (trabalhavam no exército em troca de terras).
( ) O comércio era forte, sendo a base da economia feudal. As indústrias estavam em expansão, tornando a mão de obra agrária cada vez mais escassa.
( ) O feudo se dividia em três partes: a propriedade individual do senhor, o manso servil e o manso comunal.
( ) Eram considerados alguns dos principais tributos e impostos da época: capitação (pagamento por cada membro da família), dízimo e corveia (trabalho nas terras dos senhores durante alguns dias na semana).
A sequência está correta em
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG
“O islamismo é uma religião surgida na Península Arábica por meio de Muhammad (conhecido em português como Maomé) que se expandiu rapidamente pelo mundo durante a , chegando a ocupar quase que inteiramente a Península Ibérica.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Formiga-MG
“Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.”
Nesta obra icônica, o poeta maranhense expressa todo o seu amor pelos pequenos e intensos valores naturais brasileiros, enquanto esteve ausente do país (estudava em Portugal). O poema tem como autor:
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Em um roteiro de viagem, uma família que deseja ir de uma cidade A para uma cidade F passará por 4 cidades: B, C, D e E, até chegar ao seu destino, a cidade F. A rodovia, que é uma linha reta, corta todas as cidades de modo que a:
• cidade A está a 50 km da cidade B;
• cidade B está a 60 km da cidade D;
• cidade C está a 40 km da cidade D;
• cidade D está a 70 km da cidade E;
• cidade C está a 150 km da cidade F.
Neste caso, podemos afirmar que a distância entre a cidade A e a cidade F é de:
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O pagamento do décimo terceiro salário, gratificação paga em dezembro, nem sempre corresponde a um salário completo. Isso porque a gratificação se refere à fração trabalhada naquele ano. De acordo com a legislação vigente deve-se calcular 1/12 do salário do mês de dezembro e multiplicar pela quantidade de meses trabalhados naquele ano. Considere que um funcionário começou a trabalhar em uma empresa no dia 01 de março, com um salário fixo de R$ 2.400,00. Qual deverá ser o valor do primeiro décimo terceiro salário desse funcionário?
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Em uma festa de fim de ano, 5 irmãos: Amanda, Bernardo, Caio, Daniel e Elaine, resolveram brincar de amigo-oculto. Sabe-se que cada um deles sorteou apenas um nome, não houve nomes repetidos e nenhum deles sorteou o seu próprio nome. Considere que:
• Amanda sorteou Bernardo;
• Bernardo sorteou ou Caio ou Daniel;
• Daniel não sorteou Elaine; e,
• Elaine sorteou Amanda.
Qual foi o nome que Caio sorteou?
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Das palavras relacionadas, qual é a alternativa que apresenta a mesma propriedade lógica da sequência?
(Furo, Lori, Bife)
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Considere que todas as pessoas que são bem-sucedidas acordam cedo. Se Pedro é uma pessoa que acorda cedo e João é bem-sucedido, pode-se afirmar certamente que:
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Chuchu
Joanita, em sua última carta escrita de Haia: “Mas que saudades de chuchu com molho branco”.
Eu sei que toda gente despreza o chuchu, a coisa mais bestinha que Deus pôs no mundo, cucurbitácea reles que medra em qualquer beirada de quintal. Não tenho também nenhuma ternura especial pelo chuchu, mas já reparei que há uma certa injustiça em considerar insípido um prato que é insípido só porque raras são as cozinheiras que sabem prepará-lo.
Sei ainda que os médicos nutricionistas banem o chuchu de todas as suas dietas, dizem que o chuchu não vale nada, é uma mistura de água e celulose, desprovida de qualquer vitamina ou sal. O chuchu é meu eterno pomo da discórdia com meu querido amigo Dr. Rui Coutinho. Quando ele desfaz do chuchu em minha presença, salto logo em defesa do humilde caxixe. Argumento assim: “Antigamente, antes da descoberta das vitaminas, se dizia o mesmo da alface, mas o sabor da planta, a boniteza de sua folha verdinha, ou talvez o instinto secreto da espécie sempre levaram o homem a comer a aristocrática Lactuca sativa. Um dia se descobriu que a alface é rica em vitamina A, cálcio e ferro. Então a alface deixou de ser água e celulose, e entrou nos menus autorizados e recomendados pelos nutricionistas.
Quem me dirá que um dia, próximo ou distante, não se descobrirá no chuchu um elemento novo, indispensável à economia orgânica? O que me parece inexplicável é que os brasileiros persistamos em comer sem quase nenhum deleite essa coisinha verde e mole que se derrete na boca sem deixar vontade de repetir a dose.”
Rui Coutinho sorri cético.
Enquanto isso, na Holanda, Joanita, podendo comer os pratos mais saborosos do mundo, tem saudade é de chuchu com molho branco. Que desforra para o chuchu!
(BANDEIRA, Manuel. IN: Quadrante. 2ed. Rio de Janeiro: Ed. Do Autor, 1963.)
No fragmento “(...) há uma certa injustiça em considerar insípido um prato que é insípido só porque raras são as cozinheiras que sabem prepará-lo.” (2º§), podemos afirmar que o termo “insípido” significa:
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Chuchu
Joanita, em sua última carta escrita de Haia: “Mas que saudades de chuchu com molho branco”.
Eu sei que toda gente despreza o chuchu, a coisa mais bestinha que Deus pôs no mundo, cucurbitácea reles que medra em qualquer beirada de quintal. Não tenho também nenhuma ternura especial pelo chuchu, mas já reparei que há uma certa injustiça em considerar insípido um prato que é insípido só porque raras são as cozinheiras que sabem prepará-lo.
Sei ainda que os médicos nutricionistas banem o chuchu de todas as suas dietas, dizem que o chuchu não vale nada, é uma mistura de água e celulose, desprovida de qualquer vitamina ou sal. O chuchu é meu eterno pomo da discórdia com meu querido amigo Dr. Rui Coutinho. Quando ele desfaz do chuchu em minha presença, salto logo em defesa do humilde caxixe. Argumento assim: “Antigamente, antes da descoberta das vitaminas, se dizia o mesmo da alface, mas o sabor da planta, a boniteza de sua folha verdinha, ou talvez o instinto secreto da espécie sempre levaram o homem a comer a aristocrática Lactuca sativa. Um dia se descobriu que a alface é rica em vitamina A, cálcio e ferro. Então a alface deixou de ser água e celulose, e entrou nos menus autorizados e recomendados pelos nutricionistas.
Quem me dirá que um dia, próximo ou distante, não se descobrirá no chuchu um elemento novo, indispensável à economia orgânica? O que me parece inexplicável é que os brasileiros persistamos em comer sem quase nenhum deleite essa coisinha verde e mole que se derrete na boca sem deixar vontade de repetir a dose.”
Rui Coutinho sorri cético.
Enquanto isso, na Holanda, Joanita, podendo comer os pratos mais saborosos do mundo, tem saudade é de chuchu com molho branco. Que desforra para o chuchu!
(BANDEIRA, Manuel. IN: Quadrante. 2ed. Rio de Janeiro: Ed. Do Autor, 1963.)
NÃO está no feminino a seguinte palavra narrada no texto:
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