Foram encontradas 405 questões.
Um remédio eficaz contra covid-19?
Desde que a covid-19 assolou o mundo no início de
2020, a busca por alternativas eficazes para combater a
pandemia foi intensa. Em tempo recorde, foram
desenvolvidas vacinas, responsáveis por tirar o planeta
do estado de emergência e salvar milhões de vidas.
Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de
um medicamento capaz de tratar as pessoas já
acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras
enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o
objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os
humanos.
A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden,
tomando o Paxlovid®, medicamento antiviral
recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos
principais meios de comunicação, no final do mês de
julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque,
pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva
em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle
bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas:
a combinação de medidas de higiene, adesão em massa
às campanhas de vacinação e desenvolvimento de
antivirais eficientes.
Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um
papel fundamental no controle de diferentes doenças,
como a hepatite C, enfermidades causadas por
herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos
ainda se caracterizam como a única forma de controle da
transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos
que convivem com a doença.
Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das
vacinas para a prevenção da doença em sua forma
grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa
outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais
para o tratamento das pessoas já infectadas pelo
SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos
de pesquisa desde o início da pandemia.
O que acontece em um organismo infectado?
É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S) para se ligar a receptores presentes na superfície das nossas células, conhecidos como enzima conversora de angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula de RNA é utilizada pela célula para a síntese de proteínas, o que possibilita a produção de novas partículas virais. O organismo responde à invasão do vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína Spike e impedem a infecção de outras células. Além disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T citotóxicos) que identificam e destroem células humanas já infectadas pelo vírus.
COTRIM, Bruno Almeida.; GONÇALVES, Raoni Schroeder Borges.;
BARROS, José C. Um remédio eficaz contra covid-19? Ciência Hoje.
Disponível em:
https://cienciahoje.org.br/artigo/um-remedio-eficaz-contra-covid-19/
Acesso em: 04 nov., 2022.
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Desde que a covid-19 assolou o mundo no início de
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desenvolvidas vacinas, responsáveis por tirar o planeta
do estado de emergência e salvar milhões de vidas.
Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de
um medicamento capaz de tratar as pessoas já
acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras
enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o
objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os
humanos.
A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden,
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recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos
principais meios de comunicação, no final do mês de
julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque,
pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva
em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle
bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas:
a combinação de medidas de higiene, adesão em massa
às campanhas de vacinação e desenvolvimento de
antivirais eficientes.
Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um
papel fundamental no controle de diferentes doenças,
como a hepatite C, enfermidades causadas por
herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos
ainda se caracterizam como a única forma de controle da
transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos
que convivem com a doença.
Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das
vacinas para a prevenção da doença em sua forma
grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa
outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais
para o tratamento das pessoas já infectadas pelo
SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos
de pesquisa desde o início da pandemia.
O que acontece em um organismo infectado?
É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de
replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo
humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S)
para se ligar a receptores presentes na superfície das
nossas células, conhecidos como enzima conversora de
angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue
adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no
caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é
traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula
de RNA é utilizada pela célula para a síntese de
proteínas, o que possibilita a produção de novas
partículas virais. O organismo responde à invasão do
vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína
Spike e impedem a infecção de outras células. Além
disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T
citotóxicos) que identificam e destroem células humanas
já infectadas pelo vírus.
COTRIM, Bruno Almeida.; GONÇALVES, Raoni Schroeder Borges.;
BARROS, José C. Um remédio eficaz contra covid-19? Ciência Hoje.
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do estado de emergência e salvar milhões de vidas.
Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de
um medicamento capaz de tratar as pessoas já
acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras
enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o
objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os
humanos.
A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden,
tomando o Paxlovid®, medicamento antiviral
recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos
principais meios de comunicação, no final do mês de
julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque,
pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva
em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle
bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas:
a combinação de medidas de higiene, adesão em massa
às campanhas de vacinação e desenvolvimento de
antivirais eficientes.
Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um
papel fundamental no controle de diferentes doenças,
como a hepatite C, enfermidades causadas por
herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos
ainda se caracterizam como a única forma de controle da
transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos
que convivem com a doença.
Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das
vacinas para a prevenção da doença em sua forma
grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa
outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais
para o tratamento das pessoas já infectadas pelo
SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos
de pesquisa desde o início da pandemia.
O que acontece em um organismo infectado?
É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de
replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo
humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S)
para se ligar a receptores presentes na superfície das
nossas células, conhecidos como enzima conversora de
angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue
adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no
caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é
traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula
de RNA é utilizada pela célula para a síntese de
proteínas, o que possibilita a produção de novas
partículas virais. O organismo responde à invasão do
vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína
Spike e impedem a infecção de outras células. Além
disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T
citotóxicos) que identificam e destroem células humanas
já infectadas pelo vírus.
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Acesso em: 04 nov., 2022.
Primeira coluna: palavras do texto
(1) eficaz (2) aprovado (3) fundamental (4) infectado
Segunda coluna: antônimos
(__)proibido (__)saudável (__)dispensável (__)inábil
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
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2020, a busca por alternativas eficazes para combater a
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do estado de emergência e salvar milhões de vidas.
Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de
um medicamento capaz de tratar as pessoas já
acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras
enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o
objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os
humanos.
A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden,
tomando o Paxlovid®, medicamento antiviral
recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos
principais meios de comunicação, no final do mês de
julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque,
pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva
em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle
bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas:
a combinação de medidas de higiene, adesão em massa
às campanhas de vacinação e desenvolvimento de
antivirais eficientes.
Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um
papel fundamental no controle de diferentes doenças,
como a hepatite C, enfermidades causadas por
herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos
ainda se caracterizam como a única forma de controle da
transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos
que convivem com a doença.
Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das
vacinas para a prevenção da doença em sua forma
grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa
outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais
para o tratamento das pessoas já infectadas pelo
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O que acontece em um organismo infectado?
É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de
replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo
humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S)
para se ligar a receptores presentes na superfície das
nossas células, conhecidos como enzima conversora de
angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue
adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no
caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é
traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula
de RNA é utilizada pela célula para a síntese de
proteínas, o que possibilita a produção de novas
partículas virais. O organismo responde à invasão do
vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína
Spike e impedem a infecção de outras células. Além
disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T
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Disponível em:
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Acesso em: 04 nov., 2022.
Primeira coluna: relação de sentido
(1) Exemplificação (2) Finalidade (3) Explicação (4) Oposição
Segunda coluna: exemplo do texto
(__)"O fato, realmente, merece destaque, pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva em enumerar..."
(__)"Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um papel fundamental no controle de diferentes doenças, como a hepatite C"
(__)"Esse feito, no entanto , não eliminou a necessidade de um medicamento capaz de tratar as pessoas já acometidas pela doença".
(__)"Uma vez no organismo humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S) para se ligar a receptores presentes na superfície das nossas células".
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
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desenvolvidas vacinas, responsáveis por tirar o planeta
do estado de emergência e salvar milhões de vidas.
Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de
um medicamento capaz de tratar as pessoas já
acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras
enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o
objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os
humanos.
A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden,
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recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos
principais meios de comunicação, no final do mês de
julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque,
pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva
em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle
bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas:
a combinação de medidas de higiene, adesão em massa
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antivirais eficientes.
Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um
papel fundamental no controle de diferentes doenças,
como a hepatite C, enfermidades causadas por
herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos
ainda se caracterizam como a única forma de controle da
transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos
que convivem com a doença.
Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das
vacinas para a prevenção da doença em sua forma
grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa
outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais
para o tratamento das pessoas já infectadas pelo
SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos
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O que acontece em um organismo infectado?
É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de
replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo
humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S)
para se ligar a receptores presentes na superfície das
nossas células, conhecidos como enzima conversora de
angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue
adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no
caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é
traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula
de RNA é utilizada pela célula para a síntese de
proteínas, o que possibilita a produção de novas
partículas virais. O organismo responde à invasão do
vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína
Spike e impedem a infecção de outras células. Além
disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T
citotóxicos) que identificam e destroem células humanas
já infectadas pelo vírus.
COTRIM, Bruno Almeida.; GONÇALVES, Raoni Schroeder Borges.;
BARROS, José C. Um remédio eficaz contra covid-19? Ciência Hoje.
Disponível em:
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Acesso em: 04 nov., 2022.
I.O remédio Paxlovid® foi desenvolvido com o intuito de substituir a vacinação contra a Covid-19.
II.Remédios antivirais já foram empregados, em vários momentos anteriores, no controle de variadas doenças.
III.O remédio Paxlovid® é interessante, porém não constitui uma necessidade primária, visto que a ciência já desenvolveu as vacinas.
É correto o que se afirma em:
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Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de
um medicamento capaz de tratar as pessoas já
acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras
enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o
objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os
humanos.
A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden,
tomando o Paxlovid®, medicamento antiviral
recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos
principais meios de comunicação, no final do mês de
julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque,
pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva
em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle
bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas:
a combinação de medidas de higiene, adesão em massa
às campanhas de vacinação e desenvolvimento de
antivirais eficientes.
Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um
papel fundamental no controle de diferentes doenças,
como a hepatite C, enfermidades causadas por
herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos
ainda se caracterizam como a única forma de controle da
transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos
que convivem com a doença.
Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das
vacinas para a prevenção da doença em sua forma
grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa
outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais
para o tratamento das pessoas já infectadas pelo
SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos
de pesquisa desde o início da pandemia.
O que acontece em um organismo infectado?
É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de
replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo
humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S)
para se ligar a receptores presentes na superfície das
nossas células, conhecidos como enzima conversora de
angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue
adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no
caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é
traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula
de RNA é utilizada pela célula para a síntese de
proteínas, o que possibilita a produção de novas
partículas virais. O organismo responde à invasão do
vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína
Spike e impedem a infecção de outras células. Além
disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T
citotóxicos) que identificam e destroem células humanas
já infectadas pelo vírus.
COTRIM, Bruno Almeida.; GONÇALVES, Raoni Schroeder Borges.;
BARROS, José C. Um remédio eficaz contra covid-19? Ciência Hoje.
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Acesso em: 04 nov., 2022.
I.No trecho "Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um papel fundamental no controle de diferentes doenças...", temos um período simples.
II.Em "Assim, o vírus consegue adentrar a célula, onde libera o seu material genético...", podemos afirmar que há um período composto.
III.No trecho "Mas essa outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais para o tratamento das pessoas já infectadas pelo SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos de pesquisa desde o início da pandemia", temos um período simples.
É correto o que se afirma em:
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2020, a busca por alternativas eficazes para combater a
pandemia foi intensa. Em tempo recorde, foram
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do estado de emergência e salvar milhões de vidas.
Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de
um medicamento capaz de tratar as pessoas já
acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras
enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o
objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os
humanos.
A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden,
tomando o Paxlovid®, medicamento antiviral
recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos
principais meios de comunicação, no final do mês de
julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque,
pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva
em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle
bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas:
a combinação de medidas de higiene, adesão em massa
às campanhas de vacinação e desenvolvimento de
antivirais eficientes.
Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um
papel fundamental no controle de diferentes doenças,
como a hepatite C, enfermidades causadas por
herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos
ainda se caracterizam como a única forma de controle da
transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos
que convivem com a doença.
Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das
vacinas para a prevenção da doença em sua forma
grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa
outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais
para o tratamento das pessoas já infectadas pelo
SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos
de pesquisa desde o início da pandemia.
O que acontece em um organismo infectado?
É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de
replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo
humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S)
para se ligar a receptores presentes na superfície das
nossas células, conhecidos como enzima conversora de
angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue
adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no
caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é
traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula
de RNA é utilizada pela célula para a síntese de
proteínas, o que possibilita a produção de novas
partículas virais. O organismo responde à invasão do
vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína
Spike e impedem a infecção de outras células. Além
disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T
citotóxicos) que identificam e destroem células humanas
já infectadas pelo vírus.
COTRIM, Bruno Almeida.; GONÇALVES, Raoni Schroeder Borges.;
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do estado de emergência e salvar milhões de vidas.
Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de
um medicamento capaz de tratar as pessoas já
acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras
enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o
objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os
humanos.
A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden,
tomando o Paxlovid®, medicamento antiviral
recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos
principais meios de comunicação, no final do mês de
julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque,
pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva
em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle
bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas:
a combinação de medidas de higiene, adesão em massa
às campanhas de vacinação e desenvolvimento de
antivirais eficientes.
Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um
papel fundamental no controle de diferentes doenças,
como a hepatite C, enfermidades causadas por
herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos
ainda se caracterizam como a única forma de controle da
transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos
que convivem com a doença.
Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das
vacinas para a prevenção da doença em sua forma
grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa
outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais
para o tratamento das pessoas já infectadas pelo
SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos
de pesquisa desde o início da pandemia.
O que acontece em um organismo infectado?
É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de
replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo
humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S)
para se ligar a receptores presentes na superfície das
nossas células, conhecidos como enzima conversora de
angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue
adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no
caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é
traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula
de RNA é utilizada pela célula para a síntese de
proteínas, o que possibilita a produção de novas
partículas virais. O organismo responde à invasão do
vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína
Spike e impedem a infecção de outras células. Além
disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T
citotóxicos) que identificam e destroem células humanas
já infectadas pelo vírus.
COTRIM, Bruno Almeida.; GONÇALVES, Raoni Schroeder Borges.;
BARROS, José C. Um remédio eficaz contra covid-19? Ciência Hoje.
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Leia a tirinha a seguir:

Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem presente no segundo e terceiro quadrinhos:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O plástico nos oceanos: uma questão que preocupa
Dos grandes acúmulos de lixo visíveis na superfície ao
leito mais profundo do oceano, o plástico está por toda
parte no ambiente marinho. Estima-se que há acumulado
entre 86 milhões e 150 milhões de toneladas (t) do
material, em seus inúmeros formatos, composições e
tamanhos, que podem demorar séculos para se
decompor. Só o Brasil lança potencialmente no ambiente
3,44 milhões de t de sacolas plásticas, garrafas PET,
canudos, embalagens de xampu e isopor a cada ano,
segundo um recém-divulgado estudo do projeto Blue
Keepers realizado pelo Pacto Global da Organização das
Nações Unidas (ONU) no Brasil. Como seu uso é
relativamente recente, popularizando-se apenas depois
da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e
intensificando-se a partir dos anos 1970, muitos dos
efeitos sobre organismos e ecossistemas ainda são
desconhecidos, em especial os das partículas menores.
Mas um robusto corpo de evidências aponta para
consequências importantes e graves.
Na Conferência do Oceano, promovida pela ONU no fim
de junho em Lisboa, a poluição marinha por plástico
ganhou destaque. Especialistas ressaltaram a sua
ligação com as mudanças climáticas, já que 4,5% das
emissões de carbono estão relacionadas à produção e
ao descarte de material polimérico - por exemplo, como
resultado da lenta decomposição química do lixo
despejado no mar. "Nossos oceanos se encontram em
um estado crítico e numerosas ações são necessárias",
disse o secretário de Estado da Suécia para a Mudança
Climática e o Ambiente, Anders Grönvall, na abertura de
um dos eventos da conferência que buscou tratar de
inovações para combater esse tipo de poluição. "Não
podemos ignorar que os plásticos são a maior parte do
lixo marinho. Oitenta por cento do lixo de plástico
encontrado no oceano tem origem terrestre e a previsão
é de que ele triplique até 2040 se não houver uma ação
significativa".
A ONU declarou o período de 2021 a 2030 como a
Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento
Sustentável - ou a Década do Oceano. Embora a
poluição por plásticos seja a mais preocupante, os
ambientes marinhos também são impactados por outras
fontes, como derramamento de petróleo, despejo de
rejeitos de mineração e lançamento de esgoto doméstico
e industrial sem tratamento.
No primeiro semestre deste ano, a organização não
governamental (ONG) internacional WWF divulgou um
relatório, elaborado pelo Instituto Alfred Wegener -
Centro Helmholtz para Pesquisa Polar e Marinha, na
Alemanha, com uma conclusão desalentadora. Mesmo
se toda a poluição por plástico cessasse hoje, o nível de
microplástico, aqueles que não passam de 5 milímetros
(mm) de tamanho, dobraria até 2050 nos oceanos. Isso
ocorreria porque os plásticos já existentes nesse ambiente vão se partindo em fragmentos cada vez
menores, sem ter sua estrutura principal modificada. O
documento faz uma revisão de 2.592 estudos científicos
que tratam do impacto desse tipo de poluição sobre as
espécies, a biodiversidade e os ecossistemas marinhos.
Dezenas de artigos citados têm como autores
pesquisadores brasileiros.
"Em algumas épocas do ano, há mais microplástico do
que larva de peixe em suspensão na água junto com o
plâncton", comenta o ecólogo marinho Mário Barletta, da
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que
assina, pelo menos, 10 trabalhos mencionados pelo
relatório. Especialista em ecologia de estuário, Barletta
investiga o ambiente aquático de transição entre o rio
Goiana, na porção norte de Pernambuco, e o mar.
"Tomo esse estuário como referência para explicar o
fenômeno para todos os estuários tropicais. E olha que o
local é muito bem preservado."
Retirado e adaptado de: JONES, Frances. Brasil lança 3,44 milhões de
toneladas de lixo plástico no mar por ano. Pesquisa FAPESP.
Disponível em: -deelxxoo-paastco-nommmar-po-anno
/brasil-lanca-344-milhoes-de-toneladas-de-lixo-plastico-no-mar-por-ano/
Acesso em: 03 nov., 2022.
"Em algumas épocas do ano, há mais microplástico do que larva de peixe em suspensão na água junto com o plâncton", comenta o ecólogo marinho Mário Barletta, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que assina, pelo menos, 10 trabalhos mencionados pelo relatório.
Assinale a alternativa que apresenta o correto significado da expressão em destaque do texto:
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