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Foram encontradas 170 questões.

1429565 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Fronteira-MG
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    Perguntas de um trabalhador que lê

    Quem construiu a Tebas de sete portas?

    Nos livros estão nomes de reis:

    Arrastaram eles os blocos de pedra?

    E a Babilônia várias vezes destruída

    Quem a reconstruiu tantas vezes?

    Em que casas da Lima dourada moravam os construtores?

    Para onde foram os pedreiros, na noite em que a Muralha da China ficou pronta?

    A grande Roma está cheia de arcos do triunfo:

    Quem os ergueu?

    Sobre quem triunfaram os Césares?

    A decantada Bizâncio

    Tinha somente palácios para os seus habitantes?

    Mesmo na lendária Atlântida

    Os que se afogavam

    gritaram por seus escravos

    Na noite em que o mar a tragou?

    O jovem Alexandre conquistou a Índia.

    Sozinho?

    César bateu os gauleses.

    Não levava sequer um cozinheiro?

    Filipe da Espanha chorou,

    quando sua Armada naufragou.

    Ninguém mais chorou?

    Frederico II venceu a Guerra dos Sete Anos.

    Quem venceu além dele?

    Cada página uma vitória.

    Quem cozinhava o banquete?

    A cada dez anos um grande Homem.

    Quem pagava a conta?

    Tantas histórias.

    Tantas questões.

    Bertolt Brecht

    O poema é constituído por uma série de perguntas e termina dizendo “tantas questões”, o que deixa implícito que não há respostas para elas. Só NÃO se pode afirmar:
     

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    1429564 Ano: 2016
    Disciplina: Português
    Banca: Máxima
    Orgão: Pref. Fronteira-MG
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      Leia agora outro texto do mesmo autor para responder a questão.

      Até o mínimo gesto, simples na aparência,

      Olhem desconfiados! Perguntem

      Se é necessário, a começar do mais comum!

      E, por favor, não achem natural

      O que acontece e torna a acontecer

      Não se deve dizer que nada é natural!

      Numa época de confusão e sangue,

      Desordem ordenada, arbítrio de propósito,

      Humanidade desumanizada

      Para que imutável não se considere

      Nada.

      Só NÃO se fundamenta à tese do poeta:
       

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      1429563 Ano: 2016
      Disciplina: Português
      Banca: Máxima
      Orgão: Pref. Fronteira-MG
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        Leia agora outro texto do mesmo autor para responder a questão.

        Até o mínimo gesto, simples na aparência,

        Olhem desconfiados! Perguntem

        Se é necessário, a começar do mais comum!

        E, por favor, não achem natural

        O que acontece e torna a acontecer

        Não se deve dizer que nada é natural!

        Numa época de confusão e sangue,

        Desordem ordenada, arbítrio de propósito,

        Humanidade desumanizada

        Para que imutável não se considere

        Nada.

        Atente-se para as afirmativas abaixo.

        I. Ambos os poemas de Bertolt Brecht dizem que a aparência e realidade são muito diferentes;

        II. Ambos os poemas convidam o leitor a não aceitar o que é dado como coisa natural, normal;

        III. Ambos afirmam que se são os homens comuns que escrevem a História, eles também podem modifica-las.

        Estão corretas:

         

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        1428158 Ano: 2016
        Disciplina: Português
        Banca: Máxima
        Orgão: Pref. Fronteira-MG
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          Perguntas de um trabalhador que lê

          Quem construiu a Tebas de sete portas?

          Nos livros estão nomes de reis:

          Arrastaram eles os blocos de pedra?

          E a Babilônia várias vezes destruída

          Quem a reconstruiu tantas vezes?

          Em que casas da Lima dourada moravam os construtores?

          Para onde foram os pedreiros, na noite em que a Muralha da China ficou pronta?

          A grande Roma está cheia de arcos do triunfo:

          Quem os ergueu?

          Sobre quem triunfaram os Césares?

          A decantada Bizâncio

          Tinha somente palácios para os seus habitantes?

          Mesmo na lendária Atlântida

          Os que se afogavam

          gritaram por seus escravos

          Na noite em que o mar a tragou?

          O jovem Alexandre conquistou a Índia.

          Sozinho?

          César bateu os gauleses.

          Não levava sequer um cozinheiro?

          Filipe da Espanha chorou,

          quando sua Armada naufragou.

          Ninguém mais chorou?

          Frederico II venceu a Guerra dos Sete Anos.

          Quem venceu além dele?

          Cada página uma vitória.

          Quem cozinhava o banquete?

          A cada dez anos um grande Homem.

          Quem pagava a conta?

          Tantas histórias.

          Tantas questões.

          Bertolt Brecht

          A frase abaixo que expressa a tese defendida no poema é:
           

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          1423087 Ano: 2016
          Disciplina: Português
          Banca: Máxima
          Orgão: Pref. Fronteira-MG
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          Moda tem que parar de sacrificar modelos
          Chegou a um nível irresponsável e escandaloso a magreza das modelos nas semanas brasileiras de moda. As garotas, muitas delas recém-chegadas à adolescência, exibem verdadeiros gravetos como pernas e, no lugar dos braços, carregam espécies de varetas desconjuntadas. De tão desencarnadas e enfraquecidas, algumas chegam a se locomover com dificuldade quando têm que erguer na passarela os sapatos pesados de certas coleções.
          Usualmente consideradas arquétipos de beleza, essas modelos já estão se acercando de um estado físico limítrofe, em que a feiura mal se distingue da doença.
          Essa situação tem o conluio de todo o meio da moda, que faz vista grossa da situação, mesmo sabendo das crueldades que são impostas às meninas e das torturas que elas infligem a si mesmas para permanecerem desta maneira: um amontoado de ossos, com cabelos lisos e olhos azuis.
          Uma rede de hipocrisia se espalhou há anos na moda, girando viciosamente, sem parar: os agentes de modelos dizem que os estilistas preferem as moças mais magras, ao passo que os estilistas justificam que as agências só dispõem de meninas esqueléticas. Em uníssono, afirmam que eles estão apenas seguindo os parâmetros de beleza determinados pelo "mercado" internacional - indo todos se deitar, aliviados e sem culpa, com os dividendos debaixo do travesseiro.
          Alguns, mais sinceros, dizem que não querem "gordas", com isso se referindo àquelas que vestem nº 36. Outros explicitam ainda mais claramente o que pensam dessas modelos: afirmam que elas não passam de "cabides de roupas".
          Enquanto isso, as garotas emagrecem mais um pouco, mais ainda, submetidas também a uma pressão psicológica descomunal para manterem, em pleno desenvolvimento juvenil, as características de um cabide.
          [...]
          Para uma semana de moda, que postula um lugar forte na sociedade brasileira, é um disparate e uma afronta que ela exiba a decrepitude física como modelo a milhões de adolescentes do país.
          Para a moda como um todo, que vive do sonho de embelezar a existência, a forma como os agentes e os estilistas lidam com essas moças é não apenas cruel, mas uma blasfêmia. Eles, de fato, não estão afirmando a grandeza da vida, mas propagando a fraqueza e a moléstia.
          O filósofo italiano Giorgio Agamben escreveu que as modelos são "as vítimas sacrificiais de um deus sem rosto". É hora de interromper esse ritual sinistro. É hora de parar com essas mistificações da moda, que prega futuros ecológicos, convivências fraternais e fantasias de glamour, enquanto exibe nas passarelas verdadeiros flagelos humanos.
          Para o autor do texto, a exposição feita pelos estilistas dessas modelos pode representar um risco:
           

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          1420141 Ano: 2016
          Disciplina: Português
          Banca: Máxima
          Orgão: Pref. Fronteira-MG
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          Injusto e subdesenvolvido
          São Paulo — Meu filho foi obrigado ontem a baixar ao pronto-socorro (do Hospital São Paulo), acometido de intoxicação alimentar. Dois anos atrás, minha mulher tivera idêntico problema, mas em Davos (Suíça) e também foi levada a um pronto-socorro.
          Dirão os otimistas (ou conformistas) que é covardia comparar o Brasil justo com a Suíça. Mas eu fui educado a acreditar que ser humano é tudo igual, suíço, brasileiro, hondurenho ou somali. Logo, seu sofrimento deve ser tratado da mesma forma. Ilusão, eu sei, mas não consigo me conformar com menos.
          A diferença entre PS suíço e o brasileiro (embora de um hospital-escola) não é a diferença entre um mundo e outro. É um abismo planetário.
          Tudo na Suíça (equipamentos, instalações, limpeza, atenção da equipe) foi radicalmente diferente, radicalmente melhor. Não que o pessoal do Hospital São Paulo fosse rude, indiferente ou algo do gênero. Simplesmente, eles têm tanto trabalho que o paciente fica jogado a um canto. E não é figura de linguagem. É literal.
          Macas nos corredores, com pacientes em estado que dá a sensação de ser terminal. Sujeira inevitável. Tanto que o enfermeiro, quando meu filho disse que sentia náuseas, aconselhou-o a virar para o canto e vomitar ali no chão mesmo. No chão de uma enfermaria repleta de pacientes em estado certamente delicado.
          Nem sequer verificaram a febre do rapaz. Já em Davos, minha mulher ficou o tempo todo com aparelhos monitorando seus batimentos cardíacos, sua pressão e sei lá mais o quê.
          É possível que seja de fato covardia comparar o Brasil com a Suíça, ainda que a comparação envolva o Estado mais rico deste pobre país e um hospital localizado na parte mais rica da cidade (o pedaço central de sua zona Sul). Mas é inescapável constatar que o presidente se engana quando diz que o Brasil não é um país subdesenvolvido, é apenas injusto. É, infelizmente, as duas coisas.
          Clóvis Rossi
          Em relação ao conhecimento do autor a respeito da realidade analisada, só NÃO procede:
           

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          1420140 Ano: 2016
          Disciplina: Português
          Banca: Máxima
          Orgão: Pref. Fronteira-MG
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          Moda tem que parar de sacrificar modelos
          Chegou a um nível irresponsável e escandaloso a magreza das modelos nas semanas brasileiras de moda. As garotas, muitas delas recém-chegadas à adolescência, exibem verdadeiros gravetos como pernas e, no lugar dos braços, carregam espécies de varetas desconjuntadas. De tão desencarnadas e enfraquecidas, algumas chegam a se locomover com dificuldade quando têm que erguer na passarela os sapatos pesados de certas coleções.
          Usualmente consideradas arquétipos de beleza, essas modelos já estão se acercando de um estado físico limítrofe, em que a feiura mal se distingue da doença.
          Essa situação tem o conluio de todo o meio da moda, que faz vista grossa da situação, mesmo sabendo das crueldades que são impostas às meninas e das torturas que elas infligem a si mesmas para permanecerem desta maneira: um amontoado de ossos, com cabelos lisos e olhos azuis.
          Uma rede de hipocrisia se espalhou há anos na moda, girando viciosamente, sem parar: os agentes de modelos dizem que os estilistas preferem as moças mais magras, ao passo que os estilistas justificam que as agências só dispõem de meninas esqueléticas. Em uníssono, afirmam que eles estão apenas seguindo os parâmetros de beleza determinados pelo "mercado" internacional - indo todos se deitar, aliviados e sem culpa, com os dividendos debaixo do travesseiro.
          Alguns, mais sinceros, dizem que não querem "gordas", com isso se referindo àquelas que vestem nº 36. Outros explicitam ainda mais claramente o que pensam dessas modelos: afirmam que elas não passam de "cabides de roupas".
          Enquanto isso, as garotas emagrecem mais um pouco, mais ainda, submetidas também a uma pressão psicológica descomunal para manterem, em pleno desenvolvimento juvenil, as características de um cabide.
          [...]
          Para uma semana de moda, que postula um lugar forte na sociedade brasileira, é um disparate e uma afronta que ela exiba a decrepitude física como modelo a milhões de adolescentes do país.
          Para a moda como um todo, que vive do sonho de embelezar a existência, a forma como os agentes e os estilistas lidam com essas moças é não apenas cruel, mas uma blasfêmia. Eles, de fato, não estão afirmando a grandeza da vida, mas propagando a fraqueza e a moléstia.
          O filósofo italiano Giorgio Agamben escreveu que as modelos são "as vítimas sacrificiais de um deus sem rosto". É hora de interromper esse ritual sinistro. É hora de parar com essas mistificações da moda, que prega futuros ecológicos, convivências fraternais e fantasias de glamour, enquanto exibe nas passarelas verdadeiros flagelos humanos.
          Ao fazer uso das expressões “varetas desconjuntadas”, “desencarnadas e enfraquecidas” e “nível irresponsável e escandaloso”, os jornalistas manifestam:
           

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          1419971 Ano: 2016
          Disciplina: Português
          Banca: Máxima
          Orgão: Pref. Fronteira-MG
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          Fome

          Pudessem minhas mãos falar às tuas

          e dizer-lhes: sim, quero-te muito.

          Pudesse eu inundar-te de ternura

          e no silêncio ter-te, ampla e desnuda.

          Que eu não faria versos sobre mim,

          nem falaria em rosas, alma, lua.

          Pudesse o meu olhar adormecer-te,

          colher-te, fresca e firme, a forma viva.

          Que coisas não faria nesta vida?

          Que coisas não seria?

          A fome de que trata o título:
           

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          1419970 Ano: 2016
          Disciplina: Português
          Banca: Máxima
          Orgão: Pref. Fronteira-MG
          Provas:
          Fome
          Pudessem minhas mãos falar às tuas
          e dizer-lhes: sim, quero-te muito.
          Pudesse eu inundar-te de ternura
          e no silêncio ter-te, ampla e desnuda.
          Que eu não faria versos sobre mim,
          nem falaria em rosas, alma, lua.
          Pudesse o meu olhar adormecer-te,
          colher-te, fresca e firme, a forma viva.
          Que coisas não faria nesta vida?
          Que coisas não seria?
          A “forma viva” de que fala o texto:
           

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          1416960 Ano: 2016
          Disciplina: Direito Administrativo
          Banca: Máxima
          Orgão: Pref. Fronteira-MG
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          São modalidades de licitação, EXCETO:
           

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