Foram encontradas 60 questões.
2630542
Ano: 2019
Disciplina: Educação Artística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
Disciplina: Educação Artística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
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Segundo Costa (2004), ao final do século XIX, o desenvolvimento industrial alcançou um estágio jamais imaginado, e surge a preocupação com a venda de produtos na disputa pelos mercados. Para a autora, é nesse momento que surgem, no contexto da aproximação entre arte e indústria, as linguagens
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2630541
Ano: 2019
Disciplina: Educação Artística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
Disciplina: Educação Artística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
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Segundo os PCN-Arte (1997), “a importância de conhecer a arte de outras culturas possibilitará ao aluno compreender a relatividade dos valores que estão enraizados nos seus modos de pensar e agir, que pode criar um campo de sentido para a valorização do que lhe é próprio e favorecer abertura à riqueza e à diversidade da imaginação humana.” Além disso, o documento aponta para outra aquisição no contato com a arte de outras culturas, a de torna-se capaz de
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2630540
Ano: 2019
Disciplina: Educação Artística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
Disciplina: Educação Artística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
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Ao delinear a vida intelectual de Ana Mae Barbosa, Schütz-Foerste (in Barbosa, 2010) indica a pesquisa, em 1982, que abordava a influência de John Dewey na Arte/Educação no período da Escola Nova. A autora aponta como enfoque dos estudos de Barbosa
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2630539
Ano: 2019
Disciplina: Educação Artística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
Disciplina: Educação Artística
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Para Barbosa (2012), o conhecimento em artes se dá na interseção
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2630538
Ano: 2019
Disciplina: Educação Artística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
Disciplina: Educação Artística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
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O movimento das Escolinhas de Arte, em 1971, estava difundido por todo o Brasil, com 32 “Escolinhas”, a maioria delas particulares, oferecendo cursos de artes para crianças e adolescentes e cursos de arte-educação para professores e artistas. O movimento tentava desenvolver a autoexpressão da criança e do adolescente por meio do ensino das artes. Segundo Barbosa (2012), as Escolinhas eram muito ativas desde sua fundação, na seguinte década:
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Leia a tira, para responder à questão.

(André Dahmer. Disponível em: <https://www.facebook.com/malvadoshq/>. Acesso em 15.07.2019)
As expressões “direcionado aos” e “Até porque” podem ser substituídas, de acordo com a norma-padrão e com sentido compatível com o da tira, respectivamente, por:
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Leia a tira, para responder à questão.

(André Dahmer. Disponível em: <https://www.facebook.com/malvadoshq/>. Acesso em 15.07.2019)
É correto afirmar que o efeito de sentido de humor na tira está associado à
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Leia o texto, para responder à questão.
Há povos que gostam de apelidos. Brasileiros, hispanos e norte-americanos estão entre os principais. Quase ninguém imagina que Bill Clinton seja, na verdade, William Jefferson Clinton. Difícil supor que um Pepe mexicano seja José e um Pancho tivesse chegado ao batistério como Francisco. Bem, qual estrangeiro suporá Chico como apelido de Francisco? Em eras pré-politicamente corretas, abundavam os “japas”, os “chinas”, os “gordos” e os “carecas”. Hoje, tudo implica risco.
Além do apelido, existem apostos que qualificam mais do que uma simples alcunha. Por vezes, são qualificativos positivos: Alexandre, o Grande; Luís XIV, o Rei-Sol; Luís XV, o Bem-Amado; e, no campo republicano, Simon Bolívar, o Libertador. Podem ser eufemismos para defeitos, como a indecisão crônica de Filipe II da Espanha. A história oficial o registra como Filipe, “o Prudente”. Há as diferenças nacionais. A única rainha do Antigo Regime português é conhecida na terrinha como D. Maria I, a Pia. No Brasil, por vários motivos, ela é “a Louca”.
Os qualificativos para famosos são uma maneira de defesa dos fracos. Não posso derrubar presidente, não tenho a fama de um craque, não tenho o dinheiro de fulano: tasco-lhe um apelido como a vingança do bagre diante do hipopótamo. Rio um pouco, divulgo diante do meu limitado grupo igualmente ressentido e me sinto vingado. Apelidar de forma negativa é, quase sempre, reconhecer minha inferioridade.
Fazer graça com a característica alheia pode revelar o mico interno de cada um de nós. Nosso macaquinho é inferior aos grandes símios. Em choques, apenas temos a possibilidade de subir rapidamente em galhos mais finos do que os rivais poderosos poderiam. Escalar e gritar: orangotango bobo, gorila vacilão, chimpanzé flácido! Lá de cima, protegido pela nossa fraqueza-força, rimos do maior. Apelidar é defender-se e tentar, ao menos na fala, vencer quem parece superior a nossas forças. Classificar o outro de tonto traz alívio; por exclusão, eu não sou.
(Leandro Karnal, O nome que eu desejo e o apelido que eu tenho. O Estado de S. Paulo, 03 de julho de 2019. Adaptado)
A relação de antonímia que existe entre as expressões que compõem a expressão “fraqueza-força” está presente também entre
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Leia o texto, para responder à questão.
Há povos que gostam de apelidos. Brasileiros, hispanos e norte-americanos estão entre os principais. Quase ninguém imagina que Bill Clinton seja, na verdade, William Jefferson Clinton. Difícil supor que um Pepe mexicano seja José e um Pancho tivesse chegado ao batistério como Francisco. Bem, qual estrangeiro suporá Chico como apelido de Francisco? Em eras pré-politicamente corretas, abundavam os “japas”, os “chinas”, os “gordos” e os “carecas”. Hoje, tudo implica risco.
Além do apelido, existem apostos que qualificam mais do que uma simples alcunha. Por vezes, são qualificativos positivos: Alexandre, o Grande; Luís XIV, o Rei-Sol; Luís XV, o Bem-Amado; e, no campo republicano, Simon Bolívar, o Libertador. Podem ser eufemismos para defeitos, como a indecisão crônica de Filipe II da Espanha. A história oficial o registra como Filipe, “o Prudente”. Há as diferenças nacionais. A única rainha do Antigo Regime português é conhecida na terrinha como D. Maria I, a Pia. No Brasil, por vários motivos, ela é “a Louca”.
Os qualificativos para famosos são uma maneira de defesa dos fracos. Não posso derrubar presidente, não tenho a fama de um craque, não tenho o dinheiro de fulano: tasco-lhe um apelido como a vingança do bagre diante do hipopótamo. Rio um pouco, divulgo diante do meu limitado grupo igualmente ressentido e me sinto vingado. Apelidar de forma negativa é, quase sempre, reconhecer minha inferioridade.
Fazer graça com a característica alheia pode revelar o mico interno de cada um de nós. Nosso macaquinho é inferior aos grandes símios. Em choques, apenas temos a possibilidade de subir rapidamente em galhos mais finos do que os rivais poderosos poderiam. Escalar e gritar: orangotango bobo, gorila vacilão, chimpanzé flácido! Lá de cima, protegido pela nossa fraqueza-força, rimos do maior. Apelidar é defender-se e tentar, ao menos na fala, vencer quem parece superior a nossas forças. Classificar o outro de tonto traz alívio; por exclusão, eu não sou.
(Leandro Karnal, O nome que eu desejo e o apelido que eu tenho. O Estado de S. Paulo, 03 de julho de 2019. Adaptado)
A passagem “Rio um pouco, divulgo diante do meu limitado grupo igualmente ressentido e me sinto vingado.” está reescrita de acordo com a norma-padrão de emprego de verbos e colocação pronominal em:
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Leia o texto, para responder à questão.
Há povos que gostam de apelidos. Brasileiros, hispanos e norte-americanos estão entre os principais. Quase ninguém imagina que Bill Clinton seja, na verdade, William Jefferson Clinton. Difícil supor que um Pepe mexicano seja José e um Pancho tivesse chegado ao batistério como Francisco. Bem, qual estrangeiro suporá Chico como apelido de Francisco? Em eras pré-politicamente corretas, abundavam os “japas”, os “chinas”, os “gordos” e os “carecas”. Hoje, tudo implica risco.
Além do apelido, existem apostos que qualificam mais do que uma simples alcunha. Por vezes, são qualificativos positivos: Alexandre, o Grande; Luís XIV, o Rei-Sol; Luís XV, o Bem-Amado; e, no campo republicano, Simon Bolívar, o Libertador. Podem ser eufemismos para defeitos, como a indecisão crônica de Filipe II da Espanha. A história oficial o registra como Filipe, “o Prudente”. Há as diferenças nacionais. A única rainha do Antigo Regime português é conhecida na terrinha como D. Maria I, a Pia. No Brasil, por vários motivos, ela é “a Louca”.
Os qualificativos para famosos são uma maneira de defesa dos fracos. Não posso derrubar presidente, não tenho a fama de um craque, não tenho o dinheiro de fulano: tasco-lhe um apelido como a vingança do bagre diante do hipopótamo. Rio um pouco, divulgo diante do meu limitado grupo igualmente ressentido e me sinto vingado. Apelidar de forma negativa é, quase sempre, reconhecer minha inferioridade.
Fazer graça com a característica alheia pode revelar o mico interno de cada um de nós. Nosso macaquinho é inferior aos grandes símios. Em choques, apenas temos a possibilidade de subir rapidamente em galhos mais finos do que os rivais poderosos poderiam. Escalar e gritar: orangotango bobo, gorila vacilão, chimpanzé flácido! Lá de cima, protegido pela nossa fraqueza-força, rimos do maior. Apelidar é defender-se e tentar, ao menos na fala, vencer quem parece superior a nossas forças. Classificar o outro de tonto traz alívio; por exclusão, eu não sou.
(Leandro Karnal, O nome que eu desejo e o apelido que eu tenho. O Estado de S. Paulo, 03 de julho de 2019. Adaptado)
A alternativa que, corretamente, pontua o trecho destacado no 3º parágrafo e expressa o sentido do original é:
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