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Danieli comprou um presente para seu pai no valor de R$85,75. Pagou com uma cédula de R$ 200,00. Quanto recebeu de troco?
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Cláudia gosta de caminhar para ir de sua casa até o mercado. Caminhando de maneira uniforme, o comprimento de seu passo é de 60 cm. Cláudia contou 700 passos. Quantos metros Cláudia andou?
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No prédio João XXIII, um elevador hidráulico tem capacidade de carga máxima de 250 kg. Nele entraram duas pessoas: a primeira com 94 kg e a segunda com 69 kg. Caso entre mais uma pessoa, qual deverá ser o peso máximo dela, para que não seja ultrapassada a capacidade de carga máxima desse elevador?
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Mônica ganhou uma comissão de R$ 750,00 por ter sido a melhor vendedora do mês, na empresa em que trabalha. Ela usou 5/6 (cinco sextos) do valor para pagar uma dívida e o restante ela guardou. Qual o valor que ela guardou?
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Envelhecimento populacional requer mais atenção dos planos de saúde
Número de idosos em planos de saúde dobrou nos últimos 20 anos.
Envelhecimento da população e pandemia estão entre os principais fatores.
Por Rafael Machado - 10 de agosto de 2022
O envelhecimento populacional – e seu respectivo potencial de mercado – tem atraído a atenção de diversas empresas no mundo, de gigantes a startups, como Futuro da Saúde já explorou em reportagem recente. Essa tendência, aliada à queda de natalidade desde 2017, deve fazer do Brasil o quinto país com a maior população de idosos do mundo em 2030, o que evidencia o desafio de um olhar para o envelhecimento tanto pelo sistema público quanto pela saúde suplementar.
Por ser uma parcela da população que, de modo geral, utiliza mais os planos, há uma demanda para que as operadoras acompanhem essa mudança, colaborando com a promoção de saúde e consequente redução de custos com tratamentos de doenças graves e complicações. Alguns dados já corroboram essa análise: o número de pessoas idosas em planos de saúde dobrou nos últimos 20 anos e hoje já soma 7 milhões de beneficiários, de acordo com levantamento feito pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Esse grupo representa cerca de 14% do total da população que conta com algum tipo de convênio médico.
“Durante um bom tempo o envelhecimento foi visto pelo setor como um problema: as pessoas envelhecem, têm mais doenças e isso encarece a saúde suplementar [IV]. E tudo que a gente sempre quis mostrar é que é uma grande conquista. O problema não é o envelhecer, é envelhecer sem qualidade e cuidado, e que você acaba trazendo outros tipos de necessidade para o setor”, analisa Martha Oliveira, CEO da Laços Saúde e ex-diretora da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Os planos já vêm trabalhando algumas iniciativas para que os beneficiários possam ter um envelhecimento mais saudável e com um maior controle das doenças crônicas que possam surgir com o passar dos anos. “A ideia foi mudando. As operadoras foram entendendo que a prevenção faz parte do escopo delas. Ainda não de uma forma populacional, mas para grupos de risco sim. Agora a ideia do envelhecimento saudável e a redução do risco de doenças está acontecendo muito mais do que antes”, explica Martha.
Para que os planos estejam ainda mais preparados para enfrentar esse cenário, a ex-diretora da ANS sugere que é necessário trabalhar em alguns pontos principais, como vínculo entre profissionais de saúde e pacientes, autonomia do beneficiário e coordenação do cuidado – este último feito por um profissional único, como um médico da família, geriatra ou enfermeiro, que acompanha os diferentes tratamentos e orienta sobre possíveis interações medicamentosas, evitando a polifarmácia [II], bem como direciona para especialistas quando necessário.
Martha defende ainda que, apesar da mudança de postura dos planos de saúde, é preciso que haja uma reestruturação do sistema como um todo [III], tanto na saúde pública, quanto na saúde suplementar: “A forma como está organizado o hospital, a clínica e os laboratórios, assim como a formação dos médicos e enfermeiros, é igual lá atrás, no passado. Precisamos entender quais as limitações e os benefícios desse envelhecimento. [I]”.
https://futurodasaude.com.br/envelhecimento-planos-de-saude/ Acessado em 15-8-2022
Analise as afirmações a seguir e, na sequência, marque a alternativa correta.
I. Na oração: “Precisamos entender quais as limitações e os benefícios desse envelhecimento.”, o sujeito é elíptico e o predicado é verbal.
II. Evitar a polifarmácia, conforme afirma o texto, é o mesmo que evitar tomar uma medicação sem a devida orientação e receita médica.
III. Substituindo a expressão uma reestruturação, por várias reestruturações, no período: “... é preciso que haja uma reestruturação do sistema como um todo...”, o verbo haver deverá ser flexionado no plural a fim de atender à sintaxe de concordância.
IV. A expressão saúde suplementar, em relação à saúde pública, refere-se ao conjunto de ações e serviços de saúde oferecidos por planos e seguros privados de assistência médica à saúde, desvinculados do Sistema Único de Saúde (SUS).
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Envelhecimento populacional requer mais atenção dos planos de saúde
Número de idosos em planos de saúde dobrou nos últimos 20 anos.
Envelhecimento da população e pandemia estão entre os principais fatores.
Por Rafael Machado - 10 de agosto de 2022
O envelhecimento populacional – e seu respectivo potencial de mercado – tem atraído a atenção de diversas empresas no mundo, de gigantes a startups, como Futuro da Saúde já explorou em reportagem recente. Essa tendência, aliada à queda de natalidade desde 2017, deve fazer do Brasil o quinto país com a maior população de idosos do mundo em 2030, o que evidencia o desafio de um olhar para o envelhecimento tanto pelo sistema público quanto pela saúde suplementar.
Por ser uma parcela da população que, de modo geral, utiliza mais os planos, há uma demanda para que as operadoras acompanhem essa mudança, colaborando com a promoção de saúde e consequente redução de custos com tratamentos de doenças graves e complicações. Alguns dados já corroboram essa análise: o número de pessoas idosas em planos de saúde dobrou nos últimos 20 anos e hoje já soma 7 milhões de beneficiários, de acordo com levantamento feito pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Esse grupo representa cerca de 14% do total da população que conta com algum tipo de convênio médico.
“Durante um bom tempo o envelhecimento foi visto pelo setor como um problema: as pessoas envelhecem, têm mais doenças e isso encarece a saúde suplementar. E tudo que a gente sempre quis mostrar é que é uma grande conquista. O problema não é o envelhecer, é envelhecer sem qualidade e cuidado, e que você acaba trazendo outros tipos de necessidade para o setor”, analisa Martha Oliveira, CEO da Laços Saúde e ex-diretora da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Os planos já vêm trabalhando algumas iniciativas para que os beneficiários possam ter um envelhecimento mais saudável e com um maior controle das doenças crônicas que possam surgir com o passar dos anos. “A ideia foi mudando. As operadoras foram entendendo que a prevenção faz parte do escopo delas. Ainda não de uma forma populacional, mas para grupos de risco sim. Agora a ideia do envelhecimento saudável e a redução do risco de doenças está acontecendo muito mais do que antes”, explica Martha.
Para que os planos estejam ainda mais preparados para enfrentar esse cenário, a ex-diretora da ANS sugere que é necessário trabalhar em alguns pontos principais, como vínculo entre profissionais de saúde e pacientes, autonomia do beneficiário e coordenação do cuidado – este último feito por um profissional único, como um médico da família, geriatra ou enfermeiro, que acompanha os diferentes tratamentos e orienta sobre possíveis interações medicamentosas, evitando a polifarmácia, bem como direciona para especialistas quando necessário.
Martha defende ainda que, apesar da mudança de postura dos planos de saúde, é preciso que haja uma reestruturação do sistema como um todo, tanto na saúde pública, quanto na saúde suplementar: “A forma como está organizado o hospital, a clínica e os laboratórios, assim como a formação dos médicos e enfermeiros, é igual lá atrás, no passado. Precisamos entender quais as limitações e os benefícios desse envelhecimento.”.
https://futurodasaude.com.br/envelhecimento-planos-de-saude/ Acessado em 15-8-2022
Leia as afirmativas abaixo e, após, marque a alternativa correta.
I. As aspas, em destaque no terceiro parágrafo, fazem referência à fala de Rafael Machado, autor do respectivo texto.
II. O texto “Envelhecimento populacional requer mais atenção dos planos de saúde”, logo após o título, apresenta o lead o qual é uma das características do gênero notícia.
III. Os verbos “poder” e “estar”, negritados no quarto e no quinto parágrafos, estão flexionados no modo subjuntivo.
IV. Se o vocábulo “evidencia”, em tarja cinza no primeiro parágrafo, receber acento gráfico (evidência), ocorrerá troca de classe gramatical.
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Envelhecimento populacional requer mais atenção dos planos de saúde
Número de idosos em planos de saúde dobrou nos últimos 20 anos.
Envelhecimento da população e pandemia estão entre os principais fatores.
Por Rafael Machado - 10 de agosto de 2022
O envelhecimento populacional – e seu respectivo potencial de mercado – atraído a atenção de diversas empresas no mundo, de gigantes a startups, como Futuro da Saúde já explorou em reportagem recente. Essa tendência, aliada queda de natalidade desde 2017, deve fazer do Brasil o quinto país com a maior população de idosos do mundo em 2030, o que evidencia o desafio de um olhar para o envelhecimento tanto pelo sistema público quanto pela saúde suplementar.
Por ser uma parcela da população que, de modo geral, utiliza mais os planos, uma demanda para que as operadoras acompanhem essa mudança, colaborando com a promoção de saúde e consequente redução de custos com tratamentos de doenças graves e complicações. Alguns dados já corroboram essa análise: o número de pessoas idosas em planos de saúde dobrou nos últimos 20 anos e hoje já soma 7 milhões de beneficiários, de acordo com levantamento feito pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Esse grupo representa cerca de 14% do total da população que conta com algum tipo de convênio médico.
“Durante um bom tempo o envelhecimento foi visto pelo setor como um problema: as pessoas envelhecem, mais doenças e isso encarece a saúde suplementar. E tudo que a gente sempre quis mostrar é que é uma grande conquista. O problema não é o envelhecer, é envelhecer sem qualidade e cuidado, e que você acaba trazendo outros tipos de necessidade para o setor”, analisa Martha Oliveira, CEO da Laços Saúde e ex-diretora da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Os planos já trabalhando algumas iniciativas para que os beneficiários possam ter um envelhecimento mais saudável e com um maior controle das doenças crônicas que possam surgir com o passar dos anos. “A ideia foi mudando. As operadoras foram entendendo que a prevenção faz parte do escopo delas. Ainda não de uma forma populacional, mas para grupos de risco sim. Agora a ideia do envelhecimento saudável e a redução do risco de doenças está acontecendo muito mais do que antes”, explica Martha.
Para que os planos estejam ainda mais preparados para enfrentar esse cenário, a ex-diretora da ANS sugere que é necessário trabalhar em alguns pontos principais, como vínculo entre profissionais de saúde e pacientes, autonomia do beneficiário e coordenação do cuidado – este último feito por um profissional único, como um médico da família, geriatra ou enfermeiro, que acompanha os diferentes tratamentos e orienta sobre possíveis interações medicamentosas, evitando a polifarmácia, bem como direciona para especialistas quando necessário.
Martha defende ainda que, apesar da mudança de postura dos planos de saúde, é preciso que haja uma reestruturação do sistema como um todo, tanto na saúde pública, quanto na saúde suplementar: “A forma como está organizado o hospital, a clínica e os laboratórios, assim como a formação dos médicos e enfermeiros, é igual lá atrás, no passado. Precisamos entender quais as limitações e os benefícios desse envelhecimento.”.
https://futurodasaude.com.br/envelhecimento-planos-de-saude/ Acessado em 15-8-2022
Marque a alternativa que preencha, correta e respectivamente, os espaços em destaque no texto.
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Envelhecimento populacional requer mais atenção dos planos de saúde
Número de idosos em planos de saúde dobrou nos últimos 20 anos.
Envelhecimento da população e pandemia estão entre os principais fatores.
Por Rafael Machado - 10 de agosto de 2022
O envelhecimento populacional – e seu respectivo potencial de mercado – tem atraído a atenção de diversas empresas no mundo, de gigantes a startups, como Futuro da Saúde já explorou em reportagem recente. Essa tendência, aliada à queda de natalidade desde 2017, deve fazer do Brasil o quinto país com a maior população de idosos do mundo em 2030, o que evidencia o desafio de um olhar para o envelhecimento tanto pelo sistema público quanto pela saúde suplementar.
Por ser uma parcela da população que, de modo geral, utiliza mais os planos, há uma demanda para que as operadoras acompanhem essa mudança, colaborando com a promoção de saúde e consequente redução de custos com tratamentos de doenças graves e complicações. Alguns dados já corroboram essa análise: o número de pessoas idosas em planos de saúde dobrou nos últimos 20 anos e hoje já soma 7 milhões de beneficiários, de acordo com levantamento feito pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Esse grupo representa cerca de 14% do total da população que conta com algum tipo de convênio médico.
“Durante um bom tempo o envelhecimento foi visto pelo setor como um problema: as pessoas envelhecem, têm mais doenças e isso encarece a saúde suplementar. E tudo que a gente sempre quis mostrar é que é uma grande conquista. O problema não é o envelhecer, é envelhecer sem qualidade e cuidado, e que você acaba trazendo outros tipos de necessidade para o setor”, analisa Martha Oliveira, CEO da Laços Saúde e ex-diretora da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Os planos já vêm trabalhando algumas iniciativas para que os beneficiários possam ter um envelhecimento mais saudável e com um maior controle das doenças crônicas que possam surgir com o passar dos anos. “A ideia foi mudando. As operadoras foram entendendo que a prevenção faz parte do escopo delas. Ainda não de uma forma populacional, mas para grupos de risco sim. Agora a ideia do envelhecimento saudável e a redução do risco de doenças está acontecendo muito mais do que antes”, explica Martha.
Para que os planos estejam ainda mais preparados para enfrentar esse cenário, a ex-diretora da ANS sugere que é necessário trabalhar em alguns pontos principais, como vínculo entre profissionais de saúde e pacientes, autonomia do beneficiário e coordenação do cuidado – este último feito por um profissional único, como um médico da família, geriatra ou enfermeiro, que acompanha os diferentes tratamentos e orienta sobre possíveis interações medicamentosas, evitando a polifarmácia, bem como direciona para especialistas quando necessário.
Martha defende ainda que, apesar da mudança de postura dos planos de saúde, é preciso que haja uma reestruturação do sistema como um todo, tanto na saúde pública, quanto na saúde suplementar: “A forma como está organizado o hospital, a clínica e os laboratórios, assim como a formação dos médicos e enfermeiros, é igual lá atrás, no passado. Precisamos entender quais as limitações e os benefícios desse envelhecimento.”.
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Acessado em 15-8-2022
Para responder as assertivas, considere C para a(s) assertiva(s) correta(s) e I para a(s) a(s) assertiva(s) incorreta(s)
( ) De acordo com o texto, devido à queda da natalidade, e outros fatores, em 2030 o Brasil será o quinto país com a maior população de idosos no mundo.
( ) Para Martha Oliveira, uma reestruturação do sistema na saúde pública é o suficiente para regular a caótica situação atual no Estado.
( ) Rafael Machado declara que o problema não é tanto o envelhecer, mas o envelhecer com qualidade e cuidado com a saúde física e mental no Brasil.
( ) Conforme o texto, os planos de saúde estão realizando diversas ações em prol dos beneficiários, com o propósito de promover maior controle tanto em casos de doenças crônicas quanto de doenças agudas.
Assinale a alternativa que apresenta, de baixo para cima, a sequência correta.
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Envelhecimento populacional requer mais atenção dos planos de saúde
Número de idosos em planos de saúde dobrou nos últimos 20 anos.
Envelhecimento da população e pandemia estão entre os principais fatores.
Por Rafael Machado - 10 de agosto de 2022
O envelhecimento populacional – e seu respectivo potencial de mercado – tem atraído a atenção de diversas empresas no mundo, de gigantes a startups, como Futuro da Saúde já explorou em reportagem recente. Essa tendência, aliada à queda de natalidade desde 2017, deve fazer do Brasil o quinto país com a maior população de idosos do mundo em 2030, o que evidencia o desafio de um olhar para o envelhecimento tanto pelo sistema público quanto pela saúde suplementar.
Por ser uma parcela da população que, de modo geral, utiliza mais os planos, há uma demanda para que as operadoras acompanhem essa mudança, colaborando com a promoção de saúde e consequente redução de custos com tratamentos de doenças graves e complicações. Alguns dados já corroboram essa análise: o número de pessoas idosas em planos de saúde dobrou nos últimos 20 anos e hoje já soma 7 milhões de beneficiários, de acordo com levantamento feito pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Esse grupo representa cerca de 14% do total da população que conta com algum tipo de convênio médico.
“Durante um bom tempo o envelhecimento foi visto pelo setor como um problema: as pessoas envelhecem, têm mais doenças e isso encarece a saúde suplementar. E tudo que a gente sempre quis mostrar é que é uma grande conquista. O problema não é o envelhecer, é envelhecer sem qualidade e cuidado, e que você acaba trazendo outros tipos de necessidade para o setor”, analisa Martha Oliveira, CEO da Laços Saúde e ex-diretora da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Os planos já vêm trabalhando algumas iniciativas para que os beneficiários possam ter um envelhecimento mais saudável e com um maior controle das doenças crônicas que possam surgir com o passar dos anos. “A ideia foi mudando. As operadoras foram entendendo que a prevenção faz parte do escopo delas. Ainda não de uma forma populacional, mas para grupos de risco sim. Agora a ideia do envelhecimento saudável e a redução do risco de doenças está acontecendo muito mais do que antes”, explica Martha.
Para que os planos estejam ainda mais preparados para enfrentar esse cenário, a ex-diretora da ANS sugere que é necessário trabalhar em alguns pontos principais, como vínculo entre profissionais de saúde e pacientes, autonomia do beneficiário e coordenação do cuidado – este último feito por um profissional único, como um médico da família, geriatra ou enfermeiro, que acompanha os diferentes tratamentos e orienta sobre possíveis interações medicamentosas, evitando a polifarmácia, bem como direciona para especialistas quando necessário.
Martha defende ainda que, apesar da mudança de postura dos planos de saúde, é preciso que haja uma reestruturação do sistema como um todo, tanto na saúde pública, quanto na saúde suplementar: “A forma como está organizado o hospital, a clínica e os laboratórios, assim como a formação dos médicos e enfermeiros, é igual lá atrás, no passado. Precisamos entender quais as limitações e os benefícios desse envelhecimento.”.
https://futurodasaude.com.br/envelhecimento-planos-de-saude/ Acessado em 15-8-2022
Assinale a alternativa que substitua, correta e respectivamente, a flexão verbal “corroboram” (no segundo parágrafo) e a palavra “escopo” (no quarto parágrafo), sem que ocorra alteração semântica no contexto de cada frase em que estão empregadas.
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