Foram encontradas 30 questões.
O jovem Frank
Às vezes eu me pergunto
que diabo de papel
estou fazendo aqui.
Não pedi para nascer,
não escolhi o meu nome,
e tenho um corpo montado
com pedaços de avós, fatias de pai
e amostras de mãe.
Nas reuniões de família
o esporte predileto
é dissecar Frankenstein:
"Os olhos são dos Arruda..."
"Os pés lembram os Botelho..."
"Tem as mãos do velho Braga!"
"... e o nariz é dos Fonseca!"
Certamente o resultado
de um tal esquartejamento
não pode ser coisa boa,
pois tantos retalhos colados
não inteiram uma pessoa.
Sendo assim... eu não sou eu.
Sou outra coisa qualquer:
um personagem perfeito
para um filme de terror,
um androide, um mutante,
um bicho extraterrestre,
um berro de puro pavor!
Graças a Deus meu espelho
não é daqueles que falam...
Diante dele, com cuidado,
posso até reconhecer
este rosto que é só meu
e sorrir aliviado:
Cheio de cravos e espinhas,
pode não ser um modelo
de perfeição ou beleza,
mas com certeza é alguém
e esse alguém... sou eu, sou eu!
TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.
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O jovem Frank
Às vezes eu me pergunto
que diabo de papel
estou fazendo aqui.
Não pedi para nascer,
não escolhi o meu nome,
e tenho um corpo montado
com pedaços de avós, fatias de pai
e amostras de mãe.
Nas reuniões de família
o esporte predileto
é dissecar Frankenstein:
"Os olhos são dos Arruda..."
"Os pés lembram os Botelho..."
"Tem as mãos do velho Braga!"
"... e o nariz é dos Fonseca!"
Certamente o resultado
de um tal esquartejamento
não pode ser coisa boa,
pois tantos retalhos colados
não inteiram uma pessoa.
Sendo assim... eu não sou eu.
Sou outra coisa qualquer:
um personagem perfeito
para um filme de terror,
um androide, um mutante,
um bicho extraterrestre,
um berro de puro pavor!
Graças a Deus meu espelho
não é daqueles que falam...
Diante dele, com cuidado,
posso até reconhecer
este rosto que é só meu
e sorrir aliviado:
Cheio de cravos e espinhas,
pode não ser um modelo
de perfeição ou beleza,
mas com certeza é alguém
e esse alguém... sou eu, sou eu!
TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.
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Às vezes eu me pergunto
que diabo de papel
estou fazendo aqui.
Não pedi para nascer,
não escolhi o meu nome,
e tenho um corpo montado
com pedaços de avós, fatias de pai
e amostras de mãe.
Nas reuniões de família
o esporte predileto
é dissecar Frankenstein:
"Os olhos são dos Arruda..."
"Os pés lembram os Botelho..."
"Tem as mãos do velho Braga!"
"... e o nariz é dos Fonseca!"
Certamente o resultado
de um tal esquartejamento
não pode ser coisa boa,
pois tantos retalhos colados
não inteiram uma pessoa.
Sendo assim... eu não sou eu.
Sou outra coisa qualquer:
um personagem perfeito
para um filme de terror,
um androide, um mutante,
um bicho extraterrestre,
um berro de puro pavor!
Graças a Deus meu espelho
não é daqueles que falam...
Diante dele, com cuidado,
posso até reconhecer
este rosto que é só meu
e sorrir aliviado:
Cheio de cravos e espinhas,
pode não ser um modelo
de perfeição ou beleza,
mas com certeza é alguém
e esse alguém... sou eu, sou eu!
TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.
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Às vezes eu me pergunto
que diabo de papel
estou fazendo aqui.
Não pedi para nascer,
não escolhi o meu nome,
e tenho um corpo montado
com pedaços de avós, fatias de pai
e amostras de mãe.
Nas reuniões de família
o esporte predileto
é dissecar Frankenstein:
"Os olhos são dos Arruda..."
"Os pés lembram os Botelho..."
"Tem as mãos do velho Braga!"
"... e o nariz é dos Fonseca!"
Certamente o resultado
de um tal esquartejamento
não pode ser coisa boa,
pois tantos retalhos colados
não inteiram uma pessoa.
Sendo assim... eu não sou eu.
Sou outra coisa qualquer:
um personagem perfeito
para um filme de terror,
um androide, um mutante,
um bicho extraterrestre,
um berro de puro pavor!
Graças a Deus meu espelho
não é daqueles que falam...
Diante dele, com cuidado,
posso até reconhecer
este rosto que é só meu
e sorrir aliviado:
Cheio de cravos e espinhas,
pode não ser um modelo
de perfeição ou beleza,
mas com certeza é alguém
e esse alguém... sou eu, sou eu!
TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.
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Às vezes eu me pergunto
que diabo de papel
estou fazendo aqui.
Não pedi para nascer,
não escolhi o meu nome,
e tenho um corpo montado
com pedaços de avós, fatias de pai
e amostras de mãe.
Nas reuniões de família
o esporte predileto
é dissecar Frankenstein:
"Os olhos são dos Arruda..."
"Os pés lembram os Botelho..."
"Tem as mãos do velho Braga!"
"... e o nariz é dos Fonseca!"
Certamente o resultado
de um tal esquartejamento
não pode ser coisa boa,
pois tantos retalhos colados
não inteiram uma pessoa.
Sendo assim... eu não sou eu.
Sou outra coisa qualquer:
um personagem perfeito
para um filme de terror,
um androide, um mutante,
um bicho extraterrestre,
um berro de puro pavor!
Graças a Deus meu espelho
não é daqueles que falam...
Diante dele, com cuidado,
posso até reconhecer
este rosto que é só meu
e sorrir aliviado:
Cheio de cravos e espinhas,
pode não ser um modelo
de perfeição ou beleza,
mas com certeza é alguém
e esse alguém... sou eu, sou eu!
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que diabo de papel
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Não pedi para nascer,
não escolhi o meu nome,
e tenho um corpo montado
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e amostras de mãe.
Nas reuniões de família
o esporte predileto
é dissecar Frankenstein:
"Os olhos são dos Arruda..."
"Os pés lembram os Botelho..."
"Tem as mãos do velho Braga!"
"... e o nariz é dos Fonseca!"
Certamente o resultado
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não pode ser coisa boa,
pois tantos retalhos colados
não inteiram uma pessoa.
Sendo assim... eu não sou eu.
Sou outra coisa qualquer:
um personagem perfeito
para um filme de terror,
um androide, um mutante,
um bicho extraterrestre,
um berro de puro pavor!
Graças a Deus meu espelho
não é daqueles que falam...
Diante dele, com cuidado,
posso até reconhecer
este rosto que é só meu
e sorrir aliviado:
Cheio de cravos e espinhas,
pode não ser um modelo
de perfeição ou beleza,
mas com certeza é alguém
e esse alguém... sou eu, sou eu!
TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.
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estou fazendo aqui.
Não pedi para nascer,
não escolhi o meu nome,
e tenho um corpo montado
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é dissecar Frankenstein:
"Os olhos são dos Arruda..."
"Os pés lembram os Botelho..."
"Tem as mãos do velho Braga!"
"... e o nariz é dos Fonseca!"
Certamente o resultado
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não pode ser coisa boa,
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não inteiram uma pessoa.
Sendo assim... eu não sou eu.
Sou outra coisa qualquer:
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para um filme de terror,
um androide, um mutante,
um bicho extraterrestre,
um berro de puro pavor!
Graças a Deus meu espelho
não é daqueles que falam...
Diante dele, com cuidado,
posso até reconhecer
este rosto que é só meu
e sorrir aliviado:
Cheio de cravos e espinhas,
pode não ser um modelo
de perfeição ou beleza,
mas com certeza é alguém
e esse alguém... sou eu, sou eu!
TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.
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Às vezes eu me pergunto
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Não pedi para nascer,
não escolhi o meu nome,
e tenho um corpo montado
com pedaços de avós, fatias de pai
e amostras de mãe.
Nas reuniões de família
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"Os olhos são dos Arruda..."
"Os pés lembram os Botelho..."
"Tem as mãos do velho Braga!"
"... e o nariz é dos Fonseca!"
Certamente o resultado
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não inteiram uma pessoa.
Sendo assim... eu não sou eu.
Sou outra coisa qualquer:
um personagem perfeito
para um filme de terror,
um androide, um mutante,
um bicho extraterrestre,
um berro de puro pavor!
Graças a Deus meu espelho
não é daqueles que falam...
Diante dele, com cuidado,
posso até reconhecer
este rosto que é só meu
e sorrir aliviado:
Cheio de cravos e espinhas,
pode não ser um modelo
de perfeição ou beleza,
mas com certeza é alguém
e esse alguém... sou eu, sou eu!
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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