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Foram encontradas 60 questões.

194093 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Três amigos, que conhecem os salários uns dos outros, estão conversando. Em certo momento, cada um deles fez corretamente as seguintes afirmações para os outros dois:
Amigo 1: A média de seus salários é de R$ 2.250,00. Amigo 2: A média de seus salários é de R$ 2.183,00. Amigo 3: A média de seus salários é de R$ 2.289,00.
Desses três amigos, o salário de quem ganha menos é de
 

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194092 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Ana tinha uma quantia em reais que correspondia a 24% da quantia em reais que sua irmã Bia possuía. Bia presenteou Ana com R$ 75,00 do dinheiro que possuía, e a quantia que Ana passou a ter correspondeu a 36% da quantia de Bia. Essas duas irmãs, juntas, possuem um total de
 

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194088 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Os pontos E e F pertencem aos lados de um retângulo ABCD, de dimensões 8 cm por 5 cm, conforme mostra a figura.

enunciado 194088-1

O triângulo retângulo FCE é isósceles e sua hipotenusa mede 2√2cm. A área do quadrilátero ABFE, em cm2 , é

 

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194086 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Uma escola de ensino médio possui 98 alunos no 1º ano, 84 alunos no 2º ano, e 126 alunos no 3º ano. Esses alunos serão divididos em grupos, cada aluno em apenas 1 grupo, de maneira que cada grupo tenha o mesmo número de alunos do 1º ano, o mesmo número de alunos do 2º ano e o mesmo número de alunos do 3º ano. O maior número de grupos de alunos que poderão ser formados é
 

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194084 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Para pintar um muro, será feita uma mistura que terá 2 partes de tinta amarela para 7 partes de tinta vermelha. Uma lata tem uma mistura com 5 litros de tinta vermelha e 3 litros de tinta amarela. Para deixar a mistura nessa lata na razão requerida, deve-se adicionar um volume de tinta vermelha, em litros, igual a
 

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194081 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Para responder a questão, leia um trecho da entrevista com Haroldo Rocha, secretário estadual de Educação do Espírito Santo.

Apesar dos bons resultados, o Estado avançou menos nos anos finais do ensino fundamental. Quais as barreiras?
De fato, isso é um fenômeno nacional. Do 1º ao 5º ano, há uma melhoria mais acelerada, e do 6º ao 9º, com menos potência.
Há dois fenômenos. Um é interno: do 6º ao 9º ano muita coisa muda para a criança. Está passando para a adolescência e deixa de ter uma professora para ter dez. E a escola não tem uma metodologia bem articulada para que todos os conhecimentos ali passados façam sentido.
Há também uma questão externa. Adultos e crianças hoje são muito afetados por tecnologia, redes sociais, trocas de informação. O mundo está muito dispersivo, e a aprendizagem exige foco e concentração.
É um desafio adicional para a escola. Além do desenvolvimento acadêmico e cognitivo – ler, escrever, fazer contas, interpretar história –, a escola terá que se preocupar com o desenvolvimento de competências socioemocionais: metodologia para que as crianças aprendam a administrar suas emoções, trabalhar em equipe, ter foco, persistência, resiliência.
O governo capixaba coordenou pesquisa para descobrir por que jovens de 14 a 29 anos deixaram a escola. Que política esse diagnóstico inspirou?
Esses jovens foram alunos de nossas escolas públicas e as abandonaram porque precisavam trabalhar, engravidaram, não gostavam de estudar ou achavam a escola chata.
O que mais temos discutido é como envolver o jovem com a escola. Recentemente introduzimos o líder de turma, escolhido pelos colegas para discutir soluções pela ótica dos alunos.
Por que projetos-piloto nem sempre dão os mesmos resultados na sala de aula?
Falta de treinamento é um motivo. O professor é absolutamente estratégico. É fundamental capacitar de um ponto de vista bem operacional como ele trabalha com o aluno. O mundo mudou muito, as exigências são outras.
O trabalho do professor hoje é totalmente diferente, e as instituições formadoras ainda trabalham de forma tradicional. Fazemos pesquisa e estamos gastando muita energia para definir a formação do professor do século 21.
Não nos cabe achar que hoje está pior ou melhor que no passado, mas nos programarmos para atender a criança no mundo de hoje, diverso, em que tudo é muito rápido, em que nada se sustenta, com profissões que nem existem mais e outras que a gente nem imagina.
Como motivar se falamos de coisas de antigamente? É um desafio diferente. Os professores precisam ser capazes de ler o mundo desses alunos.
(Ana Estela de Sousa Pinto e Érica Fraga. Folha de S.Paulo, 09.12.2017. Adaptado)

No mundo atual, há profissões de que não _________mais, e há outras com que nem ___________.

Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, por:

 

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194079 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Para responder a questão, leia um trecho da entrevista com Haroldo Rocha, secretário estadual de Educação do Espírito Santo.

Apesar dos bons resultados, o Estado avançou menos nos anos finais do ensino fundamental. Quais as barreiras?
De fato, isso é um fenômeno nacional. Do 1º ao 5º ano, há uma melhoria mais acelerada, e do 6º ao 9º, com menos potência.
Há dois fenômenos. Um é interno: do 6º ao 9º ano muita coisa muda para a criança. Está passando para a adolescência e deixa de ter uma professora para ter dez. E a escola não tem uma metodologia bem articulada para que todos os conhecimentos ali passados façam sentido.
Há também uma questão externa. Adultos e crianças hoje são muito afetados por tecnologia, redes sociais, trocas de informação. O mundo está muito dispersivo, e a aprendizagem exige foco e concentração.
É um desafio adicional para a escola. Além do desenvolvimento acadêmico e cognitivo – ler, escrever, fazer contas, interpretar história –, a escola terá que se preocupar com o desenvolvimento de competências socioemocionais: metodologia para que as crianças aprendam a administrar suas emoções, trabalhar em equipe, ter foco, persistência, resiliência.
O governo capixaba coordenou pesquisa para descobrir por que jovens de 14 a 29 anos deixaram a escola. Que política esse diagnóstico inspirou?
Esses jovens foram alunos de nossas escolas públicas e as abandonaram porque precisavam trabalhar, engravidaram, não gostavam de estudar ou achavam a escola chata.
O que mais temos discutido é como envolver o jovem com a escola. Recentemente introduzimos o líder de turma, escolhido pelos colegas para discutir soluções pela ótica dos alunos.
Por que projetos-piloto nem sempre dão os mesmos resultados na sala de aula?
Falta de treinamento é um motivo. O professor é absolutamente estratégico. É fundamental capacitar de um ponto de vista bem operacional como ele trabalha com o aluno. O mundo mudou muito, as exigências são outras.
O trabalho do professor hoje é totalmente diferente, e as instituições formadoras ainda trabalham de forma tradicional. Fazemos pesquisa e estamos gastando muita energia para definir a formação do professor do século 21.
Não nos cabe achar que hoje está pior ou melhor que no passado, mas nos programarmos para atender a criança no mundo de hoje, diverso, em que tudo é muito rápido, em que nada se sustenta, com profissões que nem existem mais e outras que a gente nem imagina.
Como motivar se falamos de coisas de antigamente? É um desafio diferente. Os professores precisam ser capazes de ler o mundo desses alunos.
(Ana Estela de Sousa Pinto e Érica Fraga. Folha de S.Paulo, 09.12.2017. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o pronome, indicado entre parênteses, substitui corretamente a expressão destacada e está adequadamente colocado na frase.
 

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194077 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Para responder a questão, leia um trecho da entrevista com Haroldo Rocha, secretário estadual de Educação do Espírito Santo.

Apesar dos bons resultados, o Estado avançou menos nos anos finais do ensino fundamental. Quais as barreiras?
De fato, isso é um fenômeno nacional. Do 1º ao 5º ano, há uma melhoria mais acelerada, e do 6º ao 9º, com menos potência.
Há dois fenômenos. Um é interno: do 6º ao 9º ano muita coisa muda para a criança. Está passando para a adolescência e deixa de ter uma professora para ter dez. E a escola não tem uma metodologia bem articulada para que todos os conhecimentos ali passados façam sentido.
Há também uma questão externa. Adultos e crianças hoje são muito afetados por tecnologia, redes sociais, trocas de informação. O mundo está muito dispersivo, e a aprendizagem exige foco e concentração.
É um desafio adicional para a escola. Além do desenvolvimento acadêmico e cognitivo – ler, escrever, fazer contas, interpretar história –, a escola terá que se preocupar com o desenvolvimento de competências socioemocionais: metodologia para que as crianças aprendam a administrar suas emoções, trabalhar em equipe, ter foco, persistência, resiliência.
O governo capixaba coordenou pesquisa para descobrir por que jovens de 14 a 29 anos deixaram a escola. Que política esse diagnóstico inspirou?
Esses jovens foram alunos de nossas escolas públicas e as abandonaram porque precisavam trabalhar, engravidaram, não gostavam de estudar ou achavam a escola chata.
O que mais temos discutido é como envolver o jovem com a escola. Recentemente introduzimos o líder de turma, escolhido pelos colegas para discutir soluções pela ótica dos alunos.
Por que projetos-piloto nem sempre dão os mesmos resultados na sala de aula?
Falta de treinamento é um motivo. O professor é absolutamente estratégico. É fundamental capacitar de um ponto de vista bem operacional como ele trabalha com o aluno. O mundo mudou muito, as exigências são outras.
O trabalho do professor hoje é totalmente diferente, e as instituições formadoras ainda trabalham de forma tradicional. Fazemos pesquisa e estamos gastando muita energia para definir a formação do professor do século 21.
Não nos cabe achar que hoje está pior ou melhor que no passado, mas nos programarmos para atender a criança no mundo de hoje, diverso, em que tudo é muito rápido, em que nada se sustenta, com profissões que nem existem mais e outras que a gente nem imagina.
Como motivar se falamos de coisas de antigamente? É um desafio diferente. Os professores precisam ser capazes de ler o mundo desses alunos.
(Ana Estela de Sousa Pinto e Érica Fraga. Folha de S.Paulo, 09.12.2017. Adaptado)
Ao afirmar que – Os professores precisam ser capazes de ler o mundo desses alunos. –, o secretário de Educação entende que
 

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194076 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Leia o texto para responder à questão.
Ceará combate evasão
“Basta o aluno faltar uma vez que batemos na porta de sua casa para ver o que está acontecendo.”
Essa é uma das receitas que Nova Olinda, no Ceará, tem empregado para reduzir a evasão nas escolas e melhorar a aprendizagem dos alunos, segundo Ana Célia Matos Peixoto, secretária de Educação do município.
“Chegamos a tentar monitorar isso pelo telefone, mas muitas vezes ouvíamos desculpas, como a de que o aluno estava doente, e depois descobríamos que não era verdade”, afirma.
Segundo ela, cada escola tem um coordenador que verifica diariamente a presença dos alunos em todas as salas logo no início das aulas.
Medidas como essa contribuíram para o salto de Nova Olinda do 154º para o 3º lugar no Ioeb (Índice de Oportunidades da Educação Brasileira), entre 2015 e 2017.
(Folha de S.Paulo, 07.12.2017. Adaptado)
Assinale a alternativa correta a respeito dos trechos do texto.
 

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194075 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Para responder a questão, leia um trecho da entrevista com Haroldo Rocha, secretário estadual de Educação do Espírito Santo.

Apesar dos bons resultados, o Estado avançou menos nos anos finais do ensino fundamental. Quais as barreiras?
De fato, isso é um fenômeno nacional. Do 1º ao 5º ano, há uma melhoria mais acelerada, e do 6º ao 9º, com menos potência.
Há dois fenômenos. Um é interno: do 6º ao 9º ano muita coisa muda para a criança. Está passando para a adolescência e deixa de ter uma professora para ter dez. E a escola não tem uma metodologia bem articulada para que todos os conhecimentos ali passados façam sentido.
Há também uma questão externa. Adultos e crianças hoje são muito afetados por tecnologia, redes sociais, trocas de informação. O mundo está muito dispersivo, e a aprendizagem exige foco e concentração.
É um desafio adicional para a escola. Além do desenvolvimento acadêmico e cognitivo – ler, escrever, fazer contas, interpretar história –, a escola terá que se preocupar com o desenvolvimento de competências socioemocionais: metodologia para que as crianças aprendam a administrar suas emoções, trabalhar em equipe, ter foco, persistência, resiliência.
O governo capixaba coordenou pesquisa para descobrir por que jovens de 14 a 29 anos deixaram a escola. Que política esse diagnóstico inspirou?
Esses jovens foram alunos de nossas escolas públicas e as abandonaram porque precisavam trabalhar, engravidaram, não gostavam de estudar ou achavam a escola chata.
O que mais temos discutido é como envolver o jovem com a escola. Recentemente introduzimos o líder de turma, escolhido pelos colegas para discutir soluções pela ótica dos alunos.
Por que projetos-piloto nem sempre dão os mesmos resultados na sala de aula?
Falta de treinamento é um motivo. O professor é absolutamente estratégico. É fundamental capacitar de um ponto de vista bem operacional como ele trabalha com o aluno. O mundo mudou muito, as exigências são outras.
O trabalho do professor hoje é totalmente diferente, e as instituições formadoras ainda trabalham de forma tradicional. Fazemos pesquisa e estamos gastando muita energia para definir a formação do professor do século 21.
Não nos cabe achar que hoje está pior ou melhor que no passado, mas nos programarmos para atender a criança no mundo de hoje, diverso, em que tudo é muito rápido, em que nada se sustenta, com profissões que nem existem mais e outras que a gente nem imagina.
Como motivar se falamos de coisas de antigamente? É um desafio diferente. Os professores precisam ser capazes de ler o mundo desses alunos.
(Ana Estela de Sousa Pinto e Érica Fraga. Folha de S.Paulo, 09.12.2017. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, a pontuação foi empregada corretamente em:
 

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